Assembleia de Deus Vila Real

Assembleia de Deus Vila Real Lugares de Culto com entrada livre. Vila Real. domingo 10.30 Escola dominical
domingo 18.00 horas. sexta-feira 20.30 horas, culto de oração. Peso da Régua
Av.

no primeiro domingo do mês, culto de comunhão ás 15.00 horas

quarta-feira 20,30 horas, culto estudo bíblico. João Franco. Sábado 20.30 horas no horário de verão.
20.00 horas no horário de inverno. Ferraria – Sedielos
Sábado. às 19:00 horas. Sanfins do Douro
Estrada Nacional
Domingo 10.00 horas. Justes
Trav. das Fontes
Dom. às 15.30 horas.

02/07/2024

PRIORIDADE
“Prioridade” foi o tema que que as nossas professoras escolheram para a nossa escola dominical no dia 30.06.2024

Este é na verdade um tema pertinente que merece ser considerado por todas as pessoas visto que daquilo que cada um elege como prioritário, depende a sua vida quer no imediato, a curto médio e longo prazo!

Num mundo onde o número de ofertas e influenciadores é cada vez maior e não se pode ‘ter tudo’, nem se pode ‘fazer tudo’ ao mesmo tempo, então, cada um precisa estabelecer prioridades para saber aquilo que deve adquirir primeiro e para decidir aquilo que deve fazer primeiro para viver o mais tranquilamente possível, os poucos anos que lhe estão atribuídos viver neste mundo.

As prioridades são diferentes de povo para povo; de cultura para cultura; de família para família; de individuo para individuo; de homem para mulher; de marido para esposa; etc.

Para nesta vida julgar aquilo que é prioritário funciona o “censo comum” a ética e a moral do individuo, por isso a sociedade lá vai andando ‘ao sabor do vento’ visto que cada um é o padrão de si mesmo!

Não é assim com os filhos de Deus!

Estes não são a medida de si mesmos, pois a Palavra de Deus é o padrão pelo qual eles aferem a forma pela qual devem estabelecer as suas prioridades!

As prioridades de Deus são aquelas que o homem deve eleger como boas ainda que por vezes lhe possam parecer egoístas ou mesmo loucas, nunca devemos esquecer que “…a loucura de Deus é mais sábia do que os homens” (I Co.1.25).

No primeiro livro de Reis no capítulo 17 vem narrada a história de uma viúva que aceitou como boa a prioridade que o profeta Elias lhe indicou, quando lhe pediu que fizesse para ele um pão com o último “punhado de farinha” e um resto de azeite, com o qual ela tencionava fazer um pão para si e para seu filho para depois morrerem, pois uma seca absoluta se tinha abatido sobre aquela região e agora estava ao alcance de poucos obter algum alimento.

Quando agora olhamos para a atitude do profeta, nos parece uma atitude de crueldade e egoísmo quando lhe diz: “faz primeiro para mim um pão”!

Não dá para entender, mas a verdade é que ela fez primeiro um bolo com a última farinha e o último azeite, e o serviu ao profeta, o qual ele comeu.

Depois de ter comido disse à viúva: vai e faz um pão para ti e para teu filho e comei.

Certamente ela pensou: só poder estar a brincar comigo, gastei a última farinha e azeite a fazer o bolo para ele, com que farinha e azeite vou fazer o pão para mim e para meu filho?!

Mas ele disse: vai porque há farinha na panela e tem azeite na botija.

Ela foi, e para espanto seu, tinha mesmo, não só para aquele dia, mas também os próximos três anos, para ela para seu filho e para o profeta se alimentarem enquanto a seca não terminou.

O facto de esta mulher, que certamente não era israelita, ter dado ouvidos à prioridade indicada pelo profeta, salvou a sua vida e a vida de seu filho, com o benefício de ter f**ado imortalizada na Palavra de Deus, quer no Antigo como no Novo Testamento, pois o próprio Jesus faz menção dela no Evangelho de Lucas.

Aos seus seguidores, o Senhor Jesus, indica-lhes aquilo que é prioritário para a sua vida, felizes aqueles que que elegem aquilo que o Senhor indica como prioritário para a sua vida, ainda que por vezes possa essa prioridade parecer cruel ou até egoísta como parecia a prioridade de Elias.

Quando o Senhor Jesus nos indica como prioridade: “buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas” (Mt.6.33), tal prioridade pode parecer loucura, como loucura podia parecer a prioridade que que Elias estabeleceu para a viúva, porem conhecemos o final.

É verdade que: “reino de Deus e sua justiça” são dois conceitos indeterminados que na Palavra de Deus podemos e devemos definir, mas não agora!

Numa outra ocasião, o Senhor, estabeleceu para os seus, outra prioridade quando disse:

“Quem ama o pai ou a mãe mais do que a mim não é digno de mim; e quem ama o filho ou a filha mais do que a mim não é digno de mim.” (Mateus 10:37)

Não parecerá uma prioridade egoísta e carregada de loucura que o Senhor Jesus está a impor, quando manda amar mais a Ele, aquele que o seguidor nunca viu nem tocou, reportando para segundo lugar a todos os outros que podem ser vistos e tocados, mesmo os mais próximos?!

Sabemos ser esta prioridade facultativa, podendo ser elegida pelo individuo como boa ou não, mas o Senhor diz que para ser digno Dele, a prioridade te de ser tida como boa.

Aqueles que temos elegido a prioridade como boa, podemos testemunhar o benefício.

Em primeiro lugar, não é egoísmo da parte do Senhor Jesus, quando Ele ordena ser o primeiro na lista do amor dos seus discípulos, pois trata-se de um DIREITO que o primeiro de todos os mandamentos lhe atribui: “E Jesus disse-lhe: “Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento.” (Marcos 12:30).

Em segundo lugar, todo aquele que elege como boa esta prioridade, f**a capacitado para amar todos aqueles que pode ver e tocar com muito mais intensidade, a começar por aqueles que lhe são mais próximos, passando por todos os outros até aos seus inimigos!

Por fim, àqueles que elegem como boa esta prioridade, não há necessidade de a palavra de Deus de ordenar: “o amor seja não fingido”!

Há na Palavra de Deus outra prioridade que anda muito mal considerada no meio daqueles que se dizem “discípulos de Jesus”!
Escrevendo aos Colossenses e a nós, diz o apóstolo: “PORTANTO, se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus.

Pensai nas coisas que são de cima, e não nas que são da terra;” (Col.3.1-2)

Segundo este texto, a prioridade são as coisas de cima, aquilo que o Senhor Jesus já havia dito: “…buscai primeiro o reino…”,
O ‘evangelho’ pós-moderno tem invertido esta prioridade pondo os seguidores a ‘correr’ atrás das coisas deste mundo convencendo os ouvintes que em Jesus podem ser “ricos” tendo tudo!

É verdade que em Cristo pode o homem ser rico neste mundo, mas não rico segundo o mundo, mas sim rico segundo Cristo.
Aquele que é rico segundo Cristo, não é aquele que tem tudo, mas sim aquele a quem coisa alguma faz falta!

Aqueles que querem viver como ricos inventam necessidades que na realidade não têm e por isso vivem aflitos porque “gastam o dinheiro naquilo que não é pão”!

Nessa ‘fúria’ de ter mais dinheiro para comprar aquilo que não faz falta, deixa de haver tempo para buscar “as coisas de cima” acabando por nem ter umas nem as outras.

Antes de comprar seja aquilo que for é dever de cada um analisar se isso lhe faz falta, ou se é somente pelo prazer de possuir, se lhe faz falta, vai obtê-lo com a bênção de Deus, doutra sorte não sei…
Porque Jesus ordena para primeiro buscar “as coisas de cima”?!

Porque as de cima são eternas, as debaixo, por muito agradáveis que sejam são temporárias, e foi para que o homem pudesse alcançar as coisas eternas, ou seja, as de cima, que Jesus morreu na cruz!

Valoriza verdadeiramente o sacrifício do Senhor Jesus todo aquele vive neste mundo em função das “coisas que são de cima”!

O apóstolo Paulo pergunta: “Aquele que nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós, como nos não dará também com ele todas as coisas? (Rm.8:32)

Quais coisas?! --“as de cima”
Que coisas são as de cima?

São elas: a fé; o perdão dos pecados; o Espírito Santo; a ressurreição dos mortos; a Vida Eterna; o galardão; a cidade celestial; o reinar com Cristo; e mais coisas que nós não sabemos.
Tudo isto sim deve o homem priorizar durante a sua vida aqui na terra e esforçar-se para o alcançar, pois são estas coisas que Jesus manda buscar primeiro.

Que o Senhor Deus abençoe a vida de todos nós e nos ajude a estabelecer as prioridades.

Vosso em Cristo: David Antunes.

02/07/2024
24/10/2023

Fazer Mais Firme A Eleição.

“Sabendo, amados irmãos, que a vossa eleição é de Deus;” (I Ts.1.4)

Considerando agora a ordem da Palavra de Deus quando esta ordena à igreja que faça “cada vez mais firme a sua “vocação e eleição”, deixo convosco aquilo que creio acerca da “eleição”.

Deixando de lado a posição calvinista assim como a arminiana acerca da “eleição”, fico-me por aquilo que posso entender acerca da mesma pela palavra de Deus.

Acredito que o Senhor Deus elegeu todos para a salvação e ninguém para a condenação, ainda que muitos não aceitem esta eleição e outros por não a fazerem “firme” depois de a aceitarem venham a abandoná-la.

Por isso que também o mesmo apóstolo nos diz: “Porquanto se, depois de terem escapado das corrupções do mundo, pelo conhecimento do Senhor e Salvador Jesus Cristo, forem outra vez envolvidos nelas e vencidos, tornou-se-lhes o último estado pior do que o primeiro.
Porque melhor lhes fora não conhecerem o caminho da justiça, do que, conhecendo-o, desviarem-se do santo mandamento que lhes fora dado;
Deste modo sobreveio-lhes o que por um verdadeiro provérbio se diz: O cão voltou ao seu próprio vômito, e a p***a lavada ao espojadouro de lama.” II Pd.2. 20-22)

Por isso, pior que rejeitar, é aceitar e abandonar!

Esta questão da “eleição” não pode ser menos importante que a da “vocação” visto que aparecem no texto da primeira carta de Pedro, no seguimento uma da outra.

Sabemos que o Senhor Deus elegeu primeiro um povo, [Israel] para ser o seu povo e por meio dele fazer notória a sua vontade e propósito, não somente para esse povo, mas ao mesmo tempo para toda a humanidade.

Ainda elegeu esse povo para por meio dele trazer a “Lei”; os profetas; nosso Senhor Jesus Cristo; o Evangelho; a salvação; etc.

A esse povo, o Senhor Deus fez promessas preservação; de sustento; de abundância; de uma nação; que no meio das nações seriam sempre “cabeça” e nunca “cauda”; e por ai vai, somente teriam de ter cuidado em guardar os termos da aliança.

Sabemos que o povo não esteve à altura da sua responsabilidade pelo que o Senhor Deus não pode tratar com eles como seria o seu desejo.
Houve inclusivamente ocasiões que parecia que Satanás conseguiu frustrar os planos divinos acerca de Israel!

É verdade que acerca do povo eleito, o Senhor Deus não fez com eles o que era o seu desejo, mas não havemos de esquecer que o motivo foi porque eles quiseram ser como as “outras nações” e não confiaram nem esperaram no Senhor como era suposto confiarem e esperarem!

Em lugar de serem exemplo moral e espiritual para as nações, foram uma e outra vez piores que esses povos à sua volta!

Pela forma como o Senhor Deus tem tratado com Israel ao longo da sua existência na sua rebelião, todas as gerações têm tido a possibilidade de constatar que a rebelião contra o Senhor Deus tem consequências!

Não tendo Israel permitido a Deus mostrar ao mundo o benefício da obediência e de servir a Deus, tem servido para mostrado os resultados da desobediência e da oposição ao Senhor, não tem através de Israel feito grande o seu Nome pela positiva como era desejo de Deus, tem-no feito grande pela negativa!

Depois destes vinte séculos passados, olhando para a forma como Israel tem sido tratado até ao presente momento, é impossível dizer que Deus não existe ou que resistir-lhe não tem consequências desagradáveis.

Mas mesmo assim, apesar de Israel se ter deixado corromper por Satanás, este, não conseguiu frustrar o projeto divino de trazer ao mundo por meio deste povo, a Palavra de Deus e o Salvador, nem tampouco fazer desaparecer Israel, como o povo eleito, como tem sido o seu propósito ao longo dos milénios e, isto para sua vergonha e glória de Deus!

Sabemos pela Palavra de Deus que o intento satânico de dar sumiço ao povo de Israel vai ser cada vez maior daqui para a frente, e aquilo que este povo já sofreu será uma amostra daquilo que ainda lhe está reservado sofrer, porem satanás não logrará o seu intento, pois o próprio Senhor Jesus se levantará e os livrará do extermínio, eles o reconhecerão como o seu Senhor e o Senhor lhes perdoará os seus pecados e os engrandecerá para sempre!

No devido tempo, o Senhor Deus, por meio de nosso Senhor Jesus Cristo, aquele a quem a Escritura chama de pedra principal da esquina, "eleita e preciosa," tem elegido outro povo do meio de todos os povos; tribos; raças e nações, não para substituição do primeiro, como a “teologia da substituição” apregoa por aí…, o primeiro povo, [Israel] foi eleito com um objetivo o segundo povo com outro objetivo.

Este povo eleito chama-se “IGREJA”!

Se o povo de Israel foi eleito para ser o povo de Deus, a Igreja foi eleita para ser a “Noiva” de nosso Senhor Jesus Cristo, para já e agora, no reino" presente, anunciar “as virtudes” do seu “Noivo”, para num futuro não muito distante vir a ser a sua “Esposa”, e ao lado do “esposo”, desempenhar no “reino” vindouro a tarefa que lhe está destinada, pois foi para esse fim que a Igreja foi “eleita”.

“Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz;” (I Pedro 2:9)

Como ao longo destes dois mil anos Satanás tem tentado fazer desaparecer Israel, não podemos esquecer que tem ao mesmo tempo tentado fazer desaparecer a igreja.

Primeiro tentou o seu extermínio, perseguindo e matando os discípulos, não logrou o seu intento, entretanto ao longo dos séculos, tem usado muitos outros meios para a corromper a noiva do Senhor, o último meio que está a ser usado pelo destruidor, e está a dar excelentes resultados, é a “dissolução”!

No entanto resta-nos uma consolação, o Senhor disse: “… edif**arei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela;”

Sempre na tentativa de frustrar os planos do Criador, satanás tem agido desde o início da criação e vai agir até que venha a ser laçado no lago de fogo e enxofre para si preparado.

Entretanto cuidado com ele.

No Jardim do Edem, Satanás seduziu Adão para este ser “como Deus”…!
Ao povo de Israel, Satanás, seduziu para ser como as “outras nações”…!
À igreja, o mesmo sedutor tem vindo a seduzi-la com a mesma sedução com a qual tentou seduzir a nosso Senhor Jesus Cristo: ofereceu-lhe o mundo…!
A mesma oferta tem vindo a ser feita à sua igreja, a qual tem vindo a ser aceite por grande parte desta deixando-se mundanizar ou diluir pelos homens dissolutos…

Deve a Igreja lembrar que a ordem da Palavra de Deus é: “Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele.” (I João 2:15)

Volto a lembrar que o problema da nação de Israel foi o desejo de ser como as outras nações… o problema da igreja está a ser o querer ser como o mundo ainda com o pretexto de querer ganhar este para Cristo.

Como povo “adquirido” e “eleito”, precisa a igreja lembrar que outro aspeto para o qual foi eleita é aquele que a palavra de Deus menciona: “Eleitos… para a obediência…”

Eleitos segundo a presciência de Deus Pai, em santif**ação do Espírito, para a obediência e aspersão do sangue de Jesus Cristo: Graça e paz vos sejam multiplicadas. I Pedro 1:2

Segundo este texto a igreja não foi somente eleita para a “obediência”, mas também para a “aspersão do sangue…” ou seja, “purif**ação” ou “santif**ação sem a qual ninguém verá o Senhor”!
Na anterior dispensação, o povo e as coisas foram espargidas com o sangue de animais por Moisés, [Ex.24.8] a igreja foi espargida por Jesus Cristo com o seu próprio sangue.

Nosso Senhor Jesus Cristo, foi muito claro, quando na última noite antes de ser crucif**ado, disse para os seus discípulos: “Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando.” (Jo.15.14)
João na sua primeira carta diz ainda: “Porque este é o amor de Deus: que guardemos os seus mandamentos; e os seus mandamentos não são pesados.” (I João 5:3)

É verdade que tanto “obediência” como “santif**ação” são conceitos indeterminados, porem, a restante Escritura com o auxílio da imprescindível ajuda do Espírito Santo, ajudará o interessado a desmitif**ar a questão da “obediência” e da "santif**ação" para realmente saber se está a obedecer a Deus ou se está a obedecer aos homens…!

A obediência que se pede e para qual o individuo é “eleito” é para a obediência a Deus.
Infelizmente, têm-se levantado muita gente em nome do Senhor a proibir coisas que Jesus nunca mandou proibir, como comidas e bebidas e guarda de dias e meses, e outros procedimentos que nada têm a ver com a santif**ação do crente.

O aspeto da “santif**ação” é sempre a consequência da “obediência”, pois aquele que for obediente, sem sombra de dúvida, há-de aprender a diferença entre aquilo que é “puro” e aquilo que é “impuro”; há-de aprender a distinguir entre aquilo que é certo e o que é errado segundo a Palavra de Deus, para executar o que é certo e fugir do errado; aprenderá ainda o que é mentira e o que é a verdade para andar nessa verdade e desta forma seguirá a santif**ação!

Por isso e muito mais a igreja não há-de apenas fazer firme a sua “vocação”, mas também a sua “eleição”

Para concluir esta parte, havemos de lembrar que o apóstolo Pedro ensina a igreja como “fazer mais firme a sua vocação e eleição” nos versículos anteriores que havemos também considerar um dia destes.

Até lá o Senhor Deus nos dê cada dia mais do seu favor.
David F. Antunes

17/10/2023

Vocacionados Para Adorar E Interceder

“Portanto, irmãos, procurai fazer cada vez mais firme a vossa vocação e eleição; porque, fazendo isto, nunca jamais tropeçareis. Porque assim vos será amplamente concedida a entrada no reino eterno de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.” (II Pd.1.10.11)

Nesta segunda carta, o apóstolo Pedro continua a manifestar preocupação com os seus leitores, para que estes aperfeiçoem a sua vivencia a fim de que lhes fosse “amplamente concedida a entrada no reino eterno de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo”.

Para tal não podiam “tropeçar” muito menos cair!

Todos os “reinos” que não o de Jesus Cristo, por longos que sejam, são temporários, Jesus Cristo oferece um “reino eterno”.

Tendo em conta aquilo que Pedro nos diz pela Palavra de Deus, para que a entrada nesse reino seja “amplamente concedida”, aqueles que desejarem entrar nesse reino precisam considerar algumas coisas.

Nos versículos em pauta o apóstolo faz menção do seguinte: “…fazer cada vez mais firme a vossa vocação e eleição…”!

Os homens não podem esquecer que no projeto da salvação há um trabalho divino e um trabalho humano, Deus nunca fará o trabalho do homem e nunca lhe pedirá que faça o seu, cada um fará o seu trabalho.

Tendo isso em conta, “fazer cada vez mais firme a vossa vocação e eleição” é trabalho dos homens, ainda que o Senhor Deus possa e queira ajudar.

Todos os homens nascem vocacionados para fazer alguma tarefa das mutas que são necessárias executar para que tenhamos uma vida harmoniosa nesta terra. Muitos até nascem vocacionados para não fazer nada ...

Seja que vocação for com a qual a pessoa nasça, essa pessoa tem de começar a faze-la cada vez mais firme, ou seja: a aperfeiçoa-la quanto mais cedo melhor!

Esta “vocação” da qual o apóstolo nos fala, homem algum nasce com ela, pois assim como homem algum nasce com a “Fé”, pois esta somente se alcança pela “justiça do nosso Deus e salvador Jesus Cristo”, de igual modo a “vocação” em pauta, só é dada aqueles que primeiro recebem a fé!

Depois que o homem recebe a fé, ele é também vocacionado para adorar exclusivamente a Deus e a fazer tudo o que deve ser feito, para glória do mesmo Deus.

Pois ainda que todo o homem nasça vocacionado para adorar, ele adora o que quer e como quer, e o que faz, não importa o quê, faz tudo para sua própria glória e prazer! Por isso precisa de uma nova vocação, que o Senhor Deus pode e quer dar a cada homem.

Gostaria ainda de mencionar outro aspeto da vocação apesar de haver muitos mais.
O aspeto que faço menção é o da “intercessão”.
A Palavra de Deus diz que o ‘povo da fé’, os discípulos de nosso Senhor Jesus Cristo, são: “Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, …” (I Pd.2:9)

O Senhor Jesus reitera essa declaração no livro do Apocalipse, quando diz que alem de nos amar e em seu sangue nos ter lavado dos nossos pecados, também “nos fez reis e sacerdotes para Deus e seu Pai” (Ap.1.5-6)

Ora nós sabemos que a missão do “sacerdote” é ensinar a Palavra de Deus, não apenas de forma teórica, mas também de forma prática e ao mesmo tempo interceder por si mesmo e pelos outros à sua volta, inclusivamente, segundo o ensino de Jesus, pelos seus inimigos!

Ora alem da adoração a vocação dos discípulos de Jesus é a “intercessão”.

Segundo o apóstolo Paulo é a tarefa inicial antes de ser feita qualquer outra, é a intercessão por todos os homens. I Tm.2.1

Esta tarefa para a qual Deus tem vocacionado a sua igreja é de tal importância que não a tem limitado a esta, mas juntamente com a igreja intercede o próprio Jesus e o Espírito Santo. Rm.8.26-34

Nesta sociedade polarizada os discípulos de Jesus têm ainda a par com tantas outras dificuldades a tarefa de não se deixar polarizar tomando o partido desta ou da outra fação!

Sabemos que os conflitos e as disputas não são de Deus, mas são do inferno.

Assim sendo a nossa intercessão diante de Deus não deve ser por "causas", mas sim por pessoas e a nossa intercessão é para salvação dessas mesmas pessoas sejam judeus sejam gentios!

Os dois últimos acontecimentos que mais têm polarizado o mundo ocidental têm sido a guerra na Ucrânia e agora a guerra em Israel.

Cada discípulo do Senhor Jesus pode até formar a sua própria opinião, porem deve saber que a opinião que ele formar há-de ser sempre na ignorância da esmagadora maioria dos factos que a comunicação social devidamente instruída não relata.

Por esse e por outros motivos a nossa oração deve ser em primeiro lugar pelos inocentes de uma e de outra parte que são instrumentalizados para cada uma das partes atingir os seus objetivos destruidores.

Os discípulos do Senhor Cristo, na qualidade de “sacerdotes”, sabem que “o mundo está no maligno”, por isso que, para poderem “fazer cada vez mais firme a sua vocação”, não podem fazer sua esta ou aquela causa, pois nós, nós os discípulos, não temos causas mundanas, mas sim temos povos para interceder por eles e para evangelizar.

Não nos deixemos instrumentalizar por Satanás para nos por contra pessoas, isso só será possível se mantivermos a neutralidade acerca das causas, sejam elas políticas ou religiosas mesmo até desportivas.

Termino perguntando: como podemos nós fazer mais firme a nossa “vocação”?
--Exercendo-a…
“E digo isto, para que ninguém vos engane com palavras persuasivas.” (Cl.2.4)

Perdão Divino e perdão humanoDepois de dois anos de confinamento impostos pelo COVID 19, foi possível neste ano de trégu...
12/07/2022

Perdão Divino e perdão humano

Depois de dois anos de confinamento impostos pelo COVID 19, foi possível neste ano de tréguas, que esperamos se prolonguem para sempre, no dia 10.07.2022, realizarmos o nosso passeio da Escola Dominical no aprazível lugar da Lagoa do Alvão— Vila Pouca, onde pela sua graça, o Senhor nos concedeu um dia abençoado. Louvado seja seu Nome!

Escolheram as nossas professoras um tema que sabemos ser uma doutrina fundamental do Evangelho e que por isso cada discípulo do Senhor Jesus não a pode perder de vista devido à sua importância no plano da Salvação.

“PERDÃO” foi pois o tema escolhido sobre o qual os nossos jovens, ensinados pelas suas professoras, fizeram diversas considerações cada uma melhor que outra.

Coube-me também a mim como pastor, deixar uma breve exposição acerca daquilo que entendo sobre este assunto, à luz do Texto Sagrado.

A questão do “perdão”, para que seja o melhor possível avaliada, pode e deve ser dividida em duas partes: “Perdão Divino” e “perdão humano”

Debruçamo-nos um pouco nesta manhã sobre a questão do “perdão humano”!

Contou-nos o Senhor Jesus uma parábola, chamada “a parábola do credor incompassivo” relatada em Mateus dezoito, nos versículos vinte e quatro a trinta e cinco.

Através deste ensino podemos entender a insignificância do perdão humano face à grandiosidade do perdão Divino.
Apesar da sua insignificância, em termos de volume, é imprescindível que o homem perdoe, para que o perdão divino que todos precisam seja alcançado.

Não há neste mundo quem não precise de perdoar e ser perdoado, talvez uns mais que outros, mas todos precisamos!

Por isso tenhamos sempre em conta que “perdoar” será sempre uma ação divina ainda seja executada por um Homem!

Por isso, “perdoar” é uma tarefa dificílima, se não a confundir-mos com “ignorar”… pois ignorar é fácil, perdoar não!

Uma outra questão a ter em linha de conta é: o “Perdão Divino” é condicional, o “perdão humano” é imposto por Deus aos discípulos de Jesus, sem qualquer tipo de condição…

Temos ouvido, às vezes ensinado dos púlpitos: “eu perdoo, mas se quiser: tem que cá vir…” heresia com todas as letras!
Jesus como homem-Deus foi um exemplo máximo de comportamento em todos os setores da vida e também na questão do perdão.

Enquanto esteve na terra, Ele andou ‘esbanjando’ perdão… e não ‘esbanjava’ perdão humano, mas sim “Perdão Divino” porque podia... e muitos o obtiveram mesmo sem ter do pedir, acreditem que esse tempo foi breve e depressa se acabou, porem a possibilidade de alcançar esse tão necessário Seu perdão a todo Homem, continua de pé para aqueles que d’Ele o buscarem… esta é pois hoje uma exigência Sua!

Exigência essa que não se aplica aos discípulos de Jesus, a estes é imposto, como acima foi dito, que perdoem mesmo que lhe não peçam perdão.

“Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós;
Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas.” Mt.6.14-15

“E, quando estiverdes orando, perdoai, se tendes alguma coisa contra alguém, para que vosso Pai, que está nos céus, vos perdoe as vossas ofensas. Marcos 11:25

“E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores;” Mateus 6:12

E o que é o “perdão”?!
Dizem alguns: “perdoar é esquecer”!
Os homens não têm essa capacidade, apenas o Senhor Deus a possuí, o homem só consegue esquecer as ofensas se sofrer de amnesia, as outras coisas boas, essas sim esquece, as más não!

Que fazer então?!

“Perdoar” é isso mesmo, é não ‘fazer pagar’… e deixar de desejar que o Senhor Deus o ‘faça pagar’.

Pois já se tem ouvido: “eu perdoo, mas o Senhor não dorme”!

Que género de “perdão é esse?!
Quando o homem perdoa de verdade, deseja também que o Senhor Deus perdoe de igual modo.

Quando um homem perdoa o seu semelhante, irmão na fé ou não, faz um favor maior a si mesmo que àquele a quem perdoa…

Primeiro, visto que o homem seja ele quem for, por muito santo que seja, todos os dias precisa do “Perdão Divino” e se ele não perdoar ao outro não obtém o seu perdão, por isso não lhe resta alternativa…

Segundo, se o homem perdoar, livra-se de ‘um peso’ que carrega sobre si e, que o acompanha desde o erguer até ao adormecer!

Quem não perdoa, acompanha-o por toda a vida um desejo de “vingança” que o Senhor Deus proíbe e, só se alegra na ‘desgraça’ do ofensor contrariando assim o ensino da Escritura que ordena: “alegrai-vos com os que se alegram e chorai com os que choram”.

É verdade que as ofensas, às vezes, podem ser de tal magnitude em que os relacionamentos são afetados de tal forma em que é de todo impossível voltarem a ser aquilo eram, porem, desejemos para os outros e para os seus, aquilo que desejamos para nós e para os nossos!

Assim é também no corpo físico, pode haver cicatrizes e até a perda de algum membro, mas não pode haver feridas expostas, a não ser por algum tempo e, ainda assim ligadas!

Bênçãos do Céu.
David F. Antunes

60º Aniversário de casamento.Foi com muita alegria que prestamos a nossa homenagem aos nossos irmãos Esteves e Alice, na...
20/01/2022

60º Aniversário de casamento.

Foi com muita alegria que prestamos a nossa homenagem aos nossos irmãos Esteves e Alice, na congregação de Sanfins do Douro no dia 16.01.2022, pelo facto de celebrarem 60 anos de casamento.

É verdade que o mérito não é todo deles pois quem proporciona anos de vida para o homem viver é o Senhor Deus, porem, têm o mérito de terem vivido esses anos que o Senhor lhes tem concedido sustentando o casamento que um dia celebraram diante do Senhor Deus no Céu e dos homens na terra.

Aproveitámos a oportunidade para trazer à nossa memória a relevância da família no seio da humanidade, quando esta é formada e cumpre os desígnios para os quais foi formada, segundo os princípios instituídos pelo seu Fundador que é o Senhor Deus.

Acreditamos ser a família a primeira instituição divina levantada na terra com propósitos específicos que devem ser observados por todos os que se prezam em chamar a o Senhor Deus de “Pai”.

A família que começa com um homem e uma mulher, unidos em casamento, tem por objetivo perpetuar a espécie humana, gerando filhos, que depois formarão outras famílias, seguindo o exemplo de seus pais…

A família, dirigida pelos progenitores, por aquilo que aprendemos nas Escrituras, têm ainda outras funções específ**as, como por exemplo: ser um regulador nas questões económicas; provedora de alimentação e outros bens; cuidar da educação de cada membro nos diferentes aspetos; dar proteção aos seus membros; …; e por último, um objetivo fundamental: proporcionar o imprescindível AFETO do qual o homem necessita até à hora da morte!

Está mais que provado que a família é a célula básica da sociedade, o pilar fundamental de qualquer nação… já Napoleão dizia: “dai-me famílias fortes e eu vos darei uma nação forte”!

A família, por ser a instituição divina mais antiga da humanidade, é também aquela mais ataques tem sofrido por parte de Satanás, o arqui-inimigo da criação divina e, sabemos que ele não vai desistir do seu intento de destruir essa mesma criação, pois essa é a sua única missão, que o Criador não lhe atribui-o, mas que ele mesmo assumiu por conta própria.

Por fim, sabemos, o que será destruído será o seu intento e ele mesmo!

A família será preservada pelo próprio Deus o seu fundador, continuando a desempenhar a sua tarefa até ao fim, mesmo com todas a afrontas que entretanto que venha a sofrer.

Muitas sucumbirão porém muitas outras prevalecerão.

Entretanto, será de eterno proveito, cada qual estar atento às astutas ciladas satânicas, para preservação da sua família.

Entre as diferentes formas usadas por Satanás para destruir a família estão: a infidelidade conjugal; o s**o fora do casamento, «que tem originado milhares senão milhões de gravidezes indesejadas, terminando muitas delas em cruéis abortos» ; a violência doméstica; o divórcio; e ultimamente, o casamento entre pessoas do mesmo s**o acompanhado de um malefício que está a ganhar contornos institucionais, a “ideologia de género”!

Quando o Senhor Deus fundou a família biológica, já tinha Ele projetado uma família espiritual que havia de ser levantada do meio das famílias biológicas, ainda que estes que haviam de compor esta família, não fossem membros de famílias segundo o ideal divino.

Visto que o individuo não intervém no modo como chegou a este mundo, ele seria acolhido e recebido nesta família como filho legítimo sem ter que carregar o fardo social de ser um filho bastardo!

O Senhor Deus veio a este mundo na pessoa de Jesus Cristo tendo escolhido para esse efeito uma mulher que O desse à luz depois de o gestar e um homem seu marido para que cuidasse d’Ele durante o parto e depois dele, recebendo-O na sua família onde Jesus lhes foi sujeito!

Este homem cujo o nome era José, alem de ser instrumentalizado pelo Senhor Deus para cuidar de seu Filho na meninice, foi ainda instrumentalizado para O introduzir na “Casa de Davi”!

Tudo leva a crer que José, marido de Maria, faleceu cedo, tendo por isso, Jesus, na qualidade de filho mais velho f**ado com a responsabilidade de “por o pão na mesa” para sua mãe e seus irmãos e irmãs mais novos, cumprindo-se assim a profecia de Isaías que O definiu como: “…homem de dores e experimentado nos trabalhos…”

Porem, chegado o tempo de iniciar seu ministério, o Senhor se levantou e foi a outro trabalho.

O Evangelho de Marcos dá-nos conta de um pormenor que os outros Evangelhos não mencionam!

“E foram para uma casa. E afluiu outra vez a multidão, de tal maneira que nem sequer podiam comer pão. E, quando os seus ouviram isto, saíram para o prender; porque diziam: Está fora de si.” (Mc.3.20-21)

A fama de Jesus começou correr e passou fronteiras e, por isso de todo o lugar ao redor veio gente para ser ajudada… tudo isto que acontecia era muito belo mas deixou a família de Jesus preocupada, pois ainda havia pouco tempo tinham sepultado João o Batista… pelo andar ‘da carruagem’ não tardaria estariam a sepultar Jesus, e não estavam enganados!

«Lembremos que Jesus e João eram da mesma família»

Porem, Jesus não se deixou demover mesmo diante do manifestado zelo protetor dos membros mais influentes da família, mesmo sabendo que estavam certos, pois Ele tinha pela frente a tarefa fundar outra família e então se cumpriria o prometido há milénios a Abraão e a seu neto Jacó: “…em ti serão benditas todas as famílias da terra…”

Como os membros mais influentes da família não conseguiram demover Jesus do seu intento, quem se seguiu para demovê-lo foi sua mãe acompanhada de seus outros filhos, leiamos:

“E a multidão estava assentada ao redor dele, e disseram-lhe: Eis que tua mãe e teus irmãos te procuram, e estão lá fora.
E ele lhes respondeu, dizendo: Quem é minha mãe e meus irmãos?
E, olhando em redor para os que estavam assentados junto dele, disse: Eis aqui minha mãe e meus irmãos.
Porquanto, qualquer que fizer a vontade de Deus, esse é meu irmão, e minha irmã, e minha mãe. (Mc.3.32-35)

Maria, juntamente com seus outros filhos estavam ali para lhe dizer o que Ele não precisou de ouvir para responder aquilo que todos tinham necessidade de ouvir.

Maria estava ali para lembrar Jesus das suas responsabilidades familiares das quais não devia imiscuir-se, Ele tinha uma família para cuidar e proteger, portanto devia voltar para casa, para longe dos seus inimigos que já eram evidentes.

Jesus aproveitou a ocasião para elucidar a todos do seguinte: Ele estava a dar início a um processo que originaria uma nova família na terra, família essa que incluiria Maria e seus filhos e todos quantos desejassem fazer “a vontade de Deus”.

Com essa família que ainda havia de se formar, o Senhor Jesus se compromete ali publicamente a cuidar dela como quem cuida da mãe, do irmão, da irmã!

Louvado seja Deus porquanto nosso Senhor Jesus Cristo tem manifesto o seu cuidado com esta santa família, composta de pessoas de todas as condições sociais, independentemente da forma como o individuo chegou a este mundo, logo que se submeta à vontade Deus, recebe o estatuto de "filho de Deus” e Jesus passa a cuidar dele neste mundo e na era vindoura!

Por isso e muito mais o apóstolo Paulo podia dizer anos mais tarde:
“Assim que já não sois estrangeiros, nem forasteiros, mas concidadãos dos santos, e da família de Deus;” (Efésios 2:19)

Seja pois esta família que Jesus fundou o oposto da família fundada por Adão, na qual o irmão mais velho mata o mais novo…

Que nesta “família de Deus” os irmãos se protejam e ajudem uns aos outros não apenas com palavras mas também com exemplos, a viverem vidas santas na divina orientação do Pai do Ceu!

Desta forma não serão os irmãos imitadores dos crentes da Galácia, aos quais dizia o apóstolo Paulo:

“Se vós, porém, vos mordeis e devorais uns aos outros, vede não vos consumais também uns aos outros.” (Gálatas 5:15)

Antes pelo contrário, sigamos o conselho da Palavra de Deus:

“Para que vos não façais negligentes, mas sejais imitadores dos que pela fé e paciência herdam as promessas.” (Hebreus 6:12)

Bênçãos de Deus para todas as famílias neste ano de 2022 que se prevê mais difícil que os últimos que têm passado.

Preservemos a família biológica e a família de Deus
Pr.: David Antunes

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