Catholic Parishes of Stoughton-St. James & Immaculate Conception

Catholic Parishes of Stoughton-St. James & Immaculate Conception While serving Stoughton, Canton, and Randolph, we welcome anyone to pray and participate in our parish life. St. Sunday Morning:
9:30 a.m. (English)
7:00 p.m.

If you would like to receive our mailings please contact us. James Weekend Masses
Saturday Evening:
5:00 p.m. James Weekday Masses
Tuesday, Thursday, Saturday: 7:00 a.m. Wednesday Evening at 6:30pm

Immaculate Conception Weekend Masses
Saturday Evening:
4:00 p.m. (Portuguese)
(First Saturday of the Month there will be a 9:00 a.m. English Mass)

Sunday Morning:
7:30 a.m. (English)
9:00 a.m

. (Portuguese),
11:00 a.m. (Family)

Sunday Evening:
6:30 p.m. (Brazilian)

Immaculate Conception
Weekday Masses
Monday, Wednesday, Friday: 9:00 a.m. English
Tuesday, Thursday: 8:00 a.m. Portuguese
Tuesday, Wednesday: 7:00 pm Portuguese

Sacramental and Pastoral Care for Both Parishes

Sacrament of Baptism:
Please call the Parish office to make arrangements. Sacrament of Marriage:
Couples should make arrangements six months in advance by calling the Parish office. Sacrament of Reconciliation:
Wednesday at 6:30 p.m - 8:00 p.m. at St. James
Saturday at 12:00 p.m.- 1:30 p.m. at Immaculate Conception

Pastoral Ministry of the Sick and Homebound:
Please call the Parish Office with the name, condition, address, and phone number of the person who is in need. Mass Cards and Intention Masses: Please contact the Parish Office.

09/12/2026

Fr. Carlos' Weekly Column

To those of you who are reading this bulletin column because you are here for our Fatima Feast—and especially if this is your first time with us, or your first time in a long time—welcome! It is a tremendous blessing to gather as a community and to celebrate traditions that have nourished the faith of generations. At the same time, one of the beautiful things about a living Catholic community is that as we preserve what has been handed down to us we also open paths toward new life, new cultures, new people, and new ways of serving the Lord.
One of the great blessings—and occasionally one of the great challenges—of our Stoughton Catholic family is our diversity. We worship primarily in three languages: English, Portuguese, and Spanish. I also want to recognize the importance of the Haitian prayer group in our communities, that we need to do more to support. On any given weekend, we may celebrate the same faith with different music, customs, and traditions. This diversity is not an obstacle to our Catholic identity. Properly lived, it is one of its great strengths. The word “Catholic,” after all, means universal.
However, becoming a truly united Catholic community requires more than simply worshiping under the same roof. It requires discipleship. Jesus does not simply invite us to attend Mass or belong to a parish. He calls us to follow Him, and following Him means placing our lives, our abilities, our time, and our gifts at His service. Every disciple has something to contribute.
One area where we continue to need growth is communication. I think we can honestly say that many people make very good efforts, but communication has not always been one of our strongest points. Thankfully, some of the gossip grapevine that existed in previous years, whether through misunderstanding, exaggeration, or occasionally simply making things up, has quieted considerably. Still, an important reminder remains: if you have not heard something directly from me, seen it communicated officially through our parish platforms, it’s not true. Avoiding gossip is only half the challenge. We also need to become more proactive and consistent in communicating well.
Today we communicate through many different platforms. We have our weekly bulletin and Flocknote. We have pages in English and Portuguese. We have television screens in both churches displaying parish announcements. We use WhatsApp groups. We have our website and other forms of digital communication. Various volunteers generously help prepare the bulletin, manage groups, create graphics, and share announcements. I am enormously grateful for those efforts.
At the same time, it has become increasingly clear that our parish life would be strengthened by having one person responsible for coordinating these different forms of communication so that our message is more consistent, timely, and effective. To that end, I am putting together a part-time position for a Coordinator of Communications. This person would work directly with me in preparing our weekly parish communications, coordinating information across our various platforms, creating graphics and advertisements, and helping us think creatively about how we communicate not only with those already sitting in our pews but also with those beyond our church walls whom Christ is calling us to welcome. The ideal candidate would be at least bilingual in English and Portuguese or English and Spanish. Someone who is trilingual would, of course, be a tremendous blessing. The person should also be comfortable with social media, digital communication, graphic design, and the various ways that people today receive information. Yet this position points toward something larger than simply improving our announcements. It is another reminder that discipleship means asking: What gifts has God given me, and how can I use them for His glory and for the service of my brothers and sisters? Let us pray that the Lord sends us the right candidate for this role. If you feel that God may be calling you to this ministry or know someone who might serve well in this role, please reach out to me directly.
May Our Lady of Fatima, whose feast brings so many of us together this weekend, help us to hear the invitation of her Son and to respond generously. Whatever gifts God has placed in our hands, may we have the courage to offer them back to Him—for His glory, for the good of our brothers and sisters, and for the continued strengthening of this corner of the Lord’s vineyard. —Fr. Carlos

A todos os que estão a ler esta coluna do boletim porque vieram participar na nossa Festa de Nossa Senhora de Fátima — e especialmente se esta é a primeira vez que estão connosco, ou a primeira vez depois de muito tempo — sejam muito bem-vindos! É uma enorme bênção reunirmo-nos como comunidade e celebrarmos tradições que alimentaram a fé de tantas gerações. Ao mesmo tempo, uma das belezas duma comunidade católica viva é que, ao preservarmos aquilo que nos foi transmitido, também abrimos caminhos para uma vida nova, novas culturas, novas pessoas e novas formas de servir o Senhor.
Uma das grandes bênçãos — e, por vezes, também um dos grandes desafios — da nossa família católica de Stoughton é a nossa diversidade. Celebramos a nossa fé principalmente em três línguas: inglês, português e espanhol. Quero também reconhecer a importância do grupo de oração haitiano nas nossas comunidades, que precisamos de apoiar de forma mais concreta. Em qualquer fim de semana, podemos celebrar a mesma fé com músicas, costumes e tradições diferentes. Esta diversidade não é um obstáculo à nossa identidade católica. Quando é bem vivida, torna-se uma das nossas maiores riquezas. Afinal, a palavra “católica” signif**a universal.
No entanto, tornar-nos verdadeiramente uma comunidade católica unida exige mais do que simplesmente celebrarmos debaixo do mesmo teto. Exige discipulado. Jesus não nos convida apenas a participar na Missa ou a pertencer a uma paróquia. Ele chama-nos a segui-lo, e segui-lo signif**a colocar a nossa vida, as nossas capacidades, o nosso tempo e os nossos dons ao Seu serviço. Cada discípulo tem algo a oferecer.
Uma área em que ainda precisamos de crescer é a comunicação. Creio que podemos dizer com sinceridade que muitas pessoas fazem um grande esforço, mas a comunicação nem sempre tem sido um dos nossos pontos mais fortes. Felizmente, a rede de fofoca que existia em anos anteriores — seja por mal-entendidos, exageros ou, por vezes, por se inventarem coisas — acalmou consideravelmente. Ainda assim, f**a um lembrete importante: se não ouviram algo diretamente de mim ou não o viram comunicado oficialmente através das plataformas da paróquia, então não é verdade. Evitar os boatos é apenas metade do desafio. Também precisamos de ser mais proativos e consistentes na forma como comunicamos.
Hoje comunicamos através de muitas plataformas diferentes. Temos o nosso boletim semanal e o Flocknote, o boletim eletronico. Temos páginas de Facebook em inglês e português. Temos ecrãs de televisão nas duas igrejas onde são apresentados os anúncios paroquiais. Utilizamos grupos de WhatsApp. Temos o nosso site e outras formas de comunicação digital. Vários voluntários ajudam generosamente a preparar o boletim, a gerir grupos, a criar imagens e a divulgar anúncios. Estou profundamente grato por todos esses esforços.
Ao mesmo tempo, torna-se cada vez mais claro que a vida das nossas paróquias seria fortalecida se tivéssemos uma pessoa responsável por coordenar estas diferentes formas de comunicação, para que a nossa mensagem fosse mais consistente, atempada e ef**az. Por isso, estou a preparar um lugar a tempo parcial para um Coordenador de Comunicação.
Esta pessoa trabalhará diretamente comigo na preparação das comunicações semanais da comunidade, na coordenação da informação entre as nossas várias plataformas, na criação de imagens e materiais de divulgação e na procura de formas criativas de comunicarmos não apenas com aqueles que já se encontram nos nossos bancos, mas também com aqueles que estão para além das paredes das nossas igrejas e que Cristo nos chama a acolher.
O candidato ideal deverá ser, pelo menos, bilingue em inglês e português ou em inglês e espanhol. Naturalmente, alguém que seja trilíngue seria uma enorme bênção. A pessoa deverá também ter experiencia com as redes sociais, a comunicação digital, o desenho gráfico e as diversas formas através das quais as pessoas recebem informação hoje em dia.
No entanto, esta função aponta para algo maior do que simplesmente melhorar os nossos anúncios. É mais um lembrete de que ser discípulo signif**a perguntar: Que dons me deu Deus, e como posso usá-los para a Sua glória e ao serviço dos meus irmãos e irmãs?
Rezemos para que o Senhor nos envie a pessoa certa para esta missão. Se sentirem que Deus vos pode estar a chamar para este ministério, ou se conhecerem alguém que possa desempenhar bem esta função, peço que entrem diretamente em contacto comigo.
Que Nossa Senhora de Fátima, cuja festa reúne tantos de nós neste fim de semana, nos ajude a escutar o convite do seu Filho e a responder com generosidade. Quaisquer que sejam os dons que Deus colocou nas nossas mãos, tenhamos a coragem de oferecere-los de novo — para a Sua glória, para o bem dos nossos irmãos e irmãs e para o contínuo fortalecimento deste pequeno canto da vinha do Senhor. — Pe. Carlos

A todos los que están leyendo esta columna del boletín porque se encuentran aquí para nuestra Fiesta de Fátima —y especialmente si esta es su primera vez con nosotros, o si hace mucho tiempo que no nos visitan—, ¡bienvenidos! Es una enorme bendición poder reunirnos como comunidad y celebrar tradiciones que han alimentado la fe de tantas generaciones. Al mismo tiempo, una de las cosas hermosas de una comunidad católica viva es que, mientras conservamos lo que hemos recibido, también abrimos caminos hacia una vida nueva, nuevas culturas, nuevas personas y nuevas maneras de servir al Señor.
Una de las grandes bendiciones —y, ocasionalmente, uno de los grandes desafíos— de nuestra familia católica de Stoughton es nuestra diversidad. Celebramos nuestra fe principalmente en tres idiomas: inglés, portugués y español. También quiero reconocer la importancia del grupo de oración haitiano de oración dentro de nuestras comunidades, al cual necesitamos hacer más por apoyar. Cada fin de semana, en nuestra comunidad, celebramos la misma fe con música, costumbres y tradiciones diferentes. Esta diversidad no es un obstáculo para nuestra identidad católica. Cuando se vive bien, es una de sus grandes fortalezas. Al fin y al cabo, la palabra “católica” signif**a “universal”.
Sin embargo, convertirnos en una comunidad católica verdaderamente unida exige más que simplemente celebrar bajo el mismo techo. Exige discipulado. Jesús no nos invita simplemente a asistir a Misa o a pertenecer a una parroquia. Nos llama a seguirlo, y seguirlo signif**a poner nuestras vidas, nuestras capacidades, nuestro tiempo y nuestros dones a su servicio. Cada discípulo tiene algo que aportar.
Un área en la que todavía necesitamos crecer es la comunicación. Creo que podemos decir con sinceridad que muchas personas hacen grandes esfuerzos, pero la comunicación no siempre ha sido uno de nuestros puntos más fuertes. Gracias a Dios, parte de la cadena de chismes que existía en años anteriores —ya fuera por malentendidos, exageraciones o, en ocasiones, simplemente por inventar cosas— se ha calmado considerablemente. Aun así, permanece un recordatorio importante: si no han escuchado algo directamente de mí ni lo han visto comunicado oficialmente a través de nuestras plataformas parroquiales, no es verdad. Evitar los chismes es solo la mitad del desafío. También necesitamos ser más proactivos y constantes en la comunicación.
Hoy en día nos comunicamos a través de muchas plataformas. Tenemos nuestro boletín semanal y Flocknote. Tenemos páginas de Facebook en inglés y portugués. En ambas iglesias hay pantallas de televisión en las que se muestran los anuncios parroquiales. Utilizamos grupos de WhatsApp. Tenemos nuestro sitio web y otras formas de comunicación digital. Varios voluntarios ayudan generosamente a preparar el boletín, a administrar grupos, a crear gráficos y a compartir anuncios. Estoy enormemente agradecido por todos esos esfuerzos.
Al mismo tiempo, se ha vuelto cada vez más claro que nuestra vida parroquial se fortalecería si hubiera una persona responsable de coordinar estas diferentes formas de comunicación, de modo que nuestro mensaje sea más coherente, oportuno y ef**az. Con este propósito, estoy organizando un puesto de tiempo parcial para un coordinador de comunicación.
Esta persona trabajaría directamente conmigo en la preparación de nuestras comunicaciones semanales, coordinando la información entre nuestras diferentes plataformas, creando gráficos y anuncios, y ayudándonos a pensar creativamente sobre cómo comunicarnos no solamente con quienes ya están sentados en nuestros bancos, sino también con quienes están más allá de las paredes de nuestras iglesias y a quienes Cristo nos llama a acoger.
El candidato ideal sería, como mínimo, bilingüe en inglés y portugués, o en inglés y español. Alguien que hable los tres idiomas sería, por supuesto, una enorme bendición. La persona también debería sentirse cómoda con las redes sociales, la comunicación digital, el diseño gráfico y las distintas maneras en que las personas reciben información hoy en día.
Sin embargo, este puesto apunta a algo más grande que simplemente mejorar nuestros anuncios. También es un recordatorio de que el discipulado implica preguntarnos: ¿Qué dones me ha dado Dios y cómo puedo utilizarlos para su gloria y para el servicio de mis hermanos y hermanas?
Recemos para que el Señor nos envíe a la persona adecuada para esta función. Si siente que Dios podría estar llamándolo a este ministerio, o si conoce a alguien que podría servir bien en este puesto, por favor comuníquese directamente conmigo.
Que Nuestra Señora de Fátima, cuyo festival reúne a tantos de nosotros este fin de semana, nos ayude a escuchar la invitación de su Hijo y a responder con generosidad. Sean cuales sean los dones que Dios haya puesto en nuestras manos, que tengamos el valor de ofrecérselos nuevamente a Él: para su gloria, para el bien de nuestros hermanos y hermanas, y para el continuo fortalecimiento de este rincón de la viña del Señor.
—P. Carlos

Join us tonight and tomorrow for our feat in honor of Our Lady of Fatima.
09/12/2026

Join us tonight and tomorrow for our feat in honor of Our Lady of Fatima.

O God of love, compassion, and healing,look on us, people of many different faiths and traditions,who gather today at th...
09/11/2026

O God of love, compassion, and healing,
look on us, people of many different faiths and traditions,
who gather today at this site,
the scene of incredible violence and pain.

We ask you in your goodness
to give eternal light and peace
to all who died here –
the heroic first-responders:
our fire fighters, police officers,
emergency service workers, and Port Authority personnel,
along with all the innocent men and women
who were victims of this tragedy
simply because their work or service
brought them here on September 11, 2001.

We ask you, in your compassion
to bring healing to those
who, because of their presence here that day,
suffer from injuries and illness.

Heal, too, the pain of still-grieving families
and all who lost loved ones in this tragedy.
Give them strength to continue their lives with courage and hope.

We are mindful as well
of those who suffered death, injury, and loss
on the same day at the Pentagon and in Shanksville, Pennsylvania.
Our hearts are one with theirs
as our prayer embraces their pain and suffering.

God of peace, bring your peace to our violent world:
peace in the hearts of all men and women
and peace among the nations of the earth.

Turn to your way of love
those whose hearts and minds
are consumed with hatred.

God of understanding,
overwhelmed by the magnitude of this tragedy,
we seek your light and guidance
as we confront such terrible events.

Grant that those whose lives were spared
may live so that the lives lost here
may not have been lost in vain.

Comfort and console us,
strengthen us in hope,
and give us the wisdom and courage
to work tirelessly for a world
where true peace and love reign
among nations and in the hearts of all.

Pope Benedict XVI’s prayer at Ground Zero (4/20/08)

09/08/2026
09/05/2026

Fr. Carlos' Weekly Column

Over the last two Sundays, we have been reflecting in different ways on the question of power.
Two weeks ago, with Peter’s great confession—“You are the Christ, the Son of the living God”—we saw the power of faith. Peter did not yet understand everything those words meant, but he had recognized something true about Jesus.
Last Sunday, we saw a very different kind of power at work: the power of fear and the attraction of earthly power. When Jesus told the disciples that He would go to Jerusalem to suffer and die, Peter immediately resisted. He loved Jesus, but he was afraid. He also still carried the expectation that the Messiah would be a conquering figure, someone who would come with strength, victory, and authority.
Peter had the right answer about who Jesus was, but he still had much to learn about what it meant to follow Him. Jesus’ sharp response to Peter—“Get behind me, Satan”—was not because Peter had suddenly become evil. Peter had simply become a stumbling block. His fear and his expectations were pulling him away from the path Jesus had come to walk.
All of this raises an important question for us: where is the power in our own lives rooted? Power can be used for tremendous good. It can protect, serve, and strengthen, but power can also divide, control, and destroy. Much depends on where it comes from.
This Sunday’s Gospel gives us a different picture of power altogether. We see the kind of power that Jesus teaches and lives: the power of forgiveness and the power of faith expressed through prayer.
Forgiveness is one of the best ways we imitate God. God’s desire from the beginning has been to bring His people back into communion with Himself. Again and again, He forgives our weakness, our stubbornness, and our sin. The Father sent His Son not to condemn us, but to save us and give us life. We live because we have been forgiven. And because we have received mercy, we are invited to extend mercy to others. That does not mean forgiveness is easy.
Sometimes we think we have forgiven someone, only to discover that the hurt returns when a memory is stirred up or when an old situation repeats itself. Forgiveness is often a process. Sometimes it is a choice we have to make more than once. Forgiveness does not mean pretending that what happened was acceptable. It means refusing to let the wound have the final word. Often, as we begin to release another person, we discover that God is also freeing our own hearts.
The other great expression of power in this Sunday’s Gospel is the power of faith, especially in prayer. Jesus reminds us that when we gather in His name, He is present among us. He invites us to bring our needs before the Father with confidence. Yet sometimes our prayer can be hesitant. We approach God almost as if we need to convince Him to care. We explain ourselves, make our case, and wonder whether our prayer is important enough. But prayer is not a negotiation. Prayer is coming home to the heart of the Father. God already knows us. He already knows what we need.
That does not mean every prayer will be answered exactly as we hope. But it does mean that we can pray with confidence. We can trust that God hears us, and is at work even when we cannot yet see the answer.
So perhaps our invitation this week is very simple: be more faithful and be more prayerful.
Be more faithful when fear begins to take over. Be more faithful when forgiveness is difficult. Be more faithful when God’s plan is not the plan we would have chosen. And be more prayerful. Pray for your family. Pray for those who are suffering. Pray for someone who has hurt you. Pray for our Stoughton Catholic Community. Pray for our Church. Pray for someone who has stopped praying for themselves.
Do not underestimate what God can do with a heart that trusts Him.
The world often tells us that power comes from control. Jesus shows us something much more beautiful: real power is found in faith, mercy, forgiveness, service, and prayer. May we choose that kind of power this week.—Fr. Carlos

Ao longo dos últimos dois domingos, temos refletido, de diferentes maneiras, sobre a questão do poder. Há duas semanas, com a grande profissão de fé de Pedro — “Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo” — vimos o poder da fé. Pedro ainda não compreendia plenamente tudo o que aquelas palavras signif**avam, mas tinha reconhecido algo verdadeiro acerca de Jesus.
No domingo passado, vimos em ação um tipo de poder muito diferente: o poder do medo e a atração pelo poder terreno. Quando Jesus disse aos discípulos que iria a Jerusalém para sofrer e morrer, Pedro reagiu imediatamente. Ele amava Jesus, mas tinha medo. E continuava também a alimentar a expectativa de que o Messias seria uma figura conquistadora, alguém que viria com força, vitória e autoridade.
Pedro tinha dado a resposta certa sobre quem era Jesus, mas ainda tinha muito a aprender sobre o que signif**ava segui-lo. A resposta dura de Jesus a Pedro — “Vai para trás de Mim, Satanás” — não signif**ava que Pedro se tivesse tornado subitamente uma pessoa má. Pedro tinha-se simplesmente tornado uma pedra de tropeço. O seu medo e as suas expectativas estavam a afastá-lo do caminho que Jesus tinha vindo percorrer.
Tudo isto levanta uma questão importante para nós: onde está enraizado o poder na nossa própria vida? O poder pode ser utilizado para fazer um bem imenso. Pode proteger, servir e fortalecer, mas também pode dividir, controlar e destruir. Muito depende daquilo em que está enraizado.
O Evangelho deste domingo apresenta-nos uma imagem completamente diferente do poder. Vemos o tipo de poder que Jesus ensina e vive: o poder do perdão e o da fé, expressos por meio da oração.
O perdão é uma das melhores maneiras que temos de imitar a Deus. Desde o princípio, o desejo de Deus tem sido reconduzir o Seu povo à comunhão com Ele. Repetidamente, Ele perdoa a nossa fraqueza, a nossa teimosia e o nosso pecado. O Pai enviou o Seu Filho não para nos condenar, mas para nos salvar e dar-nos vida. Vivemos porque fomos perdoados. E porque recebemos misericórdia, somos convidados a oferecer misericórdia aos outros. Isso não signif**a que perdoar seja fácil.
Por vezes, pensamos que já perdoámos alguém, apenas para descobrir que a ferida volta a doer quando uma recordação reaparece ou uma situação antiga se repete. O perdão é, muitas vezes, um processo. Por vezes, é uma escolha que temos de fazer mais do que uma vez. Perdoar não signif**a fingir que o que aconteceu foi aceitável. Signif**a recusar-se a permitir que a ferida tenha a última palavra. Muitas vezes, quando começamos a libertar outra pessoa, descobrimos que Deus também está a libertar o nosso próprio coração.
A outra grande expressão de poder no Evangelho deste domingo é o poder da fé, especialmente na oração. Jesus recorda-nos que, quando nos reunimos no seu nome, Ele está presente no meio de nós. Convida-nos a apresentar as nossas necessidades ao Pai com confiança. No entanto, por vezes, a nossa oração pode ser hesitante. Aproximamo-nos de Deus quase como se tivéssemos que convencê-lo a preocupar-Se conosco. Mas a oração não é uma negociação. Rezar é regressar a casa, ao coração do Pai. Deus já nos conhece. Já sabe do que precisamos.
Isso não signif**a que todas as nossas orações serão respondidas exatamente como esperamos. Mas signif**a que podemos rezar com confiança. Podemos acreditar que Deus nos ouve e que está a agir, mesmo quando ainda não conseguimos ver a resposta.
Por isso, talvez o convite desta semana seja muito simples: sejamos mais fiéis e mais dedicados à oração. Sejamos mais fiéis quando o medo começa a dominar-nos. Sejamos mais fiéis quando perdoar se torna difícil. Sejamos mais fiéis quando o plano de Deus não é o plano que nós teríamos escolhido. E sejamos mais dedicados à oração. Rezemos pelas nossas famílias. Rezemos por aqueles que sofrem. Rezemos por alguém que nos magoou. Rezemos pela nossa Comunidade Católica de Stoughton. Rezemos pela nossa Igreja. Rezemos por alguém que já deixou de rezar por si. Não subestimemos aquilo que Deus pode fazer com um coração que confia nele.
O mundo diz-nos, muitas vezes, que o poder vem do controlo. Jesus mostra-nos algo muito mais belo: o verdadeiro poder encontra-se na fé, na misericórdia, no perdão, no serviço e na oração. Esta semana escolhamos este tipo de poder. —Pe. Carlos

Durante los últimos dos domingos, hemos estado reflexionando de distintas maneras sobre la cuestión del poder. Hace dos semanas, con la gran confesión de Pedro —“Tú eres el Mesías, el Hijo de Dios vivo”— vimos el poder de la fe. Pedro todavía no comprendía plenamente todo lo que signif**aban aquellas palabras, pero había reconocido algo verdadero acerca de Jesús.
El domingo pasado, vimos actuar un tipo de poder muy diferente: el poder del miedo y la atracción del poder terrenal. Cuando Jesús les dijo a los discípulos que iría a Jerusalén para sufrir y morir, Pedro se opuso de inmediato. Amaba a Jesús, pero tenía miedo. Además, todavía conservaba la expectativa de que el Mesías sería una figura conquistadora, alguien que vendría con fuerza, victoria y autoridad.
Pedro tenía la respuesta correcta sobre quién era Jesús, pero todavía tenía mucho que aprender sobre lo que signif**aba seguirlo. La fuerte respuesta de Jesús a Pedro —“¡Apártate de mí, Satanás!”— no signif**aba que Pedro se hubiera vuelto de repente malvado. Simplemente, Pedro se había convertido en una piedra de tropiezo. Su miedo y sus expectativas lo alejaban del camino que Jesús había venido a recorrer.
Todo esto nos plantea una pregunta importante: ¿dónde está arraigado el poder en nuestra propia vida? El poder puede utilizarse para hacer un bien inmenso. Puede proteger, servir y fortalecer, pero también puede dividir, controlar y destruir. Mucho depende de dónde provenga.
El Evangelio de este domingo nos presenta una imagen completamente diferente del poder. Vemos el tipo de poder que Jesús enseña y vive: el poder del perdón y el poder de la fe expresado por medio de la oración.
El perdón es una de las mejores maneras de imitar a Dios. Desde el principio, el deseo de Dios ha sido llevar de nuevo a su pueblo a la comunión con Él. Una y otra vez, Él perdona nuestra debilidad, nuestra terquedad y nuestro pecado. El Padre envió a su Hijo no para condenarnos, sino para salvarnos y darnos vida. Vivimos porque hemos sido perdonados. Y porque hemos recibido misericordia, somos invitados a ofrecerla a los demás. Eso no signif**a que perdonar sea fácil.
A veces pensamos que hemos perdonado a alguien, solo para descubrir que el dolor regresa cuando algún recuerdo vuelve a nuestra mente o cuando una situación del pasado se repite. El perdón, muchas veces, es un proceso. A veces es una decisión que tenemos que tomar más de una vez. Perdonar no signif**a fingir que lo ocurrido estuvo bien. Signif**a negarnos a permitir que la herida tenga la última palabra. Muchas veces, cuando comenzamos a dejar libre a la otra persona, descubrimos que Dios también está liberando nuestro propio corazón.
La otra gran expresión de poder en el Evangelio de este domingo es el poder de la fe, especialmente en la oración. Jesús nos recuerda que cuando nos reunimos en su nombre, Él está presente en medio de nosotros. Nos invita a presentar nuestras necesidades ante el Padre con confianza. Sin embargo, a veces nuestra oración puede ser vacilante. Nos acercamos a Dios casi como si tuviéramos que convencerlo de que se preocupe por nosotros. Nos explicamos, presentamos nuestros argumentos y nos preguntamos si nuestra oración es lo suficientemente importante. Pero la oración no es una negociación. Orar es volver a casa, al corazón del Padre. Dios ya nos conoce. Él ya sabe lo que necesitamos.
Eso no signif**a que cada oración sea respondida exactamente como esperamos. Pero sí signif**a que podemos orar con confianza. Podemos confiar en que Dios nos escucha y está obrando, incluso cuando todavía no podemos ver la respuesta. Por eso, quizás nuestra invitación para esta semana sea muy sencilla: seamos más fieles y más dedicados a la oración.
Seamos más fieles cuando el miedo comience a dominarnos. Seamos más fieles cuando perdonar sea difícil. Seamos más fieles cuando el plan de Dios no sea el que habríamos elegido nosotros. Y seamos más dedicados a la oración.
Oremos por nuestras familias. Oremos por quienes están sufriendo. Oremos por alguien que nos haya herido. Oremos por nuestra Comunidad Católica de Stoughton. Oremos por nuestra Iglesia. Oremos por alguien que haya dejado de rezar por sí mismo. No subestimemos lo que Dios puede hacer con un corazón que confía en Él.
El mundo muchas veces nos dice que el poder viene del control. Jesús nos muestra algo mucho más hermoso: el verdadero poder se encuentra en la fe, la misericordia, el perdón, el servicio y la oración.
Elijamos esta semana ese tipo de poder. —P. Carlos

Many of you have heard me speak of the Carmelite Monastery in Roxbury. I've been asked this year to celebrate their Mass...
09/05/2026

Many of you have heard me speak of the Carmelite Monastery in Roxbury. I've been asked this year to celebrate their Mass in honor of St. Thérèse. If you've never visited this monastery it's a great opportunity go. Mark your calendars.

09/03/2026

Pope St. John XXIII National Seminary encourages prospective candidates between 30 and 60 years to discern a possible vocation to Priesthood.

We host “First Friday Visits” where men discerning priesthood are invited to join the Seminary community for prayer, fellowship, and dinner. Join us: Friday, September 4, 2026.

These brief and informal evenings begin at 5:00 PM and conclude by 7:30 PM. During their visit here, the men will join the community for Holy Hour and Evening Prayer, followed by dinner with the seminarians and an opportunity to tour the Seminary. If a candidate wishes to speak with a priest faculty member during his visit, we will arrange for that as well.

There is also the option to attend virtually via the Chapel live-stream link of evening prayer followed by a Zoom meeting. The Zoom meeting link is available once registered.

If you know of a man interested in pursuing a possible vocation or who may benefit from a visit to Pope St. John XXIII National Seminary, please have him reach out to Msgr. William Fay.
Rev. Msgr. William P. Fay
Professor of Philosophy and Theology
Pope St. John XXIII Seminary
Office: 781-899-5500 x127
E-Mail: [email protected]

Address

560 Page Street & 122 Canton Street
Stoughton, MA
02072

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Monday 9:30am - 6pm
Wednesday 6:30pm - 8pm

Telephone

+17813442073

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