Unidade Pastoral de Cabeça Gorda, Quintos e Salvada

Unidade Pastoral de Cabeça Gorda,  Quintos e Salvada Caro (a) amigo (a), Cristo ama-te infinitamente e espera por ti na sua Igreja.

Orígenes (c. 185-253), presbíteroComentário sobre o evangelho de Mateus, livro 11, cap. 5-6«Passemos à outra margem» (Lc...
03/08/2026

Orígenes (c. 185-253), presbítero
Comentário sobre o evangelho de Mateus, livro 11, cap. 5-6

«Passemos à outra margem» (Lc 8,22)

«Jesus obrigou os discípulos a subir para o barco e a esperá-lo na outra margem, enquanto Ele despedia a multidão». A multidão não podia ir até à outra margem; não eram hebreus, no sentido espiritual da palavra, que se traduz como: «povos da outra margem». Essa obra estava reservada aos discípulos de Jesus: partirem para a outra margem, ultrapassarem o visível e o corpóreo, as realidades temporárias, e serem os primeiros a alcançar o invisível e o eterno. […] E, no entanto, os discípulos não conseguiram chegar antes de Jesus à outra margem […]; talvez Ele quisesse ensinar-lhes, através da experiência, que sem Ele não conseguiriam lá chegar. […] E que barco era esse no qual Jesus obrigou os discípulos a entrar? Não seria a luta contra as tentações e as circunstâncias difíceis? […]
Depois subiu à montanha a sós para orar. Por quem orava? Provavelmente pelas multidões, para que, ao serem enviadas depois de terem comido o pão bendito, não fizessem nada de contrário a esse envio de Jesus. Também pelos discípulos […], para que nada de mal lhes acontecesse no mar, com as vagas e o vento contrário. Apetece-me dizer que foi graças a essa oração de Jesus a seu Pai que os discípulos não sofreram nenhum mal, apesar de o mar, as vagas e o vento se encarniçarem contra eles. […]
E nós, se um dia depararmos com tentações inevitáveis, lembremo-nos de que foi Jesus que nos mandou embarcar; não é possível chegar à outra margem sem suportar a prova das vagas e do vento contrário. Depois, quando nos virmos rodeados por inúmeras e penosas dificuldades, cansados de navegar no meio delas com a pobreza dos nossos meios, pensemos que a nossa barca está no meio do mar e que essas vagas tentam fazer naufragar a nossa fé (cf 1Tim 1,19). […] Tenhamos então a certeza de que «a noite vai adiantada e o dia está próximo» (Rom 13,12), de que o Filho de Deus virá amansar o mar, caminhando sobre as suas águas.

São Romano, Meloda (?-c. 560), compositor de hinosHino 24, sobre a multiplicação dos pães«Todos comeram e f**aram saciad...
02/08/2026

São Romano, Meloda (?-c. 560), compositor de hinos
Hino 24, sobre a multiplicação dos pães

«Todos comeram e f**aram saciados»

Vendo que o dia se punha, os apóstolos do Redentor foram ter com Ele e disseram-Lhe:
«Este local é deserto e a hora avançada. Manda embora toda esta gente, para que vá às aldeias comprar alimento. Pois esta gente não é capaz de jejuar como nós, a quem Tu deste força para tal, porque és o Pão Celeste da imortalidade. Tu és, por natureza, o Salvador do mundo, e a todos ensinaste o conhecimento; alimentando o povo com palavras de verdade, guiaste os homens para o caminho da salvação, dando-lhes a conhecer a justiça. Eles alimentaram espiritualmente a alma, mas agora precisam de cuidar do corpo. [...] Manda-os embora, pois estamos preocupados. [...] Tu ensinaste os teus discípulos e apóstolos a terem compaixão de todos, porque és o Pão Celeste da imortalidade [...]».
Cristo ouviu estas palavras e respondeu-lhes: «Estais enganados, pois não sabeis que Eu sou o Criador do mundo. Eu velo pelo mundo e sei muito bem do que esta gente precisa: vejo que estão no deserto e que o Sol já se pôs, pois fui Eu quem lhe fixou o ciclo; sei o que é a exaustão desta gente e sei o que vou fazer por ela. Eu próprio serei remédio para esta fome, porque sou o Pão Celeste da imortalidade [...]. Estais a pensar: "Quem alimentará esta multidão no deserto?" Pois bem, sabei claramente quem Eu sou, amigos: fui Eu que alimentei Israel no deserto e lhe dei pão vindo do Céu; num lugar árido, fiz que da rocha jorrasse água, e ainda lhes providenciei codornizes em abundância, porque sou o Pão Celeste da imortalidade [...]».
Multiplica em todos nós, ó Salvador, a tua misericórdia imensa; e, tal como saciaste a multidão no deserto com a tua sabedoria e a alimentaste com a tua força, sacia-nos a todos com a justiça, tornando-nos, Senhor, firmes na fé. Alimenta-nos, ó Deus compassivo; dá-nos a tua graça e o perdão dos nossos erros [...], pois Tu és o Cristo único, o misericordioso, o Pão Celeste da imortalidade.

Hoje 1 de agosto o Hugo e a Mara celebraram o seu matrimónio com a benção de Deus e diante da Igreja. Muitos parabéns da...
02/08/2026

Hoje 1 de agosto o Hugo e a Mara celebraram o seu matrimónio com a benção de Deus e diante da Igreja. Muitos parabéns da comunidade cristã da Salvada. Sejam felizes!

São João Damasceno (c. 675-749)monge, teólogo, doutor da Igreja«A fé ortodoxa», I, 1Herodes procurava ver Jesus«A Deus, ...
01/08/2026

São João Damasceno (c. 675-749)
monge, teólogo, doutor da Igreja
«A fé ortodoxa», I, 1

Herodes procurava ver Jesus

«A Deus, nunca ninguém O viu. O Filho Unigénito, que está no seio do Pai, é que O deu a conhecer» (Jo 1,18). O divino é inexprimível e incompreensível. «Ninguém conhece o Filho senão o Pai e ninguém conhece o Pai senão o Filho, e aquele a quem o Filho O quiser revelar» (Mt 11,27), e também o Espírito Santo conhece aquilo que é de Deus. [...] Mas, após este primeiro e bem-aventurado conhecimento divino, nunca mais ninguém conheceu a Deus, a não ser aquele a quem o próprio Deus Se revelou. [...]
Contudo, Deus não nos deixou na total ignorância, pois todos temos, semeado por Ele, o conhecimento de que existe um Deus. A própria criação, pela sua coesão e a sua ordem, proclama a magnificência da natureza divina (cf Rom 1,20). Em seguida, a Lei e os profetas, e depois o seu Filho único, o Senhor, «o nosso Deus e Salvador Jesus Cristo» (2Ped 1,1), manifestaram-nos o conhecimento de Deus, segundo aquilo que podemos alcançar. É por isso que aceitamos, conhecemos e aplicamos a nossa devoção a tudo aquilo que nos foi transmitido pela Lei e pelos profetas, pelos apóstolos e pelos evangelistas, e não procuramos nada que esteja para além disso.
Deus é bom e provê a todo o bem. [...] Dado que Ele sabe tudo e provê ao que convém a cada um, revelou-nos aquilo que é útil para nós conhecermos e calou aquilo que não podemos comportar. Contentemo-nos com isso e nisso permaneçamos.

Santo Hilário (c. 315-367)bispo de Poitiers, doutor da Igreja«A Trindade», 12,52-53«"Não é Ele o filho do carpinteiro?" ...
31/07/2026

Santo Hilário (c. 315-367)
bispo de Poitiers, doutor da Igreja
«A Trindade», 12,52-53

«"Não é Ele o filho do carpinteiro?" [...] E por causa da falta de fé daquela gente, Jesus não fez ali muitos milagres»

Enquanto g***r do sopro de vida que me concedeste, Pai santo, Deus todo poderoso, proclamar-Te-ei Deus eterno e Pai eterno. Nunca eu me farei juiz do teu poder supremo e dos teus mistérios; nunca porei o meu limitado conhecimento à frente da noção verdadeira do teu conhecimento infinito; nunca afirmarei que exististe jamais sem a tua sabedoria, o teu poder ou o teu Verbo, que é Deus, o Unigénito, o meu Senhor Jesus Cristo. É que, mesmo sendo a linguagem humana fraca e imperfeita, ao falar de Ti não limitará o meu espírito a ponto de reduzir a minha fé ao silêncio, por falta de palavras capazes de exprimir o mistério do teu ser. [...]
Nas realidades da natureza, também há muitas coisas cuja causa não conhecemos, sem contudo lhes ignorarmos os efeitos. E quando, devido à nossa incapacidade, não sabemos que dizer dessas coisas, a nossa fé enche-se de adoração. Quando contemplo o movimento das estrelas [...], o fluxo e refluxo do mar [...], o poder oculto na mais pequena semente [...], a minha ignorância ajuda-me a contemplar-Te, pois, se não compreendo essa natureza que está ao meu serviço, distingo nela a tua bondade, pelo simples facto de existir para me servir. Apercebo-me mesmo de que nem a mim próprio me conheço, mas admiro-Te tanto mais por isso [...]. Deste-me a razão, a vida e os meus sentidos de homem, que me causam tantas alegrias, mas não consigo compreender qual foi o meu começo como homem.
É, pois, não conhecendo aquilo que me cerca que capto aquilo que és; e, percebendo aquilo que és, adoro-Te. Por isso, não compreender os teus mistérios não diminui a minha fé no teu poder supremo. [...] A geração do teu eterno Filho ultrapassa a própria noção de eternidade, é anterior aos tempos eternos. Nunca exististe sem Ele [...], és o Pai eterno do teu Unigénito desde antes dos tempos eternos.

Santo Agostinho (354-430)bispo de Hipona (norte de África), doutor da Igreja«A fé e as obras», caps. 3-5Imitar a paciênc...
30/07/2026

Santo Agostinho (354-430)
bispo de Hipona (norte de África), doutor da Igreja
«A fé e as obras», caps. 3-5

Imitar a paciência do Senhor

Nosso Senhor foi um modelo incomparável de paciência: aguentou um «demónio» entre os seus discípulos até à sua Paixão (cf Jo 6,70), e dizia: «Deixai-os crescer ambos [o trigo e o joio] até à ceifa, não suceda que, ao arrancardes o joio, arranqueis também o trigo» (Mt 13,29-30); tendo a rede como símbolo da Igreja, predisse que esta traria para a praia, até ao fim do mundo, toda a espécie de peixes, bons e maus, e deu a conhecer de muitas outras maneiras, tanto abertamente como através de parábolas, que haveria sempre essa mistura de bons e maus. Mas também afirmou que é necessário vigiar pela disciplina na Igreja quando disse: «Se o teu irmão te ofender, vai ter com ele e repreende-o a sós. Se te escutar, terás ganhado o teu irmão» (Mt 18,15) […]
Hoje, porém, vemos pessoas que só tomam em consideração os preceitos mais rigorosos, que mandam reprimir os que causam perturbação, que ordenam que não se deem aos cães as coisas santas, que se considerem como publicanos aqueles que desprezam a Igreja, que se repudiem do seu corpo os membros escandalosos (cf Mt 7,6; 18,17; 5,30). O seu zelo intempestivo causa muita tribulações à Igreja, porque desejariam arrancar o joio antes do tempo; e a sua cegueira faz deles inimigos da unidade de Jesus Cristo. […]
Tomemos cuidado para não deixarmos entrar no nosso coração estes pensamentos presunçosos, para não procurarmos destacar-nos dos pecadores com receio de que o contacto com eles nos manche, para não tentarmos formar como que um rebanho de discípulos puros e santos. Sob o pretexto de não frequentarmos os maus, conseguiríamos apenas romper a unidade. Pelo contrário, recordemo-nos das parábolas da Escritura, dessas palavras inspiradas, desses exemplos tocantes, onde se nos demonstra que os maus estarão sempre misturados com os bons na Igreja, até ao fim do mundo e até ao dia do juízo, sem que a sua participação nos sacramentos seja prejudicial aos bons, desde que estes não participem dos pecados daqueles.

Santo Efrém (c. 306-373)diácono da Síria, doutor da IgrejaComentário do Evangelho concordante, 17, 7-10«Eu sou a ressurr...
29/07/2026

Santo Efrém (c. 306-373)
diácono da Síria, doutor da Igreja
Comentário do Evangelho concordante, 17, 7-10

«Eu sou a ressurreição e a vida»

Quando perguntou: «Onde o pusestes?», as lágrimas vieram aos olhos de Nosso Senhor. As suas lágrimas eram como a chuva, Lázaro como a semente e o sepulcro como a terra. Ele clamou com voz retumbante, a morte tremeu à sua voz, Lázaro germinou como a semente e, tendo saído, adorou o Senhor que o tinha ressuscitado.
Jesus […] devolveu a vida a Lázaro e morreu em seu lugar, pois quando o tirou do sepulcro e tomou lugar à sua mesa, foi Ele próprio amortalhado simbolicamente com o óleo que Maria derramou sobre a sua cabeça (cf Mt 26,7). A força da morte, que tinha triunfado durante quatro dias, foi esmagada […] para que a morte soubesse que o Senhor não teria dificuldade em a vencer ao terceiro dia […]; a sua promessa é verdadeira: Ele prometera ressuscitar pessoalmente ao terceiro dia (cf Mt 16,21) […]. O Senhor devolveu, pois, a alegria a Maria e a Marta ao arrasar o inferno para mostrar que Ele próprio não seria retido pela morte para sempre. […] Agora, quando se disser que é impossível ressuscitar da morte ao terceiro dia, bastará olhar para aquele que foi ressuscitado ao quarto dia. […]
«Tirai a pedra». Então aquele que ressuscitou um morto e lhe deu a vida não poderia ter aberto o sepulcro e virado a pedra? Ele, que disse aos seus discípulos: «Se tiverdes fé comparável a um grão de mostarda, direis a este monte: "Muda-te daqui para acolá", e ele há de mudar-se» (Mt 17,20) não teria podido deslocar a pedra que fechava a entrada do sepulcro? Claro que Ele também poderia ter tirado a pedra com a sua palavra, Ele, cuja voz, quando suspenso da cruz, fendeu as pedras e os sepulcros (cf Mt 27,51-52). Mas, como era amigo de Lázaro, disse: «Abri, para serdes atingidos pelo cheiro da podridão, e desligai-o, vós que o haveis envolvido no seu sudário, para reconhecerdes aquele que amortalhastes».

Homilia atribuída a São Macário (?-390)monge do EgiptoHomilias espirituais, n.º 51«Foi um inimigo que fez isso» (Mt 13,2...
28/07/2026

Homilia atribuída a São Macário (?-390)
monge do Egipto
Homilias espirituais, n.º 51

«Foi um inimigo que fez isso» (Mt 13,28)

Escrevo-vos, irmãos bem amados, para que saibais que, desde o dia em que Adão foi criado até ao fim do mundo, o maligno fez e fará guerra constante aos santos (cf Ap 13,7). [...] Contudo, são poucos os que se dão conta de que o saqueador das almas coabita com eles no seu corpo, muito perto da sua alma. Eles vivem na tribulação e não há neste mundo ninguém que os possa reconfortar. Por isso, erguem o olhar para o Céu e aí colocam a sua esperança, contando receber alguma coisa dentro de si próprios; desta forma, e graças à armadura do Espírito (cf Ef 6,13), vencerão. Com efeito, é do Céu que recebem a força, que permanece escondida aos olhos da carne; enquanto procurarem Deus com todo o seu coração, a força de Deus virá secretamente em seu auxílio a todo o momento. [...] É precisamente porque tocam com o dedo a sua fraqueza, porque são incapazes de vencer, que solicitam ardentemente a armadura de Deus e, assim revestidos com o equipamento do Espírito para o combate (cf Ef 6,13), tornam-se vitoriosos. [...]
Sabei, pois, irmão bem amados, que, em todos os que preparam a sua alma para se tornarem terra boa para a semente celeste, o inimigo apressa-se a semear o seu joio. [...] Sabei também que aqueles que não procuram o Senhor com todo o coração não são tentados por Satanás de forma tão evidente; é mais às escondidas e por manhas que ele tenta [...] afastá-los de Deus.
Mas agora, irmãos, tende coragem e não receeis. Não vos deixeis assustar com imaginações suscitadas pelo inimigo. Na oração, não vos entregueis a uma agitação confusa, multiplicando gritos sem nexo, mas acolhei a graça do Senhor na contrição e no arrependimento. [...] Tende coragem, reconfortai-vos, resisti, preocupai-vos com a vossa alma, perseverai zelosamente na oração. [...] Porque todos os que procuram Deus com verdade receberão na sua alma uma força divina e, recebendo essa unção celeste, sentirão em si o gozo e a doçura do mundo que há de vir. Que a paz do Senhor, aquela que esteve com todos os santos padres e os guardou das tentações, permaneça também convosco.

São Máximo de Turim (?-c. 420), bispoHomilia 111;PL 57, 511O fermento do mundoLemos no evangelho: «Se o grão de trigo, l...
27/07/2026

São Máximo de Turim (?-c. 420), bispo
Homilia 111;PL 57, 511

O fermento do mundo

Lemos no evangelho: «Se o grão de trigo, lançado à terra, não morrer, f**a só; mas, se morrer, dará muito fruto» (Jo 12,24). O Senhor Jesus é o grão de trigo, mas também é o fermento. [...] Ao vir ao mundo, homem e só, o Senhor Jesus deu a todos os homens a possibilidade de se tornarem aquilo que Ele próprio é: quem se une ao fermento de Cristo torna-se fermento, útil a si mesmo e benéfico para todos; esse homem será salvo e salvará outros.
Antes de ser espalhado num monte de farinha, o fermento é moído, esmagado, esfarelado, completamente dissolvido – mas é então que reúne, numa única fermentação, os inúmeros grãos dispersos de farinha, convertendo em corpo sólido uma substância que, em si mesma, era tão insubstancial como o pó. Em suma, faz daquilo que parecia não ser mais do que vã dispersão uma massa útil.
Assim também o Senhor Jesus Cristo, fermento do mundo, foi quebrado por muitos sofrimentos, dilacerado e destruído, e a sua seiva, isto é, o seu precioso sangue, foi derramado por nós, para que, ao misturar-se com Ele, a humanidade dispersa fosse fortalecida. E nós, que éramos como a farinha das nações, estamos agora reunidos como fermento; nós, que jazíamos miseravelmente espalhados pelo mundo, dispersos e esmagados, estamos agora unidos ao corpo de Cristo pelo poder da sua Paixão.

Festa de Nossa Senhora dos Remédios - Quintos 2026Louvado seja Deus!
26/07/2026

Festa de Nossa Senhora dos Remédios - Quintos 2026
Louvado seja Deus!

Endereço

Igreja Paroquial
Salvada
7800-000

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