Catholic Parishes of Stoughton-St. James & Immaculate Conception

Catholic Parishes of Stoughton-St. James & Immaculate Conception While serving Stoughton, Canton, and Randolph, we welcome anyone to pray and participate in our parish life. St. Sunday Morning:
9:30 a.m. (English)
7:00 p.m.

If you would like to receive our mailings please contact us. James Weekend Masses
Saturday Evening:
5:00 p.m. James Weekday Masses
Tuesday, Thursday, Saturday: 7:00 a.m. Wednesday Evening at 6:30pm

Immaculate Conception Weekend Masses
Saturday Evening:
4:00 p.m. (Portuguese)
(First Saturday of the Month there will be a 9:00 a.m. English Mass)

Sunday Morning:
7:30 a.m. (English)
9:00 a.m

. (Portuguese),
11:00 a.m. (Family)

Sunday Evening:
6:30 p.m. (Brazilian)

Immaculate Conception
Weekday Masses
Monday, Wednesday, Friday: 9:00 a.m. English
Tuesday, Thursday: 8:00 a.m. Portuguese
Tuesday, Wednesday: 7:00 pm Portuguese

Sacramental and Pastoral Care for Both Parishes

Sacrament of Baptism:
Please call the Parish office to make arrangements. Sacrament of Marriage:
Couples should make arrangements six months in advance by calling the Parish office. Sacrament of Reconciliation:
Wednesday at 6:30 p.m - 8:00 p.m. at St. James
Saturday at 12:00 p.m.- 1:30 p.m. at Immaculate Conception

Pastoral Ministry of the Sick and Homebound:
Please call the Parish Office with the name, condition, address, and phone number of the person who is in need. Mass Cards and Intention Masses: Please contact the Parish Office.

06/13/2026

Fr. Carlos' Weekly Message

This Sunday the Scriptures place before us two powerful images that reveal something essential about the relationship God desires to have with His people. In the first reading from Exodus, Moses ascends Mount Sinai and encounters the Lord, who speaks to him and entrusts him with a message for the people of Israel. In the Gospel, Jesus looks upon the crowds and is moved with compassion because they are “troubled and abandoned, like sheep without a shepherd” (Mt 9:36). Together, these passages remind us that God is not distant from His people. He speaks, He calls, He guides, and He invites us to follow Him.
The scene on Mount Sinai marks a decisive moment in salvation history. God has already delivered the Israelites from slavery in Egypt. He has led them through the Red Sea and sustained them in the wilderness. Now He calls them into a covenant relationship. Through Moses, God claims them as his special possession. The foundation of the covenant God makes with his people is not primarily obedience but rather listening to God and being willing to speak with him heart to heart.
This remains true for us today. The Christian life begins not with our own plans or ambitions but with hearing and responding to God's call. Throughout Sacred Scripture, God speaks to His people. He speaks to Abraham, Moses, the prophets, the Apostles, and ultimately through His Son, Jesus Christ. In our time, the challenge is not that God has stopped speaking; the challenge is whether we are willing to listen.
Our attention is constantly being pulled in countless directions. In such an environment, it can become difficult to recognize the gentle voice of God speaking within our hearts. Yet the Lord continues to call us. He speaks through Scripture, through prayer, through the sacraments, through the wisdom of the Church, and often through the ordinary circumstances of our lives.
The Gospel presents the consequences of failing to hear that voice. Jesus looks upon the crowds and sees people who are lost and directionless. They are searching for meaning, purpose, and hope, but they do not know where to find it. His heart is filled with compassion because He recognizes the deep spiritual hunger that exists within them.
In many ways, our own age resembles the crowds Jesus encountered. Despite unprecedented technological advances and material comforts, many people feel isolated, anxious, and uncertain. There is a widespread hunger for something deeper than what the world can offer. We see it in the growing number of people asking questions about faith, seeking purpose, and searching for truth. We see it in those who come to our churches after years away, in those exploring Christianity for the first time, and in the many individuals who are discovering that worldly success alone cannot satisfy the deepest longings of the human heart.
The good news is that Christ remains the Good Shepherd. He has not abandoned His flock. He continues to guide His Church and to call each of us by name. His voice still echoes through the Gospel, inviting us to follow Him, but following Christ requires trust. Moses had to trust God enough to climb the mountain and receive His word. The Apostles had to leave their nets and follow Jesus. Every disciple throughout history has had to take that same step of faith. Often, we do not know exactly where God is leading us. We may feel uncertain or even fearful. Yet the Lord does not ask us to see the entire path. He asks us to trust Him one step at a time.
Perhaps the most important question we can ask ourselves this week is simple: Am I listening for the voice of God? Do I make time for prayer? Do I allow Scripture to shape my life? Am I open to the ways the Lord may be calling me to grow, to serve, to forgive, or to deepen my relationship with Him?
The voice of the Shepherd is still speaking. The Lord who called Moses on Sinai and who looked with compassion upon the crowds continues to call His people today. He calls us not merely to believe in Him from a distance but to walk with Him as disciples. If we learn to listen, we will discover that His voice always leads toward life, peace, and the fulfillment of the deepest desires of our hearts. May we have the courage to hear His voice, the wisdom to recognize His call, and the faith to follow wherever He leads.—Fr. Carlos
Neste domingo, as Escrituras apresentam-nos duas imagens poderosas que revelam algo essencial sobre a relação que Deus deseja ter com o Seu povo. Na primeira leitura do Livro do Êxodo, Moisés sobe ao Monte Sinai e encontra-se com o Senhor, que lhe fala e lhe confia uma mensagem para o povo de Israel. No Evangelho, Jesus contempla as multidões e f**a cheio de compaixão porque estavam “cansadas e abatidas, como ovelhas sem pastor” (Mt 9,36). Juntas, estas passagens recordam-nos que Deus não está distante do seu povo. Ele fala, chama, guia e convida-nos a segui-lo.
A cena do Monte Sinai marca um momento decisivo na história da salvação. Deus já havia libertado os israelitas da escravidão no Egito. Conduziu-os pelo Mar Vermelho e sustentou-os no deserto. Agora chama-os a uma relação de aliança consigo. Por meio de Moisés, Deus reclama-os como a sua propriedade especial. O fundamento da aliança que Deus estabelece com o Seu povo não é, antes de mais, a obediência, mas sim a escuta de Deus e a disposição de falar com Ele de coração para coração.
Isto continua a ser verdade para nós hoje. A vida cristã não começa com os nossos próprios planos ou ambições, mas com a escuta e a resposta ao chamamento de Deus. Ao longo de toda a Sagrada Escritura, Deus fala ao Seu povo. Fala a Abraão, a Moisés, aos profetas, aos Apóstolos e, finalmente, por meio do Seu Filho, Jesus Cristo. No nosso tempo, o desafio não é que Deus tenha deixado de falar; o desafio é saber se estamos dispostos a escutá-lo.
A nossa atenção é constantemente atraída em inúmeras direções. Num ambiente assim, pode tornar-se difícil reconhecer a voz suave de Deus que fala no íntimo do nosso coração. Contudo, o Senhor continua a chamar-nos. Fala-nos através da Escritura, da oração, dos sacramentos, da sabedoria da Igreja e, muitas vezes, através das circunstâncias comuns da nossa vida quotidiana.
O Evangelho apresenta-nos as consequências de não ouvir essa voz. Jesus olha para as multidões e vê pessoas perdidas e sem rumo. Procuram sentido, propósito e esperança, mas não sabem onde os encontrar. O Seu coração enche-se de compaixão porque reconhece a profunda fome espiritual que existe dentro delas.
De muitas formas, o nosso tempo assemelha-se às multidões que Jesus encontrou. Apesar dos avanços tecnológicos sem precedentes e dos confortos materiais, muitas pessoas sentem-se isoladas, ansiosas e incertas. Existe uma fome generalizada por algo mais profundo do que aquilo que o mundo pode oferecer. Vemo-la no número crescente de pessoas que fazem perguntas sobre a fé, que procuram um propósito para a vida e que buscam a verdade. Vemo-la naqueles que regressam às nossas igrejas após anos de afastamento, nos que exploram o Cristianismo pela primeira vez e nas muitas pessoas que descobrem que o sucesso mundano, por si só, não consegue satisfazer os desejos mais profundos do coração humano.
A boa nova é que Cristo continua a ser o Bom Pastor. Ele não abandonou o Seu rebanho. Continua a guiar a Sua Igreja e a chamar cada um de nós pelo nome. A Sua voz continua a ecoar através do Evangelho, convidando-nos a segui-Lo. Mas seguir Cristo exige confiança. Moisés teve de confiar suficientemente em Deus para subir à montanha e receber a Sua palavra. Os Apóstolos tiveram de deixar as suas redes e seguir Jesus. Todos os discípulos, ao longo da história, tiveram de dar esse mesmo passo de fé.
Muitas vezes, não sabemos exatamente para onde Deus nos está a conduzir. Podemos sentir-nos inseguros ou até receosos. No entanto, o Senhor não nos pede que vejamos todo o caminho à nossa frente. Pede-nos apenas que confiemos nele, passo por passo.
Talvez a pergunta mais importante que possamos fazer esta semana seja simples: estou a escutar a voz de Deus? Reservo tempo para a oração? Permito que a Sagrada Escritura molde a minha vida? Estou aberto às formas pelas quais o Senhor pode estar a chamar-me a crescer, a servir, a perdoar ou a aprofundar a minha relação com ele?
A voz do Pastor continua a falar. O Senhor que chamou Moisés no Sinai e que olhou com compaixão para as multidões continua hoje a chamar o seu povo. Chama-nos não apenas a acreditar nele à distância, mas a caminhar com ele como discípulos. Se aprendermos a escutar, descobriremos que a Sua voz conduz sempre à vida, à paz e à realização dos desejos mais profundos do nosso coração.
Tenhamos a coragem de ouvir a sua voz, a sabedoria para reconhecer o seu chamamento e a fé para o seguir para onde quer que ele nos conduza. — Pe. Carlos

Este domingo las Sagradas Escrituras nos presentan dos imágenes poderosas que revelan algo esencial acerca de la relación que Dios desea tener con su pueblo. En la primera lectura, tomada del libro del Éxodo, Moisés sube al monte Sinaí y se encuentra con el Señor, quien le habla y le confía un mensaje para el pueblo de Israel. En el Evangelio, Jesús contempla a las multitudes y se conmueve profundamente porque estaban “cansadas y abatidas, como ovejas que no tienen pastor” (Mt 9,36). Juntos, estos pasajes nos recuerdan que Dios no está distante de su pueblo. Él habla, llama, guía e invita a seguirlo.
La escena del monte Sinaí marca un momento decisivo en la historia de la salvación. Dios ya había liberado a los israelitas de la esclavitud en Egipto. Los había conducido a través del Mar Rojo y los había sostenido en el desierto. Ahora los llama a entrar en una relación de alianza con Él. A través de Moisés, Dios los reclama como su posesión especial. El fundamento de la alianza que Dios establece con su pueblo no es, ante todo, la obediencia, sino la escucha de Dios y la disposición a hablar con Él de corazón a corazón.
Esto sigue siendo cierto para nosotros hoy. La vida cristiana no comienza con nuestros propios planes o ambiciones, sino con la capacidad de escuchar y responder al llamado de Dios. A lo largo de toda la Sagrada Escritura, Dios habla a su pueblo. Habla a Abraham, a Moisés, a los profetas, a los Apóstoles y, finalmente, por medio de su Hijo, Jesucristo. En nuestro tiempo, el desafío no es que Dios haya dejado de hablar; el desafío es si estamos dispuestos a escucharlo.
Nuestra atención es constantemente atraída en innumerables direcciones. En un ambiente así, puede resultar difícil reconocer la voz suave de Dios que habla en nuestro corazón. Sin embargo, el Señor continúa llamándonos. Nos habla a través de la Escritura, de la oración, de los sacramentos, de la sabiduría de la Iglesia y, con frecuencia, a través de las circunstancias ordinarias de nuestra vida.
El Evangelio nos presenta las consecuencias de no escuchar esa voz. Jesús contempla a las multitudes y ve personas perdidas y sin rumbo. Buscan signif**ado, propósito y esperanza, pero no saben dónde encontrarlos. Su corazón se llena de compasión porque reconoce la profunda hambre espiritual que existe en ellas.
En muchos aspectos, nuestra época se parece a aquellas multitudes que Jesús encontró. A pesar de los avances tecnológicos sin precedentes y de las comodidades materiales, muchas personas se sienten aisladas, ansiosas e inciertas. Existe un hambre generalizada de algo más profundo de lo que el mundo puede ofrecer. Lo vemos en el creciente número de personas que se hacen preguntas sobre la fe, que buscan un propósito y que anhelan la verdad. Lo vemos en quienes regresan a nuestras iglesias después de años de ausencia, en aquellos que exploran el cristianismo por primera vez y en las muchas personas que están descubriendo que el éxito mundano por sí solo no puede satisfacer los anhelos más profundos del corazón humano.
La buena noticia es que Cristo sigue siendo el Buen Pastor. No ha abandonado a su rebaño. Continúa guiando a su Iglesia y llamando a cada uno de nosotros por nuestro nombre. Su voz sigue resonando a través del Evangelio e invitándonos a seguirlo. Pero seguir a Cristo requiere confianza. Moisés tuvo que confiar en Dios lo suficiente como para subir a la montaña y recibir su palabra. Los Apóstoles tuvieron que dejar sus redes y seguir a Jesús. Todo discípulo a lo largo de la historia ha tenido que dar ese mismo paso de fe. Con frecuencia, no sabemos exactamente hacia dónde nos conduce Dios. Podemos sentir incertidumbre o incluso temor. Sin embargo, el Señor no nos pide que veamos todo el camino. Nos pide que confiemos en Él, un paso a la vez.
Quizás la pregunta más importante que podemos hacernos esta semana sea sencilla: ¿Estoy escuchando la voz de Dios? ¿Dedico tiempo a la oración? ¿Permito que la Sagrada Escritura moldee mi vida? ¿Estoy abierto a las formas en que el Señor puede estar llamándome a crecer, a servir, a perdonar o a profundizar mi relación con Él?
La voz del Pastor sigue hablándonos. El Señor que llamó a Moisés en el Sinaí y que contempló con compasión a las multitudes continúa llamando a su pueblo hoy. Nos llama no solamente a creer en Él desde la distancia, sino a caminar con Él como discípulos. Si aprendemos a escuchar, descubriremos que su voz siempre nos conduce hacia la vida, la paz y la plenitud de los deseos más profundos de nuestro corazón. Que tengamos el valor de escuchar su voz, la sabiduría para reconocer su llamado y la fe para seguirlo dondequiera que nos conduzca. —P. Carlos

06/13/2026
The Anima Christi is one of my favorite prayers. It’s not clear who composed it but St. Ignatius of Loyola helped popula...
06/08/2026

The Anima Christi is one of my favorite prayers. It’s not clear who composed it but St. Ignatius of Loyola helped popularize it.

Here’s the English Translation:

Soul of Christ, sanctify me.
Body of Christ, save me.
Blood of Christ, inebriate me.
Water from the side of Christ, wash me.
Passion of Christ, strengthen me.
O good Jesus, hear me.
Within your wounds hide me.
Never permit me to be parted from you.
From the evil Enemy defend me.
At the hour of my death call me.
And bid me come to you,
That with your saints I may praise you
For ever and ever.Amen.

This musical setting by Fr. Marco Frisina is one of my favorite musical pieces and I’m so grateful for how beautifully our cantors and choirs sand it at our Corpus Christi Masses this weekend.

Cetra e canto per un'interpretazione di Anima Christi di Marco Fris...

06/06/2026

Fr. Carlos' Weekly Column

As we celebrate the Solemnity of the Most Holy Body and Blood of Christ—Corpus Christi—the Church invites us to reflect upon one of the greatest gifts Christ has entrusted to His people: the Holy Eucharist. At the heart of this feast stands the sixth chapter of the Gospel of John, often called the “Bread of Life Discourse.” In this remarkable chapter, Jesus reveals a truth so profound and so challenging that many of His followers struggled to accept it.
Following the miracle of the multiplication of the loaves, the crowds seek Jesus out once again. They are impressed by the bread He has provided and hope for more. Yet Jesus directs their attention beyond earthly food to a far greater reality. “Do not work for food that perishes,” He tells them, “but for the food that endures for eternal life” (John 6:27).
Many disciples find this teaching difficult and choose to walk away. It is one of the most striking moments in the Gospels. Jesus watches people leave rather than dilute the truth. If He had merely been speaking symbolically, this would have been the perfect moment to clarify the misunderstanding. Instead, He allows them to depart because they have understood Him correctly.
For Catholics, this passage forms the biblical foundation of our belief in the Real Presence of Christ in the Eucharist. At every Mass, through the power of the Holy Spirit and the ministry of the priest acting in the person of Christ, ordinary bread and wine become the true Body, Blood, Soul, and Divinity of Jesus Christ. While the appearances remain the same, the reality is transformed. What we receive at Holy Communion is not merely a symbol of Christ, nor merely a reminder of Him. We receive Christ Himself.
This truth should fill us with awe.
Because the Eucharist is truly Christ, the Church has always emphasized the importance of preparing ourselves to receive Him worthily. Saint Paul warns the Corinthians that those who receive the Body and Blood of the Lord unworthily bring judgment upon themselves (1 Corinthians 11:27-29). These are strong words, but they arise from a profound reverence for the sacredness of the Eucharist.
Worthily receiving Holy Communion means approaching with faith, reverence, and a sincere desire for conversion. It means being in a state of grace and seeking the Sacrament of Reconciliation whenever we are conscious of serious sin. It means examining our hearts honestly and asking whether there are areas of our lives that need to be surrendered more fully to Christ. The Eucharist is not a reward for perfection; it is food for sinners seeking holiness. Yet it calls us to approach with humility and repentance.
One of the most beautiful ways we can deepen our love for the Eucharist is through Eucharistic Adoration. If the Eucharist is truly Jesus Christ, then it should not surprise us that Christians throughout the centuries have desired simply to be in His presence. In Eucharistic Adoration, we come before the Lord exposed in the monstrance and spend time with Him in prayer and silence. We do not come primarily to accomplish something or to say many words. We come because we love Him and desire to be near Him. Much like spending time with a close friend strengthens a relationship, time spent before the Blessed Sacrament deepens our friendship with Christ.
In our noisy and distracted world, Eucharistic Adoration offers a place of peace. It is an opportunity to listen rather than speak, to rest rather than strive, and to allow Christ to look upon us with love. Countless saints have testified to the transformative power of time spent before the Blessed Sacrament. It is there that vocations are nurtured, wounds are healed, and hearts are renewed.
As we celebrate Corpus Christi, let us renew our faith in the Lord’s presence among us. Let us approach Holy Communion with gratitude, reverence, and hearts prepared to receive Him worthily. Let us make frequent use of the Sacrament of Reconciliation so that nothing may separate us from His grace. And let us rediscover the beauty of Eucharistic Adoration, spending time with the One who remains with us always. When Jesus asked the Twelve if they too wished to leave, Saint Peter responded with words that continue to echo through the centuries: “Master, to whom shall we go? You have the words of eternal life” (John 6:68). May we make those words our own, finding in the Eucharist the source of our strength, the center of our lives, and the foretaste of the heavenly banquet that awaits us in eternity.—Fr. Carlos

Ao celebrarmos a Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo — Corpus Christi — a Igreja convida-nos a refletir sobre um dos maiores dons que Cristo confiou ao Seu povo: a Santíssima Eucaristia. No centro desta festa encontra-se o sexto capítulo do Evangelho de São João, frequentemente chamado o “Discurso do Pão da Vida”. Neste capítulo extraordinário, Jesus revela uma verdade tão profunda e tão exigente que muitos dos Seus seguidores tiveram dificuldade em aceitá-la.
Após o milagre da multiplicação dos pães, as multidões procuram novamente Jesus. Estão impressionadas com o pão que Ele lhes deu e esperam receber mais. Contudo, Jesus dirige a sua atenção para além do alimento terreno, apontando para uma realidade muito maior. “Trabalhai não pela comida que perece, mas pela comida que permanece para a vida eterna” (João 6,27).
Muitos discípulos consideraram este ensinamento demasiado difícil e decidiram afastar-se. É um dos momentos mais marcantes dos Evangelhos. Jesus vê as pessoas partir, mas não dilui a verdade para as reter. Se estivesse apenas a falar simbolicamente, aquele teria sido o momento perfeito para esclarecer o mal-entendido. Em vez disso, permite que partam, porque compreenderam exatamente o que Ele queria dizer.
Para os católicos, esta passagem constitui o fundamento bíblico da nossa fé na Presença Real de Cristo na Eucaristia. Em cada Missa, pelo poder do Espírito Santo e pelo ministério do sacerdote que atua na pessoa de Cristo, o pão e o vinho tornam-se verdadeiramente o Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo. Embora as aparências permaneçam as mesmas, a realidade é transformada. Aquilo que recebemos na Sagrada Comunhão não é apenas um símbolo de Cristo, nem apenas uma recordação d’Ele. Recebemos o próprio Cristo. Esta verdade deve encher-nos de admiração e reverência.
Porque a Eucaristia é verdadeiramente Cristo, a Igreja sempre sublinhou a importância de nos prepararmos para O receber dignamente. São Paulo adverte os Coríntios de que aqueles que recebem indignamente o Corpo e o Sangue do Senhor atraem sobre si mesmos o seu próprio julgamento (cf. 1 Coríntios 11,27-29). São palavras fortes, mas nascem duma profunda reverência pela santidade da Eucaristia.
Receber dignamente a Sagrada Comunhão signif**a aproximarmo-nos com fé, reverência e um sincero desejo de conversão. Signif**a estar em estado de graça e recorrer ao Sacramento da Reconciliação sempre que temos consciência de pecado grave. Signif**a examinar honestamente o nosso coração e perguntar-nos se existem áreas da nossa vida que precisam de ser entregues mais plenamente a Cristo. A Eucaristia não é uma recompensa para os perfeitos; é alimento para os pecadores que procuram a santidade. Contudo, chama-nos a aproximarmo-nos com humildade e arrependimento.
Uma das formas mais belas de aprofundarmos o nosso amor pela Eucaristia é através da Adoração Eucarística. Se a Eucaristia é verdadeiramente Jesus Cristo, então não deve surpreender-nos que os cristãos, ao longo dos séculos, tenham desejado simplesmente estar na Sua presença.
Na Adoração Eucarística, colocamo-nos diante do Senhor exposto no ostensório e passamos tempo com Ele em oração e silêncio. Não vamos principalmente para realizar algo ou para dizer muitas palavras. Vamos porque o amamos e desejamos estar perto d’Ele. Tal como o tempo passado com um amigo fortalece uma amizade, o tempo passado diante do Santíssimo Sacramento aprofunda a nossa amizade com Cristo.
Num mundo marcado pelo ruído e pela distração, a Adoração Eucarística oferece um lugar de paz. É uma oportunidade para escutar em vez de falar, para repousar em vez de lutar incessantemente, e para permitir que Cristo nos contemple com amor. Inúmeros santos testemunharam o poder transformador do tempo passado diante do Santíssimo Sacramento. É aí que as vocações amadurecem, as feridas são curadas e os corações são renovados.
Ao celebrarmos a solenidade do Corpus Christi, renovemos a nossa fé na presença do Senhor no meio de nós. Aproximemo-nos da Sagrada Comunhão com gratidão, reverência e com o coração preparado para O receber dignamente. Façamos uso frequente do Sacramento da Reconciliação para que nada nos separe da Sua graça. E redescubramos a beleza da Adoração Eucarística, passando tempo com aquele que permanece sempre conosco.
Quando Jesus perguntou aos Doze se também eles queriam partir, São Pedro respondeu com palavras que continuam a ecoar através dos séculos: “Senhor, para quem iremos nós? Tu tens palavras de vida eterna” (João 6,68). Façamos nossas estas palavras, encontrando na Eucaristia a fonte da nossa força, o centro da nossa vida e a antecipação do banquete celeste que nos espera na eternidade.— Pe. Carlos

Mientras celebramos la Solemnidad del Santísimo Cuerpo y la Sangre de Cristo —Corpus Christi— la Iglesia nos invita a reflexionar sobre uno de los mayores dones que Cristo ha confiado a su pueblo: la Sagrada Eucaristía. En el centro de esta solemnidad se encuentra el capítulo sexto del Evangelio de San Juan, conocido frecuentemente como el “Discurso del Pan de Vida”. En este extraordinario capítulo, Jesús revela una verdad tan profunda y tan exigente que muchos de sus seguidores tuvieron dificultad para aceptarla.
Después del milagro de la multiplicación de los panes, las multitudes vuelven a buscar a Jesús. Están impresionadas por el pan que Él les ha dado y esperan recibir más. Sin embargo, Jesús dirige su atención más allá del alimento terreno hacia una realidad mucho mayor. “Trabajen no por el alimento que perece, sino por el alimento que permanece para la vida eterna” (Juan 6:27).
Muchos discípulos encontraron difícil esta enseñanza y decidieron alejarse. Es uno de los momentos más impactantes de los Evangelios. Jesús ve cómo las personas se marchan antes que rebajar o diluir la verdad. Si hubiera estado hablando únicamente de manera simbólica, aquel habría sido el momento perfecto para aclarar el malentendido. En cambio, permite que se vayan porque han comprendido correctamente lo que Él quería decir.
Para los católicos, este pasaje constituye el fundamento bíblico de nuestra fe en la Presencia Real de Cristo en la Eucaristía. En cada Santa Misa, por el poder del Espíritu Santo y mediante el ministerio del sacerdote que actúa en la persona de Cristo, el pan y el vino ordinarios se convierten verdaderamente en el Cuerpo, la Sangre, el Alma y la Divinidad de Jesucristo. Aunque las apariencias permanecen iguales, la realidad queda transformada. Lo que recibimos en la Sagrada Comunión no es simplemente un símbolo de Cristo ni un mero recuerdo suyo. Recibimos al mismo Cristo.
Esta verdad debería llenarnos de asombro y reverencia.
Porque la Eucaristía es verdaderamente Cristo, la Iglesia siempre ha subrayado la importancia de prepararnos para recibirlo dignamente. San Pablo advierte a los corintios que quienes reciben indignamente el Cuerpo y la Sangre del Señor atraen juicio sobre sí mismos (1 Corintios 11:27-29). Son palabras fuertes, pero nacen de una profunda reverencia por la santidad de la Eucaristía.
Recibir dignamente la Sagrada Comunión signif**a acercarnos con fe, reverencia y un sincero deseo de conversión. Signif**a estar en estado de gracia y acudir al Sacramento de la Reconciliación siempre que tengamos conciencia de pecado grave. Signif**a examinar honestamente nuestro corazón y preguntarnos si existen áreas de nuestra vida que necesitan ser entregadas más plenamente a Cristo. La Eucaristía no es una recompensa para los perfectos; es alimento para pecadores que buscan la santidad. Sin embargo, nos llama a acercarnos con humildad y arrepentimiento.
Una de las formas más hermosas de profundizar nuestro amor por la Eucaristía es mediante la Adoración Eucarística. Si la Eucaristía es verdaderamente Jesucristo, no debería sorprendernos que los cristianos, a lo largo de los siglos, hayan deseado simplemente estar en su presencia.
En la Adoración Eucarística nos colocamos ante el Señor expuesto en la custodia y pasamos tiempo con Él en oración y silencio. No acudimos principalmente para hacer algo ni para decir muchas palabras. Venimos porque lo amamos y deseamos estar cerca de Él. Así como pasar tiempo con un amigo fortalece una amistad, el tiempo que pasamos ante el Santísimo Sacramento profundiza nuestra amistad con Cristo.
En nuestro mundo ruidoso y lleno de distracciones, la Adoración Eucarística ofrece un lugar de paz. Es una oportunidad para escuchar en lugar de hablar, para descansar en lugar de esforzarnos constantemente, y para permitir que Cristo nos mire con amor. Incontables santos han dado testimonio del poder transformador del tiempo pasado ante el Santísimo Sacramento. Es allí donde las vocaciones se cultivan, las heridas son sanadas y los corazones son renovados.
Al celebrar Corpus Christi, renovemos nuestra fe en la presencia del Señor en medio de nosotros. Acerquémonos a la Sagrada Comunión con gratitud, reverencia y con el corazón preparado para recibirlo dignamente. Hagamos uso frecuente del Sacramento de la Reconciliación para que nada nos separe de su gracia. Y redescubramos la belleza de la Adoración Eucarística, pasando tiempo con Aquel que permanece siempre con nosotros.
Cuando Jesús preguntó a los Doce si también ellos querían marcharse, San Pedro respondió con palabras que continúan resonando a través de los siglos: «Señor, ¿a quién iremos? Tú tienes palabras de vida eterna» (Juan 6:68). Que hagamos nuestras estas palabras, encontrando en la Eucaristía la fuente de nuestra fortaleza, el centro de nuestra vida y un anticipo del banquete celestial que nos espera en la eternidad. — P. Carlos

06/06/2026

As the Church prepares to celebrate the Solemnity of the Most Sacred Heart of Jesus, Archbishop Henning invites the faithful to rediscover this timeless devotion and join in prayer for our families, communities, and nation. Read his latest I Believe column to learn how you can take part in upcoming consecrations to the Sacred Heart. https://thebostonpilot.com/Opinion/article.asp?ID=202710

05/30/2026

Fr. Carlos' Weekly Column

We are blessed to have a strong Catholic community here in Stoughton. Many parishioners gather each week faithfully, and we’re seeing a growing number of people coming to worship with us who, God willing, will, in time, become regular members of our Stoughton Catholic Family. Alongside the signs of the good work God is doing in our midst, one reality of shepherding our parishes here in Stoughton is the challenge of the summer months.
Throughout most of the year, your generosity allows us to meet our financial obligations from week to week. That steady support is not something we take for granted; it is a concrete expression of your faith and your love for the Church. However, there is rarely a signif**ant surplus beyond what is needed for our ordinary expenses. When summer arrives, that delicate balance becomes much more difficult to maintain. As people enter “summer mode,” travel, and take part in activities that draw them away from the usual rhythm of parish life, our offertory often declines noticeably. At the same time, the needs of the parish do not diminish. Utilities must still be paid, staff must still be supported, buildings must still be maintained, and ministries must continue.
This creates a real challenge—not only in meeting our immediate obligations, but also in pursuing our broader mission. As a parish family, we are not called simply to maintain what we have, but to grow: to evangelize, to welcome, and to reach out to those who are searching for Christ. Increasingly, we are encountering people who are asking deeper questions, seeking meaning and truth, and looking for a spiritual home. Our ability to respond to that hunger depends, in part, on the resources entrusted to us and on how faithfully we steward them. Everything we have is a gift from God, and the response God desires from us flows from a heart that understands this truth. Our giving should be prayerful, deliberate, and rooted in gratitude.
I am very aware that many are facing difficult financial realities at this time. Giving must always be in accordance with one’s means, and it should never come at the expense of one’s well-being or that of one’s family. The Church has always taught this clearly. At the same time, we should reflect honestly and prayerfully on how we are responding to God’s generosity in our own lives. For that reason, I would ask each of us to consider a few important questions. First, as individuals and families: Am I giving what I am reasonably able to give in support of the Church’s mission here in Stoughton? Has my giving kept pace with my ability to give over time? For many of us, our financial situation changes gradually, and yet our level of giving can remain fixed out of habit. Intentional stewardship calls us to revisit that regularly and to make conscious decisions about how we support the work of the Church.
Second, in a time when fewer people carry cash or write checks regularly, I would strongly encourage you to consider online giving. Setting up a recurring contribution—whether weekly or monthly—on our website or using the QR codes found on the cover of our weekly bulletin can make a signif**ant difference. Recurring online giving is a tremendous help to our parishes because it provides a more consistent and predictable level of support. This stability allows us to plan responsibly, meet our obligations with greater confidence, and continue the work of ministry without interruption—even during the summer months when attendance may fluctuate.
More than that, recurring giving is itself an act of intentional discipleship. It reflects a conscious commitment to prioritize God and His Church, not just when it is convenient, but as a regular part of one’s life. In this way, it becomes not just a practical solution, but a spiritual discipline—one that helps to root our lives more deeply in trust and gratitude.
Finally, I would simply ask that we remain mindful that the Church’s mission does not pause for the summer. Even as our routines change, Christ continues to call us to be His presence in the world—to worship, to serve, and to support the life of His Church. Thank you for your faith, your generosity, and your continued commitment to the mission we share. Please know of my gratitude for all that you do and of my prayers for you and your families. Together, through faithful stewardship and intentional giving, we can continue to build up the Church here in Stoughton and respond to the call that Christ places before us. —Fr. Carlos
Somos abençoados por ter aqui em Stoughton uma comunidade católica forte e viva. Muitos paroquianos reúnem-se fielmente todas as semanas, e estamos também a ver um número crescente de pessoas que vêm rezar conosco e que, se Deus quiser, com o tempo se tornarão membros regulares da nossa Família Católica de Stoughton. A par destes sinais da boa obra que Deus está a realizar no meio de nós, uma das realidades de pastorear as nossas paróquias aqui em Stoughton é o desafio dos meses de verão.
Ao longo da maior parte do ano, a vossa generosidade permite-nos cumprir, semana após semana, as nossas obrigações financeiras. Esse apoio constante não é algo que consideremos garantido; é uma expressão concreta da vossa fé e do vosso amor pela Igreja. No entanto, raramente existe um excedente signif**ativo para além do necessário para as despesas ordinárias. Quando chega o verão, esse delicado equilíbrio torna-se muito mais difícil de manter. À medida que as pessoas entram em “modo de verão”, viajam e participam em atividades que as afastam do ritmo habitual da vida paroquial, o nosso ofertório frequentemente diminui de forma notória. Ao mesmo tempo, as necessidades da paróquia não diminuem. As despesas com serviços continuam, os funcionários têm de ser sustentados, os edifícios precisam de manutenção e os ministérios devem prosseguir.
Isto cria um verdadeiro desafio — não apenas para cumprir as nossas obrigações imediatas, mas também para levar adiante a nossa missão mais ampla. Como comunidade de fé, não somos chamados simplesmente a manter o que temos, mas a crescer: a evangelizar, a acolher e a ir ao encontro daqueles que procuram Cristo. Cada vez mais, encontramos pessoas que fazem perguntas mais profundas, que procuram sentido e verdade, e que buscam um lar espiritual. A nossa capacidade de responder a essa sede depende, em parte, dos recursos que nos são confiados e da forma fiel com que os administramos. Tudo o que temos é um dom de Deus, e a resposta que Ele deseja de nós nasce de um coração que reconhece esta verdade. A nossa contribuição deve ser feita com oração, de forma consciente e enraizada na gratidão.
Estou bem consciente de que muitos enfrentam dificuldades financeiras atualmente. A contribuição deve sempre estar de acordo com as possibilidades de cada um e nunca deve pôr em causa o bem-estar próprio ou da família. A Igreja sempre ensinou isto com clareza. Ao mesmo tempo, somos chamados a refletir, com honestidade e em oração, sobre a forma como estamos a corresponder à generosidade de Deus nas nossas vidas. Por isso, peço a cada um de nós que considere algumas questões importantes. Primeiro, como indivíduos e famílias: estou a contribuir com aquilo que razoavelmente posso para apoiar a missão da Igreja aqui em Stoughton? A minha contribuição tem acompanhado a minha capacidade de dar ao longo do tempo? Para muitos de nós, a situação financeira muda gradualmente, e, no entanto, o nível de contribuição pode permanecer fixo por hábito. A corresponsabilidade intencional convida-nos a rever isso regularmente e a tomar decisões conscientes sobre como apoiamos a obra da Igreja.
Em segundo lugar, numa altura em que cada vez menos pessoas usam dinheiro físico ou cheques com regularidade, encorajo-vos vivamente a considerar o donativo online. Configurar uma contribuição recorrente — semanal ou mensal — através do nosso site, ou utilizar os códigos QR que se encontram na capa do nosso boletim semanal, pode fazer uma grande diferença. As contribuições online recorrentes são uma grande ajuda para as nossas paróquias, pois proporcionam um nível de apoio mais consistente e previsível. Esta estabilidade permite-nos planear com responsabilidade, cumprir as nossas obrigações com maior confiança e continuar o trabalho pastoral sem interrupções — mesmo durante os meses de verão, quando a participação pode variar.
Mais do que isso, a contribuição recorrente é, em si mesma, um ato de discipulado intencional. Reflete um compromisso consciente de colocar Deus e a sua Igreja em primeiro lugar, não apenas quando é conveniente, mas como parte regular da vida. Desta forma, torna-se não só uma solução prática, mas também uma disciplina espiritual — que nos ajuda a enraizar mais profundamente a nossa vida na confiança e na gratidão.
Por fim, peço simplesmente que permaneçamos conscientes de que a missão da Igreja não faz pausa no verão. Mesmo quando as nossas rotinas mudam, Cristo continua a chamar-nos a ser a sua presença no mundo — a rezar, a servir e a sustentar a vida da sua Igreja. Obrigado pela vossa fé, pela vossa generosidade e pelo vosso compromisso contínuo com a missão que partilhamos. Saibam da minha gratidão por tudo o que fazem e das minhas orações por vós e pelas vossas famílias. Juntos, através de uma administração fiel e de uma generosidade intencional, podemos continuar a edif**ar a Igreja aqui em Stoughton e a responder ao chamamento que Cristo nos faz.— Pe. Carlos
Somos bendecidos por contar con una comunidad católica fuerte aquí en Stoughton. Muchos feligreses se reúnen fielmente cada semana, y estamos viendo un número cada vez mayor de personas que vienen a orar con nosotros y que, si Dios quiere, con el tiempo se convertirán en miembros habituales de nuestra Familia Católica de Stoughton. Junto con las señales de la buena obra que Dios está realizando en medio de nosotros, una de las realidades de pastorear nuestras parroquias aquí en Stoughton es el desafío que representan los meses de verano.
Durante la mayor parte del año, su generosidad nos permite cumplir con nuestras obligaciones financieras semana tras semana. Ese apoyo constante no es algo que demos por sentado; es una expresión concreta de su fe y de su amor por la Iglesia. Sin embargo, rara vez existe un excedente signif**ativo más allá de lo necesario para cubrir nuestros gastos ordinarios. Cuando llega el verano, ese delicado equilibrio se vuelve mucho más difícil de mantener. A medida que las personas entran en “modo verano”, viajan y participan en actividades que las alejan del ritmo habitual de la vida parroquial, nuestras colectas suelen disminuir de manera notable. Al mismo tiempo, las necesidades de la parroquia no disminuyen. Los servicios públicos deben seguir pagándose, el personal debe seguir siendo apoyado, los edificios deben seguir manteniéndose y los ministerios deben continuar.
Esto crea un verdadero desafío, no solo para cumplir con nuestras obligaciones inmediatas, sino también para llevar adelante nuestra misión más amplia. Como familia parroquial, no estamos llamados simplemente a mantener lo que tenemos, sino a crecer: a evangelizar, a acoger y a acercarnos a quienes buscan a Cristo. Cada vez más nos encontramos con personas que se hacen preguntas más profundas, que buscan sentido y verdad, y que anhelan un hogar espiritual. Nuestra capacidad para responder a esa hambre espiritual depende, en parte, de los recursos que se nos han confiado y de cuán fielmente los administramos. Todo lo que tenemos es un don de Dios, y la respuesta que Dios desea de nosotros brota de un corazón que comprende esta verdad. Nuestra manera de dar debe ser fruto de la oración, deliberada y arraigada en la gratitud.
Soy muy consciente de que muchas personas están atravesando dificultades económicas en este momento. La contribución de cada uno debe estar siempre de acuerdo con sus posibilidades y nunca debe hacerse a costa del bienestar propio o del de su familia. La Iglesia siempre ha enseñado esto con claridad. Al mismo tiempo, debemos reflexionar con sinceridad y espíritu de oración sobre cómo estamos respondiendo a la generosidad de Dios en nuestras propias vidas. Por ello, quisiera invitarnos a considerar algunas preguntas importantes. Primero, como individuos y familias: ¿estoy contribuyendo con aquello que razonablemente puedo ofrecer para apoyar la misión de la Iglesia aquí en Stoughton? ¿Ha crecido mi contribución al mismo ritmo que mi capacidad para dar? Para muchos de nosotros, nuestra situación económica cambia gradualmente con el tiempo, y sin embargo nuestro nivel de contribución puede permanecer igual simplemente por costumbre. La corresponsabilidad cristiana nos invita a revisar esto periódicamente y a tomar decisiones conscientes sobre cómo apoyamos la obra de la Iglesia.
En segundo lugar, en una época en la que cada vez menos personas llevan efectivo o escriben cheques con regularidad, quisiera animarlos encarecidamente a considerar las donaciones en línea. Configurar una contribución recurrente, ya sea semanal o mensual, a través de nuestro sitio web o utilizando los códigos QR que se encuentran en la portada de nuestro boletín semanal, puede marcar una diferencia signif**ativa. Las donaciones recurrentes en línea son de enorme ayuda para nuestras parroquias porque proporcionan un nivel de apoyo más constante y predecible. Esta estabilidad nos permite planif**ar responsablemente, cumplir con nuestras obligaciones con mayor confianza y continuar la labor ministerial sin interrupciones, incluso durante los meses de verano, cuando la asistencia puede fluctuar.
Más aún, las contribuciones recurrentes son en sí mismas un acto de discipulado intencional. Reflejan un compromiso consciente de dar prioridad a Dios y a Su Iglesia, no solo cuando resulta conveniente, sino como una parte habitual de la vida cristiana. De este modo, se convierten no solo en una solución práctica, sino también en una disciplina espiritual que nos ayuda a arraigar nuestra vida más profundamente en la confianza y en la gratitud.
Finalmente, quisiera simplemente pedir que recordemos que la misión de la Iglesia no se detiene durante el verano. Aunque nuestras rutinas cambien, Cristo continúa llamándonos a ser Su presencia en el mundo: a adorarlo, a servirlo y a sostener la vida de Su Iglesia. Gracias por su fe, su generosidad y su continuo compromiso con la misión que compartimos. Tengan la seguridad de mi gratitud por todo lo que hacen y de mis oraciones por ustedes y sus familias. Juntos, mediante una administración fiel de los dones de Dios y una generosidad intencional, podemos seguir edif**ando la Iglesia aquí en Stoughton y responder al llamado que Cristo pone ante nosotros.
—P. Carlos

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