Igreja de Deus Unida - Rio de Janeiro

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Para ter plena consciência da magnitude do retorno de Jesus Cristo, precisamos primeiro entender a grandeza de Sua ident...
04/17/2025

Para ter plena consciência da magnitude do retorno de Jesus Cristo, precisamos primeiro entender a grandeza de Sua identidade, o nível ao qual Ele teve que descer, a oposição que Ele enfrentou durante Sua vida humana e a morte horrível à qual Ele foi submetido.

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O retorno triunfante de qualquer político desacreditado certamente pode ser impressionante, mas não seria o retorno mais notável da história. Essa distinção pertence a alguém que retornou dos mortos há cerca de dois mil anos para realmente salvar o mundo, oferecendo a todos os seres humanos ...

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02/09/2024

Muitos cristãos sinceros pensam que crer é tudo o que é necessário para a salvação. Esse raciocínio está baseado em passagens como Atos 16:31: “Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo” ou Efésios 2:8-9: “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isso não vem de vós; é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie”. Ademais, alguns argumentam que a ideia de ter que demonstrar obras ou ações justas é uma tentativa errônea de ganhar a salvação.

Contudo, o versículo seguinte de Efésios diz: “Porque somos feitura Sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas” (versículo 10, grifo nosso). Na verdade, várias escrituras usam essa terminologia de obras ou ações no contexto de servir as pessoas e viver no caminho de vida de Deus, guardando os Seus mandamentos (Mateus 6:3-4; 10:42; 19:16-21).

O que pode ser surpreendente é que Jesus disse aos Seus discípulos que são necessárias obras de obediência a Deus (Lucas 17:10; João 14:21, 23, 25; 15:10). Agora, se isso for contrário ao que você acredita, talvez você esteja querendo parar de ler aqui mesmo. Contudo, reflita nestas palavras do apóstolo Tiago:

“Meus irmãos, que aproveita se alguém disser que tem fé e não tiver as obras? Porventura, a fé pode salvá-lo? E, se o irmão ou a irmã estiverem nus e tiverem falta de mantimento cotidiano, e algum de vós lhes disser: Ide em paz, aquentai-vos e fartai-vos; e lhes não derdes as coisas necessárias para o corpo, que proveito virá daí? Assim também a fé, se não tiver as obras, é morta em si mesma. Mas dirá alguém: Tu tens a fé, e eu tenho as obras; mostra-me a tua fé sem as tuas obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras” (Tiago 2:14-18).

Espero que pelo menos você tenha começado a enxergar que as “obras”— as boas ações como evidência de fé — têm um papel fundamental na vida de um cristão!

Demonstrar intenção de viver “de toda palavra de Deus”
Novamente, as obras não salvam ninguém. Pois, como vimos, a salvação é um inestimável dom de Deus que vem somente pela graça mediante a fé. Entretanto, realizar obras de serviço a Deus e ao próximo, juntamente com a obediência aos Seus mandamentos, é a forma de expressar nossa intenção de viver “de toda palavra de Deus” (Lucas 4:4) e demonstrar o quanto valorizamos o Seu extraordinário dom de salvação e vida eterna.

Considere alguns detalhes fundamentais. O que Deus Pai quer que as pessoas façam ao chamá-las para se tornarem discípulos de Seu Filho Jesus Cristo (João 6:44)? A resposta envolve muito mais coisas do que apenas “aceitar Jesus como Salvador” ou “entregar o coração ao Senhor”.

Pois isso também inclui o arrependimento do pecado, descrito na Bíblia como transgressão das leis de Deus (2 Pedro 3:9; 1 João 3:4, ARA). O arrependimento pode ser definido como uma mudança contínua de uma vida pecaminosa e rebelde para uma vida de obediência e de relação pessoal com Deus, além de uma convivência piedosa e amorosa com as pessoas. Após o arrependimento, a pessoa deve ser devidamente batizada e receber o dom do Espírito Santo pela imposição de mãos por meio de um dos verdadeiros ministros de Deus (Atos 2:38, 8:16-17; Hebreus 6:2).

Mas esses são apenas os primeiros passos para um novo discípulo. Jesus disse: “E ao que vencer e guardar até ao fim as Minhas obras, Eu lhe darei poder sobre as nações” (Apocalipse 2:26). E também declarou: “Ao que vencer, lhe concederei que se assente Comigo no Meu trono, assim como Eu venci e Me assentei com Meu Pai no Seu trono” (Apocalipse 3:21). O dicionário Michaelis define “vencer” como “alcançar vitória ou triunfo; dominar; conter-se; superar suas limitações”. Esta definição evoca ação.

Este é o amor de Deus...
Mas o que devemos superar mesmo? Cristo quer que nos comprometamos a eliminar qualquer pecado de nossa vida. Ele deseja que enxerguemos a fealdade do pecado como Ele enxerga, e então fugir disso (1 Coríntios 6:18). Ele quer que nos dediquemos a seguir Sua instrução de deixar de pecar (João 8:11). Ele deseja que nos esforcemos para obedecer aos mandamentos de Seu Pai, assim como Ele obedeceu e ensinou aos Seus discípulos (João 15:10; Mateus 5:17-19; 19:16-17). Mais uma vez, não é suficiente a pessoa apenas dizer que “ama o Senhor” sem também fazer as obras que demonstrem plenamente esse sentimento!

O apóstolo João escreveu: “Aquele que diz: Eu conheço-O e não guarda os Seus mandamentos é mentiroso, e nele não está a verdade” (1 João 2:4). Ele continuou explicando: “Porque este é o amor de Deus: que guardemos os Seus mandamentos; ora, os Seus mandamentos não são penosos” (1 João 5:3, ARA). Deus quer que guardemos Suas leis porque elas nos beneficiam enormemente e também a todos aqueles que nos rodeiam. Elas são tão importantes para Deus que a nossa desobediência exigiu a morte de Jesus Cristo em nosso lugar (Romanos 5:8).

Jesus quer que nos esforcemos para triunfar sobre “o pecado que tão de perto nos rodeia” enquanto nos empenhamos em imitar o Seu exemplo (Hebreus 12:1-4; 1 Pedro 2:21-22). Um verdadeiro cristão deve resistir ativamente contra as artimanhas do diabo (Efésios 6:11) e as influências adversas da sociedade enquanto luta contra os impulsos e seduções de sua própria natureza humana (Efésios 2:2; 2 Coríntios 4:4; 1 Pedro 5:8).

Jesus entendeu a magnitude dessa missão quando lutou contra as tentações durante Sua vida humana (Hebreus 2:18; 4:15; 5:7-9). Além disso, Jesus sabe que sem Ele estamos espiritualmente indefesos (João 15:5) e que precisamos muito de Sua ajuda para lutar e derrotar o pecado (1 Coríntios 10:13).

E é aqui que o dom do Espírito Santo de Deus entra em cena! E esse é outro aspecto da graça. O Espírito de Deus provê a capacidade e a força espiritual para uma pessoa superar as atitudes pecaminosas (Romanos 15:13). Por isso é essencial que você utilize constantemente esse grande poder e mantenha um relacionamento dinâmico e pessoal com Cristo (2 Timóteo 1:6; João 14:6).

Esforçar-se com a ajuda de Deus
O apóstolo Paulo escreveu sobre seu esforço e determinação para garantir sua recompensa no Reino de Deus: “Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás f**am e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (Filipenses 3:13-14).

Ele não achava que a salvação estava garantida. Em vez disso, ele lutava continuamente, empregando o poder e a energia do Espírito de Deus para servir as pessoas, para vencer o pecado e obedecer aos mandamentos (ver 1 Coríntios 9:24-27). Hoje em dia, os cristãos têm essa mesma responsabilidade (Romanos 15:13).

Entretanto, isso não é possível apenas pela força de vontade da pessoa. O desejo e a capacidade de arrepender-se e obedecer vêm de Deus (Filipenses 2:13). Não podemos ganhar a salvação pelas obras. Precisamos do perdão divino pelas desobediências passadas e da contínua ajuda espiritual para seguir obedecendo a Deus. Tudo isso faz parte do dom da graça de Deus por meio da fé. Essa é uma fé viva e confiante que conduz a obras justas. Nosso dever é nos esforçar para cooperar com Deus e nunca nos desviarmos dessas verdades (Hebreus 2:1-3). Se continuarmos perseverando nesse processo de transformação até o fim, receberemos a salvação definitiva (Mateus 10:22; 24:13).

Jesus quer que sigamos Seu exemplo de superação do pecado e das tentações por meio do poder do Espírito Santo. Embora essa seja uma tarefa desafiadora, a nossa recompensa no Reino de Deus valerá a pena!

A Bíblia diz que somos salvos pelo dom da graça de Deus através da fé. Isso signif**a que a fé em Cristo é tudo o que precisamos?

Acredite ou não, Satanás desempenha um enorme papel na religião. Ele está muito interessado naquilo que acontece nas igr...
12/21/2023

Acredite ou não, Satanás desempenha um enorme papel na religião. Ele está muito interessado naquilo que acontece nas igrejas. Muitas vezes pensamos no diabo como um ser que está em algum lugar por aí, talvez causando problemas. Mas sabia que ele pode estar muito mais perto do que você imagina?

Você já parou para pensar que Satanás vai à igreja? Será que o diabo se infiltrou em sua igreja?

Em Apocalipse 12:9, a Palavra de Deus diz que “foi precipitado [do céu] o grande dragão, a antiga serpente, chamada o diabo e Satanás, que engana todo o mundo; ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados com ele” (grifo nosso).

Que parte do mundo o diabo iludiu e enganou? Deus diz que foi o mundo inteiro. E isso inclui a religião. Portanto, se você crê na Bíblia, deveria reconhecer que Satanás enganou até mesmo as igrejas! Quais os sinais você deve observar para descobrir se Satanás se infiltrou em sua igreja?

Uma mescla de verdade e engano
Em suas primeiras páginas, a Bíblia revela alguns dos métodos de Satanás. Lembre-se da história do Jardim do Éden, onde Satanás disse a Eva: “É assim que Deus disse: Não comereis de toda árvore do jardim?” (Gênesis 3:1). Então, Satanás contradisse Deus, dizendo: “Certamente não morrereis” (versículo 4).

Obviamente, era uma mentira. Mas isso poderia ser considerado uma meia-verdade no sentido de que Adão e Eva não morreriam imediatamente se desobedecessem a Deus. Contudo, a partir do momento que sucumbissem ao pecado, o custo disso certamente seria a morte deles.

Esse foi o começo de todo o engano. Eles comeram do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal, que signif**ava decidir o bem e o mal por si mesmos, sob a influência de Satanás. E isso conduziu a humanidade a uma moralidade misturada com mentiras e verdades. Ao longo da história, através de muitas meias-verdades, Satanás levou as pessoas a interpretar mal as palavras de Deus. Ele quer que tomemos decisões que nos afastem do que é certo.

Mas você pode pensar: Eu não seria enganado nem minha igreja poderia estar no caminho errado! Entretanto, como vemos aqui na primeira interação de Satanás com a humanidade, ele não aparece como um ser de aspecto maligno. Satanás tem esquemas e táticas, e em 1 Pedro 5:8 vemos uma parte dessa estratégia: “Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar” (ARA).

Provavelmente, você já assistiu a vídeos que mostram leões caçando. Eles se escondem e se camuflam muito bem, esperando um momento oportuno para atacar. Assim também é Satanás; ele é mau, mas não deixa essa maldade transparecer. Ele é enganador, sutil e astuto.

E foi assim que Satanás tentou enfraquecer Jesus Cristo quando Ele acabou Seu ministério terreno. Você deve estar familiarizado com esse relato do quarto capítulo de Mateus. Cristo jejuou por quarenta dias e noites, então Satanás veio tentá-Lo. Ele levou Jesus do deserto para o imponente complexo do templo de Jerusalém e depois fez algo chocante.

Ele citou as Escrituras! Ele disse a Cristo para pular dali, citando Salmos 91:11-12: “Porque aos Seus anjos [Deus] dará ordem a Teu respeito, para Te guardarem em todos os Teus caminhos. Eles Te sustentarão nas suas mãos, para que não tropeces com o Teu pé em pedra”.

Isso é realmente o que dizem as Escrituras. Mas será que Deus Pai gostaria que Jesus saltasse de um edifício apenas para provar isso? Ele prometeu proteção angelical, mas isso não era para ser usado como exibicionismo.

Então, vemos aqui Satanás usando a sagrada Palavra de Deus de uma forma inteiramente errônea e maligna para tentar enganar Jesus Cristo. Essa é a estratégia de Satanás. O diabo deturpa propositadamente a Palavra de Deus. Ele sabe como usar as Escrituras para distorcê-las. Ele tirará qualquer Escritura do contexto para mudar o signif**ado dela.

Portanto, é importante perguntar-se: Será que conheço tão bem as Escrituras? Será que as conheço o suficiente para provar um ponto de vista? Eu conseguiria justif**ar minhas crenças me apoiando sempre na verdade?

Muitas vezes, quando surge alguma discussão sobre a Bíblia, a conversa é mais ou menos assim: “A Bíblia diz algo sobre isso ou pelo menos parecido com isso, certo? Ou “Acho que isso está na Bíblia”. Geralmente a citação está descontextualizada, parafraseada, incorreta ou até mesmo conflitante com a Bíblia.

Não se engane: O diabo conhece a Bíblia! Mas ele a usa de forma enganosa. Ele fez isso com Jesus e faz isso com as igrejas. Sem dúvida, isso é algo assustador. Então, a melhor coisa que você pode fazer é conhecer também a Bíblia e ser capaz de aplicá-la corretamente ou será persuadido e enganado.

Satanás ensina um evangelho diferente
É interessante saber que Satanás também ia à igreja na época dos apóstolos. O apóstolo Paulo escreveu às congregações da Galácia: “Admira-me que estejais passando tão depressa daquele que vos chamou na graça de Cristo para outro evangelho, o qual não é outro [pois não era as boas novas], senão que há alguns que vos perturbam e querem perverter o evangelho de Cristo” (Gálatas 1:6-7, ARA).

O apóstolo Paulo sabia que Satanás estava na igreja apresentando um evangelho completamente diferente, que era uma mensagem falsa. Então, a igreja que você frequenta ensina a verdadeira mensagem de Jesus Cristo?

O que é exatamente essa mensagem de Cristo? É a mensagem de Deus para a humanidade. As boas novas são a mensagem do propósito e do plano de Deus. E isso envolve a necessidade de salvação da humanidade e a exigência de Deus de que nos arrependamos do pecado, aceitemos o sacrifício de Jesus Cristo e obedeçamos aos Seus mandamentos, além de acreditar que Cristo retornará para estabelecer Seu reino na Terra para que possamos nascer na família de Deus.

Enquanto isso, Satanás continua indo à igreja para espalhar sua influência e confundir as pessoas. Infelizmente, a maior parte do cristianismo está fundamentado em uma mensagem falsa.

Você já ouviu essa importante passagem sendo citada em sua igreja? “O que o SENHOR, Seu Deus, requer de você? Somente que você tema o SENHOR, Seu Deus, que viva de maneira agradável a Ele e que ame e sirva ao SENHOR, Seu Deus, de todo o coração e de toda a alma. Obedeça sempre aos mandamentos e decretos do SENHOR que hoje lhe dou para o seu próprio bem” (Deuteronômio 10:12-13, Nova Versão Transformadora).

Em sua igreja, você ouve muito sobre a obediência às leis de Deus? Sem dúvida, Jesus Cristo achava isso importante, pois Ele disse: “E por que me chamais Senhor, Senhor, e não fazeis o que Eu digo?” (Lucas 6:46; comparar Mateus 5:19; 7:21; 19:17). O fato é que a verdadeira religião exige obediência aos mandamentos de Deus, que foram entregues a nós para o nosso bem.

Satanás usa emoções e ideias equivocadas
Isso mesmo, Satanás vai à igreja! Mas você precisa estar alerta para perceber a influência dele. Talvez você esteja pensando que é muito divertido e emocionante participar de sua igreja. Pois quando você sai do culto, sente-se bem consigo mesmo e alegre por não estar envolvido em formalidades enfadonhas como as que existem em outras igrejas.

Isso é compreensível. Pois, depois de uma semana difícil, você quer se sentir bem e emocionalmente revigorado. Isso é algo bom, mas e quanto à adoração a Deus? O que o culto a Deus tem a ver com apresentações de bandas gospel e eventos de comes e bebes?

A verdadeira adoração é muito mais do que apenas emoção e entretenimento. Satanás adora despertar sentimentos equivocados. Será que tudo o que você acha bom realmente é benéfico para você? Lembre-se que Satanás convenceu Adão e Eva a aproveitar da árvore do conhecimento do bem e do mal — fazendo parecer certa uma escolha errada (ver Provérbios 14:12; 16:25). Hoje ele vai à igreja para enganar e distorcer a mensagem de Jesus, além de perverter a forma de adoração a Deus.

E para ver isso basta ponderar nos feriados religiosos mais populares, o Natal e o Domingo de Páscoa. Você acha que essa é uma forma de adoração bíblica? Não. Quais os dias de adoração ordenados na Bíblia? Os Dias Santos de Deus. Sem dúvida, Deus se importa com a forma que você O adora. Será que você adora a Deus em qualquer dia que quiser ou no santo Sábado (definido por Ele como sendo do ocaso da sexta-feira até o ocaso do sábado)? Lembrando que Jesus disse que Ele é “Senhor do sábado” (Marcos 2:28).

Lembre-se do que aconteceu com Adão e Eva. Eles foram banidos e afastados de Deus. Lembre-se de que o instrumento mais ef**az de Satanás é o engano.

As advertências de Deus sobre um grande engano
O apóstolo Paulo advertiu ao jovem ministro Timóteo: “Nos últimos tempos, apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios” (1 Timóteo 4:1).

Você já ouviu algum ministro lhe dizer algo que não correspondesse exatamente ao que está na Bíblia? Se sim, qual foi a sua reação? Você mais ou menos aceitou aquilo? Você ignorou a conversa? O que você fez?

Observe que Paulo fez outra enérgica advertência em sua seguinte carta a Timóteo: “Porque virá tempo em que não sofrerão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; e desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas” (2 Timóteo 4:3-4).

Que advertência importante! O diabo conta uma história convincente, que parece crível e ainda contém alguns elementos verdadeiros. Porque Satanás adora confundir. Ele adora entremear as coisas, misturando o mal com o bem. Ele consegue ser persuasivo e seu poder de enganar torna isso ainda mais convincente, mas na verdade é tudo ficção — uma ficção mortal.

A frequência espiritual de Satanás
Efésios 2:1-2 diz: “Antigamente vocês...seguiam a multidão e eram bem iguais a todos os outros, cheios de pecado e obedientes a Satanás, o poderoso príncipe do poder dos ares que está operando agora mesmo no coração daqueles que estão contra o Senhor” (Bíblia Viva). Satanás é um espírito influente e controlador, que age na humanidade para gerar uma atmosfera de iniquidade e rebelião contra Deus.

Ele criou uma espécie de “rede sem fio” espiritual e, como o ar que nos cerca, ela permeia o nosso mundo. Assim como o ar ao nosso redor está saturado com sinais de antenas de celular e de radiodifusão, o diabo quer controlar nossas mentes nos fazendo sintonizar em sua rede móvel, sua dark web, sua frequência maligna. Satanás satura o mundo com sua perversa transmissão espiritual de egoísmo, de atitudes pecaminosas e de reações incorretas. E, infelizmente, nossas mentes são muito receptivas a isso.

Qual o resultado disso? Satanás influencia a humanidade — inclusive as igrejas — a incompreender e rejeitar a Deus e a Sua lei. Em 2 Coríntios 11:14, o apóstolo Paulo adverte que “o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz”. Ele adora esse baile de máscaras. Ele adora jogar, se disfarçar e fingir, fazendo com que certas coisas pareçam religiosas, boas e corretas. Mas que, na verdade, não são. As religiões do mundo, inclusive grande parte do cristianismo, foram erigidas sobre o fundamento errado — o fundamento do engano de Satanás.

Talvez você não esteja convencido de que Satanás vá à igreja. Mas eis aqui algo em que pensar: Com que frequência você ouve falar sobre o pecado e suas consequências nas igrejas cristãs de hoje? Talvez você pense que isso não seja tão importante. Mas a sua Bíblia diz que o pecado é a transgressão da lei de Deus (1 João 3:4, ARA), ou seja, cruzar a linha que Deus nos proibiu de cruzar.

Ainda assim, muitas igrejas ensinam que Jesus pregava apenas o amor e a graça. Porém, esse não é o quadro completo. Quando Cristo curou milagrosamente um homem, Ele lhe disse: “Toma tua cama e anda” (João 5:8). Mas Ele disse só isso? Não. Jesus disse-lhe também: “Não peques mais, para que te não suceda alguma coisa pior” (versículo 14).

Como vemos, a verdadeira mensagem é a que conta toda a história. O povo de Deus deve se parecer com Deus, vivendo à maneira dEle. Sempre que nos afastamos dessa perspectiva, deixando de viver à maneira de Deus, incorremos em rebelião. E isso é pecado e é inaceitável para Deus. Todavia, assim é a natureza humana sob a influência corruptora de Satanás.

A natureza divina e a natureza humana
Paulo escreveu em Gálatas 5:19-21: “Quando seguem os desejos da natureza humana, os resultados são extremamente claros: imoralidade sexual, impureza, sensualidade... discórdias, ambições egoístas...divisões, inveja, bebedeiras, festanças desregradas... Quem pratica essas coisas não herdará o reino de Deus” (Nova Versão Transformadora).

E o que Deus tem a dizer sobre isso? O pecado é um grande problema! Caso seja religioso, você precisa refletir se está se esforçando para vencer essa natureza em sua vida.

Existe uma solução: o arrependimento. Mas você tem que entender o que isso signif**a. O arrependimento é um estado de profunda consternação por transgredir as leis de Deus juntamente com o abandono do pecado. Isso implica uma entrega total à vontade de Deus e uma mudança real no modo de pensar e agir. Assim você começa a enxergar cada vez mais a malignidade do pecado e a imensa benignidade de Deus, de Suas leis e de Seu caminho de vida. E você f**a grato pelo extraordinário sacrifício que Jesus Cristo fez para pagar os seus pecados.

Será que sua igreja ensina sobre o verdadeiro arrependimento? Isso é absolutamente necessário. Atos 26:20 nos diz: “Todos devem arrepender-se, voltar-se para Deus e mostrar, por meio de suas boas obras, que mudaram de rumo” (Nova Versão Transformadora). A Bíblia diz que a obediência é a prova do arrependimento. Assim, quando obedecemos a Deus, demonstramos que nosso arrependimento é sincero.

Obviamente, essa é a última coisa que Satanás quer que você faça. Pois, ele não quer que você mude. Mas você pode vencer a influência dele e escapar de seu controle.

Seguir a Deus ou a tradições humanas?
Atos 2:38 enfatiza esse ponto dizendo como podemos mudar: “Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para perdão dos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo”.

O que isso signif**a? Alguns pensam que você pode receber o Espírito de Deus simplesmente pedindo a Jesus que entre em seu coração. Talvez você creia que um sentimento emocional indique que você tem o Espírito de Deus ou é suficiente um ministro dizer que você o tem ou basta você ter fé que isso seja verdade.

Talvez você tenha atendido ao apelo de algum pregador para ir até o púlpito e ficou tão emocionado que quis entregar sua vida ao Senhor. Ou quem sabe você leu algum folheto evangelístico e fez a “oração do pecador” e tenha se considerado salvo dali adiante.

Mas será que todas essas ideias e experiências são más? Elas parecem boas e justas para muitas pessoas. Mas o diabo está envolvido até mesmo nos conceitos de recebimento do Espírito de Deus. Como assim? Vamos comparar essas ideias com o que diz a Bíblia.

Atos 8:17 nos diz claramente como uma pessoa recebe o Espírito de Deus: “Então, lhes impuseram as mãos, e receberam o Espírito Santo”. Aqui descreve pessoas que creram e foram batizadas, mas para receberem o Espírito de Deus era preciso haver imposição de mãos.

O ato de um ministro de Jesus Cristo impor as mãos e orar sobre você, logo após o batismo, signif**a ser separado por Deus. Essa é a maneira e o momento corretos de recebimento do Espírito Santo.

Então, isso aconteceu com você? A sua igreja segue essa prática — ou ela tem alguma outra tradição? Cristo foi muito enfático sobre tradições humanas, dizendo: “Vocês desprezam a lei de Deus e a substituem por sua própria tradição” (Marcos 7:8, Nova Versão Transformadora).

Leia a história do cristianismo e descubra o que realmente aconteceu ao longo do tempo. Você verá que a mescla de símbolos, datas, feriados religiosos e rituais pagãos criados pelo homem no cristianismo resultou em uma religião antibíblica que ainda está ativa hoje.

Pense nisso: Há falsas tradições no cristianismo! Nele há feriados religiosos com nomes que parecem ser cristãos, mas que ignoram as instruções de Deus de observar Seus Dias Santos (ver “Natal: A História Que Nunca Foi Contada”, começando na página 11). Esses são outros exemplos da mistura da verdade com o engano por parte de Satanás, que faz o errado parecer certo.

Você já averiguou isso? Há uma poderosa declaração em Isaías 8:20 que diz: “À lei e ao testemunho! Se eles não falarem segundo esta palavra, é porque não há luz neles” (ACF).

Seguir as tradições humanas ou obedecer a Deus?
Sem dúvida, Satanás realmente vai à igreja. Espero que você comece a enxergar como a religião foi enganada pelo diabo e que a verdadeira adoração deve ser baseada somente nas instruções de Deus.

Será que você também foi iludido? Não deixe a influência de Satanás fazer com que você ignore a verdadeira fé bíblica. Esteja atento aos sinais de alerta. Pergunte-se: Será que eu e minha igreja confiamos realmente em toda a Bíblia? Jesus Cristo disse que devemos viver “de toda palavra” de Deus (Mateus 4:4; Lucas 4:4).

A sua igreja enfatiza a obediência a Deus, seguindo a vontade e o caminho dEle? O apóstolo João escreveu: “E nisto sabemos que o conhecemos: se guardarmos os Seus mandamentos. Aquele que diz: Eu conheço-O e não guarda os Seus mandamentos é mentiroso, e nele não está a verdade” (1 João 2:3-4).

A sua igreja ensina sobre o pecado e a necessidade de arrependimento como um requisito para uma mudança de vida? A sua igreja segue a prática bíblica do batismo e da imposição de mãos para o recebimento do Espírito de Deus? Releia as Escrituras acima que falam exatamente sobre isso, pois elas são claras.

Agora é a hora de saber quem está determinado a atender as instruções de Deus. Satanás adora imitar, apresentando suas ideias como verdade, mas sempre com o intuito maligno de desafiar a Deus.

Procure fazer parte do povo de Deus, que Apocalipse 12:17 define como aqueles “que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus Cristo”.

Oramos para que você busque, como Jesus disse em João 4:23, adorar “o Pai em espírito e em verdade”!

Saiba mais
Acredite ou não, você tem um inimigo — um inimigo perigoso que quer enganar e destruir você! Você precisa entender como ele pensa e age e quais são seus métodos. Peça ou baixe nosso guia de estudo bíblico “Existe Realmente um Diabo?”. Um exemplar gratuito está esperando por você!

O diabo é muito mais astuto e pode estar muito mais próximo do que você pensa. A Bíblia revela que ele engana o mundo inteiro — o que signif**a que ele tem enganado até as igrejas e as autoridades religiosas. Como isso é possível? Será que você também pode estar enganado?

Nesta época do ano é bastante comum ver programas e filmes sobre o Natal. Um anúncio na TV sobre o programa “Christmas U...
12/01/2023

Nesta época do ano é bastante comum ver programas e filmes sobre o Natal. Um anúncio na TV sobre o programa “Christmas Unwrapped: The History of Christmas” (O Natal Desdobrado: A História do Natal, em tradução livre), dizia o seguinte:

"Pessoas de todo o mundo celebram o nascimento de Cristo em 25 de dezembro. Mas por que a natividade do Salvador é marcada pela troca de presentes. Será que Ele realmente nasceu nesse dia? E de onde vem a árvore de Natal?”.

"Vamos fazer uma viagem fascinante através da história desse feriado religioso mais favorito do mundo para aprender as origens de algumas das tradições mais duradouras do mundo ocidental. Descubra como o Natal se originou de festas pagãs, como a Saturnália romana, que celebrava o solstício de inverno”.

Esse programa aborda o fato de que o Papai Noel não existe e que o Natal e seus enfeites advêm das festas pagãs romanas, como corroboram muitas outras fontes.

Haveria mais coisas nessas antigas tradições e costumes além das que sabemos? E, o mais importante, será que faz alguma diferença se continuarmos a observá-las?

A celebração ao deus sol
Pode parecer estranho que qualquer celebração religiosa com o nome de Cristo possa ser anterior ao cristianismo. Contudo, esse feriado religioso que conhecemos como Natal data de muito antes de Jesus Cristo. Elementos dessa celebração podem ser atribuídos ao antigo Egito, à Babilônia e à Roma. Esse fato certamente questiona o ponto de vista daqueles que, ao longo dos milênios, insistiram em perpetuar sua observância em todo o mundo cristão.

Os membros da Igreja primitiva f**ariam surpresos por esses costumes e práticas, associados ao Natal, terem sido incorporado à celebração do nascimento de Cristo. Entretanto, somente depois de vários séculos é que o nome de Cristo foi vinculado a esse popular feriado romano.

Como explica Alexander Hislop em seu livro As Duas Babilônias: “Os escritores mais instruídos e mais sinceros admitem que o dia do nascimento do nosso Senhor não pode ser determinado, e que dentro da Igreja cristã existem festivais, como o Natal, que nunca se ouviu falar até o terceiro século, e que somente no fim do século IV é que isso começa a ser muito observado” (1959, pp. 49-50).

A respeito do dia 25 de dezembro ter sido associado ao nascimento de Cristo, praticamente qualquer livro sobre a história do Natal explicará que esse dia era celebrado no Império Romano como o aniversário do deus sol. Por exemplo, o livro 4000 Years of Christmas (Quatro Mil Anos de Natal, em tradução livre) diz o seguinte: “Esse dia era sagrado não só para os romanos pagãos, mas também para a religião da Pérsia, pois, naquele tempo, ela era uma das mais fortes concorrentes do cristianismo. Essa religião persa era o mitraísmo, cujos seguidores adoravam o sol e comemoravam seu retorno com toda potência nesse dia” (4000 Years of Christmas, edição 1997, p. 37).

O dia 25 de dezembro não era apenas celebrado como o dia do aniversário do sol, mas também como um antigo festival nas nações pagãs, que comemoravam a maior duração de luz solar no dia após o solstício de inverno, o dia mais curto do ano. O precursor do Natal foi de fato um festival de inverno idólatra caracterizado por abusos e libertinagem que, por muitos séculos, antecedeu o cristianismo.

A inclusão de práticas pré-cristãs
Esse antigo festival recebeu diferentes nomes em várias culturas. Em Roma, era chamado de Saturnália, em homenagem a Saturno, o deus romano da agricultura. E sua observância foi adotada pelos primeiros líderes da igreja romana e recebeu o nome de Cristo (“missa de Cristo” ou Natal) para permitir que os pagãos convertidos ao cristianismo continuassem com suas antigas práticas, o que ajudava a aumentar o número de adeptos nominais do cristianismo.

A ideia do clero católico do terceiro século era enfrentar o paganismo com um meio-termo — uma prática “clareada” segundo o amargo lamento do teólogo cartaginês Tertuliano.

Em 230 d.C., ele escreveu sobre a incoerência dos cristãos professos ao contrastar a fé deles com a fervorosa lealdade dos pagãos às suas próprias crenças: “Para nós que somos estranhos aos sábados, às luas novas e às festas outrora aceitáveis a Deus [referindo-se às festas bíblicas descritas em Levítico 23, que eles não reconheciam], agora frequentamos a Saturnália, as festas de janeiro, a Brumália e Matronália; os presentes são levados e trocados entre as pessoas, os presentes do dia de ano novo são feitos com estardalhaço... Oh, como são bem fiéis os pagãos à sua religião, que tomam muito cuidado para não adotarem nenhuma solenidade dos cristãos” (Hislop, p. 93, grifo nosso).

Como não estava conseguindo fazer muito progresso na conversão dos pagãos, os líderes religiosos da Igreja Romana começaram a se comprometer, disfarçando os costumes pagãos em ritos aparentemente cristãos. Porém, em vez de convertê-los às crenças da igreja, eles converteram grande parte dos costumes pagãos em suas próprias práticas religiosas.

Embora, a princípio, a Igreja Católica tenha censurado tal celebração, "esse festival estava muito arraigado na mente do povo para ser abolido, e a Igreja finalmente lhe concedeu o reconhecimento necessário, acreditando que se o Natal não poderia ser extinto, ele deveria ser celebrado em honra ao Deus cristão. Assim que obteve um fundamento cristão, esse festival foi estabelecido plenamente na Europa, com muitos dos seus elementos pagãos inalterados" (Enciclopédia do Sobrenatural, Richard Cavendish, p. 480, "Natal").

Celebrações que ignoram as Escrituras
Alguns resistiram a esse comprometimento espiritualmente venenoso. "Homens justos se esforçaram para conter essa maré, mas, apesar de todo o esforço, a apostasia seguiu adiante, até que a Igreja, com exceção de um pequeno grupo remanescente, se submergiu na superstição pagã. Não resta nenhuma dúvida de que o Natal era originalmente um festival pagão. A época do ano e as cerimônias com as quais ele ainda é comemorado provam sua origem” (Hislop, p. 93).


Tertuliano não estava sozinho em sua discordância dessas tendências. "Ainda em 245 d.C., Orígenes, em sua oitava homilia sobre Levítico, repudia e classif**a como pecaminosa a própria ideia de comemorar o aniversário de Cristo como se Ele fosse um faraó" (Enciclopédia Britânica, 11ª edição, vol. 6, p. 293, "Natal").

O Natal não se tornou um feriado romano até 534 d.C. (ibid.). E foram necessários trezentos anos para que o novo nome e os símbolos do Natal substituíssem os antigos nomes e signif**ados desse festival de inverno, uma celebração pagã que remontava a muitos séculos.

Não existe Papai Noel na Bíblia
Como a figura mítica do Papai Noel entrou em cena? Existem muitos livros que esclarecem as origens desse personagem popular.

O Papai Noel é uma das figuras lendárias mais emblemáticas do Natal. A sua origem está intimamente relacionada com a figura de São Nicolau de Mira, um bispo nascido na Turquia em 280 d.C. que ajudava as pessoas carentes. São Nicolau deixava moedas perto das chaminés dos menos favorecidos durante a noite. São Nicolau foi beatif**ado pela Igreja Católica por conta dos milagres que realizou. O Dia de São Nicolau é comemorado em 6 de dezembro, data de sua morte. Em virtude disso, muitas pessoas costumam montar as árvores de Natal nessa data. São Nicolau é o santo padroeiro da Rússia, da Grécia e da Noruega. Além disso, é considerado o padroeiro dos estudantes.

Em todo caso, podemos nos perguntar como um bispo da ensolarada costa mediterrânea da Turquia passou a ser associado a um homem de casaco vermelho que vive no polo norte e usa um trenó puxado por renas voadoras.

Após conhecer a antiga origem pré-cristã do Natal, não é nenhuma surpresa saber que o Papai Noel também não passa de uma figura reciclada de antigas crenças pagãs.

Os ornamentos associados a ele — vestuário, trenó e renas — revelam sua conexão com os climas frios do extremo norte. Algumas fontes o ligam aos antigos deuses do norte da Europa, Odin e Thor (4000 Years of Christmas, pp. 56-64). Outros o remontam ainda mais no tempo, até ao deus romano Saturno e ao deus grego Sileno (The Story of Santa Klaus [A História do Papai Noel, em tradução livre], William Walsh, pp. 70-71).

Jesus nasceu em dezembro?
A maioria dos estudiosos da Bíblia que tem escrito sobre o tema do nascimento de Jesus concluíram, baseando-se em evidências bíblicas, que é impossível Cristo ter nascido em qualquer data próxima a 25 de dezembro.

Mais uma vez voltamos ao livro de Alexander Hislop: "Não há uma palavra nas Escrituras sobre o dia exato do nascimento [de Jesus], ou sobre o ano em que Ele nasceu. O que está registrado lá implica que a período de Seu nascimento não poderia ter sido no dia 25 de dezembro. No tempo em que o anjo anunciou o Seu nascimento aos pastores de Belém, eles estavam alimentando seus rebanhos durante a noite no campo... O clima da Palestina... de dezembro a fevereiro, é muito frio, e não era costume dos pastores da Judéia f**arem com seus rebanhos no campo aberto muito além do fim de outubro" (Hislop, p. 91, grifo nosso).

Ele passa a explicar que as chuvas de outono, que começavam em setembro ou outubro, na Judeia signif**aria que os eventos que cercam o nascimento de Cristo, registrados nas Escrituras, poderiam ter ocorrido no mais tardar em meados de outubro, assim o nascimento de Jesus provavelmente tenha ocorrido no início do outono (Hislop, p. 92).

Outra evidência que apoia o nascimento de Jesus no outono é que os romanos eram inteligentes o bastante para não escolherem o auge do inverno para arrecadarem impostos e fazerem viagens. A família de José era de Belém, então ele teve que viajar com sua esposa Maria, que estava grávida, de Nazaré, na Galileia, até Belém, e essa viagem seria praticamente impossível de se fazer no inverno.

Que diferença isso faz?
Não existe absolutamente nada na Bíblia que apoie os mitos e as fábulas do Natal e o Papai Noel. Isso está ligado aos caminhos deste mundo e é totalmente contrário aos caminhos de Cristo e de Sua santa verdade. Deus nos diz: "Não aprendam as práticas das nações" (Jeremias 10:2, NVI).

Os cristãos professos deveriam examinar a procedência dos símbolos do Natal e parar de dizer a seus filhos que o Papai Noel e seus duendes, renas e os presentes natalinos têm algo a ver com Jesus Cristo. Pois isso, sem dúvida, não tem nada a ver com Ele! E Deus odeia a mentira (Provérbios 6:16-19; 12:22).

Cristo revela que Satanás, o diabo, é o pai da mentira (João 8:44). Os pais devem dizer aos filhos a verdade sobre Deus e as práticas religiosas ilógicas e confusas deste mundo. E se não fizermos isso, simplesmente vamos perpetuar a ideia de que é aceitável mentir para as crianças.


Deus ordena a Seu povo a não fazer como os líderes da igreja primitiva, que adotaram práticas idólatras e as rotularam de cristãs. Antes de os israelitas entrarem na Terra Prometida, Deus os advertiu severamente: "Guarda-te para que não te enlaces para as seguires [as nações daquela terra]... e que não perguntes acerca dos seus deuses, dizendo: De que modo serviam estas nações os seus deuses? Pois do mesmo modo também farei eu".


"Não farás assim para com o SENHOR Teu Deus; porque tudo o que é abominável ao SENHOR, e que Ele detesta, fizeram elas para com os seus deuses... Tudo o que Eu te ordeno, observarás; nada lhe acrescentarás nem diminuirás" (Deuteronômio 12:30-32, grifo nosso).

Muitos séculos depois, o apóstolo Paulo estabeleceu muitas congregações da igreja em várias cidades gentias. Paulo escreveu aos membros da Igreja de Deus em Corinto, uma cidade cheia de idolatria: "Não vos prendais a um jugo desigual com os incrédulos; pois que sociedade tem a justiça com a injustiça? ou que comunhão tem a luz com as trevas? Que harmonia há entre Cristo e Belial [ou maldade personif**ada, referindo-se aqui a Satanás]? ou que parte tem o crente com o incrédulo? E que consenso tem o santuário de Deus com ídolos? Pois nós somos santuário de Deus vivo...”.


"Pelo que, saí vós do meio deles e separai-vos, diz o Senhor; e não toqueis coisa imunda, e Eu vos receberei... Ora, amados, visto que temos tais promessas, purifiquemo-nos de toda a imundícia da carne e do espírito, aperfeiçoando a santidade no temor de Deus" (2 Coríntios 6:14-17; 7:1).

Ao invés de permitir que os membros da Igreja renomeassem e celebrassem os costumes associados a falsos deuses como algo cristão, Paulo os instruiu claramente que não podiam se envolver com essas práticas. E ele disse algo semelhante aos atenienses, que estavam imersos na idolatria: "Mas Deus, não levando em conta os tempos da ignorância, manda agora que todos os homens em todo lugar se arrependam" (Atos 17:30).


Apenas Deus tem o direito de decidir em quais dias devemos adorá-Lo. Jesus Cristo nos disse que "Deus é Espírito, e é necessário que os que O adoram O adorem em espírito e em verdade" (João 4:24). Então, não podemos honrar a Deus de verdade com falsas práticas adotadas na adoração de falsos deuses.


Jesus disse: "Este povo honra-Me com os lábios; o seu coração, porém, está longe de mim; mas em vão Me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens" (Marcos 7:6-7). Então, mesmo que os cristãos celebrem o Natal com boas intenções, isso não torna esse feriado religioso algo bom. Deus não apoia nem se agrada disso!

Você aprendeu como deve honrar ao Deus Todo-Poderoso e ao Seu Filho Jesus Cristo. Será que agora você vai honrar a Deus ou continuará seguindo as tradições errôneas da humanidade?

Saiba mais
Muitas pessoas f**am chocadas ao descobrirem as origens dos feriados religiosos mais populares. E também que os dias de festa ordenados por Deus na Bíblia são ignorados praticamente por todos. Você precisa ler nosso guia de estudo bíblico gratuito Feriados Religiosos ou Dias Santos: Será Que Importa Quais Dias Observamos?

A maioria das pessoas sabe que a Bíblia não ensina a celebrar o Natal. Mas será que isso importa já que o intuito é honrar a Deus e unir as famílias?

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