09/12/2026
Fr. Carlos' Weekly Column
To those of you who are reading this bulletin column because you are here for our Fatima Feast—and especially if this is your first time with us, or your first time in a long time—welcome! It is a tremendous blessing to gather as a community and to celebrate traditions that have nourished the faith of generations. At the same time, one of the beautiful things about a living Catholic community is that as we preserve what has been handed down to us we also open paths toward new life, new cultures, new people, and new ways of serving the Lord.
One of the great blessings—and occasionally one of the great challenges—of our Stoughton Catholic family is our diversity. We worship primarily in three languages: English, Portuguese, and Spanish. I also want to recognize the importance of the Haitian prayer group in our communities, that we need to do more to support. On any given weekend, we may celebrate the same faith with different music, customs, and traditions. This diversity is not an obstacle to our Catholic identity. Properly lived, it is one of its great strengths. The word “Catholic,” after all, means universal.
However, becoming a truly united Catholic community requires more than simply worshiping under the same roof. It requires discipleship. Jesus does not simply invite us to attend Mass or belong to a parish. He calls us to follow Him, and following Him means placing our lives, our abilities, our time, and our gifts at His service. Every disciple has something to contribute.
One area where we continue to need growth is communication. I think we can honestly say that many people make very good efforts, but communication has not always been one of our strongest points. Thankfully, some of the gossip grapevine that existed in previous years, whether through misunderstanding, exaggeration, or occasionally simply making things up, has quieted considerably. Still, an important reminder remains: if you have not heard something directly from me, seen it communicated officially through our parish platforms, it’s not true. Avoiding gossip is only half the challenge. We also need to become more proactive and consistent in communicating well.
Today we communicate through many different platforms. We have our weekly bulletin and Flocknote. We have pages in English and Portuguese. We have television screens in both churches displaying parish announcements. We use WhatsApp groups. We have our website and other forms of digital communication. Various volunteers generously help prepare the bulletin, manage groups, create graphics, and share announcements. I am enormously grateful for those efforts.
At the same time, it has become increasingly clear that our parish life would be strengthened by having one person responsible for coordinating these different forms of communication so that our message is more consistent, timely, and effective. To that end, I am putting together a part-time position for a Coordinator of Communications. This person would work directly with me in preparing our weekly parish communications, coordinating information across our various platforms, creating graphics and advertisements, and helping us think creatively about how we communicate not only with those already sitting in our pews but also with those beyond our church walls whom Christ is calling us to welcome. The ideal candidate would be at least bilingual in English and Portuguese or English and Spanish. Someone who is trilingual would, of course, be a tremendous blessing. The person should also be comfortable with social media, digital communication, graphic design, and the various ways that people today receive information. Yet this position points toward something larger than simply improving our announcements. It is another reminder that discipleship means asking: What gifts has God given me, and how can I use them for His glory and for the service of my brothers and sisters? Let us pray that the Lord sends us the right candidate for this role. If you feel that God may be calling you to this ministry or know someone who might serve well in this role, please reach out to me directly.
May Our Lady of Fatima, whose feast brings so many of us together this weekend, help us to hear the invitation of her Son and to respond generously. Whatever gifts God has placed in our hands, may we have the courage to offer them back to Him—for His glory, for the good of our brothers and sisters, and for the continued strengthening of this corner of the Lord’s vineyard. —Fr. Carlos
A todos os que estão a ler esta coluna do boletim porque vieram participar na nossa Festa de Nossa Senhora de Fátima — e especialmente se esta é a primeira vez que estão connosco, ou a primeira vez depois de muito tempo — sejam muito bem-vindos! É uma enorme bênção reunirmo-nos como comunidade e celebrarmos tradições que alimentaram a fé de tantas gerações. Ao mesmo tempo, uma das belezas duma comunidade católica viva é que, ao preservarmos aquilo que nos foi transmitido, também abrimos caminhos para uma vida nova, novas culturas, novas pessoas e novas formas de servir o Senhor.
Uma das grandes bênçãos — e, por vezes, também um dos grandes desafios — da nossa família católica de Stoughton é a nossa diversidade. Celebramos a nossa fé principalmente em três línguas: inglês, português e espanhol. Quero também reconhecer a importância do grupo de oração haitiano nas nossas comunidades, que precisamos de apoiar de forma mais concreta. Em qualquer fim de semana, podemos celebrar a mesma fé com músicas, costumes e tradições diferentes. Esta diversidade não é um obstáculo à nossa identidade católica. Quando é bem vivida, torna-se uma das nossas maiores riquezas. Afinal, a palavra “católica” signif**a universal.
No entanto, tornar-nos verdadeiramente uma comunidade católica unida exige mais do que simplesmente celebrarmos debaixo do mesmo teto. Exige discipulado. Jesus não nos convida apenas a participar na Missa ou a pertencer a uma paróquia. Ele chama-nos a segui-lo, e segui-lo signif**a colocar a nossa vida, as nossas capacidades, o nosso tempo e os nossos dons ao Seu serviço. Cada discípulo tem algo a oferecer.
Uma área em que ainda precisamos de crescer é a comunicação. Creio que podemos dizer com sinceridade que muitas pessoas fazem um grande esforço, mas a comunicação nem sempre tem sido um dos nossos pontos mais fortes. Felizmente, a rede de fofoca que existia em anos anteriores — seja por mal-entendidos, exageros ou, por vezes, por se inventarem coisas — acalmou consideravelmente. Ainda assim, f**a um lembrete importante: se não ouviram algo diretamente de mim ou não o viram comunicado oficialmente através das plataformas da paróquia, então não é verdade. Evitar os boatos é apenas metade do desafio. Também precisamos de ser mais proativos e consistentes na forma como comunicamos.
Hoje comunicamos através de muitas plataformas diferentes. Temos o nosso boletim semanal e o Flocknote, o boletim eletronico. Temos páginas de Facebook em inglês e português. Temos ecrãs de televisão nas duas igrejas onde são apresentados os anúncios paroquiais. Utilizamos grupos de WhatsApp. Temos o nosso site e outras formas de comunicação digital. Vários voluntários ajudam generosamente a preparar o boletim, a gerir grupos, a criar imagens e a divulgar anúncios. Estou profundamente grato por todos esses esforços.
Ao mesmo tempo, torna-se cada vez mais claro que a vida das nossas paróquias seria fortalecida se tivéssemos uma pessoa responsável por coordenar estas diferentes formas de comunicação, para que a nossa mensagem fosse mais consistente, atempada e ef**az. Por isso, estou a preparar um lugar a tempo parcial para um Coordenador de Comunicação.
Esta pessoa trabalhará diretamente comigo na preparação das comunicações semanais da comunidade, na coordenação da informação entre as nossas várias plataformas, na criação de imagens e materiais de divulgação e na procura de formas criativas de comunicarmos não apenas com aqueles que já se encontram nos nossos bancos, mas também com aqueles que estão para além das paredes das nossas igrejas e que Cristo nos chama a acolher.
O candidato ideal deverá ser, pelo menos, bilingue em inglês e português ou em inglês e espanhol. Naturalmente, alguém que seja trilíngue seria uma enorme bênção. A pessoa deverá também ter experiencia com as redes sociais, a comunicação digital, o desenho gráfico e as diversas formas através das quais as pessoas recebem informação hoje em dia.
No entanto, esta função aponta para algo maior do que simplesmente melhorar os nossos anúncios. É mais um lembrete de que ser discípulo signif**a perguntar: Que dons me deu Deus, e como posso usá-los para a Sua glória e ao serviço dos meus irmãos e irmãs?
Rezemos para que o Senhor nos envie a pessoa certa para esta missão. Se sentirem que Deus vos pode estar a chamar para este ministério, ou se conhecerem alguém que possa desempenhar bem esta função, peço que entrem diretamente em contacto comigo.
Que Nossa Senhora de Fátima, cuja festa reúne tantos de nós neste fim de semana, nos ajude a escutar o convite do seu Filho e a responder com generosidade. Quaisquer que sejam os dons que Deus colocou nas nossas mãos, tenhamos a coragem de oferecere-los de novo — para a Sua glória, para o bem dos nossos irmãos e irmãs e para o contínuo fortalecimento deste pequeno canto da vinha do Senhor. — Pe. Carlos
A todos los que están leyendo esta columna del boletín porque se encuentran aquí para nuestra Fiesta de Fátima —y especialmente si esta es su primera vez con nosotros, o si hace mucho tiempo que no nos visitan—, ¡bienvenidos! Es una enorme bendición poder reunirnos como comunidad y celebrar tradiciones que han alimentado la fe de tantas generaciones. Al mismo tiempo, una de las cosas hermosas de una comunidad católica viva es que, mientras conservamos lo que hemos recibido, también abrimos caminos hacia una vida nueva, nuevas culturas, nuevas personas y nuevas maneras de servir al Señor.
Una de las grandes bendiciones —y, ocasionalmente, uno de los grandes desafíos— de nuestra familia católica de Stoughton es nuestra diversidad. Celebramos nuestra fe principalmente en tres idiomas: inglés, portugués y español. También quiero reconocer la importancia del grupo de oración haitiano de oración dentro de nuestras comunidades, al cual necesitamos hacer más por apoyar. Cada fin de semana, en nuestra comunidad, celebramos la misma fe con música, costumbres y tradiciones diferentes. Esta diversidad no es un obstáculo para nuestra identidad católica. Cuando se vive bien, es una de sus grandes fortalezas. Al fin y al cabo, la palabra “católica” signif**a “universal”.
Sin embargo, convertirnos en una comunidad católica verdaderamente unida exige más que simplemente celebrar bajo el mismo techo. Exige discipulado. Jesús no nos invita simplemente a asistir a Misa o a pertenecer a una parroquia. Nos llama a seguirlo, y seguirlo signif**a poner nuestras vidas, nuestras capacidades, nuestro tiempo y nuestros dones a su servicio. Cada discípulo tiene algo que aportar.
Un área en la que todavía necesitamos crecer es la comunicación. Creo que podemos decir con sinceridad que muchas personas hacen grandes esfuerzos, pero la comunicación no siempre ha sido uno de nuestros puntos más fuertes. Gracias a Dios, parte de la cadena de chismes que existía en años anteriores —ya fuera por malentendidos, exageraciones o, en ocasiones, simplemente por inventar cosas— se ha calmado considerablemente. Aun así, permanece un recordatorio importante: si no han escuchado algo directamente de mí ni lo han visto comunicado oficialmente a través de nuestras plataformas parroquiales, no es verdad. Evitar los chismes es solo la mitad del desafío. También necesitamos ser más proactivos y constantes en la comunicación.
Hoy en día nos comunicamos a través de muchas plataformas. Tenemos nuestro boletín semanal y Flocknote. Tenemos páginas de Facebook en inglés y portugués. En ambas iglesias hay pantallas de televisión en las que se muestran los anuncios parroquiales. Utilizamos grupos de WhatsApp. Tenemos nuestro sitio web y otras formas de comunicación digital. Varios voluntarios ayudan generosamente a preparar el boletín, a administrar grupos, a crear gráficos y a compartir anuncios. Estoy enormemente agradecido por todos esos esfuerzos.
Al mismo tiempo, se ha vuelto cada vez más claro que nuestra vida parroquial se fortalecería si hubiera una persona responsable de coordinar estas diferentes formas de comunicación, de modo que nuestro mensaje sea más coherente, oportuno y ef**az. Con este propósito, estoy organizando un puesto de tiempo parcial para un coordinador de comunicación.
Esta persona trabajaría directamente conmigo en la preparación de nuestras comunicaciones semanales, coordinando la información entre nuestras diferentes plataformas, creando gráficos y anuncios, y ayudándonos a pensar creativamente sobre cómo comunicarnos no solamente con quienes ya están sentados en nuestros bancos, sino también con quienes están más allá de las paredes de nuestras iglesias y a quienes Cristo nos llama a acoger.
El candidato ideal sería, como mínimo, bilingüe en inglés y portugués, o en inglés y español. Alguien que hable los tres idiomas sería, por supuesto, una enorme bendición. La persona también debería sentirse cómoda con las redes sociales, la comunicación digital, el diseño gráfico y las distintas maneras en que las personas reciben información hoy en día.
Sin embargo, este puesto apunta a algo más grande que simplemente mejorar nuestros anuncios. También es un recordatorio de que el discipulado implica preguntarnos: ¿Qué dones me ha dado Dios y cómo puedo utilizarlos para su gloria y para el servicio de mis hermanos y hermanas?
Recemos para que el Señor nos envíe a la persona adecuada para esta función. Si siente que Dios podría estar llamándolo a este ministerio, o si conoce a alguien que podría servir bien en este puesto, por favor comuníquese directamente conmigo.
Que Nuestra Señora de Fátima, cuyo festival reúne a tantos de nosotros este fin de semana, nos ayude a escuchar la invitación de su Hijo y a responder con generosidad. Sean cuales sean los dones que Dios haya puesto en nuestras manos, que tengamos el valor de ofrecérselos nuevamente a Él: para su gloria, para el bien de nuestros hermanos y hermanas, y para el continuo fortalecimiento de este rincón de la viña del Señor.
—P. Carlos