Paróquia de Vialonga

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Quarta das 9:30 às 12:00
(Podendo combinar-se outro dia e hora)

É OBRIGATÓRIO:
1.

04/08/2026
03/08/2026

«QUEM PODERÁ SEPARAR-NOS DO AMOR DE CRISTO?»

XVIII domingo tempo comum (02-08-2026)

Depois de alguns domingos atrás a Palavra de Deus nos ter ajudado a meditar no Reino de Deus do qual ninguém está excluído, bastando acolhê-lo e viver os seus princípios, neste XVIII domingo, reflectimos sobre o milagre da multiplicação de pães (Mt 14, 13-21). Como em todos os milagres de Jesus, em primeiro lugar, também este milagre, revela-nos a divindade de Jesus, já que só um Deus pode alimentar tanta gente apenas com cinco pães e dois peixes. Deste modo, o milagre reforça a nossa fé na divindade de Jesus. O milagre, também nos testemunha a sensibilidade amorosa de Jesus para com as necessidades dos homens. Apercebendo-se da multidão faminta, em vez de a despedir como queriam os apóstolos, Jesus saciou-a multiplicando os cinco pães e os dois peixes. Bom exemplo de sensibilidade às necessidades dos outros. Sensibilidade que nos deve mover a ações concretas, tais como, a atenção aos outros, o tempo dispensado a quem deseja ser escutado, a oração pelos outros, a orientação ou um aconselho, o apoio material, psicológica ou espiritual, etc. Não há dúvidas de que esta sensibilidade é fruto do amor ao próximo. E a propósito do amor ao próximo, lembremo-nos sempre das palavras de Jesus: «…Tudo quanto fizestes aos meus irmãos foi a Mim que fizestes» (Mt 25, 35-45). Ou «Se alguém der mesmo que seja um copo de água fria a um destes pequeninos porque ele é meu discípulo, em verdade digo que nunca ficará sem a recompensa» (Mt 10, 42). O milagre da multiplicação de pães, também nos ensina outra coisa. Não obstante a fome que a multidão sentia, longe de abandonar Jesus em busca de alimentos, a multidão permaneceu junto de Jesus para O escutar. É como diz S. Paulo diz na 2ª leitura deste domingo: «Quem poderá separar-nos do amor de Cristo? A tribulação, a angústia, a perseguição, a fome, a nudez, o perigo ou a espada? Mas em tudo isto somos vencedores, graças Àquele que nos amou» (Rom 8, 35.37-39). Que em todos nós a fé em Deus se firme para sobreviver em todos os momentos da vida, momento bom ou menos bons.
Pe. João

26/07/2026

O REINO DE DEUS, A PEROLA QUE IMPORTA BUSCAR»

XVII domingo tempo comum (26-07-2026)

A mensagem da liturgia da Palavra dos últimos domingos, tem mostrado que do Reino de Deus ninguém está excluído. É prova, a parábola do semeador que lança a semente em todos os terrenos (Mt 13, 1-23), a parábola do joio que cresce com o trigo e a pequena semente de mostarda que se torna na maior planta da horta e abriga as aves (Mt 13, 24-43). No evangelho deste domingo, Jesus reforça a inclusão do Reino de Deus comparando-o a uma rede que apanha todo o tipo de peixe. Mas Jesus também sublinha quão é valioso o Reino de Deus ao compará-lo ao tesouro escondido e quem o encontrou foi vender o que possui para o comprar e ainda como a pérola preciosa encontrada por um comerciante que para a adquirir, vendeu tudo que tinha (cfr. Mt 13, 44-52). Na vida, também nós, perante os valores, como a vida, a saúde, a família, a habitação, o emprego, etc., envidamos esforços para os ter, e às vezes, isto implica sacrificar outros valores ou bens. Se é assim que procedemos para com os valores finitos e passeiros, por que não em relação ao Reino de Deus, valor eterno? Portanto, valorizemos o Reino de Deus e assumamos os meios que Cristo e a Igreja nos oferecem para o ganhar e renunciar ao que impede alcança-lo. De referir que, em alguns casos, a busca do Reino de Deus, pode implicar incompreensões, humilhações, perseguição ou mesmo morte, como o caso dos mártires que morreram pelo Reino de Deus. É isto que significa: «quem perder a sua vida por minha causa salvá-la-á. (Lc 9, 22). Investir no Reino de Deus também significa estar firme na fé em Deus em todos os momentos e circunstâncias da vida, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença. A propósito, diz S. Paulo: «nem morte nem vida, nem anjos nem demônios, nem o presente nem o futuro, nem quaisquer poderes, nem altura nem profundidade, nem qualquer outra coisa na criação será capaz de nos separar do amor de Deus» (Rom 8, 38-39). Investir no Reino de Deus, ainda requer a sabedoria para se distinguir o bem do mal e praticar o bem, como a pediu o rei Salomão a Deus que escutamos na 1º leitura de hoje (1 Reis 3, 5.7-12). Não seja caso de no fim da vida, sermos excluídos do Reino de Deus como o joio que é queimado ou como os peixes lançados fora por não prestarem.

Pe. João

12/07/2026

«A SEMENTE CAIU EM BOA TERRA E DEU MUITO FRUTO»

XV domingo tempo comum (12-07-2026)

Jesus quando pregava, e para que O entendesse, recorria várias vezes a realidades do campo que eram familiares ao povo. Se fosse hoje, talvez usasse a linguagem informática. Assim, para nos falar do efeito da Palavra de Deus na vida dos homens, no evangelho deste domingo, Jesus conta a história segundo a qual o semeador ao semear, algumas sementes caiem à beira do caminho que logo são comidas pelas aves; outras caiem em terreno pedregoso que apesar de germinarem secam porque a terra era pouco profunda; outras caiem entre espinhos que por as sufocarem não produzem. Outras caiem em boa terra produzindo umas, cem; outras, sessenta; outras, trinta por um (Mt 13, 1-23). O semeador é Deus e os que anunciam a Palavra de Deus. A semente é a própria Palavra de Deus. Os diferentes terrenos, sãos homens. Semear em terrenos que não produzem, pode indicar a ignorância do semeador em matéria da agricultura. Mas o objectivo da parábola, é revelar que Deus é bondoso e deseja é a salvação de todos homens, e por isso lança a semente do Reino a todo os homens. Por outro lado, Deus tem esperança nos homens. De facto, se na realidade agrícola só a boa terra pode produzir, no campo da fé, um ateu por exemplo, pode converter-se. Aliás, é bem provável que todos já tenhamos passado por todos os terrenos. Na parábola de Jesus, também merece reflexão, o facto de só a boa terra produzir. Isto quer dizer que não basta que se pregue a Palavra de Deus para que aconteça a salvação. É indispensável que a Palavra de Deus seja acolhida e vivida, tal como diz Jesus: «Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor, entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus» (Mt 7, 21). Não é que a Palavra de Deus, algumas vezes seja ineficaz. Ela produz sempre efeitos, como diz o profeta Isaías na 1ª leitura de hoje: «a chuva e a neve que descem do céu não voltam para lá sem terem regado a terra, sem a terem fecundado e feito produzir» (Is 55, 10-11). A questão é que quando a Palavra de Deus é acolhida e vivida produz a vida eterna e quando é rejeitada, produz a morte eterna. Quanto aos diferentes resultados que boa terra produz, isto significam a diversidade de santidade que a Palavra produz em cada um. O que Deus espera de todos, é que sejamos terrenos férteis. Mas para que isto aconteça, muitas vezes implica renúncias, incompreensões e até mesmo perseguições. E como diz São Paulo na 2ª leitura de hoje: «os sofrimentos do tempo presente não têm comparação com a glória que se há de manifestar em nós» (cfr. Rom 8, 18-23) e Jesus: «Porque aquele que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á, e quem perder a sua vida por amor de mim, achá-la-á» (Mt 16,25).
Pe. João

05/07/2026

«APRENDEI DE MIM QUE SOU MANSO E HUMILDE DE CORAÇÃO» (Mt 11, 29)

XIV domingo tempo comum (04-07-2026)

Na oração do Pai Nosso, pedimos a Deus que venha a nós o Seu Reino. Claro que não se trata do reino com configuração geográfica e com um rei tal como estamos habituados neste mundo, mas sim, um Reino que consiste na vivência do amor, na paz, na fraternidade, na comunhão, na mansidão, justiça e sem limites geográficos. Este Reino, é anunciado desde o antigo testamento, tal como nos narra a primeira leitura deste domingo em que o profeta Zacarias convida o povo israelita a exultar de alegria porque o Senhor Deus e seu Rei vem para estabelecer o reino de paz (Zc 9, 9-10). No novo testamento e durante a Sua vida pública, Jesus proclamou o Reino de Deus: «O Reino de Deus está no meio de vós» (Lc 11, 20). Deste modo, acreditar no Reino de Deus, é assumir e viver as características do Reino de Deus e testemunha-lo. Ou seja, quem acolhe o Reino de Deus, compromete-se a viver e
promover o amor, a paz, a justiça, a mansidão e a fraternidade. E a fraternidade que é estado dos santos no Céu, cultiva-se já a partir deste mundo. E é neste sentido que S. Paulo, na segunda leitura deste domingo nos interpela: «Vós não estais sob o domínio da carne, mas do Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós» (Rom 8, 9.11-13). Mas o Reino de Deus, só chega até nós se formos humildes e mansos como nos diz Jesus no evangelho: «Eu Te bendigo, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas verdades aos sábios e inteligentes e as revelaste aos pequeninos». Também neste evangelho, Jesus mostra-se como exemplo de humildade e mansidão: «aprendei de Mim que sou manso e humilde de coração» (Mt 11, 25-30). Aliás, a humildade e a mansidão, são virtudes sem as quais, é impossível nos chegar o Reino de Deus e alcançarmos a salvação. A humildade e a mansidão não são só indispensáveis no plano espiritual, como também na relação do dia a dia com os outros. A mansidão e a humildade evitam conflitos e protegem a fraternidade. Portanto, aprendamos de Jesus a humildade e a mansidão de coração.

Pe. João

28/06/2026

A PERSEVERANÇA NA FÉ E A PRÁTICA DE BOAS OBRAS PELA FÉ, SÃO RECOMPENSADAS POR DEUS

XIII domingo tempo comum (28-06-2026)

A liturgia da palavra do domingo passado, recordava-nos que pela fé, o crente pode sofrer perseguições, desprezos, incompreensões e em alguns casos morrer pela fé. Perante o risco de se abandonar a fé em Deus e se desistir do anúncio do Reino de Deus, Jesus exortava-nos: «Não temais os que matam o corpo, mas não podem matar a alma. Temei antes aquele que pode lançar na geena a alma e o corpo» (Mt 10, 28). Aos que permanecem firmes na fé apesar das perseguições, o Senhor diz: «quem perder a sua vida por minha causa, há de encontrá-la» (Mt 16, 25). Portanto, cabe a cada um, optar entre o permanecer na fé apesar dos momentos menos bons por que se pode passar por causa da fé e garantir a vida eterna ou cuidar da própria vida negando a fé e perder a vida eterna. E porque as perseguições por causa da fé, também podem vir de pessoas mais próximas, por exemplo os familiares, e para se evitar conflitos na família, muitos abandonam a fé, no evangelho deste domingo Jesus adverte: «Quem ama o pai ou a mãe mais do que a Mim, não é digno de Mim; e quem ama o filho ou a filha mais do que a Mim, não é digno de Mim» (Mt 10, 37). De certeza, que Jesus não nos pede desprezar a família, mas nos adverte para que o amor à família não comprometa o amor devido a Deus e como consequência a vida eterna. E aos perseverarem na fé até ao fim, o Senhor promete a vida eterna. Mas também são recompensados os que motivados pela fé, praticam boas obras como nos testemunha a 1ª leitura deste domingo em que se narra Deus que recompensa um casal com a maternidade por acolher Eliseu em sua casa (2 Rs 4, 8-11.14-16a). Ou diz Jesus no evangelho deste domingo: «se alguém der de beber, nem que seja um copo de água fresca, a um destes pequeninos, por ele ser meu discípulo, em verdade vos digo: Não perderá a sua recompensa» (Mt 10, 37-42). Portanto, se não praticarmos o bem por humanismo ao menos pela recompensa de Deus.

Pe. João

22/06/2026

“NÃO TEMEIS OS QUE SÓ MATAM O CORPO E NÃO SÃO CAPAZES DE LANÇAREM A ALMA NA GEENA”

XII domingo tempo comum 21-06-2026

Acreditar em Deus e viver segundo a fé, muitas vezes implica passar por perseguição, sofrimento ou mesmo morrer. O Antigo testamento e o cristianismo, registam inúmeros confessores e mártires. E as perseguições tanto podem advir de ateus e crentes de confissão fundamentalista, como daqueles que se sentem incomodados pela vida de perfeição dos justos. A perseguição pela fé em Deus, também pode vir de pessoas desconhecidas como de pessoas conhecidas incluindo os próprios familiares e amigos. A persistência da perseguição pode conduzir o crente à vacilação na fé por vergonha, temor ou por incómodo. Para nos alertar deste risco, a liturgia da Palavra deste XII domingo, dá-nos alguns testemunhos de perseverança na fé. É o caso da 1ª leitura que nos relata a confiança do profeta Jeremias em Deus e a sua perseverança na fé apesar da perseguição dos seus inimigos (Jer 20, 10-13). Na sua experiência, Jeremias torna-se exemplo de que nos momentos difíceis ou de perseguições devemos confiar mais em Deus em vez de revoltarmos contra Ele. Por outro lado, devemos ser perseverantes em vez de fraquejarmos. E o exemplo desta perseverança, meditamo-lo na 2ª leitura em que Jesus nos ensina perseverar até ao fim. Pela nossa salvação Jesus perseverou da perseguição dos sumos sacerdotes, até morrer por nós. Tendo passado pela perseguição e sabendo que os seus discípulos passariam por dificuldades por serem Seus discípulos, Jesus recomenda: “não temer quem só pode matar o corpo, mas que não é capaz de lançar a alma na geena”. Assim, as leituras deste XII domingo do tempo comum, firmam a nossa fé nos momentos de sofrimentos e perseguições já que levar a sério Cristo, pode implicar privações como diz Jesus: «Quem quer ser meu discípulo, tome a sua cruz todos os dias e siga-me».

Pe. João

14/06/2026

DEUS CONTA CONTIGO NO SEU REINO E SEARA
XI domingo tempo comum 14-06-2026
Deus deseja a salvação de todos, mas alguns, livremente, se excluem. A salvação que Deus deseja a todos, consiste na comunhão do homem com Ele, comunhão indispensável para a realização plena do homem. "Fizeste-nos, Senhor, para Ti, e o nosso coração anda inquieto enquanto não repousa em Ti” (Santo Agostinho). Cristo continua a convidar-nos à perfeição: “Sede perfeitos como é perfeito o vosso Pai do Céu” (Mt 5, 48). Por isso, quando os homens perderam a comunhão com Deus pelo pecado original, Deus não abandou os homens, mas iniciou a história de salvação através do povo hebreu como nos narra a 1ª leitura deste domingo: «vós sereis para Mim um reino de sacerdotes, uma nação santa» (Ex 19, 6). A preferência de Deus pelos homens, inicia-se na criação do homem. Este, é o único ser que Deus criou à Sua imagem e semelhança (Gn 1, 26). A preferência de Deus pelo homem, é reforçada pela incarnação de Cristo. Mas é sobretudo na Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo que se manifesta a expressão máxima do amor de Deus para com os homens como nos diz a 2ª leitura deste domingo: «Pela morte de Cristo, fomos reconciliados com Deus» (cfr Rom 5, 6-11). Diante deste amor infinito de Deus, é caso para citar o salmo: «quando contemplo os céus, obra das tuas mãos, a lua e as estrelas que Tu criaste: que é o homem para te lembrares dele, o filho do homem para com ele te preocupares? Quase fizeste dele um ser divino; de glória e de honra o coroaste» (Sl. 8, 4-6). Jesus veio ao mundo pela salvação dos homens como se lê no evangelho do domingo passado: «Eu não vim chamar os justos, mas os pecadores» (Mt 9, 13). Consciente da brevidade do Seu tempo no mundo e da necessidade de salvação de todos os homens, Jesus, chamou e enviou os discípulos a proclamarem o Reino de Deus (Mt 9, 36 – 10, 8). O Senhor continua a chamar e a enviar para sua seara, homens e mulheres para pregarem o Reino de Deus. Esta missão que é da Igreja, é também de cada baptizado como nos diz Jesus: “vós sois a luz do mundo e sal da terra” (Mt. 5, 14). Portanto, não esquecer que Deus conta consigo no Seu reino e seara. Com palavras e obras participe no testemunho de Cristo na família, na escola, no trabalho e na amizade.
Pe. João

07/06/2026

“PREFIRO MISERICÓRDIA MAIS DO QUE SACRIFÍCIOS”
(Os 6,6)

X domingo tempo comum 07-06-2025

O no Seu tempo, Jesus dirigia-Se severamente aos fariseus, grupo religioso judeu, porque eles focavam-se excessivamente nas regras externas e rituais negligenciando a justiça, a misericórdia e o amor ao próximo. Por isso, aos discípulos e às multidões, Jesus exortava: «Estai atentos e acautelai-vos do fermento dos fariseus e saduceus» (Mt 16, 6), «fazei e observai o que eles disserem, mas não imiteis as suas obras pois eles dizem e não fazem» (Mt 23, 3). Perante a excessiva preocupação dos fariseus com a pureza exterior em detrimento da pureza interior diz Jesus: «Não é aquilo que entra pela boca que tona o homem impuro, mas sim o que sai da boca (Mat 15, 11) porque «é do coração do homem que procedem as más intenções, os assassínios, os adultérios, as prostituições, os roubos, os falsos testemunhos, os roubos, as blasfémias. E é isto que torna o homem impuro» (Mt 15,19-20). Vale apena lembrar estas exortações de Jesus porque a liturgia da Palavra deste X domingo, foca-se na necessidade da conversão sincera e autêntica. A 1ª leitura deste domingo, mostra-nos que perante o culto meramente exterior do povo, o Senhor «quer amor e não sacrifícios, o conhecimento de Deus mais do que os holocaustos» (Os 6, 6). Esta exortação, faz-nos lembrar as palavras de Jesus: «Nem todo aquele que me diz: Senhor, Senhor, entrará no Reino dos céus, mas sim, aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus» (Mt 7, 21). O risco de viver a fé apenas exteriormente sem conversão interior, também está presente entre nós hoje. Por isso, estejamos atentos para que a nossa participação nas missas e/ou celebrações não sejam de rotina e externa e sim, verdadeira conversão interior. Para esta conversão verdadeira e interior veio Jesus ao mundo. Também hoje Ele nos diz: «Eu não vim para chamar os justos, mas os pecadores» (Mt 9, 13). E quem não se sentirá na necessidade da conversão? Para tal, tem importância a fé em Cristo. E neste domingo, a liturgia da palavra nos dá o exemplo de Abrão que teve a fé firme (Rom 4, 18-25) e a prontidão de Mateus em aceitar o convite de Jesus e seguí-l’O (Mt 9, 9-13).
Pe. João

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Vialonga
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