Paróquia N Sra Fátima

Paróquia N Sra Fátima https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=1305056659531878&id=100000826680969 Encorajar cada paroquiano, especialmente os jovens, para um compromisso activo.

INQUÉRITO PARA O SINODO

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RESPONDA POR FAVOR



A Igreja Paroquial da Senhora de Fátima tem uma visão…
Ser uma comunidade no Senhor Jesus Cristo que reconhece e aceita a diversidade na família Paroquial.

07/08/2026
2ª Reunião e retiro na ApúliaPor volta das 15h, do dia 7 de Outubro de 1978, à 2ª Reunião de Jovens que contou com a pre...
07/08/2026

2ª Reunião e retiro na Apúlia

Por volta das 15h, do dia 7 de Outubro de 1978, à 2ª Reunião de Jovens que contou com a presença de 53, percebendo-se bem o interesse e o amor em concretizar algo para o futuro da nossa Paróquia.
Depois de efectuada a leitura do que se passou na 1ª Reunião, o Sr. P. Artur comunicou que brevemente a “Sala-Convívio” entraria em funcionamento aos Sábados, à tarde, para vários esclarecimentos que teriam no máximo a duração de uma hora.
Falou-se e concretizou-se a ideia de criar Grupos de Jovens que se interessassem por visitar os pobres, os doentes e os ciganos, ao que pareceu merecer toda a atenção pois voluntariamente se ofereceram:
Visita aos Pobres: Maria José, Rosa Viana, Natália Viana, Aurora Sousa, Margarida Silva, Belita, João Durães, Maria Luísa, Isabel Laranjo, Juca Costa, Rosa Maria Barbosa, Júlia Maria, Maria Teresa, Lúcia Amabília, Teresa Lima, Paula Alexandra, Manuela Amorim, Paula Manuela, José Augusto, Teresa Fernandes, Conceição Silva.
Visita aos Doentes: Ana Araújo, Paula Valença, Basília dos Santos, Maria da Graça Cavaleiro, Ana Paula Santos, Ivone Viana, Ana Paula Pereira, Rosa Maria Barbosa, Isaura Maria Vaz, Florbela Amaral, Natália Viana, Margarida Fernandes, Juca, Belita.
Visita aos Ciganos: Maria José, Florbela Amaral, Margarida Fernandes, Rosa Viana, Natália Viana, João Durães.
Todos estes JOVENS mostraram tanta vontade em serem prestáveis que concerteza se vincularão a esta obra de caridade fraterna.
Todavia, ficou a intenção de contactar estes Grupos de JOVENS para uma reunião que servirá para esclarecer vários pontos sobre as visitas. Seguiu-se, então, um período de críticas e sugestões que destacamos:
1- Mais ordem e mais educação nas Reuniões principalmente por respeito pelo SENHOR que está presente, opinião de ROSA VIANA.
2- Este encontro foi uma vergonha, uma brincadeira que se traduziu numa atitude incorrecta e sem respeito algum, disse MARIA DA GRAÇA.
(QUE NOS SIRVAM ESTES DOIS PONTOS PARA REFLEXÃO E PARA EXEMPLO DAS PROXIMAS REUNIOES E SIRVAM PRINCIPALMENTE PARA CRIARMOS UM AMBIENTE DE PAZ).
3- Segundo a opinião de JOSÉ CALDAS, seria bom que se formasse um Grupo Musical de vários instrumentos.
4- Lançou-se a hipótese da formação duma Sede de Escuteiros que, segundo o dizer de ROSA MARIA BARBOSA, poderia situar-se na Rua da Bandeira numa casa abandonada, ao que o Sr. P. Artur ficou de tratar e contar a pessoa indicada.
5- Efectuar-se uma rifa ou várias rifas para a compra de discos e livros, respectivamente para as futuras Discoteca e Biblioteca, afirmou ISABEL LARANJO.
6- TERESA LIMA lançou o apelo para os que possuíssem jogos em casa os trouxessem para a nossa “Sala-Convívio”.
Falou-se depois de quem estaria interessado em fazer parte do Grupo Coral ao que resolveram dar o seu contributo os seguintes JOVENS:
-LUISA MARTINS, AURORA SOUSA, ANA PAULA PEREIRA, PAULA VALENÇA, ISABEL LARANJO.
Para a montagem da “Sala-Convívio” propuseram-se em ajudar: - ROSA MARIA BARBOSA, ISAURA VAZ, FERNANDO JORGE, FILOMENA SEIXAS, JOÃO DURÃES, ROSA VIANA, LUISA AMARAL, MARIA DA GRAÇA CAVALEIRO, TERESA LIMA e outros se poderão seguir se interessados em promover seriamente os seus serviços.
A Missa dos JOVENS, prevista para os domingos às 10:30h, ficou suspensa até se dar início à Catequese.
E foram estes os pontos mais em foco e por serem importantes, mostrando já por parte de todos determinados dons de iniciativa e uma forte vontade para vencer alguns obstáculos.
Ao terminar, o Sr. P. Artur pediu a todos os JOVENS que, de joelhos, oferecessem ao SENHOR os seus trabalhos pelo que uma oração breve todos rezaram. M. J. Rodrigues

1ª Reunião com jovens, depois do dia 2 de Setembro de 1978Aos vinte e três dias do mês de Setembro de mil novecentos e s...
07/08/2026

1ª Reunião com jovens, depois do dia 2 de Setembro de 1978

Aos vinte e três dias do mês de Setembro de mil novecentos e setenta e oito na Igreja de N. S. Fátima realizou-se uma reunião de Jovens. Na abertura, seriam dezasseis horas da tarde, o Sr. P. Artur Coutinho pediu que todos se apresentassem e que logo a seguir sugerissem ideias que levantassem a “obra jovem da Paróquia”.
Começou Rosa Maria (Romy) por sugerir a criação dum “Grupo Desportivo” e mesmo uma “Sala de Convívio” que no dizer de Ivone seria conveniente e ao que Maria da Graça Cavaleiro apostou em algo mais pois seriam necessários factores que estimulassem esse “Grupo” e esse “Convívio”. Pois, então, seguiram-se numerosas sugestões que muito contribuíram para o sucesso desta primeira reunião:
1- Projecção de filmes e slydes educativos ao que no final de serem vistos se apresentavam ideias em conversa.
2- Palestras sobre a droga, ab**to, abusos alcoólicos, etc...
3- Criação de uma Biblioteca e Sala de Leitura.
4- Estímulo à música...
5- Possibilidades em arranjar um recinto para jogos culturais (Grupo Desportivo) e recreativo (Campo de Jogos).
6- Prioridade em resolver determinados problemas que garantam a continuidade das reuniões.
7- Possibilidade de criar um outro Grupo de Jovens para o período de férias para que assegurassem as reuniões e mesmo para instruir as crianças da catequese.
8- “Comissão de Jovens” para formar opiniões e resolver os problemas apresentados pelas reuniões e cuja “Comissão”, no dizer da “Mizé”, servisse para promover a visita a doentes, velhinhos, pobres, presos...
9- Necessidade de comprar novos instrumentos...
De tudo isto, e no dizer do Sr. P. Artur, será absolutamente necessário uma formação para concretizar tais ideias e criar essa “Sala de Convívio” e cuja formação, a profissão de fé, sirva para discutir qualquer dos problemas.
O Sr. P. Artur frisou também estar já a tratar-se do “Centro Paroquial” e que o “Lar” ofereceu uma sala para futuras reuniões que poderão começar em avançar com algumas ideias como, por exemplo, o crescimento do “Grupo Coral”, obras de caridade (a tal visita aos doentes e velhinhos) e reuniões de grupo para resolver problemas concretos.
E a reunião terminou com a determinação de se iniciar uma “Missa de Jovens” todos os domingos às 10:30h da manhã, solicitando ao Senhor a ajuda necessária.

Uma jovem, técnica superior escrevia em 2010Uma casa de famíliaUm espaço físico para congregar múltiplas actividades pas...
07/08/2026

Uma jovem, técnica superior escrevia em 2010

Uma casa de família
Um espaço físico para congregar múltiplas actividades pastorais e apoios da Paróquia.
Ter casa própria parece ser um desejo partilhado por uma multidão de pessoas. Entre outras coisas, a casa é o palco onde podemos montar o cenário da vida feliz que sonhamos, que os nossos pais sonharam para nós; o sonho que a nossa sociedade nos prometeu.
A casa é o símbolo de maioridade, autonomia e legitimidade. Mais do que a continuidade do passado, a casa é o espaço do nosso futuro, da validade do nosso projecto de vida e da solidez de que necessitamos para o levar a cabo. A casa tem o peso de uma vida. Não da vida que já se viveu e cujo peso conhecemos, mas daquela que falta viver. A casa é um peso que não se limita ao dinheiro investido e os seus juros, é muito mais o peso dos seus sonhos. Para a maior parte dos jovens pôr de lado esse sonho é completamente irrazoável. Alguns adiam-no à espera de um tempo mais favorável, mas a maioria pensa não valer a pena esperar e, se pode, arrisca quase tudo para consegui-lo. Nesta viagem entram a família, os amigos, os conhecidos…todos parecem partilhar do mesmo sonho. Todos concordam que é legítimo e pertinente.
Era de tudo isto que estava a falar com uns amigos outro dia, quando demos por nós a olhar para a igreja nova, que finalmente parece ter ar de casa. Ao vê-la, assim, ainda em cimento e sem os ornamentos próprios de uma igreja, aquilo que vimos no escuro da noite foi uma casa. O lar de alguém que ainda não o habita. É claro que a forma e o tamanho não enganam e perturbam o devaneio; aquilo que estava à nossa frente era a casa de uma família enorme. Concretizar o sonho de uma casa assim era uma tarefa para muitas pessoas, de várias gerações e não apenas para uma pessoa ou um pequeno grupo. Noutra altura, com outras pessoas, podia ter-se gerado ali uma grande discussão: vale a pena construir mais uma igreja? A igreja que temos já não serve? E era preciso a nova ser tão grande? Sim, podíamos ter ido por aí. Mas talvez por sermos todos católicos, talvez por termos todos a mesma idade, talvez por termos sido todos educados aqui na paróquia, talvez porque já todos percebemos que não sabemos o rumo das coisas, que às vezes as pessoas parecem mudar todas de ideias ao mesmo tempo, e que o que hoje nos parece muito, no futuro pode parecer pouco …, por tanta coisa…mas principalmente porque no silêncio da noite, aquilo que víamos era apenas uma casa. A enorme casa, que com a pequena casa do Berço ao lado, parecia estar a preparar-se para ser o lar da grande família.
Os argumentos concretos da necessidade de construir um espaço físico para congregar actividades da nossa Paróquia já são por si mesmo conhecidos e permanecem. Ter um espaço nosso, adequado ao tempo e à dimensão da paróquia, capaz de servir às necessidades das gerações presentes e futuras, não é no caso de uma paróquia como a nossa, em que a função religiosa da igreja passa muito pela ajuda à comunidade, um luxo: é uma necessidade.
A validade de construir uma igreja nova, (espaço mais emblemático do novo Centro Paroquial) adequada ao nosso tempo e à nossa forma de vida pode parecer-se com a validade de um jovem aspirar a ter a sua própria casa. A realidade de ter um espaço próprio é um sonho partilhado quer por uma pessoa, quer por um grupo ou movimento desde o Escutismo à Catequese, movimentos e grupos activos pedras vivas da família paroquial como uma igreja nova. Em ambos os casos esse espaço é o símbolo e a garantia da sua independência e legitimidade, da sua possibilidade de subsistir, aplicar-se e reproduzir-se.
LJ abril der 2010

Algumas das referências à acta, depois da inauguração em 12 de dez. de 1982Centro Social    Acta nº 1 “No dia 9 de Julho...
07/08/2026

Algumas das referências à acta, depois da inauguração em 12 de dez. de 1982

Centro Social Acta nº 1

“No dia 9 de Julho de 1983, pelas 21 horas, reuniu a Comissão Instaladora do Centro Social Paroquial de Nossa Senhora de Fátima, na sacristia da Igreja constituída pelos seguintes elementos: Padre Artur Rodrigues Coutinho, presidente, e Dr. Mário Rodrigues Peixoto Magalhães, Abílio Orlando F. Borja Serafim, Henrique F. Marques Dias da Balinha, José de Sousa Carneiro Martins, vogais da referida Comissão.
Da agenda proposta pelo presidente constava o esclarecimento sobre as diligências desencadeadas junto do Centro Segurança Regional para comparticipação daquele órgão do Estado em ordem ao funcionamento do Centro de Convívio da Terceira Idade.
Tinha sido assinado o acordo depois de aturadas diligências entre o Centro Social e aquele organismo estatal, no dia anterior.
(…)
Também se falou da necessidade de que o salão fosse de facto polivalente, aliás como é vontade dos paroquianos desde a sua construção, e o presidente fez ver que não havia incompatibilidade com muitas actividades paroquiais a desenvolver no salão para além das horas de abertura do Centro de Convívio da Terceira Idade, das 14 horas às 19 horas em todos os dias, excepto ao Sábado e ao Domingo.
Assim como não haveria incompatibilidade com uma exposição de caixas de fósforos e isqueiros, mesmo com horário de abertura nos dias de semana da parte da tarde.
Esta explicação surgiu como resposta para quem pusesse em dúvida a realização de uma actividade do género.
No entanto, compete à Direcção verificar da incompatibilidade ou não de qualquer actividade paroquial a exercer no salão.
O presidente disse estar já o bar capaz de servir e que se esperava uma televisão a cores a qual se encontra encomendada.
(…)
Depois das intervenções de cada um dos elementos presentes que foram francamente positivas foi encerrada a sessão da qual lavrei a presente acta que depois de lida vai ser assinada.”
Pe Artur Rodrigues Coutinho
Mário Magalhães
Henrique Fernandes Marques da Balinha
Abílio Borja Serafim
José de Sousa Carneiro Martins

05/08/2026

Oferta de trabalho
Ajudante de cozinha

Endereço

Apartado 505/Rua Da Bandeira, 639
Viana Do Castelo
4900-561

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 19:00
Terça-feira 09:00 - 19:00
Quarta-feira 09:00 - 19:00
Quinta-feira 09:00 - 19:00
Sexta-feira 09:00 - 19:00
Sábado 09:00 - 19:00
Domingo 09:00 - 19:00

Telefone

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