Ordem Franciscana Secular de Santarém

Ordem Franciscana Secular de Santarém Página da Fraternidade da Ordem Franciscana Secular de Santarém para divulgação de actividades e espiritualidade Franciscana.

15/06/2026
O Evangelho de hoje apresenta-nos Jesus olhando para a multidão com compaixão. Ele vê pessoas cansadas, desorientadas, n...
14/06/2026

O Evangelho de hoje apresenta-nos Jesus olhando para a multidão com compaixão. Ele vê pessoas cansadas, desorientadas, necessitadas de esperança e de sentido. Então pronuncia aquelas palavras que continuam atuais: «A seara é grande, mas os trabalhadores são poucos.»
À primeira vista, poderíamos pensar que Jesus fala apenas dos sacerdotes, religiosos ou missionários. Mas a Sua palavra dirige-se a toda a Igreja e a todos os membros que a compõem. Não nos podemos esquecer que pelo Batismo, cada cristão recebeu uma missão: ser presença de Cristo no mundo, testemunhar o Evangelho com a vida, preservar acesa a luz da fé nas coisas simples de cada dia.
À primeira vista, poderíamos pensar que Jesus fala apenas dos sacerdotes, religiosos ou missionários. Mas a sua palavra dirige-se a todos nós. Pelo Batismo, cada cristão recebeu uma missão: ser presença de Cristo no mundo, testemunhar o Evangelho com a vida, levar a luz da fé aos ambientes onde vive.
Depois da oração vem o envio. Jesus não envia apenas os Doze; continua a enviar-nos hoje, na família, no trabalho, na escola, entre os amigos, somos chamados a anunciar, não tanto com grandes discursos, mas com gestos de bondade, de serviço, de perdão e de esperança.
A seara continua grande. Quase que podemos afirmar que o mundo continua a crescer. Este mesmo mundo continua a precisar de testemunhas. Que ninguém pense que é demasiado pequeno ou que tem pouco para oferecer. Quando nos colocamos nas mãos de Deus, Ele faz de cada um de nós um trabalhador da sua seara.

Domingo, 14 de junho de 2026
XI Semana do Tempo Comum

XI Domingo do Tempo ComumProclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 9,36-10,8Naquele tempo,Vendo Jesus as m...
14/06/2026

XI Domingo do Tempo Comum

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 9,36-10,8

Naquele tempo,
Vendo Jesus as multidões, compadeceu-se delas,
porque estavam cansadas e abatidas,
como ovelhas que não têm pastor.
Então disse a seus discípulos:
"A Messe é grande, mas os trabalhadores são poucos.
Pedi pois ao dono da messe
que envie trabalhadores para a sua colheita!"
Jesus chamou os doze discípulos
e deu-lhes poder para expulsarem os espíritos maus
e para curarem todo tipo de doença e enfermidade.
Estes são os nomes dos doze apóstolos:
primeiro, Simão chamado Pedro, e André, seu irmão;
Tiago, filho de Zebedeu, e seu irmão João;
Filipe e Bartolomeu;
Tomé e Mateus, o cobrador de impostos;
Tiago, filho de Alfeu, e Tadeu;
Simão, o Zelota, e Judas Iscariotes,
que foi o traidor de Jesus.
Jesus enviou estes Doze,
com as seguintes recomendações:
"Não deveis ir aonde moram os pagãos,
nem entrar nas cidades dos samaritanos!
Ide, antes, às ovelhas perdidas da casa de Israel!
Em vosso caminho, anunciai:
'O Reino dos Céus está próximo'.
Curai os doentes, ressuscitai os mortos,
purificai os leprosos, expulsai os demônios.
De graça recebestes, de graça deveis dar!"

Ao celebrarmos Santo António, o Evangelho recorda-nos que a fé não é um tesouro para guardar escondido, mas uma luz para...
13/06/2026

Ao celebrarmos Santo António, o Evangelho recorda-nos que a fé não é um tesouro para guardar escondido, mas uma luz para deixar brilhar, não para que nos admirem, mas para que, através das nossas obras, os outros possam reconhecer a bondade de Deus.
Celebramos hoje Santo António qual insigne pregador do Evangelho. A tradição conta que, quando os homens não quiseram escutá-lo, António pregou aos peixes. Mas a verdadeira pergunta para nós é: seremos nós capazes de escutar? Porque os peixes de hoje somos nós. Somos nós os destinatários daquela palavra que inflamava o coração de António e que este anunciava com a vida e com a voz.
Santo António compreendeu que a luz do Evangelho não se reduz a palavras bonitas. A sua pregação era credível porque nascia de uma vida iluminada por Cristo.
Num tempo em que tantas vozes disputam a nossa atenção, Santo António convida-nos a voltar a escutar a única Palavra que salva. E o Evangelho desafia-nos a não sermos apenas ouvintes, mas também testemunhas: homens e mulheres cuja vida fala de Deus mesmo antes das palavras.
Hoje, mais do que celebrar António pela fé numa piedade mais popular, ou reduzir António ao casamenteiro, somos convidados a celebrar António, «O Santo» como reconhecem-nos os paduanos, pela santidade de vida que testemunhou.
De António, recebemos o legado do anúncio firme e fiel do Evangelho, qual martelo dos hereges para o tempo presente, qual língua bendita que pregou a Boa-nova de Cristo.

Sábado, 13 de junho de 2026
X Semana do Tempo Comum

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São MateusNaquele tempo,disse Jesus aos seus discípulos:«Vós sois o sal d...
13/06/2026

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus

Naquele tempo,
disse Jesus aos seus discípulos:
«Vós sois o sal da terra.
Mas se ele perder a força, com que há-de salgar-se?
Não serve para nada,
senão para ser lançado fora e pisado pelos homens.
Vós sois a luz do mundo.
Não se pode esconder uma cidade
situada sobre um monte;
nem se acende uma lâmpada
para a colocar debaixo do alqueire,
mas sobre o candelabro,
onde brilha para todos os que estão em casa.
Assim deve brilhar a vossa luz diante dos homens,
para que, vendo as vossas boas obras,
glorifiquem o vosso Pai que está nos Céus.
Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas;
não vim revogar, mas completar.
Em verdade vos digo:
Antes que passem o céu e a terra,
não passará da Lei a mais pequena letra
ou o mais pequeno sinal,
sem que tudo se cumpra.
Portanto, se alguém transgredir um só destes mandamentos,
por mais pequenos que sejam,
e ensinar assim aos homens,
será o menor no reino dos Céus.
Mas aquele que os praticar e ensinar
será grande no reino dos Céus».

Palavra da salvação.

Hoje, na Solenidade do Sagrado Coração de Jesus, somos convidados a contemplar não apenas um símbolo, mas o próprio mist...
12/06/2026

Hoje, na Solenidade do Sagrado Coração de Jesus, somos convidados a contemplar não apenas um símbolo, mas o próprio mistério do amor de Deus revelado na pessoa de Cristo. O Coração trespassado de Jesus é a porta aberta através da qual podemos entrar no conhecimento da misericórdia divina.
As palavras que o Evangelho de hoje nos dirige, tocam o coração humano porque falam da nossa condição real. Quem de nós não conhece o cansaço? O cansaço do trabalho, das preocupações familiares, das doenças, das desilusões, dos pecados que carregamos, das lutas interiores que atravessamos em silêncio. Muitas vezes procuramos descanso em tantas coisas, mas continuamos inquietos. O coração humano tem sede de um repouso que o mundo não consegue dar.
É de grande significado que Jesus apresente o Seu coração como manso e humilde. Vivemos num mundo que exalta a força, o sucesso e a afirmação de si mesmo. Deus, porém, revela-se na humildade. O Coração de Cristo não domina, não humilha, não condena. Vem ao nosso encontro no silêncio, nas noites escuras, no fracasso. Ele aproxima-se, escuta, cura.
O instrumento de cura utilizado é o do amor. Ao contemplarmos o Coração trespassado na cruz, percebemos até onde chega esta mansidão.
Falar do Coração de Jesus é falar do próprio Cristo que nos ama com um amor humano e divino, um amor que nunca se cansa de nos procurar. O Sagrado Coração recorda-nos ainda uma verdade essencial: somos amados pessoalmente. Não de forma abstrata, mas de uma forma concreta.

Sexta-feira, 12 de junho de 2026
X Semana do Tempo Comum

Imagem - Obra da Escultora Maria Amélia Carvalheira em Colecção particular

Sagrado Coração de Jesus - SolenidadeProclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 11,25-30Naquele tempo, Jesu...
12/06/2026

Sagrado Coração de Jesus - Solenidade

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 11,25-30

Naquele tempo, Jesus pôs-se a dizer:
"Eu te louvo, ó Pai, Senhor do céu e da terra,
porque escondeste estas coisas aos sábios e entendidos
e as revelaste aos pequeninos.
Sim, Pai, porque assim foi do teu agrado.
Tudo me foi entregue por meu Pai,
e ninguém conhece o Filho, senão o Pai,
e ninguém conhece o Pai, senão o Filho
e aquele a quem o Filho o quiser revelar.
Vinde a mim todos vós que estais cansados
e fatigados sob o peso dos vossos fardos,
e eu vos darei descanso.
Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim,
porque sou manso e humilde de coração,
e vós encontrareis descanso.
Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve".

Celebramos a memória de São Barnabé, Apóstolo, e a liturgia convida-nos a olhar para a origem de tudo o que somos e o qu...
11/06/2026

Celebramos a memória de São Barnabé, Apóstolo, e a liturgia convida-nos a olhar para a origem de tudo o que somos e o que possuímos na fé: tudo é dom.
Jesus envia os Seus discípulos para anunciar o Reino, curar os doentes e levar a paz, mas recorda-lhes que não são proprietários da graça. Eles receberam gratuitamente e, por isso, devem dar gratuitamente.
Barnabé não procurou protagonismo, mas colocou os seus dons ao serviço, acolhendo Paulo quando muitos ainda desconfiavam dele e ajudou na construção da comunhão entre os irmãos.
Barnabé compreendeu que a missão não consiste em acumular méritos, mas em transmitir aquilo que Deus nos deu.
Também nós somos enviados. Talvez não nos confiem o envio para terras distantes, mas para a nossa família, trabalho, comunidade e círculo de amigos. É nestes lugares mais pequenos e próximos de nós, que também podemos levar a paz de Cristo, uma palavra de esperança, um gesto de reconciliação ou uma ajuda concreta a quem necessita. O Evangelho recorda-nos que a fé cresce quando é partilhada.
Receber de graça, todos nós sabemos. Não apresentamos dificuldade em aceitar uma prenda que alguém nos faz. Contudo, por vezes esperamos receber mais do que dar. Estamos mais à espera que os outros se façam dom, do que reconhecermos que a vida nos desafia a gastarmo-nos e a darmo-nos livremente e sem reservas aos outros.
O grande desafio que se nos coloca hoje, é dar de graça o dom da fé que nos é dado, transmitindo os ensinamentos que recebemos, mas particularmente, reconhecendo que a nossa vida é dom, através d qual Deus deve continuar a manifestar-se incessantemente.

Quinta-feira, 11 de junho de 2026
X Semana do Tempo Comum

São Barnabé, Apóstolo - MemóriaProclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 10,7-13Naquele tempo, disse Jesus...
11/06/2026

São Barnabé, Apóstolo - Memória

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 10,7-13

Naquele tempo,
disse Jesus aos seus discípulos:
"Em vosso caminho, anunciai:
'O Reino dos Céus está próximo'.
Curai os doentes, ressuscitai os mortos,
purificai os leprosos, expulsai os demônios.
De graça recebestes, de graça deveis dar!
Não leveis ouro nem prata
nem dinheiro nos vossos cintos;
nem sacola para o caminho,
nem duas túnicas nem sandálias nem bastão,
porque o operário tem direito ao seu sustento.
Em qualquer cidade ou povoado onde entrardes,
informai-vos para saber quem ali seja digno.
Hospedai-vos com ele até a vossa partida.
Ao entrardes numa casa, saudai-a.
Se a casa for digna,
desça sobre ela a vossa paz;
se ela não for digna,
volte para vós a vossa paz".

Jesus diz-nos hoje: «Vós sois o sal da terra». O sal não tem uma função para si mesmo. Este existe para dar sabor, conse...
09/06/2026

Jesus diz-nos hoje: «Vós sois o sal da terra». O sal não tem uma função para si mesmo. Este existe para dar sabor, conservar e transformar aquilo que toca. Também nós, como cristãos, não somos chamados a fecharmo-nos na nossa própria fé, mas a levá-la aos outros através dos pequenos sinais da nossa vida.
Ser sal da terra significa dar testemunho de Cristo nas pequenas coisas de cada dia: numa palavra de esperança, num gesto de verdadeira caridade silenciosa, numa atitude de perdão, numa presença amiga junto de quem sofre. Muitas vezes pensamos que evangelizar é fazer grandes discursos, mas o primeiro anúncio do Evangelho acontece através da forma como vivemos.
Jesus alerta-nos, porém, para um perigo: «Se o sal perder a força, com que há de salgar-se?» Quando a nossa fé se torna rotina, quando se torna cumprimento de preceitos, quando deixamos de rezar, de amar e de servir, corremos o risco de perder esse sabor que vem do encontro com Cristo. O mundo não precisa de cristãos que se confundam com tudo o resto; precisa de discípulos que, pela sua coerência, façam transparecer a luz de Deus.
Como afirmou São Carlo Acutis, «Todos nascem como originais, mas muitos morrem como fotocópias». Aquilo que o Senhor nos pede em cada dia, é que sejamos verdadeiros originais no anúncio fiel do Evangelho.
Em cada dia, somos chamados a dar mais de nós, do nosso tempo, da nossa reflexão e discernimento da Palavra, do nosso amor para com o próximo…
O desafio de sermos originais, não significa fazer algo transcendente. Pelo contrário, é seguir o exemplo humilde e silencioso de Cristo e de tantos que procuram associar a própria vida à vida do Senhor.

Terça-feira, 9 de junho de 2026
X Semana do Tempo Comum

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Mosteiro Da Imaculada Conceição, Rua Da Imaculada Conceição, 6
Santarém
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