Paróquia de Torres Vedras

Paróquia de Torres Vedras Vida quotidiana das paróquias de São Pedro e São Tiago e de Santa Maria e São Miguel, da cidade

Correspondendo ao apelo do Santo Padre, unimo-nos em oração pela Paz, ao Sumo Pontífice, a todos os que com ele rezam na...
10/04/2026

Correspondendo ao apelo do Santo Padre, unimo-nos em oração pela Paz, ao Sumo Pontífice, a todos os que com ele rezam na Praça de São Pedro, em Roma e em toda a orbe. É dos bens mais preciosos que nos deixou Jesus e que o demónio mais combate pelos seus proxies.

Juntemo-nos amanhã, dia 11, às 17:00, na igreja da Graça, numa só voz universal católica a pedir a paz e que nos defenda do demónio da guerra.

Pe. Álvaro

Hoje na igreja da Graça
03/04/2026

Hoje na igreja da Graça

Representação Viva da Paixão de Cristo

Sexta‑feira Santa • 21:00
📍 Igreja da Graça

Um caminho de silêncio, fé e contemplação.
Vem percorrer connosco os passos de Jesus até à cruz.

30/03/2026

Caríssimos paroquianos de Torres

Nesta Páscoa Deus responde a duas questões fundamentais da existência humana: Qual o sentido da nossa vida (incluindo o sofrimento)? Qual o sentido da nossa morte?

Deus responde através da Sua santa Igreja, católica e apostólica; responde através do corpo vivo e continuado de Seu filho – a Igreja; responde pelo Espírito Santo, o amor pessoal, que renova a face da terra.

Na liturgia da Igreja celebramos o que vivemos, celebramos Cristo morto e Ressuscitado. Celebramos a Nossa Páscoa – O Senhor!
Desejamos-lhe a si, à sua família e a quantos quer bem uma frutuosa Páscoa de Jesus.

Teríamos muito gosto e necessidade da sua participação ativa no todo ou em parte, ou na motivação dos seus a participar, nas ações e celebrações deste Tríduo Pascal (consulte o horário)

Santas Festas Pascais,
O clero que serve esta paróquia:
Cón. Álvaro
Cón. Tito
Diác. Cruz
Diác. Rui

29/03/2026
𝐇𝐨𝐦𝐞𝐧𝐬, 𝐬𝐚̃𝐨 𝐩𝐫𝐞𝐜𝐢𝐬𝐨𝐬!Há 28 anos morreu D. António Ribeiro, Patriarca de Lisboa de 1971 a 1998, de uma doença que não er...
24/03/2026

𝐇𝐨𝐦𝐞𝐧𝐬, 𝐬𝐚̃𝐨 𝐩𝐫𝐞𝐜𝐢𝐬𝐨𝐬!

Há 28 anos morreu D. António Ribeiro, Patriarca de Lisboa de 1971 a 1998, de uma doença que não era mortal, porque só atingia a dimensão corporal da vida, onde se manifesta a gloria de Deus. A Vida que não morre recebera-a no batismo e cultivou-a ao longo dos setenta anos. Nas vésperas de entrar no profundo silencio da morte, atualizou esse dom nos sacramentos da Igreja: na confissão dos pecados, na unção dos doentes e na eucaristia.

Alimentou-a cuidadamente no pasto religioso a que foi conduzido e de que se tornou pastor. Tinha a consciência clara que “a glória de Deus é o homem vivo, e a vida do homem é a visão de Deus” (Sto. Ireneu). O homem Vivo é Cristo, e crer Nele é ter a Vida Eterna.

Implica corresponder: desenvolver os vários aspetos do ser homem, harmoniza-los no que de cada um depende segundo o projeto de Deus; implica perguntar o que quer o Criador de mim; implica cultivar a relação fiel com Deus e com os outros homens. Implicar servir, apagar-se para que brilhe Quem deve.

Na atual crise de identidade humana, porque só procurada no imediatismo em círculo fechado, fazem-nos falta homens que indiquem com a sua vida que a identidade vem Daquele à imagem de Quem fomos feitos;
Na crise inflacionista do palavreado, onde a palavra perde significado, força e duração, sob o império do politicamente correto, do agrado a clientelas;
Nesta crise de afetos, em que se procura reconhecimento, aplauso e satisfação empacotada;
Nesta explosão de violência, pessoal, coletiva, de povos e de poderes;
Na gritante crise de mestres, modelos, de líderes, políticos e religiosos;

Lembrar D. António faz-nos bem. Lembramos um Homem, um Cristão, um Padre. Os homens veem-se nestas horas, sem desculpas do difícil. Nas horas inovadoras do pós-concilio, perturbadoras do maio de 68 ou incertas de abril, tivemos um pastor, sem cedências à identidade humana; com domínio de si, valorizava a função e acreditava no eficaz serviço da Igreja, mais do que no agrado ou reconhecimento. Movia-o o que é reto, o que é verdadeiro, o que é justo encontrado no silêncio, e só isso justificava a palavra certa, no momento próprio.

Um cultor do silêncio. Neste silêncio, tão próprio deste tempo quaresmal, germina a Palavra escutada que se torna iluminadora e transformadora das realidades humanas. Saturam como enxurradas demolidoras as opiniões políticas, jornalísticas, comentaristas, eclesiásticas… faltam as palavras justas, poupadas… Faltam-nos Homens, precisam-se!

23/03/2026

𝐕 𝐃𝐨𝐦𝐢𝐧𝐠𝐨 𝐝𝐚 𝐐𝐮𝐚𝐫𝐞𝐬𝐦𝐚
Jo 11, 1-45

“𝐹𝑎𝑧𝑒𝑖 𝑖𝑠𝑡𝑜 𝑒𝑚 𝑚𝑒𝑚𝑜́𝑟𝑖𝑎 𝑑𝑒 𝑚𝑖𝑚”.

Dizemos todas as vezes que damos graças, impomos as mãos, fazendo, assim, a Igreja, o que Jesus mandou fazer. E acontece, naquele pão e vinho, a presença do ressuscitado no meio de nós. Aquela natureza humana adquirida no seio de Maria, transmutada em vitória sobre a morte, liberta de todas as limitações… acontece hoje.
Jesus assinalara o seu poder, para que se manifestasse a glória de Deus, com o devolver à vida Lázaro jazido no sepulcro.
Era outra a vida, apontada, definitiva e plena, a Sua e a dos que acreditassem n’Ele.

Qual a importância deste facto? O facto da ressurreição de Jesus, abre um modo novo de viver, uma esperança?
Que efeito tem na tua vida o artigo do Credo: “Espero a ressurreição dos mortos, e a vida do mundo que há de vir”?
Acreditas de modo eficaz e com as consequências no que disse Jesus a Marta: “Eu sou a Ressurreição e a vida. Quem acredita em Mim, ainda que tenha morrido, viverá”?
Que vida nos oferece Jesus? A ressurreição dos mortos, ajuda-te a ver a importância do teu corpo, que é habitado por Deus? Que dignidade.

Pe. Álvaro
Torres Vedras, 16-03-2026

13/03/2026

𝐈𝐕 𝐃𝐨𝐦𝐢𝐧𝐠𝐨 𝐝𝐚 𝐐𝐮𝐚𝐫𝐞𝐬𝐦𝐚
Jo 9,1-41

“𝑉𝑒𝑟 𝑠𝑜́ 𝑐𝑜𝑚 𝑜𝑠 𝑜𝑙ℎ𝑜𝑠 / 𝐸́ 𝑓𝑎́𝑐𝑖𝑙 𝑒 𝑣𝑎̃𝑜: / 𝑃𝑜𝑟 𝑑𝑒𝑛𝑡𝑟𝑜 𝑑𝑎𝑠 𝑐𝑜𝑖𝑠𝑎𝑠 / 𝐸́ 𝑞𝑢𝑒 𝑎𝑠 𝑐𝑜𝑖𝑠𝑎𝑠 𝑠𝑎̃𝑜.”
Carlos Queiroz

Para ver por dentro, dotou-nos o Criador de inteligência. A que lê no íntimo, uma leitura necessária, arriscada se absoluta, sempre incompleta.

O caminho de Damasco cegou a inteligência de Saulo: caiu por Terra… levantou-se com nova identidade, Paulo, uma outra visão (At 9, 4-6). Deixou de ver só com os olhos.

Hoje o cego de nascença curado por iniciativa de Jesus testemunha: “Esse homem, que se chama Jesus, fez um pouco de lodo, ungiu-me os olhos e disse-me: Vai lavar-te à piscina de Siloé. Eu fui, lavei-me e comecei a ver”. Discutiram os sábios, os zelosos do impossível, os securitários da tradição; bramaram, chamaram nomes, rotularam.

“Tu acreditas no filho do homem” perguntou-lhe Jesus quando o reencontrou: Quem é Ele para eu acreditar? “É quem está a falar contigo”.

Que sinais identificamos nesta narração do Evangelho?
Aonde nos levam esses sinais?
Cego de nascença? O que significa?
Que visão oferece Jesus? Podemos acolhê-la?
Que significa o lodo? A água onde se lavou?

Pe. Álvaro
Torres Vedras, 09-03-2026

𝟔ª 𝐏𝐞𝐫𝐞𝐠𝐫𝐢𝐧𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐚 𝐅𝐚́𝐭𝐢𝐦𝐚 𝐚 𝐏𝐞́Retomados a Torres Vedras no dia 8 de março, nós, peregrinos adultos, viemos transforma...
11/03/2026

𝟔ª 𝐏𝐞𝐫𝐞𝐠𝐫𝐢𝐧𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐚 𝐅𝐚́𝐭𝐢𝐦𝐚 𝐚 𝐏𝐞́
Retomados a Torres Vedras no dia 8 de março, nós, peregrinos adultos, viemos transformados, fortalecidos na fé, bem-amados e agradecidos.
“… sendo algo que não se consegue explicar, é magnífico, é caminhar lado a lado em união com o nosso irmão, partilhar sorrisos, lágrimas, AMOR, abrindo o coração ao Espírito Santo, caminhando com Alegria e Paz até ao Altar do Mundo...”
“… por ter sido um dos peregrinos, … produziu já em mim o fruto que, intensamente, fortaleceu a minha Fé…”
“… estes dias serviram para (re)encontrar Deus nos Outros ... com a ajuda do Espírito Santo e da nossa Mãe...”
“… em cada passo ofereço tudo o que sou!”
“… unidos num só corpo, em que é Jesus o tronco, fomos convidados a ser Igreja. Com as nossas raízes bem alimentadas, tocámos a alegria da Comunhão dos Santos...”
“… Foi uma experiência marcante. Mais do que o caminho físico, destaco a harmonia e a homogeneidade do nosso grupo, que permitiram viver cada momento de oração individual à partilha comunitária- numa sintonia única. Regresso em paz, renovado pela fé e pela alegria de ter partilhado esta jornada com pessoas que caminham na mesma direção.”
“Nesta peregrinação não recebi o que pedi, mas recebi muito mais do que precisava! Não foram só os novos encontros, as partilhas inesperadas, os mimos, os sorrisos... ou os terços recitados a Nossa Senhora... foi colo, foi redescoberta de mim mesma. Enquanto se caminha, Deus faz acontecer! E é confiando e entregando cada passo a Deus que a meta de Fátima rapidamente se torna símbolo da nossa verdadeira meta, que é a nossa vida até ao fim! Que agarremos o presente como quem agarra a sua cruz e O siga!”

Com estes lindos testemunhos, agradecemos ao Cónego Álvaro Bizarro pelo convite feito, para se realizar mais uma peregrinação de adultos da paróquia; ao Padre Rui Gregório que nos acompanhou, também como peregrino, tornando possíveis as missas diárias e as confissões feitas pelo caminho. Agradecemos a todos os que rezaram por nós. Agradecemos a quem fez e a quem nos levou as refeições, os que nos ofereceram as sobremesas, os que nos ofereceram o pão diário, a oferta das frutas, a junta de freguesia que nos emprestou uma carrinha, a oferta das velas, a disponibilidade para acolher peregrinos nos locais das dormidas, os organizadores tão diligentes e sempre “ao serviço”. Também rezámos pela nossa paróquia e pelos que querendo, não conseguiram vir.
Um ótimo caminho de Quaresma, com a alegria do “encontro com Deus”.

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09/03/2026

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Endereço

Avenida Da Liberdade, 3
Torres Vedras

Telefone

+351261092687

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