Associação Recreativa e Cultural Santa Cruz da Trapa

Associação Recreativa e Cultural Santa Cruz da Trapa Grupo de teatro disponível para intercâmbio;
Escola de Música;
Academia de robótica;
Organizaç?

Expulsa de casa aos 15 por estar grávida, ela voltou 10 anos depois — e ninguém conseguiu acreditar em quem ela se torna...
21/10/2025

Expulsa de casa aos 15 por estar grávida, ela voltou 10 anos depois — e ninguém conseguiu acreditar em quem ela se tornara... A primeira neve do ano acabava de cobrir suavemente os telhados de Willow Creek, uma pequena e tranquila cidade do Oregon, quando um sedan preto subiu lentamente a Rua Maple. Os vizinhos espreitavam pelas cortinas, sussurrando entre si. Há dez anos que não viam aquele rosto — não desde aquela noite. Dentro do carro estava Emily Carter, agora com vinte e cinco anos, as mãos ligeiramente trémulas no volante. Ela tinha deixado aquela rua quando tinha quinze anos — grávida, assustada e furiosa com um mundo que lhe virara as costas. Naquela noite, a voz do pai ecoara pela casa como um trovão, e as lágrimas da mãe tinham molhado o chão da cozinha. — “Se escolheres esse caminho,” ele dissera, “então escolhes sair desta casa.” E ela saiu. Durante anos, Emily carregou essa frase como uma cicatriz. Viveu em abrigos, depois num pequeno apartamento barato em Portland, trabalhando em turnos noturnos em cafés e limpando escritórios durante o dia. Cada canção de embalar que sussurrava para o seu bebé — a filha, Sophie — era ao mesmo tempo um pedido de desculpa e uma promessa: “Um dia, eu vou consertar tudo.” Agora, esse dia tinha chegado. Dez anos depois, com um emprego estável como enfermeira pediátrica e Sophie ao seu lado, de cabeça erguida, Emily estava de volta — não para implorar, mas para enfrentar o passado. Parou o carro em frente à antiga casa de dois andares. A luz do alpendre ainda era o mesmo tom amarelado e suave. Um sino de vento que ela própria fizera no sétimo ano ainda pendia ali, tilintando levemente e trazendo uma enxurrada de memórias. Sophie olhou para ela, apreensiva: — “Mãe? Tem a certeza?” Emily sorriu, com doçura. — “Sim, querida. Está na hora.” A porta da frente abriu-se antes que ela pudesse bater. Margaret Carter, mais velha agora, com o cabelo salpicado de grisalho, ficou imóvel no alpendre. Atrás dela estava Robert, o pai de Emily — o rosto dele, indecifrável. Por um longo segundo, ninguém disse nada. Depois, Margaret sussurrou, com a voz trémula: — “Emily?” Emily assentiu, os olhos brilhando de emoção. — “Oi, mãe.” O silêncio que se seguiu foi tão denso que parecia rasgar o ar. A mão de Robert apertou-se contra a ombreira da porta. E então o olhar dele caiu sobre Sophie, que espreitava timidamente por detrás do casaco da mãe. Algo no rosto dele mudou — talvez choque, talvez arrependimento. E, naquele instante, o passado que Emily pensava ter enterrado começou a ressurgir… (continua nos comentários 👇

Ontem, na Casa do Povo de Santa Cruz Da Trapa, o poeta Carlos Almeida apresentou o seu mais recente livro, na companhia ...
17/04/2023

Ontem, na Casa do Povo de Santa Cruz Da Trapa, o poeta Carlos Almeida apresentou o seu mais recente livro, na companhia de amigos e admiradores.

Um bem-haja a todos os que estiveram presentes e continuam a fazer a Casa do Povo viva!

16/04/2023

Boa Tarde.
Cabe informar que a Página da Casa do Povo de Santa Cruz da Trapa foi roubada e está a ser utilizada falsamente.
Por favor denunciem a página. Estamos a tentar recuperar a mesma!

Acedam a este link e denunciem a página com o motivo “esta conta foi roubada”
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16/04/2023

No próximo Domingo, dia 16 de abril, o poeta e ilustrador Carlos Almeida irá apresentar o seu mais recente livro no nosso Auditório do Centro Cultural Casa do Povo pelas 15:30.

A entrada é livre e esperamos a presença de todos!

No Dia Mundial da Poesia, partilhamos um dos poemas que se encontra na Coletânia de Poesia “Conversos”, editada e dispon...
21/03/2023

No Dia Mundial da Poesia, partilhamos um dos poemas que se encontra na Coletânia de Poesia “Conversos”, editada e disponível no Centro Cultural Casa do Povo!

“Se os poemas fossem cartas de amor,
Existiriam versos de rosas e flores.
Se fossem cartas de amor,
Haveria paixão em suas quadras,
Mentiras em suas promessas,
Saudades em seus lábios.
Se a poesia fosse carta de amor,
Seria papel pardo com cheiro a terra
Onde a chuva caiu de leve
Insuflando os narizes do enamorado
Que junto ao peito aperta com ardor
Os poemas que não são cartas de amor.
Se os poemas não são cartas de amor,
As cartas de amor também não são poemas.
são a saudade e a verdade, São a falta e a necessidade,
A utopia de um amor
Onde não existe réstia de dor.
Mas os poemas são dor,
Tal qual as cartas de amor.
Se os enamorados exalam saudade
Os poetas vivem de ansiedade.
Se o amor for poema então,
Que dele seja sempre o meu coração.
Se os poemas fossem cartas de amor
E as cartas fossem poesia com odor,
Cheirariam a relva fresca de madrugada,
À brisa da primavera e do calor.
E se o poeta souber o que é a dor
Então os poemas serão cartas de amor.”

Ismael Sousa

A Galeria da Casa do Povo de Santa Cruz da Trapa tem uma nova instalação artística, em vista a celebrar não só o Dia Int...
08/03/2023

A Galeria da Casa do Povo de Santa Cruz da Trapa tem uma nova instalação artística, em vista a celebrar não só o Dia Internacional da Mulher, também como a Mulher.

“Mulher Mulher” é uma instalação artística com obras de Muriel Mazure e Margarete Silva, juntas com pequenas manifestações do que é ou não é a mulher, misturadas com notícias sobre as mulheres mortas desde o início do ano 2023.

Este contraste das obras artísticas com as notícias são um lembrete de que a exaltação do ser Mulher é uma fragilidade, provocada às mãos dos agressores.

Há ainda, neste manto do ser mulher e não ser, flores artificiais, um lembrete para que não seja de plástico e artificial tudo aquilo que damos à mulher, que não seja falso aquilo que defendemos dos seus direitos. Que as flores dadas, principalmente hoje, seja verdadeiras em afetos e respeito.

Esta instalação artística, virada para a rua e única forma de ser vista, tem ainda espalhados alguns nomes comuns, mas que seja lembrança de que pode ser a nossa mãe, mulher, filha.

Celebramos a mulher e temos de o celebrar de forma verdadeira, relembrando que ela é tantas vezes agredida, morta, desprezada, valorizada.

“Mulher Mulher” será sempre uma elevação e um memorial!

A Associação Recreativa e Cultural de Santa Cruz da Trapa vem, por este meio, convocar todos os ASSOCIADOS, bem como tod...
23/02/2023

A Associação Recreativa e Cultural de Santa Cruz da Trapa vem, por este meio, convocar todos os ASSOCIADOS, bem como todos os PARTICIPANTES do Corso Carnavalesco de 19 de Fevereiro de 2023, de Santa Cruz da Trapa, a estarem presentes no próximo dia 27 de Fevereiro, pelas 21:30 horas, no Auditório da Casa do Povo, para uma reunião de balanço do carnaval e de novos projetos.

19/02/2023

Endereço

Avenida Corpo De Deus, Nº106
Santa Cruz Da Trapa
3660-256

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