Santuário do Santíssimo Milagre Santarém

Santuário do Santíssimo Milagre Santarém Santuário Eucarístico

10/06/2026

O Anjo de Portugal é, até hoje, o único Anjo da Guarda de um país com culto público oficializado e foi o único Anjo da Guarda de uma nação que apareceu aos homens."
Somos um País privilegiado que muitas vezes nos esquecemos desses privilégios neste cantinho abençoado por Deus e que sempre foi chamado de Terra De Santa Maria.
Vinde, Anjo de Portugal, livrar a Pátria e os portugueses de todo o mal. Amem

10/06/2026

⚜ O QUE ACONTECE COM AS CHAMAS DO PURGATÓRIO QUANDO A SANTA MISSA É CELEBRADA?
São Jerônimo revela uma verdade surpreendente que deveria mudar nossa relação com as missas oferecidas pelos mortos.
Tem imagem que São Jerônimo propõe, e uma vez vista, nunca sai da memória.
Imagine seus pais em perigo de se afogarem em um lago. Imagine simplesmente estender a mão para os salvar.
Quem hesitaria nesse momento?
Ninguém. O amor não nos permite ficar parados diante do sofrimento de quem amamos.
Mas aí vem a questão que o santo lança como uma flecha direto no coração de quem tem fé:
Como é possível que, à luz da fé, vejamos tantas pobres almas, talvez as dos nossos parentes mais próximos, queimando vivas num lago de fogo, e nos recusemos a suportar o pequeno inconveniente de ouvir devotamente uma missa para a sua libertação?
Esta pergunta não foi escrita ontem. Tem mais de quinzecentos anos.
E mesmo assim parece que foi feito para esta geração.
O que São Jerônimo ensinou sobre a Santa Missa e as Almas no Purgatório
São Jerônimo, um dos maiores Doutores da Igreja, viveu entre 347 e 420 d.C.
Ele foi um tradutor da Bíblia para o latim, produziu a famosa Vulgata, e passou décadas em profundo estudo das Escrituras e Tradição.
Sua autoridade em ensinar a fé tem sido reconhecida pela Igreja há séculos.
E foi esse mesmo São Jerônimo que gravou um ensinamento que todo cristão deveria conhecer de cor. Vamos ver as palavras dele na íntegra:
"Quando a missa é celebrada por uma alma no Purgatório, esse fogo ardente suspende a sua ação, e a alma deixa de sofrer durante todo o tempo que dura a celebração do Sacrifício. ”
(S. Hier., c. cm Mart. de celebr. Miss.)
Leia cuidadosamente.
O santo não está dizendo que a missa ajuda um pouco as almas.
Ele está dizendo que o fogo suspende sua ação.
Completamente. Durante toda a duração da Santa Missa.
É como se Deus, ao receber o sacrifício do Filho na celebração eucarística, concedesse àquela alma um intervalo de alívio total do sofrimento que a purifica.
E há também uma segunda revelação do mesmo Santo Doutor, igualmente surpreendente:
"Para cada missa que é dita, muitas almas saem do Purgatório e voam para o céu. ”
(São Jerônimo, trabalho citado)
Nem uma alma. Poucos. Muitas almas. Em cada celebração.
O que isso significa na prática para nós?
Vivemos numa época em que a morte foi empurrada para o lado. Não se fala muito, não se contempla, e quando alguém falece, a tendência é que o luto seja curta e a vida siga em frente rapidamente. Mas a fé católica sempre soube que a morte não é o fim da relação entre vivos e mortos.
Os nossos parentes que partiram não estão simplesmente "descansando em paz", como é vagamente dito hoje.
Eles estão, provavelmente, num processo de purificação.
E esse processo pode ser encurtado, aliviado, acelerado pelas nossas ações aqui na Terra.
A missa é o sufrágio mais poderoso que existe. É o próprio sacrifício de Cristo, oferecido novamente de forma sem sangue no altar.
Quando oferecemos uma missa por uma alma, não estamos simplesmente a rezar por ela: estamos a apresentar a Deus o único sacrifício que Ele não pode recusar.
À luz do que São Jerônimo ensinou, oferecer missas pelos nossos mortos não é um gesto sentimental. É um ato de misericórdia eficaz.
É, literalmente, estender a mão para salvar alguém que está se afogando, como na imagem que o próprio santo propõe.
Uma dívida que muitas vezes não percebemos que temos
Pensa no teu morto.
O teu pai.
A tua mãe.
Os teus avós.
Amigos que faleceram cedo.
Quantas missas foram oferecidas por eles após a morte deles?
Quantos ainda são oferecidos regularmente?
São Jerônimo pergunta, com toda a franqueza de um Doutor da Igreja: que tipo de coração é seu, se você pode fazer isso e não consegue? A palavra que ele usa é dura, mas amorosa. Ele não condena. Ele treme.
E a resposta que a Igreja oferece a este tremor é simples: começar.
Ainda não é tarde demais.
As almas do Purgatório estão esperando, e cada missa oferecida é um verdadeiro alívio, documentado pela Tradição, ensinado pelos santos.
⚜ SÃO JERÔNIMO,
REZEM A DEUS PELAS ALMAS NO PURGATÓRIO

07/06/2026
06/06/2026

6 de junho Sãozinha de Alenquer
Filha de Alfredo da Silva Pimentel, natural de Gavião, e de Maria Luísa Fróis da Silva Gil Ferrão de Pimentel, natural de Alenquer, Maria da Conceição Ferrão de Pimentel, conhecida pelo nome de Sãozinha de Alenquer, nasceu a 1 de Fevereiro de 1923, no Largo da Sé Nova em Coimbra. Embora a mãe de Sãozinha desejasse que o baptismo fosse o mais rápido possível, só a 12 de Abril se pode realizar a cerimónia, na igreja paroquial de Gavião, em atenção à sua avó paterna que vivia nesta vila.

Por parte da mãe, a Sãozinha descendia, pelo lado da avó materna, de duas famílias fidalgas: a dos Pessoas a dos Amorins, que viriam a fixar-se em Alenquer. A ascendência paterna vinha da união de duas famílias nobres: os Pimentel e os Teixeira. Da nobre estirpe dos Pimentéis descendem D. Nuno Álvares Pereira, a Sereníssima Casa de Bragança e grande parte das Casas Reais europeias. Da família dos Teixeira, uma das mais antigas e ilustres de Espanha, deriva D. Tafez Serracin, rico-homem e senhor de Lanhoso, da casa militar do Conde D. Henrique e descendente de D. Favila, Rei das Astúrias. Um dos descendentes desta família, Serafim Maria Pimentel de Teixeira, natural de Alvaiázere viria a casar-se com Maria Capitolina Conceição e Silva Pimentel, natural de Gavião, que viriam a ser os avós paternos de Sãozinha, estando agora explicada a sua ligação à vila de Gavião. Menina rica, filha única, bonita, aluna distinta, condecorada com muitas medalhas pelos seus triunfos escolares, piedosa, pura como um anjo. Precoce e inteligente, sempre preocupada com o próximo, Sãozinha teve uma infância igual à de tantas outras crianças, mas cedo aprendeu a viver os sofrimentos dos outros, dos pais e dos estranhos. Quando em Abril do ano de 1929, Sãozinha ingressou na escola em Abrigada, Alenquer, onde sempre viveu com os pais, já sabia soletrar e escrever o seu nome. Receando os pais pô-la em contacto com outras crianças, esta aluna exemplar, tão precoce no raciocínio respondeu-lhes que

Gostaria de estudar junto às mais pobres, pois, como a respeitavam, não diriam nomes feios ao pé dela e, se os dissessem saberia ensinar-lhes que era pecado.
Sempre se fez notar pela sua delicadeza, pudor e extrema religiosidade. O seu amor a Jesus, Nossa Senhora e Santa Terezinha foi uma constante ao longo da sua vida e manifestou-se desde muito novinha.

Até quando a família ia a banhos para a Praia de Santa Cruz a Sãozinha embora fosse uma criança alegre, tinha sempre uma extrema preocupação para que, com a sua conduta, não desagradasse a Jesus.

Sofria uma grande tristeza : seu pai, médico distinto, não praticava a religião. Quanto sacrifícios e orações ofereceu pela sua conversão a filha querida ! Sobretudo no Natal e Páscoa pedia e esperava tão grande graça. No Natal de 1939, o último que passou na terra, desabafa com a mãe :

Ainda não foi desta que o paizinho recebeu Nosso Senhor e eu estava tão cheia de esperança, e nem sequer foi beijar o Menino Jesus como os outros !
Para arrancar ao Céu tão grande graça faz o maior de todos os sacrifícios : oferece a sua vida pela conversão do Pai. Aceitou o Senhor a heroica oferta. Depois de dois meses de atroz sofrimento, morre aos 17 anos de idade no hospital de S. Luís, em Lisboa, aos 6 de Junho de 1940. Esmagado pela dor, continuava empedernido seu pai, até que chegou o dia da graça.

Aprouve a Deus -- escreve o Doutor Alfredo Pimentel -- que a missa do 30° dia, em sufrágio de alma da Sãozinha fosse rezada, justamente na igreja de São Francisco, em Alenquer, onde ela fizera a sua Primeira Comunhão, no dia mais feliz da sua vida. Ali, depois de evocar, com o coração retalhado de saudade, a doce figura da minha filha, as suas virtudes heroicas, a sua candura e simplicidade, toda a sua vida de amor e abnegação, revi, com a alma repassada de amargura, todo o meu passado de indiferença religiosa e compreendi que, para além da vida terrena, outra vida, mais perfeita e mais bela, nos espera no seio de Deus. Então, quase instintivamente, abeirei-me do confessionário e fiz com humildade a minha confissão aos pés do confessor, preparando-me assim para receber comovidamente a Sagrada Comunhão. Sãozinha, a minha querida Filha, acabava de ver realizado o que tão ardentemente pedia ao Senhor ! Desde então procuro, com a graça de Deus, cumprir todos os meus deveres de cristão.

O processo da sua beatificação decorre no Tribunal da Santa Sé.

https://pt.wikipedia.org/wiki

Mt bem explicado
04/06/2026

Mt bem explicado

O milagre eucarístico de Santarém, Portugal

No ano de 1247, uma jovem enciumada, orientada por uma feiticeira, foi até a igreja e roubou uma hóstia consagrada para fazer um feitiço de amor para seu marido. Escondeu a hóstia num lenço de linho que, imediatamente, ficou manchado de sangue. A jovem correu até sua casa e percebeu que o sangue saia da hóstia. Atordoada, escondeu a hóstia envolvida no lenço em um móvel de sua casa. Contudo, à noite, um facho de luz saiu do móvel e iluminou toda a casa como se fosse dia, obrigando a jovem a contar a seu marido o que tinha feito. No dia seguinte, contaram o ocorrido ao pároco que, juntamente com uma procissão de fiéis, acompanhou o regresso da hóstia até a igreja, onde sangrou durante três dias e depois fora depositada num relicário feito de cera de abelhas.

No ano de 1340, verificou-se que o relicário de cera havia se espedaçado e outro de cristal havia tomado o seu lugar. Em diversas ocasiões, ao longo dos séculos, a hóstia espirrou sangue e nela apareceu a imagem de Jesus Cristo.

Todos os anos, desde o milagre, no segundo domingo de abril, a relíquia sai em procissão da antiga casa do casal até a igreja de Santo Estevão. Em 1684 a casa do casal foi transformada em capela.

Fonte: http://www.therealpresence.org/eucharst/mir/port_mir.htm Leia mais em:http://www.therealpresence.org/eucharst/mir/portuguese_pdf/PORTU-santarem1.pdf via Paróquia São Francisco de Assis, Itapoã- Vila Velha- ES.

03/06/2026

Lindo de ser ver ao vivo recomendo

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Escadinhas Do Milagre Número 6
Santarém
2000-069

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Terça-feira 08:00 - 18:00
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