Aldeia de Gimonde

Aldeia de Gimonde Gimonde, um oásis na montanha!!! Reino Maravilhoso Gimonde é uma freguesia portuguesa do concelho de Bragança, com 15,442 km² de superficie. Sta. Maria (depois N.

* Administrador:

Cristina de Castro

* Creador de contenidos / produtor de conteúdos:

Rogério Vara

Izilda de Castro

Pedro de Castro

Cristina de Castro

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A terra mais bela do norte de Portugal...e arredores! Distância à sede de concelho: 7 Km

Actividades económicas
Agricultura, pecuária e comércio. Festas e Romarias
Nossa Senhora da Assunção (15 de Agosto), Santa Colombina, Santo António (3.º Domingo de Setembro) e festa dos Casados (Sábado e Domingo Gordo). Património
Igreja matriz, capelas de Santa Colombina e de santo António, ponte romana, castro de Gimonde, moinho, fonte de mergulho e forno comunitário, Castro de Gimonde, Ponte Romana e Marco Miliário. Outros locais
Paisagem natural do rio Sabor, Quinta das Covas. Gastronomia
Fumeiro, botelo com cascas, a truta, bacalhau assado na brasa, carnes de caça, folar da Páscoa, arroz doce, bolos económicos e vinho maduro tinto. Artesanato
Tecelagem e meias feitas a partir de lã de ovelha. Colectividades
AGIMO (Associação Ambiental e Recreativa de Caça e Pesca de Gimonde), Centro Cultural e Recreativo de Santa Colombina e Comissão da Fábrica da Igreja. Orago
Nossa Senhora da Assunção. Tradições
- Jogos tradicionais: jogo do fito, o jogo da relha, Sueca. Caracterização:

Pequena freguesia da periferia nascente brigantina, Gimonde é delimitada pelas congéneres Baçal (a norte), Babe (a leste), Milhão (a sudeste), Alfaião (a sul) e finalmente Santa Maria de Bragança (a ocidente). Ligando a freguesia de Gimonde à capital concelhia, numa distância estimada em sete quilómetros, está a E.N. 218. Pelos limites ocidentais de Gimonde corre o Rio Sabor, o qual, mesmo junto à povoação daquele nome, vem receber as águas dos seus tributários rios Onor e Igrejas. A freguesia, integrada na orla meridional do Parque Natural de Montesinho, é bem conhecida pelos seus atractivos turísticos, os quais se desdobram pelas vertentes paisagísticas,monumental, arqueológica e, inclusivamente, gastronómica. Na pitoresca aldeia contabilizam-se diversos restaurantes, alguns deles afamados quer pelo atendimento, quer pelas iguarias tradicionais (sobretudo o soberbo fumeiro e deliciosas compotas). O comércio local terá assim certo ascendente económico, conjugando-se com as actividades agrícolas (das quais ressalta o cultivo do lúpulo, de introdução recente) e pecuárias, justificando uma certa prosperidade desta freguesia, Gimonde conta-se, aliás, entre as escassas terras bragançanas que não acusou um decréscimo populacional assinalável. Desde os finais do século passado, pelo menos, que aqui foi assinalado um povoado castrejo, conhecido toponimicamente por Arrabalde. Reconhecido e sumariamente prospectado por Pereira Lopo e, posteriormente, pelo Abade de Baçal, aquele arruinado recinto fortificado castrejo terá conhecido intensa romanização. A influência do domínio romano no aro de Gimonde será responsável, aliás por diversos achados epigráficos – um marco miliário atribuído ao século III e uma estela funerária – e possivelmente, alguns vestígios de remota mineração. Magnífica obra de engenharia é a velha Ponte de Gimonde, uma das três que se acham lançadas junto ao povoado. A estrutura, do xisto, integra seis arcos de
volta redonda, suportando um tabuleiro em dorso levemente arqueado. A montante do rio Onor pode apreciar-se ainda uma outra ponte em cantaria de granito, de múltiplos arcos abatidos (em número de sete). Entre as duas pontes observa-se, por seu turno, uma pequena poldra permitindo a travessia apeada do rio. Sra. da Assunção) de Gimonde foi outrora um curato anexo à reitoria de S. Pedro de Babe. O actual templo paroquial, estrategicamente erguido num pequeno alto que coroa o povoado, é uma estrutura de traça simples mas harmoniosa, erguida em granito
de grão fino (cantarias). SITES:

http://calourinha.blogspot.com.es/search/label/Gimonde

http://www.cm-braganca.pt/PageGen.aspx?WMCM_PaginaId=40759&pontoInteresseId=40954

http://pt.wikipedia.org/wiki/Gimonde

http://es.wikipedia.org/wiki/Gimonde

http://www.viajeros.com/fotos/gimonde/343207

http://www.cm-braganca.pt/PageGen.aspx?WMCM_PaginaId=40735&pontoInteresseId=40889

http://www.cm-braganca.pt/PageGen.aspx?WMCM_PaginaId=40735&pontoInteresseId=40888

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Santa Columbina, rogai por nós!
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Santa Columbina, rogai por nós!

Gimonde celebra este fim de semana, a Santidade da Gloriosa Virgem e Martir Santa Columbina.
Perde-se no tempo a devoção das gentes da terra a esta Santa a quem muitos atribuem inúmeros milagres...
Segundo reza a lenda, a jovem Columbina era natural de Espanha, pertencia a uma família abastada, e seu pai tinha-a prometido em casamento a um nobre cavaleiro. No entanto, o fascínio da sua vida era a pessoa de Jesus Cristo e o Evangelho. Como não queria desagradar ao seu querido pai, resolveu fugir sem destino.
Diz a lenda que a fuga a trouxe ao termo de Gimonde chamado "Pernai" e aí viu que o cavaleiro a perseguia. Aflita, resolveu pedir auxílio ao que estava mais perto, uma fraga, dizendo:
"Abre-te fraga que has-de ser a minha morada! ". A fraga abriu-se e ela protegeu-se do cavaleiro. Diz-se que o cavaleiro deu várias voltas à fraga a ver se encontrava uma entrada, mas tudo foi inútil. Os antigos dizem que ficou marcada na fraga a ferradura do cavalo e que, ainda hoje, é possível ver essa marca.
A lenda refere, ainda, que Santa Columbina viveu ali algum tempo, alimentado-se do que a natureza dava. Mais tarde terá aparecido a uma pessoa da terra e pedido para construirem uma capela em sua honra nessa fraga. Como o pedido não foi concretizado, apareceu, algum tempo depois, um pouco mais a baixo, local onde hoje se encontra uma ermida em sua honra.
Os anos passaram e a devoção fervorosa permaneceu...

Se formos à história dos Santos, o Martirológio Romano, diz-nos:
Em Córdoba na Andaluzia, Espanha, Santa Colomba, virgem e mártir, que durante a perseguição dos mouros professou espontaneamente a sua fé diante de juízes e do conselho da cidade, e foi prontamente decapitada pela espada diante das portas do palácio.
Santa Colomba viveu na cidade de Córdoba, Espanha, sob o domínio muçulmano durante o século IX.
Colomba foi uma das flores mais formosas que a Igreja moçárabe produziu na Córdoba desses dias. "Formosíssima e nobilíssima, espelho e norma de santidade para todos os cordobeses", escreveu dela seu pai espiritual e panegirista Santo Eulógio de Córdoba, que dedica a ela o cap. X do 1. III do seu Memoriale Sanctorum (PL, CXV, coll. 806-12). Santo Eulógio também diz dela: “perfeita na castidade, firme na caridade, constante na oração, pronta em obedecer, propensa à misericórdia, fácil no perdoar, atenta no ensino, disposta a ensinar”.
Colomba foi uma das discípulas prediletas e mais fervorosas do grande santo. Esta jovem nobre cordobesa havia escutado as pregações de Santo Eulógio e daí veio sua conversão. Lutou contra o parecer de sua família para entrar no Mosteiro de Tábanos (Córdoba), onde era abade do mosteiro duplo (masculino e feminino) seu irmão Martim - este mosteiro fora fundado por sua irmã Isabel e pelo marido desta, São Jeremias mártir. Após a morte de sua mãe conseguiu realizar seu desejo.
Ali, Colomba entregou-se de cheio às mais duras práticas da vida monástica. Ela e sua irmã Isabel dirigiam o mosteiro, inculcando nas almas jovens e ternas de suas discípulas os altos e luminosos ideais da perfeição cristã. Sua alma ardia de vivos desejos de voar para Cristo, para viver eternamente ao lado de seu Amado. Suas irmãs a ouviam muito frequentemente cantar com sua bela voz a Antífona da liturgia visigoda: “Abri-me, Senhor, as portas de tua glória para que volte àquela pátria onde não existe a morte, onde a doçura do gozo é perpetua!” Colomba chegou a ser eleita abadessa.
Em 852 acontecera um concílio dos bispos em Córdoba, no qual, para evitar abusos, provocações e desordens, fora proibido aos cristãos de apresentar-se espontaneamente ao martírio. Mas Colomba, seja porque ignorasse o decreto, ou movida por impulso interior, abandonou secretamente o mosteiro e se apresentou aos juízes declarando-se cristã e convidando-os a abandonar o erro. Levada diante do conselho da cidade (satrapum concilio) defendeu a fé católica e proclamou sua dedicação total a Nosso Senhor Jesus Cristo.
Foi decapitada no dia 17 de setembro de 853 diante do palácio do governo, depois de ter oferecido um dom aos seus assassinos. O seu corpo, lançado no Rio Guadalquivir e encontrado ileso e integro depois de seis dias, foi sepultado na Basílica de Santa Eulália. As relíquias de Santa Colomba, segundo consta, foram transportadas mais tarde para a Abadia de Santa Maria de Nájera e para o priorado, dependente dessa, de Santa Colomba. Sua festa é celebrada em grande parte da Espanha do dia 17 de setembro.
Fonte:
www.santiebeati.it/

Todos sabemos que entre o mito/lenda e a realidade há pontos que se cruzam e que se complementam.
Certo é que, ainda hoje, este povo de Gimonde e muitos devotos de outras terras, dedicam a Santa Columbina uma grande devoção e sobe a sua proteção recorrem nos perigos, angústias, necessidades, alegrias, tristezas, sucessos ou fracassos.

Por Pedro E Telma

Festas de Gimonde 2026
19/09/2026

Festas de Gimonde 2026

Endereço

Gimonde
Braganca

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