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05/09/2026
📆 Actividades e Agenda Semanal: 05 a 13 de Setembro de 2026
04/09/2026

📆 Actividades e Agenda Semanal: 05 a 13 de Setembro de 2026

·      Papa defende «modo silencioso» perante agitação quotidiana ·      Leão XIV critica «ilusão de que a guerra é uma ...
04/09/2026

· Papa defende «modo silencioso» perante agitação quotidiana

· Leão XIV critica «ilusão de que a guerra é uma forma eficaz de construir a paz»

· XI Simpósio do Clero: Leão XIV envia mensagem aos sacerdotes de Portugal e pede que rejeitem «entusiasmos ingénuos» e «medos estéreis» (foto)


· Papa denuncia mercantilização da água
































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PAPA DEFENDE «MODO SILENCIOSO» PERANTE AGITAÇÃO QUOTIDIANA

O Papa apelou a uma pausa na agitação das atividades quotidianas, para contemplar a harmonia da natureza e escutar a voz de Deus, durante a Missa do Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação.
“Reservemos alguns minutos de pausa na agitação das atividades quotidianas para saborear a grande harmonia da qual fazemos parte. Coloquemos em ‘modo silencioso’ todos os ruídos das obras humanas para ouvir a voz melodiosa da criação, na qual Deus, autor de todas as coisas, nos fala”, pediu Leão XIV, na homilia da Eucaristia a que presidiu no ‘Borgo Laudato Si’, da residência pontifícia de Castel Gandolfo, arredores de Roma.
Citando a mensagem que escreveu para esta jornada, o pontífice apelou a uma “autêntica conversão ecológica”, na qual o encontro com Jesus Cristo transforme a relação de cada um com o mundo.
“Ainda não é tarde demais”, declarou.
Segundo o Papa, a reflexão sobre as maravilhas naturais desperta a consciência da “responsabilidade pessoal e coletiva no cuidado da harmonia original”.
“Da tomada de consciência das nossas falhas e erros, nasce um esforço renovado para restaurar as relações entre as criaturas segundo a vontade do seu autor”, acrescentou.
Leão XIV destacou que o “Tempo da Criação’, iniciativa ecuménica e ecológica que mobiliza milhões de cristãos, desafia a sociedade a transformar o mal em vida, redirecionando o que tem sido utilizado para a destruição “para o cuidado dos pobres, para a alimentação dos famintos e para a salvaguarda da criação”.
As várias celebrações de oração e ação ecológica prolongam-se até ao próximo dia 4 de outubro, data em que se assinala, este ano, o oitavo centenário do falecimento de S. Francisco de Assis.
“Com S. Francisco, queremos renovar o nosso compromisso de viver e promover aquela fraternidade universal que está inseparavelmente ligada ao dever de cuidar da criação”, concluiu o Papa, após invocar as estrofes do Cântico das Criaturas.

(cf, AE260901)

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LEÃO XIV CRITICA «ILUSÃO DE QUE A GUERRA É UMA FORMA EFICAZ DE CONSTRUIR A PAZ»

O Papa alertou para as contradições de um mundo que promove a guerra com a justificação de “construir a paz”, apelando ao compromisso dos católicos em favor da justiça.
“Há uma consciência partilhada de que está em jogo o futuro do planeta e, ao mesmo tempo, a incapacidade de renunciar ao consumo egoísta e à ilusão de que a guerra é uma forma eficaz de construir a paz”, referiu, durante a audiência pública semanal que decorreu na Praça de S. Pedro.
Leão XIV iniciou um ciclo dedicado à Constituição Pastoral ‘Gaudium et spes’, do Concílio Vaticano II, sobre “a relação da Igreja com o mundo contemporâneo”.
“É uma partilha que nos chama a sair de toda a passividade e indiferença perante os acontecimentos, a história e a vida das pessoas, sobretudo perante a mudança rápida e profunda que hoje experimentamos”, apontou aos participantes na audiência geral.
Não é possível permanecer espectadores desinteressados, é necessário, pelo contrário, escutar com o coração, deixar-se interpelar, deixar-se envolver. Com Cristo e amparados pela força do seu Espírito, os crentes são chamados a assumir as dificuldades dos irmãos, sobretudo daqueles que são esmagados pela injustiça, pela discriminação, pela violência.”
Segundo o Papa, o documento conciliar não reflete um “ingénuo otimismo”, mas traduz uma “renovada fidelidade ao Mistério de Cristo”, que encarnou para partilhar as tristezas e esperanças da condição humana.
“A partilha cristã compromete a assumir a realidade e também a desmascarar as contradições que caracterizam a vida pessoal e social do mundo contemporâneo: por exemplo, um progresso científico e tecnológico, que oferece sempre novas possibilidades, mas apenas a alguns”, sustentou.
Leão XIV apontou o desafio de servir o ser humano face aos “preocupantes desequilíbrios” globais, apontando Jesus Cristo como “a chave, o centro e o fim de toda a história humana”.
“Caros irmãos e irmãs, que a alegria e a esperança – gaudium et spes – sejam os traços distintivos de uma Igreja que anuncia e testemunha o Evangelho, fazendo-se próxima das mulheres e dos homens do nosso tempo”, desejou.

(cf, AE260902)

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XI SIMPÓSIO DO CLERO: LEÃO XIV ENVIA MENSAGEM AOS SACERDOTES DE PORTUGAL E PEDE QUE REJEITEM «ENTUSIASMOS INGÉNUOS» E «MEDOS ESTÉREIS» (foto)

Núncio apostólico afirmou na sessão de abertura que o segredo para um «sacerdócio sadio é não caminhar sozinhos»

O núncio apostólico em Portugal presidiu à sessão de abertura do XI Simpósio do Clero, onde divulgou uma mensagem do Papa Leão XIV dirigida aos participantes pedindo que rejeitem “entusiasmos ingénuos” e “medos estéreis”.
“Nos diferentes encontros e nos diálogos mais informais, sem se abençoarem em entusiasmos ingénuos, nem se acalentarem medos estéreis, evitando-se palavras que humilham ou dividem, multiplique-se a franqueza que ilumina, aquece e abre caminhos”, afirma a mensagem do Papa.
No texto lido, o Papa afirma que é importante contar com a “diversidade e até com as tensões” no ambiente sacerdotal, porque “de tudo se serve criativamente o Espírito Santo ao reacender nos corações o zelo pela missão comum”.
Leão XIV, que assina a mensagem, invoca para o clero de Portugal “a sabedoria divina para o caminho conjunto”, o “entusiasmo para os passos vacilantes” e “o dom da unidade para todos”.
O núncio apostólico em Portugal, na comunicação que fez aos padres presentes, referiu-se à autenticidade da vida sacerdotal, fundamentada na caridade, e disse que o trabalho conjunto é o segredo para um “sacerdócio sadio” é trabalho em conjunto.
A única maneira de viver um sacerdócio sadio é a de não caminhar sozinhos”.
D. Andres Carrascosa Coso sublinhou que “nenhum pastor existe sozinho” e que, para acompanhar as pessoas, é necessário “ter um acompanhamento espiritual”.
“Ninguém que não é acompanhado, sabe acompanhar. Aqueles que deixam de receber orientação, correm o risco de já não serem capazes de reconhecer aquilo que acontece no seu interior”, afirmou.
O núncio apostólico referiu-se ao clericalismo que “faz sofrer” e é uma “ferida na comunhão” e lembrou que a Igreja precisa de ministros, bispos, presbíteros e diáconos que levem “o coração do Evangelho”.
A Igreja precisa de ministros que levem a sério, com radicalidade, o coração do Evangelho, a síntese da Lei, colocando na base de todas as atividades, antes de todas as ocupações pastorais, a caridade”.
Na comunicação que fez aos participantes no XI Simpósio do Clero, o núncio apostólico alertou para “celebrações, belíssimas” ou “programas pastorais muito bem preparados”, mas que podem “ser expressão sublime de uma realidade que não existe”.
D. Andres Carrascosa Coso referiu-se também à necessidade da partilha das “experiências de vida cristã”, a “ajuda mútua, e até a comunhão de bens, incluindo os bens materiais”, alertando para os pedidos da “vida individualista e até burguesa”.
“Às vezes, no interior do presbitério diocesano, infelizmente, não é o amor recíproco aquilo que nos distingue”, alertou, acrescentando que é necessário “formar para a comunhão, formar para o trabalho em conjunto”.
A sessão de abertura iniciou com a comunicação de D. Vitorino Soares, presidente da Comissão Episcopal Vocações e Ministérios, que promove o Simpósio do Clero, que se referiu aos trabalhos que decorrem em Fátima como “um tempo especial de encontro, de comunhão e de visibilidade da Igreja”.
“Este tema do simpósio e o estilo do programa convida-nos a redescobrir a beleza de caminharmos juntos, fortalecendo os vínculos de fraternidade, partilhando a vida e renovando o compromisso evangelizador da Igreja”, afirmou.
D. Vitorino Soares lembrou que o XIº Simpósio não vai ter o formato habitual de conferências sucessivas, mas acompanha os resultados de um inquérito sobre os “Desafios da Vida Sacerdotal em Portugal”, realizado anonimamente entre os participantes do Simpósio do Clero.
Para além de informações sociodemográficas, o inquérito indica dados sobre o “cuidado de cada padre consigo mesmo, a nível emocional, espiritual e psicológico, tendo em vista a reflexão em torno da integração psico-espiritual na vida e exercício do ministério pastoral”.

(cf, AE260831)
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PAPA DENUNCIA MERCANTILIZAÇÃO DA ÁGUA

O Papa apelou à defesa da água como um direito universal, rejeitando a sua transformação numa mercadoria.
“Pedimos-te perdão porque fizemos dela mercadoria, esquecendo que é um presente universal, um direito sem fronteiras, destinado a todos os teus filhos”, reza Leão XIV na intenção de oração para o mês de setembro, divulgada pela Rede Mundial de Oração do Papa.
A divulgação da mensagem assinala o início do Tempo da Criação (1 de setembro).
“Pedimos-te que nos ensines a proteger a água com gratidão, justiça e responsabilidade”, refere o pontífice.
A oração manifesta uma dor profunda perante a realidade de “tantos irmãos e irmãs sem acesso à água potável, que caminham quilómetros para a encontrar, e que adoecem por causa da sua escassez”.
O Papa pede que os católicos sejam “peregrinos do essencial, capazes de viver com sobriedade, denunciando o desperdício e a contaminação”.
Que o nosso cuidado com a água seja sinal de amor ao Criador e compromisso com a vida dos mais pobres, educando novas gerações que valorizem e protejam os recursos da Terra.”
A oração reflete as estatísticas da Organização Mundial da Saúde que confirmam a existência de 2,1 mil milhões de pessoas sem acesso seguro a este bem elementar em todo o mundo.
“Ninguém pode viver sem água, e ninguém deveria morrer devido à sua falta”, sublinhou o padre Cristóbal Fones, diretor internacional da Rede Mundial de Oração do Papa.

(cf, AE260901)

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Segundo as Escrituras…

SEGUNDA 7
Jesus entrou na sinagoga a um sábado e começou a ensinar.
Lucas 6, 6

Alegrem-se os que confiam em Vós.
Salmo 5,12
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TERÇA 8
“Dará à luz um Filho, ao qual porás o nome de Jesus, pois Ele há-de salvar o Seu povo dos seus pecados.”
Mateus 1, 21

O meu coração alegra-se com a vossa salvação.
Salmo 12, 6
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QUARTA 9
“Felizes de vós, os pobres, porque é vosso o reino de Deus.”
Lucas 6, 20

Inclina-te perante Ele, que é o teu Senhor.
Salmo 44, 12
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QUINTA 10
“O que desejardes que os homens vos façam, fazei-lho de igual modo vós também” Lucas 6, 31

Conduzi-me pela vossa mão.
Salmo 138, 24
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SEXTA 11
“Retira primeiro a trave da tua vista e então verás bem, para tirardes o argueiro que o teu irmão tem na dele.”.
Lucas 6, 42

O Senhor não nega os seus dons aos que andam por rectos caminhos.
Salmo 83, 8
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SÁBADO 12
“Aquele que ouve as Minhas palavras e não as põe em prática, é semelhante a um homem que construiu uma casa sobre a terra, sem alicerces.”
Lucas 6, 49

Oferecer-Vos-ei um sacrifício de louvor, invocando, Senhor, o vosso nome.
Salmo 115, 17
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… e agora

TEMPO COMUM - Domingo XXIII – Ciclo A / 06 Set 2026
Sobre Ezequiel 33, 7-9

Temos consciência de que recebemos de Deus uma missão profética
e que essa missão nos compromete com a denúncia do que está errado no mundo
e na vida dos homens?
O nosso silêncio não nos tornará cúmplices daqueles que destroem o mundo
e que condenam ao sofrimento e à miséria tantos homens e mulheres?


Sobre Romanos 13, 8-10

Quem contempla as nossas comunidades cristãs, descobre as marcas do amor,
ou as marcas da insensibilidade, do egoísmo, do confronto, do ciúme, da inveja?

Sobre Mateus 18, 15-20

Diante de alguém que se obstina no erro, que destrói a sua vida e a dos outros,
devemos ficar de braços cruzados?
A “tolerância” não será, tantas vezes, uma desculpa que serve para disfarçar a indiferença,
a demissão das responsabilidades, o comodismo?

(base DEHON)
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Saber +

TEMPO COMUM - Domingo XXIV – Ciclo A / 13 Set 2026


1ª Leitura – Sira 27, 33-28,9

Jesus Ben Sira ensina que a verdadeira “sabedoria” está em não se deixar dominar pelo rancor, pela ira e pelos sentimentos de vingança. O “sábio” (isto é, aquele que quer ter êxito e ser feliz) é aquele que é capaz de perdoar as ofensas e de ter compaixão pelo seu semelhante.
Particularmente interessante é a relação estabelecida aqui entre o perdão humano e o perdão divino: quem se recusa a perdoar ao irmão, como poderá ter a coragem de pedir o perdão de Deus? Mas quem perdoa as ofensas dos outros, poderá pedir e esperar o perdão do Senhor
para as suas próprias falhas.

2ª Leitura –Romanos 14, 7-8

Paulo não aceita atitudes de intolerância ou de desprezo pelos irmãos, venham elas de onde vieram. Na verdade, o pensamento de Paulo aproxima-o mais dos “fortes”; mas ele sabe muito bem que mais importante do que as divergências é o respeito pelo irmão e a construção da fraternidade.
Os “fortes” não podem desprezar aqueles que não pensam como eles; e os “débeis” não têm o direito de julgar ou de catalogar aqueles que têm, quanto à fé, uma outra perspectiva.

Evangelho – Mateus 18, 21-25
Os destinatários do discurso são os discípulos (na realidade Mateus pretende, sobretudo, atingir os membros dessa comunidade cristã a quem este Evangelho se destina).
Por detrás do texto apresentado, podemos entrever uma comunidade onde as tensões e os conflitos degeneram em ofensas pessoais e que tem muita dificuldade em perdoar.

(base DEHON)

📆 Actividades e Agenda Semanal: 29 Agosto a 06 Setembro de 2026
28/08/2026

📆 Actividades e Agenda Semanal: 29 Agosto a 06 Setembro de 2026

📆 Actividades e Agenda Semanal: 22 a 30 Agosto de 2026
21/08/2026

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