05/09/2026
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Madre Teresa de Calcutá
Batizada com o nome de Gonxha Agnes Bojaxhiu, nasceu no seio de uma família albanesa, no dia 26 de agosto do ano de 1910, em Skopje na Macedónia do Norte.
Cresceu numa família profundamente religiosa que lhe ensinou, desde pequena, a louvar o Senhor e a ajudar os mais necessitados. Quando atinge os 18 anos, torna-se missionária, ingressando no Instituto da Bem Aventurada Virgem Maria, em Dublin, onde recebe o nome de Maria Teresa. No ano seguinte, parte para a Índia, onde permanece quase 20 anos.
Aí vive feliz numa escola da sua Congregação, onde leciona aos jovens ricos da região. A 10 de setembro de 1946 afirma que recebeu uma “chamada na chamada”. Jesus revelara-lhe a sua tristeza pela indiferença e o desprezo do pobre, pedindo-lhe que ela fosse a luz e reflexo da sua misericórdia. Funda então as Missionárias da Caridade e inicia a sua missão em Calcutá perante os mais fragilizados da região. Rapidamente as suas ex-alunas juntam-se a ela e a sua Congregação espalha-se por várias partes do mundo, sobretudo em África e na América Latina, mas também em países comunistas e na União Soviética.
A figura de Madre Teresa torna-se popular a nível mundial, sendo admirada por inúmeros líderes mundiais e apelidada de “a mulher mais poderosa do mundo” pelo Secretário-Geral das Nações Unidas, Pérez de Cuéller. Porém, Teresa respondia que rezar era o seu segredo e definia-se como “um pequeno lápis nas mãos do Senhor.”
A 17 de outubro de 1919 é agraciada com o Prémio Nobel da Paz. No seu discurso afirmou que “A vida das crianças e dos adultos é sempre a mesma vida. Toda existência é a vida de Deus em nós”.
Faleceu a 5 de setembro de 1997, na cidade de Calcutá, deixando o legado de 610 irmãs em casas de missão espalhadas por 123 países. Foi proclamada beata a 19 de outubro de 2003 e Santa a 4 de setembro de 2016, pelo Papa Francisco, na Basílica de São Pedro.