Assembleia de Deus Sines

Assembleia de Deus Sines Organização Religiosa

15/12/2024
04/12/2024

Próximo Domingo, és o nosso convidado!

08/09/2024
06/09/2024

Pastor António Portugal
AD Grândola
Palavra do Dia

Menos que o mínimo
“…sou indigno de todas as misericórdias e de toda a fidelidade que tens usado para com teu servo...” (Gênesis 32:10)

Diferentemente daqueles que têm pensamentos elevados sobre si mesmos, Jacó sabia que estava arruinado pelo pecado (Gênesis 32:10), e acreditava ser um homem indigno da graça da Deus. Ele tinha trapaceado seu irmão Esaú roubando-lhe sua primogenitura (cap.27) e seu irmão o odiou por causa disso. Anos depois, Jacó iria enfrentar Esaú novamente.

Jacó orou: “…sou indigno de todas as misericórdias…”, ele usou a palavra “todas” que sugere o menor dos objetos. “Livra-me…” (32:10,11).

Que estranho ver essas frases lado a lado: sou indigno de todas as misericórdias… Livra-me! Entretanto, Jacó podia orar por misericórdia porque sua esperança não estava em seu próprio mérito, mas na promessa divina de olhar com favor àqueles que se lançam aos Seus pés. Humildade e contrição são as chaves que abrem o coração de Deus. Alguém já disse que a melhor disposição para a oração é estar desprovido de tudo. É clamar das profundezas. Surge da alma que conhece sua mais profunda perversão.

Tais orações são oferecidas por aqueles que estão totalmente convictos de seu pecado e vergonha, mas, ao mesmo tempo, convencidos da graça de Deus dispensada aos pecadores que não a merecem. Deus ouve melhor aqueles que clamam: “…Ó Deus, sê propício a mim, pecador!” (Lucas 18:13).

Uma das características do grande Deus é perdoar grandes pecadores.

*Pão Diário
Tenha um bom fim-de-semana!
Em Cristo,
Pr. Portugal 🇵🇹

05/09/2024

Pastor António Portugal
AD Grândola
Palavra do Dia

A bênção de dar
”…Mais bem-aventurado é dar que receber.” (Atos 20:35)

Não fazia sentido para uma viúva dar suas últimas poucas moedas para uma instituição corrupta em Jerusalém, na qual os escribas que dependiam dessas doações “devora[vam] as casas das viúvas” (Marcos 12:40). Mas na oferta daquela mulher, Jesus viu uma demonstração prática da atitude correta em relação ao dinheiro (vv.41-44).

Gordon Cosby era pastor de uma igreja nos EUA. Ele conta a história de uma viúva cujo rendimento mal dava para alimentar e vestir seus seis filhos. No entanto, toda semana ela fielmente depositava uma pequena quantia no gasofilácio. Um diácono sugeriu que o pastor dissesse à mulher que usasse seu dinheiro em benefício de sua própria família.

Cosby aceitou esse conselho do diácono, para o próprio arrependimento. “Você está tentando tirar a última coisa que me dá dignidade e sentido”, disse a viúva. Ela tinha aprendido a essência de dar: pode ser mais benéfico para quem dá do que para quem recebe. Sim, aqueles em situação de pobreza precisam de ajuda financeira. Mas a necessidade de dar pode ser tão importante quanto a necessidade de receber.

O ato de dar nos lembra de que vivemos pela graça de Deus, como os pássaros e as flores. Essas criaturas não se preocupam com o futuro, nem nós deveríamos. Dar oferece-nos uma forma de expressar a nossa confiança de que Deus cuidará de nós, assim como Ele cuida de um pardal e de um lírio (Mateus 6:25-34).

Quando abrimos mão do dinheiro, frustramos o seu poder sobre nós.

*Pão Diário
Em Cristo,
Pr. Portugal 🇵🇹

04/09/2024

Pastor António Portugal
AD Grândola
Palavra do Dia

Derrube o muro
”…os consolou e lhes falou ao coração.” (Génesis 50:21)

Os anos que se seguiram à Segunda Guerra Mundial foram rotulados de Guerra Fria, durante os quais as nações trocavam ameaças e trapaceavam para obter poder. O Muro de Berlim, construído em agosto de 1961, permaneceu intacto por quase três décadas como um dos símbolos mais poderosos da animosidade latente. Mas em 9 de novembro de 1989 foi anunciado que os cidadãos poderiam cruzar livremente a fronteira entre Berlim Oriental e Ocidental. Todo o muro foi demolido no ano seguinte.

A conhecida história sobre José relatada no Antigo Testamento nos apresenta um filho preferido por seu pai e odiado pelos irmãos (Génesis 37–50). Entretanto, José recusou-se a construir um muro de ódio entre ele e seus irmãos que o venderam como escravo. Quando a fome os colocou face a face após muitos anos, José tratou seus irmãos com bondade, dizendo: “Vós, na verdade, intentastes o mal contra mim; porém Deus o tornou em bem […]. Assim, os consolou e lhes falou ao coração” (50:20,21), ajudando a restaurar o relacionamento entre eles.

Há quase 35 anos desta data, uma barreira opressiva feita por homens foi destruída, oferecendo a liberdade e reunindo as famílias e os amigos.

Se porventura construímos muros de raiva e separação entre nós e outros, o Senhor está pronto e Ele é capaz de nos ajudar a começar a destruí-los hoje.

A raiva levanta muros, o amor os derruba.

*Pão Diário
Em Cristo,
Pr. Portugal 🇵🇹

03/09/2024

Pastor António Portugal
AD Grândola
Palavra do Dia

Sempre aceito
”Veio para o que era seu, e os seus não o receberam.” (João 1:11)

O especialista em finanças, Warren Buffet, uma das pessoas mais ricas do mundo, não foi aceito pela Universidade de Harvard aos 19 anos. Depois de ter falhado na entrevista de admissão, ele relembra a “sensação de pavor” misturada à preocupação com a reação de seu pai em relação à notícia. Em retrospectiva, Buffet diz, “[Tudo] em minha vida que pensei ser um acontecimento esmagador, na ocasião resultou no melhor.”

A rejeição, embora indiscutivelmente dolorosa, não deve nos impedir de realizar o que Deus quer que façamos. Os cidadãos da cidade natal de Jesus negaram que Ele era o Messias (João1:11), e muitos dos Seus seguidores mais tarde o rejeitaram (6:66). Assim como a rejeição de Jesus foi parte do plano de Deus para o Seu Filho (Isaías 53:3), também o foi o ministério ininterrupto de Jesus. Suportando a rejeição terrena e sabendo que o Pai se afastaria dele no Calvário (Mateus 27:46), Jesus prosseguiu, curando doentes, expulsando demônios, e pregando as boas-novas às massas. Antes de sua crucificação Jesus disse, “[Pai terminei] a obra que me confiaste para fazer…” (João 17:4).

Se a rejeição tem se tornado um obstáculo para a obra que Deus lhe deu para fazer, não desista. Lembre-se de que Jesus compreende, e aqueles que vêm a Ele serão sempre aceitos por Jesus (6:37)

Ninguém o compreende como Jesus.

*Pão Diário
Em Cristo,
Pr. Portugal 🇵🇹

02/09/2024

Pastor António Portugal
AD Grândola
Palavra do Dia

A vontade de Deus
”…para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.” (Romanos 12:2)

Um jovem, ao defrontar-se com o futuro e, ainda incerto sobre o que o ano seguinte lhe reservava, concluiu: “Ninguém sabe qual é a vontade de Deus.” Ele está certo? A incerteza em relação ao futuro se traduz em não conhecer a vontade de Deus?

O conceito de conhecer a vontade de Deus geralmente está limitado ao discernimento sobre em qual situação específica nos encontraremos em algum momento no futuro. Embora seguir a orientação específica de Deus seja parte disso, outro aspecto tão vital quanto, é seguir em cada e em todos os dias os elementos claramente definidos da vontade de Deus.

Por exemplo, é vontade de Deus para nós, que sejamos bons cidadãos como desafio àqueles que se opõem a Cristo (1 Pedro 2:15), dar graças a Deus independentemente da situação (1 Tessalonicenses 5:18), ser santificados sexualmente, evitando imoralidade (1 Tessalonicenses 4:3), viver sob o controlo do Espírito Santo (Efésios 5:18), cantar para Ele (v.19) e submetermo-nos uns aos outros(v.21).

Ao nos sujeitarmos a Deus nestas e noutras áreas, estaremos predispostos a viver o que em Romanos 12:2 é mencionado como a “…agradável e perfeita vontade de Deus.” Viver com o sorriso da aprovação de Deus nos leva a um futuro guiado por Ele.

Ao buscarmos conhecer a vontade de Deus para o futuro, também devemos ser influenciados por aquilo que já sabemos ser a Sua vontade.

Ame e obedeça o Senhor diariamente, e Ele revelará o teu futuro.

*Pão Diário
Tenha uma ótima semana!
Em Cristo,
Pr. Portugal 🇵🇹

30/08/2024

Pastor António Portugal
AD Grândola
Palavra do Dia

Falhas do passado
”Eu, eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões por amor de mim e dos teus pecados não me lembro.” (Isaías 43:25)

Como deveríamos lidar com momentos de falta de fé, em que, aos olhos de nossos amigos e até da família, causamos dano ao reino ou desonramos a Deus em nossas ações?

Podemos aprender com o rei Davi após sua humilhação no escândalo com Bate-Seba. Mesmo sem poder evitar as consequências daquele pecado, Davi encontrou o caminho de volta ao relacionamento com Deus, o que tornou possível que ele continuasse a servi-lo. Nós também podemos encontrar nosso caminho de volta.

O modelo de Davi no livro de 2 Samuel 12 serve também para nós: precisamos declarar francamente nosso erro (v.13) e buscar o perdão de Deus. Em seguida, podemos pedir-lhe que outros sejam poupados das consequências de nossas ações (v.16). Finalmente, precisamos reconhecer que algumas vezes as consequências simplesmente não podem ser evitadas e precisam ser toleradas. Apesar de sempre lamentarmos tais consequências, não podemos permitir que nos consumam, a ponto de deixarmos de ser servos de Deus (vv.20-23).

Satanás não apenas se alegra no momento de nosso fracasso, mas também com a inatividade espiritual que algumas vezes nos enlaça em nosso remorso. Quando maculamos nosso testemunho, somos e deveríamos ser humilhados. Mas, como embaixadores de Cristo, não deveríamos multiplicar o dano nos recolhendo ao silêncio e escuridão. Podemos deixar nossas falhas para trás.

Deus perdoa os nossos pecados por completo para restaurar-nos à Sua presença e serviço.

*Pão Diário
Tenha um bom fim de semana!
Em Cristo,
Pr. Portugal 🇵🇹

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