Movimento da Mensagem de Fátima da Paroquia de S. João de Negrilhos

Movimento da Mensagem de Fátima da Paroquia de S. João de Negrilhos Informações para nos contactar, mapa e direções, formulário para nos contactar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Movimento da Mensagem de Fátima da Paroquia de S. João de Negrilhos, Igreja Católica, Rua Nova nº44, São João de Negrilhos.

25/06/2022
Dia 25 e 26 de Junho realiza-se a Peregrinação Diocesana ao Santuário de Fátima.
28/05/2022

Dia 25 e 26 de Junho realiza-se a Peregrinação Diocesana ao Santuário de Fátima.

Dia 31 de Maio celebra-se o encerramento do mês Mariano, do mês dedicado a Nossa Santa Mãe.Dia 31 pelas 17h30 - recitaçã...
28/05/2022

Dia 31 de Maio celebra-se o encerramento do mês Mariano, do mês dedicado a Nossa Santa Mãe.

Dia 31 pelas 17h30 - recitação do Santo Terço
E pelas 18h - Missa da Festa da Visitação da Nossa Senhora.

Que Nossa Sra de Fátima esteja connosco!

Senhora Nossa,Senhora Minha.Nossa Sra de Fátima já se encontra a percorrer as ruas da nossa Paróquia.Que nossa Senhora A...
14/05/2022

Senhora Nossa,
Senhora Minha.

Nossa Sra de Fátima já se encontra a percorrer as ruas da nossa Paróquia.

Que nossa Senhora Abençoe todos os nosso paroquianos.

Caríssimos irmãos no Senhor:1 - Começamos a Quaresma deste ano assistindo ao começo de um conflito armado na Europa. Os ...
03/03/2022

Caríssimos irmãos no Senhor:

1 - Começamos a Quaresma deste ano assistindo ao começo de um conflito armado na Europa. Os interesses da Rússia levaram-na a invadir a Ucrânia, e todo o mundo, sobretudo ocidental, se uniu para condenar essa invasão.

Este acontecimento vem despertar-nos, vem acordar-nos para vivermos seriamente a nossa vida. Por misericórdia do Senhor estamos vivos. Somos cristãos, somos filhos adotivos de Deus, e os nossos relacionamentos com Ele são a fonte de todos os outros relacionamentos com o nosso semelhante. Se estamos bem com o Senhor, também não nos será difícil relacionarmo-nos bem uns com os outros. Vistes alguma vez, caros irmãos, os mortos a guerrearem e a ofenderem-se? No cemitério estão silenciosas, lado a lado, pessoas que durante as suas vidas se deram mal e se ofenderam mutuamente. Ser cristão, é viver como mortos, é estarmos mortos para o pecado! Não sabeis que, ao renunciarmos a Satanás e ao professarmos a fé cristã antes de sermos batizados, morremos com Cristo para o pecado e recebemos a graça de participarmos da Sua mesma Vida, Vida com Ele escondida em Deus Pai? Na noite de Páscoa, na leitura da Carta aos Romanos, pouco antes de fazermos a Renovação das Promessas do Batismo, todos escutaremos estas palavras: assim, vós também considerai-vos mortos para o pecado e vivos para Deus, em Cristo Jesus. O tempo da Quaresma, caríssimos irmãos e irmãs, serve para cultivarmos a Vida divina que recebemos ao ser batizados.

2 – A Vida divina alimentamo-la praticando o jejum, a esmola e a oração. Todos os cristãos adultos, que estejam entre os 18 e os 65 anos devem praticar o jejum, obrigatoriamente nos dias de quarta-feira de Cinzas e de sexta-feira santa, e também o devem fazer livremente noutros dias, como por exemplo, nas sextas-feiras da Quaresma. Ligado ao jejum, há também a prática da abstinência de carne às sextas-feiras, ficando assim mais unidos a Jesus Nosso Senhor que, numa sexta-feira, deu a Sua Vida por nós.

A Igreja também nos ensina a dar esmola, ou seja, a tornarmos os irmãos mais necessitados participantes dos bens que possuímos. Por meio da esmola cultivamos uma sadia liberdade em relação aos bens materiais, aos quais o nosso coração facilmente se apega. Para sermos discípulos de Jesus há uma condição prévia, como disse ao jovem que d’Ele se aproximou: vai, vende o que tens, dá aos pobres e terás um tesouro no Céu. Depois vem e segue-Me. A vida cristã, outra realidade não é senão a imitação de Cristo, dos seus gestos e obras. A Renúncia Quaresmal que iremos juntando durante a Quaresma e entregaremos no Domingo de Ramos, neste ano será destinada à diocese de São Tomé e Príncipe que está atravessando momentos bastante difíceis. Também durante a Quaresma, de 14 a 20 de março, se fará o peditório para a Cáritas. Sabeis irmãos, que a esmola apaga uma multidão de pecados? Se tendes consciência de que sois pecadores, dai esmola com generosidade.

3 - Finalmente, as práticas do jejum e da esmola, que consistem em nos privarmos daquilo que toda a gente procura no mundo, devem ser acompanhadas com a oração. Por meio dela tornamo-nos próximos e amigos de Deus, que nos dá a conhecer o Seu amor, nos ensina a distinguir claramente qual é a Sua vontade a nosso respeito e nos dá o Seu Espírito que nos ajuda a obedecer-Lhe. O relacionamento com o Senhor, que se realiza e cultiva na oração é a fonte da vida para nós. É nele que encontramos a força para nos amarmos uns aos outros e darmos por eles as nossas vidas. Da nossa oração depende a vida e a felicidade de muitos nossos conhecidos e também desconhecidos. Como católicos que somos, o nosso coração deve ter presentes as intenções e os problemas do mundo inteiro. Esta situação de guerra contra a Ucrânia, os sofrimentos daqueles que por ela são atingidos e o eterno descanso daqueles e daquelas que são abatidos em combate, deve motivar-nos a orar ao Senhor. E também as nossas famílias, o futuro dos filhos e netos, os estrangeiros que trabalham nos nossos campos.

Convido-vos, irmãos, a fazer oração todos os dias, durante o tempo da Quaresma. Depois de fazerdes as vossas orações de louvor ao Senhor, suplicai-Lhe pela Santa Igreja, pelo Papa, pelos bispos, padres e diáconos, religiosos e religiosas, pelos casais, pelos jovens, crianças e idosos. Depois intercedei pelo mundo, pelas nações e seus governantes, pela paz e pelo bem-estar de todos. Seguidamente orai por todos os doentes e necessitados, e pelas vossas intenções particulares.

Alimentai-vos diariamente com a Palavra do Senhor e frequentai as igrejas para participardes na Eucaristia ou simplesmente para fazer oração diante do Senhor, presente no Santíssimo Sacramento.

4 - Coragem, meus irmãos: despertai! Despertemos para cultivar a vida própria dos filhos adotivos de Deus. A Celebração da Páscoa, para ser fecunda, para nos fazer dar fruto abundante, precisa de ser preparada por uma vivência autêntica da Quaresma. O Santo Padre, o Papa Francisco, convida-nos a fazer do primeiro dia da Quaresma, da quarta-feira de Cinzas, um dia de jejum e de oração pela Paz na Ucrânia. Como membros vivos do Corpo de Cristo que é a Igreja, fujamos da preguiça. Façamo-nos presentes, unamo-nos e caminhemos juntos com este povo imenso, resgatado pelo Sangue do Senhor.

No Senhor saúdo e abençoo a todos vós, caríssimos irmãos.

Rezo por vós. Rezai por mim.

+ J. Marcos, bispo de Beja

Mensagem do Papa Francisco para a Quaresma 2022Fev 24, 2022 - 11:00«Não nos cansemos de fazer o bem; porque, a seu tempo...
03/03/2022

Mensagem do Papa Francisco para a Quaresma 2022

Fev 24, 2022 - 11:00
«Não nos cansemos de fazer o bem; porque, a seu tempo colheremos, se não tivermos esmorecido. Portanto, enquanto temos tempo, pratiquemos o bem para com todos» (Gal 6, 9-10a).
Queridos irmãos e irmãs!
A Quaresma é um tempo favorável de renovação pessoal e comunitária que nos conduz à Páscoa de Jesus Cristo morto e ressuscitado. Aproveitemos o caminho quaresmal de 2022 para refletir sobre a exortação de São Paulo aos Gálatas: «Não nos cansemos de fazer o bem; porque, a seu tempo colheremos, se não tivermos esmorecido. Portanto, enquanto temos tempo (kairós), pratiquemos o bem para com todos» (Gal 6, 9-10a).

1. Sementeira e colheita
Neste trecho, o Apóstolo evoca a sementeira e a colheita, uma imagem que Jesus muito prezava (cf. Mt 13). São Paulo fala-nos dum kairós: um tempo propício para semear o bem tendo em vista uma colheita. Qual poderá ser para nós este tempo favorável? Certamente é a Quaresma, mas é-o também toda a nossa existência terrena, de que a Quaresma constitui de certa forma uma imagem.[1] Muitas vezes, na nossa vida, prevalecem a ganância e a soberba, o anseio de possuir, acumular e consumir, como se vê no homem insensato da parábola evangélica, que considerava assegurada e feliz a sua vida pela grande colheita acumulada nos seus celeiros (cf. Lc 12, 16-21). A Quaresma convida-nos à conversão, a mudar mentalidade, de tal modo que a vida encontre a sua verdade e beleza menos no possuir do que no doar, menos no acumular do que no semear o bem e partilhá-lo.
O primeiro agricultor é o próprio Deus, que generosamente «continua a espalhar sementes de bem na humanidade» (Encíclica Fratelli tutti, 54). Durante a Quaresma, somos chamados a responder ao dom de Deus, acolhendo a sua Palavra «viva e eficaz» (Heb 4, 12). A escuta assídua da Palavra de Deus faz amadurecer uma pronta docilidade à sua ação (cf. Tg 1, 19.21), que torna fecunda a nossa vida. E se isto já é motivo para nos alegrarmos, maior motivo ainda nos vem do chamamento para sermos «cooperadores de Deus» (1 Cor 3, 9), aproveitando o tempo presente (cf. Ef 5, 16) para semearmos, também nós, praticando o bem. Este chamamento para semear o bem deve ser visto, não como um peso, mas como uma graça pela qual o Criador nos quer ativamente unidos à sua fecunda magnanimidade.
E a colheita? Porventura não se faz toda a sementeira a pensar na colheita? Certamente; o laço estreito entre a sementeira e a colheita é reafirmado pelo próprio São Paulo, quando escreve: «Quem pouco semeia, também pouco há de colher; mas quem semeia com generosidade, com generosidade também colherá» (2 Cor 9, 6). Mas de que colheita se trata? Um primeiro fruto do bem semeado, temo-lo em nós mesmos e nas nossas relações diárias, incluindo os gestos mais insignificantes de bondade. Em Deus, nenhum ato de amor, por mais pequeno que seja, e nenhuma das nossas «generosas fadigas» se perde (cf. Exortação Evangelii gaudium, 279). Tal como a árvore se reconhece pelos frutos (cf. Mt 7, 16.20), assim também a vida repleta de obras boas é luminosa (cf. Mt 5, 14-16) e difunde pelo mundo o perfume de Cristo (cf. 2 Cor 2, 15). Servir a Deus, livres do pecado, faz amadurecer frutos de santificação para a salvação de todos (cf. Rm 6, 22).
Na realidade, só nos é concedido ver uma pequena parte do fruto daquilo que semeamos, pois, segundo o dito evangélico, «um é o que semeia e outro o que ceifa» (Jo 4, 37). É precisamente semeando para o bem do próximo que participamos na magnanimidade de Deus: constitui «grande nobreza ser capaz de desencadear processos cujos frutos serão colhidos por outros, com a esperança colocada na força secreta do bem que se semeia» (Encíclica Fratelli tutti, 196). Semear o bem para os outros liberta-nos das lógicas mesquinhas do lucro pessoal e confere à nossa atividade a respiração ampla da gratuidade, inserindo-nos no horizonte maravilhoso dos desígnios benfazejos de Deus.
A Palavra de Deus alarga e eleva ainda mais a nossa perspetiva, anunciando-nos que a colheita mais autêntica é a escatológica, a do último dia, do dia sem ocaso. O fruto perfeito da nossa vida e das nossas ações é o «fruto em ordem à vida eterna» (Jo 4, 36), que será o nosso «tesouro no céu» (Lc 18, 22; cf. 12, 33). O próprio Jesus, para exprimir o mistério da sua morte e ressurreição, usa a imagem da semente que morre na terra e frutifica (cf. Jo 12, 24); e São Paulo retoma-a para falar da ressurreição do nosso corpo: «semeado corrutível, o corpo é ressuscitado incorrutível; semeado na desonra, é ressuscitado na glória; semeado na fraqueza, é ressuscitado cheio de força; semeado corpo terreno, é ressuscitado corpo espiritual» (1 Cor 15, 42-44). Esta esperança é a grande luz que Cristo ressuscitado traz ao mundo: «Se nós temos esperança em Cristo apenas para esta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens. Mas não! Cristo ressuscitou dos mortos, como primícias dos que morreram» (1 Cor 15, 19-20), para que quantos estiverem intimamente unidos a Ele no amor, «por uma morte idêntica à sua» (Rm 6, 5), também estejam unidos à sua ressurreição para a vida eterna (cf. Jo 5, 29): «então os justos resplandecerão como o sol, no reino do seu Pai» (Mt 13, 43).

2. «Não nos cansemos de fazer o bem»
A ressurreição de Cristo anima as esperanças terrenas com a «grande esperança» da vida eterna e introduz, já no tempo presente, o germe da salvação (cf. BENTO XVI, Spe salvi, 3; 7). Perante a amarga desilusão por tantos sonhos desfeitos, a inquietação com os desafios a enfrentar, o desconsolo pela pobreza de meios à disposição, a tentação é fechar-se num egoísmo individualista e, à vista dos sofrimentos alheios, refugiar-se na indiferença. Com efeito, mesmo os melhores recursos conhecem limitações: «Até os adolescentes se cansam, se afadigam, e os jovens tropeçam e vacilam» (Is 40, 30). Deus, porém, «dá forças ao cansado e enche de vigor o fraco. (…) Aqueles que confiam no Senhor renovam as suas forças. Têm asas como a águia, correm sem se cansar, marcham sem desfalecer» (Is 40, 29.31). A Quaresma chama-nos a repor a nossa fé e esperança no Senhor (cf. 1 Ped 1, 21), pois só com o olhar fixo em Jesus Cristo ressuscitado (cf. Heb 12, 2) é que podemos acolher a exortação do Apóstolo: «Não nos cansemos de fazer o bem» (Gal 6, 9).
Não nos cansemos de rezar. Jesus ensinou que é necessário «orar sempre, sem desfalecer» (Lc 18, 1). Precisamos de rezar, porque necessitamos de Deus. A ilusão de nos bastar a nós mesmos é perigosa. Se a pandemia nos fez sentir de perto a nossa fragilidade pessoal e social, permita-nos esta Quaresma experimentar o conforto da fé em Deus, sem a qual não poderemos subsistir (cf. Is 7, 9). No meio das tempestades da história, encontramo-nos todos no mesmo barco, pelo que ninguém se salva sozinho;[2] mas sobretudo ninguém se salva sem Deus, porque só o mistério pascal de Jesus Cristo nos dá a vitória sobre as vagas tenebrosas da morte. A fé não nos preserva das tribulações da vida, mas permite atravessá-las unidos a Deus em Cristo, com a grande esperança que não desilude e cujo penhor é o amor que Deus derramou nos nossos corações por meio do Espírito Santo (cf. Rm 5, 1-5).
Não nos cansemos de extirpar o mal da nossa vida. Possa o jejum corporal, a que nos chama a Quaresma, fortalecer o nosso espírito para o combate contra o pecado. Não nos cansemos de pedir perdão no sacramento da Penitência e Reconciliação, sabendo que Deus nunca Se cansa de perdoar.[3] Não nos cansemos de combater a concupiscência, fragilidade esta que inclina para o egoísmo e todo o mal, encontrando no decurso dos séculos vias diferentes para fazer precipitar o homem no pecado (cf. Encíclica Fratelli tutti, 166). Uma destas vias é a dependência dos meios de comunicação digitais, que empobrece as relações humanas. A Quaresma é tempo propício para contrastar estas ciladas, cultivando ao contrário uma comunicação humana mais integral (cf. ibid., 43), feita de «encontros reais» (ibid., 50), face a face.
Não nos cansemos de fazer o bem, através duma operosa caridade para com o próximo. Durante esta Quaresma, exercitemo-nos na prática da esmola, dando com alegria (cf. 2 Cor 9, 7). Deus, «que dá a semente ao semeador e o pão em alimento» (2 Cor 9, 10), provê a cada um de nós os recursos necessários para nos nutrirmos e ainda para sermos generosos na prática do bem para com os outros. Se é verdade que toda a nossa vida é tempo para semear o bem, aproveitemos de modo particular esta Quaresma para cuidar de quem está próximo de nós, para nos aproximarmos dos irmãos e irmãs que se encontram feridos na margem da estrada da vida (cf. Lc 10, 2537). A Quaresma é tempo propício para procurar, e não evitar, quem passa necessidade; para chamar, e não ignorar, quem deseja atenção e uma boa palavra; para visitar, e não abandonar, quem sofre a solidão. Acolhamos o apelo a praticar o bem para com todos, reservando tempo para amar os mais pequenos e indefesos, os abandonados e desprezados, os discriminados e marginalizados (cf. Encíclica Fratelli tutti, 193).

3. «A seu tempo colheremos, se não tivermos esmorecido»
Cada ano, a Quaresma vem recordar-nos que «o bem, como aliás o amor, a justiça e a solidariedade não se alcançam duma vez para sempre; hão de ser conquistados cada dia» (ibid., 11). Por conseguinte, peçamos a Deus a constância paciente do agricultor (cf. Tg 5, 7), para não desistir na prática do bem, um passo de cada vez. Quem cai, estenda a mão ao Pai que nos levanta sempre. Quem se extraviou, enganado pelas seduções do maligno, não demore a voltar para Deus, que «é generoso em perdoar» (Is 55, 7). Neste tempo de conversão, buscando apoio na graça divina e na comunhão da Igreja, não nos cansemos de semear o bem. O jejum prepara o terreno, a oração rega, a caridade fecunda-o. Na fé, temos a certeza de que «a seu tempo colheremos, se não tivermos esmorecido», e obteremos, com o dom da perseverança, os bens prometidos (cf. Heb 10, 36) para salvação nossa e do próximo (cf. 1 Tm 4, 16). Praticando o amor fraterno para com todos, estamos unidos a Cristo, que deu a sua vida por nós (cf. 2 Cor 5, 14-15), e saboreamos desde já a alegria do Reino dos Céus, quando Deus for «tudo em todos» (1 Cor 15, 28).
A Virgem Maria, em cujo ventre germinou o Salvador e que guardava todas as coisas «ponderando-as no seu coração» (Lc 2, 19), obtenha-nos o dom da paciência e acompanhe-nos com a sua presença materna, para que este tempo de conversão dê frutos de salvação eterna.

Roma, em São João de Latrão, na Memória litúrgica do bispo São Martinho,
11 de novembro de 2021.
Papa Francisco

Primeiro Sábado de MarçoNeste mês de março somos convidados a contemplar e meditar Jesus a caminho do Monte do Calvário....
02/03/2022

Primeiro Sábado de Março

Neste mês de março somos convidados a contemplar e meditar Jesus a caminho do Monte do Calvário. Recordamos a dor que o Nosso Senhor sofreu carregando a cruz desde o Pretório até o Calvário.
Na estrada para a cruz, a glória de Deus estava à mostra, o plano de salvação estava sendo realizado e o amor de Jesus foi demonstrado.
Neste Primeiro Sábado rezemos e meditemos neste mistério.

Para ver o Guião completo :

Neste mês de março somos convidados a contemplar e meditar Jesus a caminho do Monte do Calvário. Recordamos a dor que o Nosso Senhor sofreu carregando a cruz desde o Pretório até o Calvário. Na estrada para a cruz, a glória de Deus estava à mostra, o plano de salvação estava sendo realizad...

Rezemos, rezemos muito pela paz na Ucrânia e no mundo.Nossa Senhora de Fátima, Rogai por Nós.
22/02/2022

Rezemos, rezemos muito pela paz na Ucrânia e no mundo.

Nossa Senhora de Fátima, Rogai por Nós.

Desafio proposto pelo cardeal D. António Marto é assumido na recitação do Rosário Fátima, 21 fev 2022 (Ecclesia) – O Santuário de Fátima vai promover esta semana uma “corrente de oração pela Paz na Ucrânia”, informou a instituição, em nota publicada online. A iniciativa é apresen...

Neste ano 2022 celebramos o 17.º aniversário da morte da Irmã Lúcia (13 de fevereiro) e 100.º aniversário da morte de Sa...
15/02/2022

Neste ano 2022 celebramos o 17.º aniversário da morte da Irmã Lúcia (13 de fevereiro) e 100.º aniversário da morte de Santa Jacinta. Afim de assinalar o Dia dos Pastorinhos que se comemora no próximo dia 20, vimos por este meio partilhar convosco uma proposta de oração.

Rezemos!

Para ver o Guião completo: https://mmfatima.pt/semana-dos-pastorinhos-2022/

Mensagem do Santo Padre no dia dos doentes:Queridos irmãos e irmãs!Há trinta anos, São João Paulo II instituiu o Dia Mun...
11/02/2022

Mensagem do Santo Padre no dia dos doentes:

Queridos irmãos e irmãs!

Há trinta anos, São João Paulo II instituiu o Dia Mundial do Doente para sensibilizar o povo de Deus, as instituições sanitárias católicas e a sociedade civil para a solicitude com os enfermos e quantos cuidam deles [1].

Agradecemos ao Senhor o caminho feito durante estes anos nas Igrejas particulares de todo o mundo. Já se deram muitos passos em frente, mas há ainda um longo caminho a percorrer para garantir a todos os doentes, mesmo nos lugares e situações de maior pobreza e marginalização, os cuidados de saúde, de que necessitam, e também o devido acompanhamento pastoral para conseguirem viver o período da doença unidos a Cristo crucificado e ressuscitado. Que o ### Dia Mundial do Doente – por causa da pandemia, a sua celebração culminante não poderá ter lugar em Arequipa, no Perú, mas vai realizar-se na Basílica de São Pedro, no Vaticano – nos ajude a crescer na proximidade e no serviço às pessoas enfermas e às suas famílias.

1. Misericordiosos como o Pai

O tema escolhido para este trigésimo Dia Mundial – «Sede misericordiosos como o vosso Pai é misericordioso» (Lc 6, 36) – faz-nos, antes de mais nada, voltar o olhar para Deus, «rico em misericórdia» (Ef 2, 4), que olha sempre para os seus filhos com amor de pai, mesmo quando se afastam d’Ele. Com efeito a misericórdia é, por excelência, o nome de Deus, que expressa a sua natureza não como um sentimento ocasional, mas como força presente em tudo o que Ele faz. É conjuntamente força e ternura. Por isso podemos dizer, cheios de maravilha e gratidão, que a misericórdia de Deus tem nela mesma tanto a dimensão da paternidade como a da maternidade (cf. Is 49, 15), porque Ele cuida de nós com a força dum pai e com a ternura duma mãe, sempre desejoso de nos dar vida nova no Espírito Santo.

2. Jesus, misericórdia do Pai

Suprema testemunha do amor misericordioso do Pai para com os enfermos é o seu Filho unigénito. Quantas vezes os Evangelhos nos narram os encontros de Jesus com pessoas que sofriam de várias doenças! Ele «começou a percorrer toda a Galileia, ensinando nas sinagogas, proclamando o Evangelho do Reino e curando entre o povo todas as doenças e enfermidades» (Mt 4, 23). Podemos perguntar-nos: Porquê esta atenção particular de Jesus para com os doentes, a ponto da mesma se tornar também a atividade principal na missão dos apóstolos, enviados pelo Mestre a anunciar o Evangelho e curar os enfermos (cf. Lc 9, 2)?

Um pensador do século XX sugere-nos uma razão: «A dor isola duma forma absoluta e é deste isolamento absoluto que nasce o apelo ao outro, a invocação ao outro» [2]. Quando uma pessoa experimenta na própria carne fragilidade e sofrimento por causa da doença, também o seu coração se sente acabrunhado, cresce o medo, multiplicam-se as dúvidas, torna-se mais impelente a questão sobre o sentido de tudo o que está a acontecer. A propósito, como não recordar os numerosos enfermos que, durante este tempo de pandemia, viveram a última parte da sua existência na solidão duma Unidade de Terapia Intensiva, certamente cuidados por generosos profissionais de saúde, mas longe dos afetos mais queridos e das pessoas mais importantes da sua vida terrena? Daqui vemos a importância de se ter ao lado testemunhas da caridade de Deus, que a exemplo de Jesus, misericórdia do Pai, derramem sobre as feridas dos enfermos o óleo da consolação e o vinho da esperança [3].

3. Tocar a carne sofredora de Cristo

O convite de Jesus a ser misericordiosos como o Pai adquire um significado particular para os profissionais de saúde. Penso nos médicos, enfermeiros, técnicos de laboratório, auxiliares e cuidadores dos enfermos, bem como nos numerosos voluntários que doam tempo precioso a quem sofre. Queridos profissionais da saúde, o vosso serviço junto dos doentes, realizado com amor e competência, ultrapassa os limites da profissão para se tornar uma missão. As vossas mãos que tocam a carne sofredora de Cristo podem ser sinal das mãos misericordiosas do Pai. Permanecei cientes da grande dignidade da vossa profissão e também da responsabilidade que ela acarreta.

Bendizemos o Senhor pelos progressos que a ciência médica realizou sobretudo nestes últimos tempos; as novas tecnologias permitiram dispor de vias terapêuticas de grande utilidade para os doentes; a pesquisa continua a dar a sua valiosa contribuição para derrotar velhas e novas patologias; a medicina de reabilitação desenvolveu notavelmente os seus conhecimentos e competências. Tudo isso, porém, não deve jamais fazer esquecer a singularidade de cada doente, com a sua dignidade e as suas fragilidades [4]. O doente é sempre mais importante do que a sua doença, e por isso qualquer abordagem terapêutica não pode prescindir da escuta do paciente, da sua história, das suas ansiedades, dos seus medos. Mesmo quando não se pode curar, sempre é possível tratar, consolar e fazer sentir à pessoa uma proximidade que demonstre mais interesse por ela do que pela sua patologia. Espero, pois, que os percursos de formação dos operadores da saúde sejam capazes de os habilitar para a escuta e a dimensão relacional.

4. Os lugares de tratamento, casas de misericórdia

O Dia Mundial do Doente é ocasião propícia também para determos a nossa atenção nos lugares de tratamento. A misericórdia para com os enfermos levou a comunidade cristã a abrir, no decorrer dos séculos, inúmeras «estalagens do bom samaritano» (cf. Lc 10, 34), onde pudessem ser acolhidos e tratados doentes de todo o género, sobretudo aqueles que, por indigência, pela exclusão social ou pelas dificuldades no tratamento dalgumas patologias, não encontravam resposta ao seu pedido de saúde. Em tais situações, são sobretudo as crianças, os idosos e as pessoas mais fragilizadas que pagam o preço mais alto. Misericordiosos como o Pai, muitos missionários acompanharam o anúncio do Evangelho com a construção de hospitais, dispensários e lugares de tratamento. São obras preciosas, através das quais se concretizou a caridade cristã e se tornou mais credível o amor de Cristo, testemunhado pelos seus discípulos. Penso sobretudo nas populações das zonas mais pobres da Terra, onde por vezes é necessário percorrer longas distâncias para encontrar centros de tratamento que, embora com recursos limitados, oferecem tudo o que têm disponível. Ainda há um longo caminho a percorrer e, nalguns países, receber adequados tratamentos continua a ser um luxo. Testemunha-o, por exemplo, a escassa disponibilidade, nos países mais pobres, de vacinas contra a Covid-19 e ainda mais a falta de tratamentos para patologias que requerem medicamentos muito mais simples.

Neste contexto, desejo reafirmar a importância das instituições sanitárias católicas: são um tesouro precioso que deve ser preservado e sustentado; a sua presença caraterizou a história da Igreja pela sua proximidade aos doentes mais pobres e às situações mais esquecidas [5]. Quantos fundadores de famílias religiosas souberam ouvir o clamor de irmãos e irmãs privados de acesso aos tratamentos ou mal atendidos, prodigalizando-se ao seu serviço! Ainda hoje, mesmo nos países mais desenvolvidos, a sua presença é uma bênção, porque, além de cuidar do corpo com toda a competência necessária, sempre podem oferecer também aquela caridade cujo centro da atenção são os doentes e os seus familiares. Numa época em que se difundiu a cultura do descarte e nem sempre se reconhece a vida como digna de ser acolhida e vivida, estas estruturas, como casas da misericórdia, podem ser exemplares na salvaguarda e no cuidado de cada existência, mesmo a mais frágil, desde o próprio início até ao seu termo natural.

5. A misericórdia pastoral: presença e proximidade

No caminho feito ao longo destes trinta anos, a própria pastoral da saúde viu o seu serviço ser cada vez mais reconhecido como indispensável. Na verdade, se a pior discriminação sofrida pelos pobres – e os doentes são pobres de saúde – é a falta dos cuidados espirituais, não podemos exonerar-nos de lhes oferecer a proximidade de Deus, a sua bênção, a sua Palavra, a celebração dos Sacramentos e a proposta dum caminho de crescimento e amadurecimento na fé [6]. A propósito, gostaria de lembrar que a proximidade aos enfermos e o seu cuidado pastoral não competem apenas a alguns ministros especificamente deputados para o efeito; visitar os enfermos é um convite feito por Cristo a todos os seus discípulos. Quantos doentes e quantas pessoas idosas há que vivem em casa e esperam por uma visita! O ministério da consolação é tarefa de todo o batizado, recordando-se das palavras de Jesus: «Estive doente e visitastes-Me» ( Mt 25, 36).

Queridos irmãos e irmãs, à intercessão de Maria, Saúde dos Enfermos, confio todos os doentes e as suas famílias. Unidos a Cristo, que carrega sobre Si o sofrimento do mundo, possam encontrar sentido, consolação e confiança. Rezo por todos os profissionais de saúde para que, ricos em misericórdia, ofereçam aos pacientes, juntamente com os tratamentos devidos, a sua proximidade fraterna.

De coração, a todos concedo a Bênção Apostólica.

Roma, São João de Latrão, na Memória de Nossa Senhora de Loreto, 10 de dezembro de 2021.

Francisco

Comemoração do Dia dos Santos Francisco e Jacinta Marto20 de Fevereiro de 202210h00 - Recitação do Terço10h30 – Eucarist...
11/02/2022

Comemoração do Dia dos Santos Francisco e Jacinta Marto

20 de Fevereiro de 2022
10h00 - Recitação do Terço
10h30 – Eucaristia

Igreja Paroquial de S. João de Negrilhos

Endereço

Rua Nova Nº44
São João De Negrilhos
7600-433

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