A Paróquia de Santo António de Vagos é uma comunidade católica portuguesa pertencente à Diocese de Aveiro, sendo uma das 11 paróquias do Arciprestado de Vagos. João Evangelista de Lima Vidal, arcebispo-bispo de Aveiro, a 29 de junho de 1956, sendo o primeiro pároco o P. O território da paróquia coincide com os limites da antiga freguesia de Santo António de Vagos (antes da reforma administrativa d
e 28 de janeiro de 2013), sendo atualmente parte da União de Freguesias de Vagos e Santo António, do concelho de Vagos e tem 9,64 km² de área, cerca de 2000 habitantes e uma densidade populacional de 181,8 hab/km², segundo o censos de 2011.Pertence à paróquia o Centro Social Paroquial de Santo António, uma Instituição Particular de Solidariedade Social de apoio à terceira idade, com as valências de lar e serviço de apoio domiciliário (http://www.cspsantonio.com/).A Paróquia de Santo António de Vagos publica semanalmente «A Folhinha de Santo António» que se destina a transmitir uma mensagem da liturgia de cada Domingo, divulgar e calendarizar as atividades paroquiais. Funciona ainda nas instalações do centro pastoral a Rádio Vagos FM (88.8). BRASÃO PAROQUIAL
Descrição Heráldica:
Escudo de formato ibérico: o campo de vermelho, com um livro aberto de ouro, tendo na página dextra a letra Alfa e, na sinistra, a letra Ómega, ambas de negro. O livro ladeado por dois ramos de açucenas naturais, de sua cor, com os pés em ponta e passados em aspa. O livro acompanhado, em baixo, por três bolotas de ouro, ligadas pelos pés. Sob o escudo uma cruz processional de ouro, maçanetada de nove bolotas do mesmo metal. Listel de prata e vermelho, com a legenda “Paróquia de Santo António de Vagos” em letras negras. Descrição simbólica:
O campo de vermelho e as três bolotas de ouro ligadas pelos pés assinalam a origem familiar dos Bulhões, berço do padroeiro e titular da paróquia que, batizado de Fernando, tomará em religião o nome de António. O livro aberto de ouro que apresenta a primeira e a última letras do alfabeto grego representa o Evangelho que orienta toda a vida cristã e é o centro da pregação que tanto caracterizou Santo António de Lisboa, doutor da Igreja. A Igreja exprime a consciência de se encontrar, em Jesus Cristo, com a Palavra definitiva de Deus; Ele é «o Primeiro e o Último» (Ap 1, 17). «Eu sou o Alfa e o Ómega - diz o Senhor Deus - aquele que é, que era e que há-de vir, o Todo-Poderoso». (Ap 1,8)
O livro é atributo antigo e mais usado na iconografia antoniana. Aparece geralmente na mão esquerda, ora aberto, ora fechado. O livro era usado habitualmente nas representações dos Apóstolos, dos Doutores e dos Bispos, como depositários da doutrina evangélica. Assim se quer sublinhar, em Santo António, a qualidade de apóstolo da Boa Nova e de “Arca do Testamento”. Patenteia o escritor, o sábio. Quem viveu o Evangelho como “regra e forma de vida” e o anunciou fielmente é natural que segure o livro no átrio das suas mãos. A açucena forma parte do escudo de armas, da identidade de Santo António, do seu estilo de vida. É símbolo de pureza, de esplendor da carne ao vivo. Na expressão de uma didática pastoral significa transparência, brancura, beleza e fragrância, como fruto da temperança e do rigor contra as tentações. Desde o século XV, com a célebre escultura de Donatello, no altar-mor da Basílica de Pádua, o atributo adquire vasto uso. A cruz processional de ouro, maçanetada de nove bolotas do mesmo metal retoma a heráldica tradicional da família dos "Bulhões", evocando outrossim a titularidade da nossa Paróquia que no listel de prata e vermelho é designada. As novas Armas são da autoria do heraldista Dr. Luís Camilo Alves em colaboração com o Pe. Nuno Duarte Queirós, pároco desde 2015.
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Horários:
Missas na igreja paroquial | Sábados - 17h00 | Domingos - 11h30 | Quartas - 19h00
Atendimento pastoral:
Quartas-feiras das 17h00 às 18h45
Padres ao serviço:
Pe Zé Carlos - 965 587 321
Pe Nicolau - 960 168 697