06/13/2026
Fr. Carlos' Weekly Message
This Sunday the Scriptures place before us two powerful images that reveal something essential about the relationship God desires to have with His people. In the first reading from Exodus, Moses ascends Mount Sinai and encounters the Lord, who speaks to him and entrusts him with a message for the people of Israel. In the Gospel, Jesus looks upon the crowds and is moved with compassion because they are “troubled and abandoned, like sheep without a shepherd” (Mt 9:36). Together, these passages remind us that God is not distant from His people. He speaks, He calls, He guides, and He invites us to follow Him.
The scene on Mount Sinai marks a decisive moment in salvation history. God has already delivered the Israelites from slavery in Egypt. He has led them through the Red Sea and sustained them in the wilderness. Now He calls them into a covenant relationship. Through Moses, God claims them as his special possession. The foundation of the covenant God makes with his people is not primarily obedience but rather listening to God and being willing to speak with him heart to heart.
This remains true for us today. The Christian life begins not with our own plans or ambitions but with hearing and responding to God's call. Throughout Sacred Scripture, God speaks to His people. He speaks to Abraham, Moses, the prophets, the Apostles, and ultimately through His Son, Jesus Christ. In our time, the challenge is not that God has stopped speaking; the challenge is whether we are willing to listen.
Our attention is constantly being pulled in countless directions. In such an environment, it can become difficult to recognize the gentle voice of God speaking within our hearts. Yet the Lord continues to call us. He speaks through Scripture, through prayer, through the sacraments, through the wisdom of the Church, and often through the ordinary circumstances of our lives.
The Gospel presents the consequences of failing to hear that voice. Jesus looks upon the crowds and sees people who are lost and directionless. They are searching for meaning, purpose, and hope, but they do not know where to find it. His heart is filled with compassion because He recognizes the deep spiritual hunger that exists within them.
In many ways, our own age resembles the crowds Jesus encountered. Despite unprecedented technological advances and material comforts, many people feel isolated, anxious, and uncertain. There is a widespread hunger for something deeper than what the world can offer. We see it in the growing number of people asking questions about faith, seeking purpose, and searching for truth. We see it in those who come to our churches after years away, in those exploring Christianity for the first time, and in the many individuals who are discovering that worldly success alone cannot satisfy the deepest longings of the human heart.
The good news is that Christ remains the Good Shepherd. He has not abandoned His flock. He continues to guide His Church and to call each of us by name. His voice still echoes through the Gospel, inviting us to follow Him, but following Christ requires trust. Moses had to trust God enough to climb the mountain and receive His word. The Apostles had to leave their nets and follow Jesus. Every disciple throughout history has had to take that same step of faith. Often, we do not know exactly where God is leading us. We may feel uncertain or even fearful. Yet the Lord does not ask us to see the entire path. He asks us to trust Him one step at a time.
Perhaps the most important question we can ask ourselves this week is simple: Am I listening for the voice of God? Do I make time for prayer? Do I allow Scripture to shape my life? Am I open to the ways the Lord may be calling me to grow, to serve, to forgive, or to deepen my relationship with Him?
The voice of the Shepherd is still speaking. The Lord who called Moses on Sinai and who looked with compassion upon the crowds continues to call His people today. He calls us not merely to believe in Him from a distance but to walk with Him as disciples. If we learn to listen, we will discover that His voice always leads toward life, peace, and the fulfillment of the deepest desires of our hearts. May we have the courage to hear His voice, the wisdom to recognize His call, and the faith to follow wherever He leads.—Fr. Carlos
Neste domingo, as Escrituras apresentam-nos duas imagens poderosas que revelam algo essencial sobre a relação que Deus deseja ter com o Seu povo. Na primeira leitura do Livro do Êxodo, Moisés sobe ao Monte Sinai e encontra-se com o Senhor, que lhe fala e lhe confia uma mensagem para o povo de Israel. No Evangelho, Jesus contempla as multidões e f**a cheio de compaixão porque estavam “cansadas e abatidas, como ovelhas sem pastor” (Mt 9,36). Juntas, estas passagens recordam-nos que Deus não está distante do seu povo. Ele fala, chama, guia e convida-nos a segui-lo.
A cena do Monte Sinai marca um momento decisivo na história da salvação. Deus já havia libertado os israelitas da escravidão no Egito. Conduziu-os pelo Mar Vermelho e sustentou-os no deserto. Agora chama-os a uma relação de aliança consigo. Por meio de Moisés, Deus reclama-os como a sua propriedade especial. O fundamento da aliança que Deus estabelece com o Seu povo não é, antes de mais, a obediência, mas sim a escuta de Deus e a disposição de falar com Ele de coração para coração.
Isto continua a ser verdade para nós hoje. A vida cristã não começa com os nossos próprios planos ou ambições, mas com a escuta e a resposta ao chamamento de Deus. Ao longo de toda a Sagrada Escritura, Deus fala ao Seu povo. Fala a Abraão, a Moisés, aos profetas, aos Apóstolos e, finalmente, por meio do Seu Filho, Jesus Cristo. No nosso tempo, o desafio não é que Deus tenha deixado de falar; o desafio é saber se estamos dispostos a escutá-lo.
A nossa atenção é constantemente atraída em inúmeras direções. Num ambiente assim, pode tornar-se difícil reconhecer a voz suave de Deus que fala no íntimo do nosso coração. Contudo, o Senhor continua a chamar-nos. Fala-nos através da Escritura, da oração, dos sacramentos, da sabedoria da Igreja e, muitas vezes, através das circunstâncias comuns da nossa vida quotidiana.
O Evangelho apresenta-nos as consequências de não ouvir essa voz. Jesus olha para as multidões e vê pessoas perdidas e sem rumo. Procuram sentido, propósito e esperança, mas não sabem onde os encontrar. O Seu coração enche-se de compaixão porque reconhece a profunda fome espiritual que existe dentro delas.
De muitas formas, o nosso tempo assemelha-se às multidões que Jesus encontrou. Apesar dos avanços tecnológicos sem precedentes e dos confortos materiais, muitas pessoas sentem-se isoladas, ansiosas e incertas. Existe uma fome generalizada por algo mais profundo do que aquilo que o mundo pode oferecer. Vemo-la no número crescente de pessoas que fazem perguntas sobre a fé, que procuram um propósito para a vida e que buscam a verdade. Vemo-la naqueles que regressam às nossas igrejas após anos de afastamento, nos que exploram o Cristianismo pela primeira vez e nas muitas pessoas que descobrem que o sucesso mundano, por si só, não consegue satisfazer os desejos mais profundos do coração humano.
A boa nova é que Cristo continua a ser o Bom Pastor. Ele não abandonou o Seu rebanho. Continua a guiar a Sua Igreja e a chamar cada um de nós pelo nome. A Sua voz continua a ecoar através do Evangelho, convidando-nos a segui-Lo. Mas seguir Cristo exige confiança. Moisés teve de confiar suficientemente em Deus para subir à montanha e receber a Sua palavra. Os Apóstolos tiveram de deixar as suas redes e seguir Jesus. Todos os discípulos, ao longo da história, tiveram de dar esse mesmo passo de fé.
Muitas vezes, não sabemos exatamente para onde Deus nos está a conduzir. Podemos sentir-nos inseguros ou até receosos. No entanto, o Senhor não nos pede que vejamos todo o caminho à nossa frente. Pede-nos apenas que confiemos nele, passo por passo.
Talvez a pergunta mais importante que possamos fazer esta semana seja simples: estou a escutar a voz de Deus? Reservo tempo para a oração? Permito que a Sagrada Escritura molde a minha vida? Estou aberto às formas pelas quais o Senhor pode estar a chamar-me a crescer, a servir, a perdoar ou a aprofundar a minha relação com ele?
A voz do Pastor continua a falar. O Senhor que chamou Moisés no Sinai e que olhou com compaixão para as multidões continua hoje a chamar o seu povo. Chama-nos não apenas a acreditar nele à distância, mas a caminhar com ele como discípulos. Se aprendermos a escutar, descobriremos que a Sua voz conduz sempre à vida, à paz e à realização dos desejos mais profundos do nosso coração.
Tenhamos a coragem de ouvir a sua voz, a sabedoria para reconhecer o seu chamamento e a fé para o seguir para onde quer que ele nos conduza. — Pe. Carlos
Este domingo las Sagradas Escrituras nos presentan dos imágenes poderosas que revelan algo esencial acerca de la relación que Dios desea tener con su pueblo. En la primera lectura, tomada del libro del Éxodo, Moisés sube al monte Sinaí y se encuentra con el Señor, quien le habla y le confía un mensaje para el pueblo de Israel. En el Evangelio, Jesús contempla a las multitudes y se conmueve profundamente porque estaban “cansadas y abatidas, como ovejas que no tienen pastor” (Mt 9,36). Juntos, estos pasajes nos recuerdan que Dios no está distante de su pueblo. Él habla, llama, guía e invita a seguirlo.
La escena del monte Sinaí marca un momento decisivo en la historia de la salvación. Dios ya había liberado a los israelitas de la esclavitud en Egipto. Los había conducido a través del Mar Rojo y los había sostenido en el desierto. Ahora los llama a entrar en una relación de alianza con Él. A través de Moisés, Dios los reclama como su posesión especial. El fundamento de la alianza que Dios establece con su pueblo no es, ante todo, la obediencia, sino la escucha de Dios y la disposición a hablar con Él de corazón a corazón.
Esto sigue siendo cierto para nosotros hoy. La vida cristiana no comienza con nuestros propios planes o ambiciones, sino con la capacidad de escuchar y responder al llamado de Dios. A lo largo de toda la Sagrada Escritura, Dios habla a su pueblo. Habla a Abraham, a Moisés, a los profetas, a los Apóstoles y, finalmente, por medio de su Hijo, Jesucristo. En nuestro tiempo, el desafío no es que Dios haya dejado de hablar; el desafío es si estamos dispuestos a escucharlo.
Nuestra atención es constantemente atraída en innumerables direcciones. En un ambiente así, puede resultar difícil reconocer la voz suave de Dios que habla en nuestro corazón. Sin embargo, el Señor continúa llamándonos. Nos habla a través de la Escritura, de la oración, de los sacramentos, de la sabiduría de la Iglesia y, con frecuencia, a través de las circunstancias ordinarias de nuestra vida.
El Evangelio nos presenta las consecuencias de no escuchar esa voz. Jesús contempla a las multitudes y ve personas perdidas y sin rumbo. Buscan signif**ado, propósito y esperanza, pero no saben dónde encontrarlos. Su corazón se llena de compasión porque reconoce la profunda hambre espiritual que existe en ellas.
En muchos aspectos, nuestra época se parece a aquellas multitudes que Jesús encontró. A pesar de los avances tecnológicos sin precedentes y de las comodidades materiales, muchas personas se sienten aisladas, ansiosas e inciertas. Existe un hambre generalizada de algo más profundo de lo que el mundo puede ofrecer. Lo vemos en el creciente número de personas que se hacen preguntas sobre la fe, que buscan un propósito y que anhelan la verdad. Lo vemos en quienes regresan a nuestras iglesias después de años de ausencia, en aquellos que exploran el cristianismo por primera vez y en las muchas personas que están descubriendo que el éxito mundano por sí solo no puede satisfacer los anhelos más profundos del corazón humano.
La buena noticia es que Cristo sigue siendo el Buen Pastor. No ha abandonado a su rebaño. Continúa guiando a su Iglesia y llamando a cada uno de nosotros por nuestro nombre. Su voz sigue resonando a través del Evangelio e invitándonos a seguirlo. Pero seguir a Cristo requiere confianza. Moisés tuvo que confiar en Dios lo suficiente como para subir a la montaña y recibir su palabra. Los Apóstoles tuvieron que dejar sus redes y seguir a Jesús. Todo discípulo a lo largo de la historia ha tenido que dar ese mismo paso de fe. Con frecuencia, no sabemos exactamente hacia dónde nos conduce Dios. Podemos sentir incertidumbre o incluso temor. Sin embargo, el Señor no nos pide que veamos todo el camino. Nos pide que confiemos en Él, un paso a la vez.
Quizás la pregunta más importante que podemos hacernos esta semana sea sencilla: ¿Estoy escuchando la voz de Dios? ¿Dedico tiempo a la oración? ¿Permito que la Sagrada Escritura moldee mi vida? ¿Estoy abierto a las formas en que el Señor puede estar llamándome a crecer, a servir, a perdonar o a profundizar mi relación con Él?
La voz del Pastor sigue hablándonos. El Señor que llamó a Moisés en el Sinaí y que contempló con compasión a las multitudes continúa llamando a su pueblo hoy. Nos llama no solamente a creer en Él desde la distancia, sino a caminar con Él como discípulos. Si aprendemos a escuchar, descubriremos que su voz siempre nos conduce hacia la vida, la paz y la plenitud de los deseos más profundos de nuestro corazón. Que tengamos el valor de escuchar su voz, la sabiduría para reconocer su llamado y la fe para seguirlo dondequiera que nos conduzca. —P. Carlos