21/09/2026
⛪ Semana de 21 a 27 de Setembro ⛪
Sábado – 17h30 – Não há Eucaristia
Domingo – 9h00
Leitores
1ª Leitura – Joana Seara
2ª Leitura - Mariana Pinto
Oração Universal – Manuel João
Mec – José Luís
7º dia por Herculano Rodrigues Ferreira – m.c. família
Francisco de Carvalho Ferreira e sogra Ana – m.c. esposa
Joaquim Campos Araújo – m.c. esposa e filhos
António da Costa Seara, filho, neto José Pedro e familiares – m.c. esposa
José Campos Oliveira – m.c. esposa e filha
(aniv) Manuel José de Sousa – m.c. filha Paula
Ana Simões Martins, marido e irmão António
(aniv) António Silva Gomes – m.c. filha Maria da Conceição
Maria dos Prazeres De Sá Ferreira – m.c. pessoa amiga
(aniv) Maria Joaquina Araújo Passos – m.c. marido
👉 Sem medo de ter saudades
Em cada tempo de recomeço, importa olhar o passado para tentar compreender o caminho, mas também olhar para o futuro, porque não se vive sem olhar em frente.
Os sonhos integram todas as saudades, levando-as connosco e cada vez mais longe.
Há quem prefira não sofrer com perdas e, por isso, a nada se apega. Ora, se é verdade que quem não ama não sofre, também será verdade que só não sofre porque não vive. Amar é a única forma de alguém se realizar.
Há quem julgue que, confiando apenas em si mesmo, chegará mais longe. Na verdade, até pode chegar, mas sem ninguém… e que tristeza é a solidão de quem descobre que, afinal, por mais que tenha alcançado, sozinho, ninguém chega a ser feliz.
Sonhemos sem medo de nunca alcançar o que sonhamos ou de perder o que conquistámos. Sonhemos sem medo de nos tornarmos alguém com ainda mais saudades.
Aquilo que temos, amanhã, já terá passado, mas o que somos será a base do que seremos. A perda edifica-nos, constrói-nos, revela-nos o quanto amamos.
A saudade contém dor, porque nasce de uma ausência, mas também gratidão, porque é a prova de que algo magnífico existiu. A saudade dói, mas é um tesouro que se enriquece a cada dia.
Talvez seja bom sermos capazes de valorizar o dia de hoje, porque muito em breve tudo isto fará parte do passado. Cada instante é irrepetível, e quanto melhor vivermos, maior será a saudade.
E que tristeza será a de quem não sente saudades, mas apenas arrependimentos…
tags: José luís nunes martins