Katholikos Romanus

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Katholikos Romanus Essa página tem o objetivo de evangelizar e mostrar a verdade da fé católica, além de propagar a Santa Devoção a Santíssima Virgem Maria.

Além de denunciar as mentiras da falsa Igreja Católica (Seita do Vaticano II).

São Tomás de Aquino – Comentário sobre João 9:41  3 de agosto de 2026João 9:41: “Jesus lhes disse: ‘Se fôsseis cegos, nã...
08/04/2026

São Tomás de Aquino – Comentário sobre João 9:41
3 de agosto de 2026

João 9:41: “Jesus lhes disse: ‘Se fôsseis cegos, não teríeis culpa; mas agora que dizeis: ‘Nós vemos’, a vossa culpa permanece.’”

São Tomás de Aquino, Comentário ao Evangelho de João, cap. 9:
“Segundo Agostinho, isto mostra o sentido da passagem anterior, isto é, que nosso Senhor se referia à cegueira espiritual. Ele diz: Se fôsseis cegos, não teríeis culpa, porque correríeis ao remédio. Pois o pecado é tirado pela graça, que é dada somente aos humildes: ‘Deus dá graça aos humildes’ (Tiago 4:6). Mas agora que dizeis: Nós vemos, isto é, pensando orgulhosamente que vedes, não reconheceis que sois pecadores, a vossa culpa permanece, isto é, não é tirada: ‘Deus resiste aos soberbos’ (Tiago 4:6).

Crisóstomo entende esta passagem como referindo-se à cegueira física. O sentido então é: Se fôsseis cegos fisicamente, não teríeis culpa, porque, sendo a cegueira um defeito físico, não tem natureza de pecado. Mas agora que dizeis: Nós vemos, o vosso pecado é evidente, porque, vendo os milagres que faço, não credes em mim: ‘Cega o coração deste povo’ [Is 6:10].

Aqui há outra explicação. Se fôsseis cegos, isto é, ignorantes dos juízos de Deus e dos sacramentos da lei, não teríeis tanta culpa. Como se dissesse: Se pecásseis por ignorância, o vosso pecado não seria tão grave. Mas agora que dizeis: Nós vemos, isto é, arrogais para vós mesmos a compreensão da lei e o conhecimento de Deus, e ainda assim pecais, então a vossa culpa permanece, isto é, torna-se maior: ‘Aquele servo que conheceu a vontade de seu senhor, mas não se preparou nem agiu conforme a sua vontade, receberá muitos açoites’ (Lc 12:47).”

Fonte: https://vaticancatholic.com/st-thomas-aquinas-commentary-on-john-9-41/ Para obter informações cruciais sobre como salvar a sua alma, acesse: www.igrejacatolica.org

Assista esses importantes vídeos:

O Vaticano II é uma nova religião (Prova visual)
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Uma mensagem profética contra as «bênçãos» para pessoas do mesmo s**o de Francisco
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Não há missa em latim ou orações para não-católicos falecidos - ensinamento papal
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𝐎 𝐩𝐞𝐜𝐚𝐝𝐨𝐫 𝐞𝐱𝐩𝐮𝐥𝐬𝐚 𝐃𝐞𝐮𝐬 𝐝𝐨 𝐬𝐞𝐮 𝐜𝐨𝐫𝐚çã𝐨 Meditação de Terça-feira da Semana da Quinquagésima Santo Afonso Maria de Ligório ...
02/17/2026

𝐎 𝐩𝐞𝐜𝐚𝐝𝐨𝐫 𝐞𝐱𝐩𝐮𝐥𝐬𝐚 𝐃𝐞𝐮𝐬 𝐝𝐨 𝐬𝐞𝐮 𝐜𝐨𝐫𝐚çã𝐨

Meditação de Terça-feira da Semana da Quinquagésima
Santo Afonso Maria de Ligório

𝐐𝐮𝐢 𝐝𝐢𝐱𝐞𝐫𝐮𝐧𝐭 𝐃𝐞𝐨: 𝐑𝐞𝐜𝐞𝐝𝐞 𝐚 𝐧𝐨𝐛𝐢𝐬, 𝐞𝐭 𝐬𝐜𝐢𝐞𝐧𝐭𝐢𝐚𝐦 𝐯𝐢𝐚𝐫𝐮𝐦 𝐭𝐮𝐚𝐫𝐮𝐦 𝐧𝐨𝐥𝐮𝐦𝐮𝐬 – “𝐃𝐢𝐬𝐬𝐞𝐫𝐚𝐦 𝐚 𝐃𝐞𝐮𝐬: 𝐑𝐞𝐭𝐢𝐫𝐚-𝐭𝐞 𝐝𝐞 𝐧ó𝐬, 𝐩𝐨𝐢𝐬 𝐧ã𝐨 𝐪𝐮𝐞𝐫𝐞𝐦𝐨𝐬 𝐜𝐨𝐧𝐡𝐞𝐜𝐞𝐫 𝐨𝐬 𝐭𝐞𝐮𝐬 𝐜𝐚𝐦𝐢𝐧𝐡𝐨𝐬” (𝐉ó 𝟐𝟏, 𝟏𝟒)

Sumário. O pecador sabe que Deus não pode ficar com o pecado; vê que pecando obriga a Deus a afastar-se. Diz-Lhe portanto, não com palavras, mas de fato: Senhor, já não podeis ficar junto com o meu pecado e quereis partir, podeis ir-Vos embora. Expulsando assim Deus de sua alma, deixa entrar imediatamente o demônio, que dela toma posse. Que baixeza! Irmão meu, dize-me: praticaste tu também tão grande vilania para com Jesus Cristo?… Terás a triste coragem de a tornares a praticar no futuro?

I. Deus vem a morar numa alma que o ama; é o que Jesus Cristo mesmo nos assegura dizendo: “Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e meu Pai o amará e viremos a ele e faremos nele morada: Ad eum veniemus, et mansionem apud eum faciemus” (1). Notemos as palavras: mansionem faciemus — “faremos morada”. Deus vem à alma a fim de nela permanecer sempre, de sorte que nunca a deixa, a não ser que a alma o faça sair, como diz o Concílio de Trento. — Mas, Senhor, Vós sabeis desde já que aquele ingrato Vos expulsará em qualquer momento: porque não partis agora? Quereis esperar que ele mesmo Vos expulse? Deixai-o e parti antes que ele Vos faça sofrer essa grande injúria. — Não, responde Deus, não quero retirar-me, enquanto ele mesmo não me repelir.

Assim, quando a alma consente no pecado, diz a Deus: Senhor, apartai-Vos de mim. Dixerunt Deo: recede a nobis (2). Não o diz vocalmente, mas de fato, como afirma São Gregório: Dicit: Recede, non verbis, sed moribus. — O pecador sabe antecipadamente que Deus não pode ficar com o pecado; vê que pecando obriga a Deus a afastar-se. É como se Lhe dissesse: Já que não podeis ficar junto com o meu pecado, já que quereis partir, podeis retirar-Vos. E expulsando Deus de sua alma, deixa entrar imediatamente o demônio, que dela toma posse. Pela mesma porta por onde sai Deus entra e vem estabelecer-se o seu inimigo: Et intrantes habitant ibi (3) — “Entrando habitam ali”.

Ao batizar-se uma criança, o padre ordena ao demônio: Sai desta alma, espírito imundo e sede o lugar ao Espírito Santo. Com efeito, aquela alma recebendo a graça converte-se em templo de Deus, como diz São Paulo (4). O contrário sucede inteiramente, quando o homem consente no pecado; então diz a Deus que reside em sua alma: Sai de mim, ó Senhor, e cede o lugar ao demônio. É disto exatamente que o Senhor se queixou a Santa Brígida, dizendo que é tratado pelos pecadores como um rei expulso de seu trono, no qual vai ser substituído por um salteador.

II. Não há mágoa mais sensível do que o ver-se pago com ingratidão por pessoas amadas e favorecidas. Consideremos portanto, como não deve ficar magoado o Coração sensibilíssimo de Jesus Cristo em ver-se posposto a um vil demônio e expulso brutalmente de uma alma pela qual derramou o seu preciosíssimo Sangue; tanto mais que semelhante baixeza se repete no mundo inteiro, em cada hora, milhares de vezes, especialmente nestes dias de carnaval.

— Meu irmão, tu ao menos compadece-te de teu aflito Senhor; dá-lhe desagravo por frequentes atos de amor e se no passado o tivesses magoado, pede-lhe humildemente perdão.

Assim, meu Redentor, todas as vezes que pequei, expulsei-Vos de minha alma e fiz tudo que Vos deveria tirar a vida, se ainda pudésseis morrer. Eu Vos ouço perguntar-me: Quid feci tibi, aut in quo contristavi te? responde mihi — Que mal te fiz, e em que te desagradei, para me causares tantos desgostos? — Perguntais-me, Senhor, que mal me fizestes? Destes-me o ser e morrestes por mim: é este o mal que me haveis feito. Que deverei, pois, responder? Confesso que mereço mil infernos; e é justo que a eles me condeneis. Lembrai-Vos, porém, do amor que Vos fez morrer por mim na cruz; lembrai-vos do sangue que por mim derramastes e tende piedade de mim.

Mas já o sei, não quereis que desespere; ou antes avisais-me de que Vos conservais à porta do meu coração, donde Vos bani e que nela estais batendo por meio das vossas inspirações, a fim de novamente entrar. Gritais-me que eu abra: Aperi mihi, soror mea (5).

"Sim, meu Jesus, expulso o pecado; arrependo-me de todo o meu coração e amo-Vos sobre todas as coisas. Entrai, meu amor, está aberta a porta; entrai e nunca mais Vos afasteis de mim. Prendei-me com os laços do vosso amor e não consintais que me torne a separar de Vós. Não, meu Deus, não queremos mais separar-nos; abraço-Vos, aperto-Vos ao meu coração; dai-me a santa perseverança: Ne permittas me separari a te — “Não permitais que me separe de Vós”.

— Maria, minha Mãe, socorrei-me sempre, rogai a Jesus por mim; alcançai-me a felicidade de nunca mais perder a sua graça."

Referências:

(1) Jo 14, 23
(2) Jó 21, 14
(3) Mt 12, 45
(4) I Cor 3, 16
(5) Ct 5, 2

(LIGÓRIO, Afonso Maria de. Meditações: Para todos os Dias e Festas do Ano: Tomo I: Desde o Primeiro Domingo do Advento até a Semana Santa Inclusive. Friburgo: Herder & Cia, 1921, p. 285-287)

Assista esse importantes vídeos:

O Vaticano II é uma nova religião (Prova visual)
https://youtu.be/aftwVPTstB8

Uma mensagem profética contra as «bênçãos» para pessoas do mesmo s**o de Francisco
https://youtu.be/L3tMkQTrJCY?si=DDMAqQj1q0aVB1tw

Apocalipse Agora No Vaticano
https://youtu.be/9Y6zireoKV8

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Festa de Todos os Santos Meditação de Sábado da Vigésima Primeira Semana depois do Pentecostes - Santo Afonso Maria de L...
11/01/2025

Festa de Todos os Santos

Meditação de Sábado da Vigésima Primeira Semana depois do Pentecostes - Santo Afonso Maria de Ligório

[Vidi turbam magnam, quam dinumerare nemo poterat, ex omnibus gentibus, et tribubus et populis et linguis — “Vi uma grande multidão, que ninguém poderia contar, de todas as nações, tribos, povos e línguas” (Ap 7, 9)]

Sumário. São três os fins principais que a Igreja tem em mira mandando celebrar a solenidade de todos os santos. Quer em primeiro lugar que honremos os seus filhos que já triunfam no céu, e especialmente àqueles que no correr do ano não tiveram uma festa própria. Para que as nossas homenagens nos aproveitem, ela quer em segundo lugar, que nos excitemos à prática do bem, pela esperança do céu. Finalmente quer a nossa boa Mãe aumentar a nossa confiança, dando-nos a entender que esses nossos bem-aventurados irmãos se empenham para nos obter os favores divinos. Que fins tão nobres e consoladores!

I. Considera os fins nobilíssimos que a Igreja tem em mira, fazendo-nos celebrar hoje a solenidade de todos os santos. Quer em primeiro lugar que honremos os seus filhos, que já estão de posse do céu em companhia do Esposo divino, e especialmente àqueles que no correr do ano não tiveram uma festa própria. Ao mesmo tempo quer que em nome dos santos demos graças a Deus.

Desejando que estas homenagens nos sejam proveitosas, quer a Igreja que nos sirvam para elevarmos o nosso espírito ao céu e nos excitemos à prática das virtudes pela contemplação dos bens eternos que lá em cima nos esperam, se perseverarmos. Tanto mais que entre os milhões de santos que hoje veneramos, há muitos de nossa idade e condição, e talvez, como nós, grandes pecadores. Parece que a Igreja nos diz hoje com Santo Agostinho:

“Não poderás tu fazer o que puderam fazer eles?” — Tu non poteris quod isti et istae?

Finalmente, com a solenidade presente, a Igreja quer aumentar a nossa confiança, recordando-nos o dogma da comunicação dos santos, e ensinando-nos que todos esses nossos bem-aventurados irmãos querem empenhar a nosso proveito todo o poder de que gozam junto do Rei da glória. Ó, que verdade tão consoladora! Os santos do céu, lá no meio do seu triunfo, não se esquecem das nossas misérias, e oferecem-nos o seu auxílio. No dizer de São Bernardo, já que os santos nada mais têm que pedir para si mesmos, porque são plenamente felizes, têm um vivo desejo de interceder por nós, e se não nos tornarmos indignos pelas nossas faltas, obtêm-nos de Deus tudo o que querem. Que verdade tão consoladora! Que fins sublimes da parte da Igreja na instituição da festa de todos os santos!

II. Entrando nas vistas sublimes de nossa Madre, a santa Igreja, elevemos hoje os nossos corações ao céu, onde reina um Deus onipotente, todo solícito em beatificar as almas, suas queridas filhas. Contemplemos como esses bem-aventurados gozam ali delícias tais, que a linguagem humana não pode exprimir. Alegremo-nos com eles, rendamos em seu nome graças a Deus, e tomemos ânimo ao pensar que para nós também terminarão um dia os temores, as doenças, as perseguições, todas as cruzes; mais ainda, se nos viermos a salvar, tudo isso será para nós motivo de júbilo e glória no céu.

Animados, pois, pelo desejo que os santos têm de nos ajudar, lancemo-nos em espírito aos seus pés e exponhamos-lhes confiadamente as nossas necessidades. Não nos esqueçamos também de rogar a eles pelos pobres pecadores e pelo livramento das almas do purgatório, a fim de que amanhã, no dia da sua comemoração, possam em grande número ir a g***r com os santos no céu.

[Ó santos e santas de Deus, ó bem-aventurados espíritos angélicos, que estais abismados nos resplandores da glória divina! Eu, vosso humilde servo, vos saúdo deste vale de lágrimas, venero-vos com amor e dou graças ao Senhor por vos ter sublimado a tão alta beatitude. Mas vós, lá dos vossos tronos excelsos, dignai-vos volver a mim vossos olhos piedosos. Vede os perigos que corro de me perder eternamente. Pelo amor de Deus, que é a vossa grande recompensa, obtende-me a graça de seguir fielmente a vossas pegadas, de imitar corajosamente os vossos exemplos, de copiar em mim as vossas virtudes; a fim de que, de admirador que sou, chegue a ser um dia o vosso companheiro na glória imortal.

“Onipotente e eterno Deus, que me concedeis a graça de venerar em uma só festividade os méritos de todos os vossos santos, concedei-me também que, multiplicados os meus intercessores, obtenha a plenitude das vossas misericórdias” (1). Fazei-o pelo amor de Jesus e Maria.]

Referência:
(1) Or. festi.

(LIGÓRIO, Afonso Maria de. Meditações: Para todos os Dias e Festas do Ano: Tomo III: Desde a Duodécima semana depois de Pentecostes até ao fim do ano Eclesiástico. Friburgo: Herder & Cia, 1921, p. 382-385)

Para obter informações cruciais sobre como salvar a sua alma, acesse: www.igrejacatolica.org

Assista esses importantes vídeos para entender o que realmente aconteceu com a Igreja Católica depois do Vaticano II:

Assista o vídeo documentário: Terceiro Segredo de Fátima
https://youtu.be/tkfi-7ETdNY

O Vaticano II é uma nova religião (Prova visual)
https://youtu.be/aftwVPTstB8

Porque a Nova Missa e o Novo Rito de Ordenação são Inválidos
https://www.youtube.com/watch?v=QfiRoudLnOI&t=3s

Faustina e a Divina Misericórdia – um engano
https://youtu.be/S6FjC_iyJQQ?si=7iFR1R33kAo-N0jG

REFUTANDO A HERESIA DO "BATISMO DE DESEJO"Papa Eugénio IV, Concílio de Florença, «Exultate Deo», 22 de Novembro de 1439,...
01/05/2025

REFUTANDO A HERESIA DO "BATISMO DE DESEJO"

Papa Eugénio IV, Concílio de Florença, «Exultate Deo», 22 de Novembro de 1439, ex cathedra: «O primeiro lugar entre os sacramentos o ocupa o santo Baptismo, que é a porta da vida espiritual; por ele nos fazemos membros de Cristo e do corpo da Igreja. E havendo pelo primeiro homem entrado a morte em todos, “se não renascermos pela água e o Espírito” como diz a Verdade, “não podemos entrar no reino dos céus” [João 3:5]. A matéria deste sacramento é água verdadeira e natural.»

O Concílio de Florença ensina o mesmo que João 3:5 enquanto o apresenta em suas próprias palavras.

Louvado seja Cristo Rei! - Acesse: igrejacatolica.org
10/27/2024

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10/24/2024

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