Secretariado Diocesano para os Bens Culturais - Viana do Castelo

Secretariado Diocesano para os Bens Culturais - Viana do Castelo O Secretariado Diocesano dos Bens Culturais, com os seus diversos serviços, integra a estrutura orgânica da pastoral diocesana de Viana do Castelo.

O Serviço Diocesano para a Arte Sacra e Bens Culturais visitou, no passado dia 27 de Julho, a igreja de Nossa Senhora da...
30/07/2026

O Serviço Diocesano para a Arte Sacra e Bens Culturais visitou, no passado dia 27 de Julho, a igreja de Nossa Senhora das Neves e a igreja paroquial de Nossa Senhora da Expectação de Mujães, no arciprestado de Viana do Castelo.
* No exercício das faculdades que lhe foram conferidas por provisão de 3 de Novembro de 2024, cumpre ao Serviço Diocesano para a Arte Sacra e Bens Culturais examinar e emitir parecer sobre as propostas de ação e intervenção no património cultural diocesano que os representantes legais das entidades sujeitas à jurisdição do Ordinário diocesano submetem ao juízo do próprio Ordinário, a fim de obter as autorizações exigidas pelas normas canónicas e de garantir a observância dos princípios da liturgia e da arte sacra (CDC, c. 1216)

O Serviço Diocesano para a Arte Sacra e Bens Culturais visitou, no passado dia 9 de Julho, as igrejas paroquiais de Font...
20/07/2026

O Serviço Diocesano para a Arte Sacra e Bens Culturais visitou, no passado dia 9 de Julho, as igrejas paroquiais de Fontão e Cepões, em Ponte de Lima.
* No exercício das faculdades que lhe foram conferidas por provisão de 3 de Novembro de 2024, cumpre ao Serviço Diocesano para a Arte Sacra e Bens Culturais examinar e emitir parecer sobre as propostas de ação e intervenção no património cultural diocesano que os representantes legais das entidades sujeitas à jurisdição do Ordinário diocesano submetem ao juízo do próprio Ordinário, a fim de obter as autorizações exigidas pelas normas canónicas e de garantir a observância dos princípios da liturgia e da arte sacra (CDC, c. 1216).

Decorreram esta manhã, em Valença, as Jornadas Nacionais do Património Cultural da Igreja, promovidas pela Conferência E...
24/06/2026

Decorreram esta manhã, em Valença, as Jornadas Nacionais do Património Cultural da Igreja, promovidas pela Conferência Episcopal de Espanha e Diocese de Tui/Vigo, na qual participou o Secretariado Diocesano para os Bens Culturais da Diocese de Viana do Castelo.

O Serviço Diocesano para a Arte Sacra e Bens Culturais visitou, no passado dia 11 de Junho, as igrejas de Santo Amaro, e...
22/06/2026

O Serviço Diocesano para a Arte Sacra e Bens Culturais visitou, no passado dia 11 de Junho, as igrejas de Santo Amaro, em Estorãos, Ponte de Lima, de Padroso, nos Arcos de Valdevez, e de Insalde e de Nossa Senhora do Bom Sucesso, em Moselos, Paredes de Coura.
* No exercício das faculdades que lhe foram conferidas por provisão de 3 de Novembro de 2024, cumpre ao Serviço Diocesano para a Arte Sacra e Bens Culturais examinar e emitir parecer sobre as propostas de ação e intervenção no património cultural diocesano que os representantes legais das entidades sujeitas à jurisdição do Ordinário diocesano submetem ao juízo do próprio Ordinário, a fim de obter as autorizações exigidas pelas normas canónicas e de garantir a observância dos princípios da liturgia e da arte sacra (CDC, c. 1216).

As Jornadas Nacionais do Património Cultural da Igreja, promovidas pela Conferência Episcopal Espanhola, terão passagem ...
27/05/2026

As Jornadas Nacionais do Património Cultural da Igreja, promovidas pela Conferência Episcopal Espanhola, terão passagem pela cidade de Valença. A iniciativa decorrerá entre os dias 23 e 26 de junho, na Diocese de Tui-Vigo, sob o tema «Habitar la belleza: arte, territorio y transmisión de la fe».

Na manhã do dia 24 de junho, os participantes atravessarão a fronteira para se reunirem na Igreja Colegiada de Santo Estêvão, em Valença. O programa inclui, num primeiro momento, a conferência de D. Gustavo Ribeiro D’Angelo, diretor do Departamento de Pastoral do Turismo da Conferência Episcopal Espanhola, dedicada ao tema «O perfil do visitante», seguida de uma visita guiada à cidade e ao seu património histórico, orientada por Isilda Salvador, diretora do Núcleo Museológico de Valença do Minho, e Ramón Fernández Fernández, técnico do TUDE Museu da Catedral de Tui.

As restantes atividades das Jornadas decorrerão em vários locais da Diocese de Tui-Vigo, escolhida para acolher a 44.ª edição deste encontro, no contexto das comemorações do 8.º centenário da dedicação da sua catedral.

Em resposta ao convite endereçado pela comissão organizadora, o Secretariado Diocesano para os Bens Culturais da Diocese de Viana do Castelo marcará presença neste evento.

🕰️ Relíquias do TempoHoje na rubrica Relíquias do Tempo apresentamos a imagem de São Cristóvão da Capela de São Cristóvã...
21/05/2026

🕰️ Relíquias do Tempo
Hoje na rubrica Relíquias do Tempo apresentamos a imagem de São Cristóvão da Capela de São Cristóvão, Fontão, Ponte de Lima.
(Jornal Notícias de Viana, 26 de novembro de 2025)

🕰️ Relíquias do TempoHoje na rubrica Relíquias do Tempo apresentamos a imagem de Nossa Senhora do Pilar, da Capela do Es...
14/05/2026

🕰️ Relíquias do Tempo
Hoje na rubrica Relíquias do Tempo apresentamos a imagem de Nossa Senhora do Pilar, da Capela do Espírito Santo, de Moreira do Lima.
(Jornal Notícias de Viana, 29 de outubro de 2025)

11/05/2026

Carta de Princípios põe ordem nas intervenções de conservação e restauro dos bens culturais da Igreja

O Conselho Nacional dos Bens Culturais da Igreja, do qual faz parte o Secretariado Diocesano para os Bens Culturais da Diocese de Viana do Castelo, aprovou, no passado dia 18 de outubro de 2025, uma Carta de Princípios para a Conservação e Restauro dos Bens Culturais da Igreja.
O documento pretende uniformizar práticas na área de conservação e restauro e travar intervenções inadequadas no património religioso em todo o país, respondendo assim diretamente a um dos maiores problemas do património em Portugal: o amadorismo benevolente, mas destrutivo.
Entre as principais ações nefastas que desacreditam a Igreja, «enquanto proprietária, cuidadora e defensora do seu património artístico», estão «o individualismo, os gostos subjetivos, a ausência de diálogo e a dificuldade em aceitar o contributo de técnicos competentes».
Fatores como esses têm conduzido a intervenções realizadas por entidades não qualificadas e sem ética profissional, com consequências destrutivas para o património.
Para responder ao compromisso de preservar este legado para as gerações futuras, a Carta estabelece várias orientações a aplicar nas dioceses:

1. Vigilância

a) autorização obrigatória: a obrigatoriedade de autorização prévia da autoridade eclesiástica para qualquer intervenção, a qual deverá ser informada pelos pareceres emitidos pelos serviços diocesanos para os bens culturais;

b) articulação com outras entidades:

• interpelação dos organismos estatais (CCDR’s e autarquias), mecenas e outras entidades, para que, no âmbito de qualquer intervenção no património religioso, seja requerida a apresentação de autorização emitida pela autoridade eclesiástica;

• participação dos serviços diocesanos na elaboração de projetos a ser executados por outras entidades em património afeto ao culto (ou, pelo menos, deles tomem conhecimento prévio, promovendo-se a respetiva análise e discussão), sempre em articulação com os técnicos, os párocos e as comunidades locais;

• clarificação e consciencialização das comunidades e dos párocos relativamente ao património classificado, tendo em consideração que todas as intervenções de conservação e restauro carecem da autorização da tutela e devem obedecer ao que se encontra definido no Decreto-Lei n.º 90/2024, de 22 de novembro (que altera o regime do Decreto-Lei n.º 140/2009, de 15 de junho) e na Lei de Bases da Política e do Regime de Proteção e Valorização do Património Cultural n.º 107/2001, de 8 de setembro;

• recomendação para que os processos submetidos para aprovação da Administração do património cultural competente sejam instruídos e remetidos pelos serviços diocesanos;

c) responsabilização dos promotores de intervenções destrutivas através de mecanismos como deduções fiscais e outras.

2. Rigor

a) seleção especializada:

• integração nos serviços diocesanos de colaboradores especializados (conservador restaurador, arquiteto, engenheiro, historiador, arquivista, arqueólogo, artistas, entre outros);

• seleção exclusiva de empresas e conservadores restauradores cujo currículo comprove qualidade técnica e trabalhos realizados com competência científica e ética profissional;

b) estudo prévio: exigência de estudos e projetos fundamentados antes de qualquer intervenção;

c) acompanhamento contínuo das intervenções pelos serviços diocesanos (visita prévia ao local/avaliação da peça; análise das propostas, incluindo currículos da equipa técnica e orçamento e do respetivo parecer; discussão de situações e soluções a implementar sempre que se considere necessário; acompanhamento da intervenção; visita final após a conclusão dos trabalhos/ verificação final dos trabalhos);

d) priorização: planeamento de prioridades em função das necessidades antes da decisão de intervir no bem, recorrendo à visita prévia dos serviços diocesanos.

3. Gestão

a) plano de conservação: implementação de planos de conservação preventiva em cada igreja;

b) recursos ajustados: dotação de recursos financeiros ajustados para os serviços diocesanos, não só para permitir o acompanhamento das intervenções, mas também para recorrer, sempre que necessário, a pareceres especializados;

c) respeito pela identidade: incentivo ao diálogo entre todos os responsáveis por cada intervenção, no sentido de definir a melhor metodologia e o respeito pelo carácter simbólico e cultual do objeto, bem como pelo seu valor histórico, artístico, antiguidade, autenticidade e identidade.

4. Formação

a) educação de base: realização periódica de encontros de formação para zeladores, sacristães, floristas, mordomos, conselhos económicos e conselhos pastorais, entre outros;

b) formação do clero: formação de sacerdotes e diáconos na área da salvaguarda e valorização do património e reforço da formação dos seminaristas.

c) divulgação anual dos regulamentos diocesanos junto dos párocos e dos conselhos económicos e pastorais.

Com esta Carta de Princípios, subscrita pelo Secretariado Diocesano para os Bens Culturais, pretende-se reforçar um compromisso sério com a salvaguarda do património cultural, promovendo uma intervenção mais qualificada, responsável e consciente, ao serviço das comunidades e das gerações futuras.

🕰️ Relíquias do TempoHoje na rubrica Relíquias do Tempo apresentamos a imagem de São Bento, da Capela de São Gonçalo, em...
06/05/2026

🕰️ Relíquias do Tempo
Hoje na rubrica Relíquias do Tempo apresentamos a imagem de São Bento, da Capela de São Gonçalo, em Arcozelo, Ponte de Lima.
(Jornal Notícias de Viana, 30 de setembro de 2025)

O Serviço Diocesano para a Arte Sacra e Bens Culturais visitou, no passado dia 30 de abril, a igreja de Nossa Senhora da...
04/05/2026

O Serviço Diocesano para a Arte Sacra e Bens Culturais visitou, no passado dia 30 de abril, a igreja de Nossa Senhora das Necessidades, em Rio Frio, Arcos de Valdevez.

* No exercício das faculdades que lhe foram conferidas por provisão de 3 de Novembro de 2024, cumpre ao Serviço Diocesano para a Arte Sacra e Bens Culturais examinar e emitir parecer sobre as propostas de ação e intervenção no património cultural diocesano que os representantes legais das entidades sujeitas à jurisdição do Ordinário diocesano submetem ao juízo do próprio Ordinário, a fim de obter as autorizações exigidas pelas normas canónicas e de garantir a observância dos princípios da liturgia e da arte sacra (CDC, c. 1216).

Endereço

Convento De São Domingos, Rua Góis Pinto
Viana Do Castelo
4904-864

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