Paróquia de Riachos

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02/08/2026
📆 Actividades e Agenda Semanal: 01 a 09 Agosto de 2026
01/08/2026

📆 Actividades e Agenda Semanal: 01 a 09 Agosto de 2026

·      Papa alerta contra «indústria do consumo» ·      «Aconselho-vos a utilizar bem as redes sociais e a inteligência ...
01/08/2026

· Papa alerta contra «indústria do consumo»

· «Aconselho-vos a utilizar bem as redes sociais e a inteligência artificial, usando de forma moderada e disciplinada estes instrumentos» – Leão XIV

· «Rejoice» 2026: Bispo de Lamego pede «novos mapas» para encontrar Jesus e anunciar mensagem cristã (foto)

· Liturgia: 50 encontros de Pastoral Litúrgica mostram que «formação é o refrão»






























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PAPA ALERTA CONTRA «INDÚSTRIA DO CONSUMO»

O Papa presidiu à oração dominical do ângelus em Castel Gandolfo, alertando os católicos para as falsas necessidades criadas pela “indústria do consumo”.
“Temos de aprender a perceber o que realmente importa, o tesouro da relação com Deus, que nos abre à alegria e ajuda a viver da melhor maneira as relações entre nós”, sublinhou o pontífice, a partir da Praça da Liberdade.
Leão XIV realçou que a sociedade contemporânea tenta “vender respostas que não saciam e, por vezes, envenenam o coração”.
A reflexão que antecedeu a oração mariana centrou-se no ensinamento de Jesus sobre o mistério do Reino de Deus, apresentado no Evangelho como um tesouro escondido e uma pérola preciosa.
O Papa explicou que a descoberta desta dimensão espiritual constitui uma surpresa tão grande que a decisão de deixar tudo “já não aparece como uma renúncia, mas sim como um ganho”.
“O encontro com o seu Reino é uma reviravolta que não limita, mas alarga a vida”, assinalou o pontífice perante os fiéis e peregrinos reunidos em frente ao Palácio Apostólico das Vilas Pontifícias.
Leão XIV notou que as parábolas evangélicas recorrem a uma grande diversidade de protagonistas, desde agricultores e negociantes a pescadores e mulheres, para demonstrar que o Reino atrai toda a humanidade a uma “profunda renovação”.
A própria Igreja, recordou, espelha esta diversidade ao constituir uma comunhão de indivíduos com diferentes origens, culturas e competências, chamados a formar uma unidade em Jesus Cristo.
O chamamento original dos primeiros discípulos prova que Deus não faz aceção de pessoas e que a sua escolha representa uma predileção especial “por quem é pequeno e rejeitado”.
Leão XIV convidou os crentes a imitarem o jovem rei Salomão, pedindo a sabedoria necessária para “saber reconhecer o tesouro pelo qual vale a pena vender tudo” num mundo marcado por propostas ilusórias.
“Que a intercessão de Maria, Sede da Sabedoria, oriente para Jesus o nosso desejo de vida, para que se realize em plenitude”, concluiu.

(AE260726)
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«ACONSELHO-VOS A UTILIZAR BEM AS REDES SOCIAIS E A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL, USANDO DE FORMA MODERADA E DISCIPLINADA ESTES INSTRUMENTOS» – LEÃO XIV

O Papa alertou para os perigos da alienação através das redes sociais e da inteligência artificial, numa mensagem de vídeo enviada aos jovens participantes do Festival Halleluya, no Brasil.
“Aconselho-vos a utilizar bem as redes sociais e a inteligência artificial, usando de forma moderada e disciplinada estes instrumentos, pois eles podem lançar-nos em um mundo irreal”, advertiu Leão XIV, numa intervenção divulgada pelo Vaticano.
A mensagem papal avisa que o universo efémero, a “mera aparência e o engano” correm o risco de ocupar o lugar dos valores verdadeiros e fundamentais.
A mensagem foi transmitida este sábado, integrando a programação do evento promovido pela Comunidade Católica Shalom, na cidade de Fortaleza.
Leão XIV apontou o exemplo de São Carlo Acutis como referência prática para os jovens manterem a centralidade da fé, “inclusive no uso da tecnologia”.
O Papa recordou o entusiasmo testemunhado nas suas últimas viagens e no Jubileu dos Jovens para sublinhar o “vigor missionário indispensável” das novas gerações na transformação do mundo contemporâneo.
A intervenção desafiou os católicos a não perderem o ardor apostólico e a proclamarem “com coragem que uma vida sem Cristo é uma vida sem graça”.
O texto reconhece que o fervor sentido durante o festival religioso pode diminuir com o tempo, apontando a oração e a perseverança como ferramentas vitais para “manter acesa a chama da fé”.
O Papa socorreu-se do ensinamento de Bento XVI para garantir aos milhares de presentes que Deus “não tira nada, Ele dá tudo”.
A reflexão pontifícia utilizou uma metáfora desportiva para contrastar a tristeza natural da derrota nas competições com a certeza espiritual de que “com Cristo, vencemos sempre”.
A mensagem terminou com um apelo à ação do Espírito Santo para que cada jovem se assuma como “uma pedra viva” na edificação de uma verdadeira cidade da paz.

(AE260726)
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«REJOICE» 2026: BISPO DE LAMEGO PEDE «NOVOS MAPAS» PARA ENCONTRAR JESUS E ANUNCIAR MENSAGEM CRISTÃ (foto)

O bispo de Lamego encerrou a segunda edição da Jornada Nacional da Juventude ‘Rejoice’, convidando os participantes a encontrar “novos mapas” para encontrar Jesus e anunciar a mensagem cristã.
“São necessários novos mapas, novas pautas, novas coordenadas, novas estradas para se poder procurar e saber encontrar esse tesouro escondido, essa pérola de grande valor, essa rede que só a Palavra de Jesus pode encher”, disse D. António Couto, na homilia da Missa a que presidiu no parque urbano de Lamego, renomeado Parque D. António Francisco dos Santos.
O responsável católico convidou os jovens a procurarem a sua verdadeira identidade na relação com Jesus Cristo.
“A nossa identidade não está no nosso nome nem na terra que habitamos, nos lugares de onde provimos, mas está na nossa relação com Jesus”, assinalou o bispo de Lamego, na celebração de envio dos participantes.
A reflexão partiu de um grupo de quatro parábolas do capítulo 13 do Evangelho segundo São Mateus, sobre o “Reino dos Céus”, considerando que desta mensagem de Jesus “transborda” a alegria, promovendo uma “mudança radical” na vida das pessoas.
A reflexão destacou a centralidade da relação com Jesus, pedindo que os jovens cultivem “laços de profunda familiaridade e de profunda fraternidade”.
“É assim o Rejoice verdadeiro, aquele que vem de Deus”, apontou.
Quem ousar encontrar e seguir Jesus, que passa escondido, porque revestido da nossa frágil humanidade, descobrirá nele o Reino de Deus em pessoa.”

A celebração eucarística dominical antecedeu o encerramento de três dias de festa e oração na cidade, contando com a presença de D. Virgílio Antunes, bispo de Coimbra e presidente da CEP; D. Américo Aguiar, bispo de Setúbal e presidente da Comissão Episcopal Laicado, Família e Vida; D. José Miguel Pereira, bispo da Guarda; D. António Moiteiro, bispo de Aveiro; D. Sérgio Dinis, bispo das Forças Armadas e de Segurança; e D. Pedro Fernandes, bispo de Portalegre-Castelo Branco.
A Missa contou com a participação de centenas de jovens, além de sacerdotes de várias dioceses e autoridades autárquicas.
No final da celebração, D. Américo Aguiar anunciou que a próxima edição da Jornada Nacional da Juventude católica vai decorrer na Diocese de Aveiro, em data a definir.
Os jovens participantes no Rejoice viveram uma vigília de oração, que contou com uma mensagem em vídeo do Papa Leão XIV.
“É maravilhoso, nos nossos dias, ver jovens como vós, cheios de fé, e sem medo de o dizer”, enalteceu o pontífice.

(AE260726)
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LITURGIA: 50 ENCONTROS DE PASTORAL LITÚRGICA MOSTRAM QUE «FORMAÇÃO É O REFRÃO»
O presidente da Comissão Episcopal Liturgia e Espiritualidade afirmou que a formação no Encontro Nacional de Pastoral Litúrgica mostra que faz parte “integral e integrante” das comunidades, indica que “está tudo por começar” e que constitui “o refrão”
“A formação é mesmo o refrão: formação, formação, formação”, afirmou D. José Cordeiro no 50º Encontro Nacional de Pastoral Litúrgica.
A partir da proposta que é feita em cada encontro nacional, o presidente da Comissão Episcopal Liturgia e Espiritualidade valorizou o facto da formação litúrgica fazer “parte integrante da formação integral e integrada na vida das dioceses”, lembrando que “está tudo por começar”.
Está tudo por fazer porque há uma nova geração, há uma nova linguagem, um novo orador para que a liturgia continue a ser a vida da Igreja, continue a ser o coração que bate ao ritmo da Palavra de Deus e na realidade que nos toca viver hoje”.
D. José Cordeiro sublinhou que “participar é muito mais do que assistir”, adiantando que “exige a atitude da presença, exige o silêncio do coração, exige um coração dócil à escuta da Palavra de Deus e exige o próprio rito, porque o rito em si, o repetir, já é formar, porque é configurar a Jesus Cristo, é tomar a forma de Cristo”.
Para o diretor do Secretariado Nacional de Pastoral Litúrgica, padre Joaquim Ganhão, a formação é também o ponto essencial no contexto litúrgico.
Mais do que nunca, hoje sinto que é preciso estar disponível para aprender porque quando, na liturgia, deixamos de estar disponíveis para aprender, corremos o risco de fazer muitos disparates”.
O padre Joaquim Ganhão evocou o percurso do Concílio Vaticano II no propósito de reformar a participação litúrgica como “redescoberta da Igreja em oração”, referindo que os 50 encontros de Pastoral Litúrgica são um “tempo de formação pela liturgia e para a liturgia”.
“É preciso conhecer os ritos, conhecer os textos, conhecer o espírito da Liturgia para nela entrar e dela tirar o melhor dela mesma, que é a nossa comunhão com o Senhor e, ao mesmo tempo, a nossa santificação”, afirmou.
A liturgia não é o teatro ou a coreografia feita pelos ministros ordenados, mas é a ação de todo o povo de Deus reunido no nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”.
O padre Joaquim Ganhão foi nomeado diretor do Secretariado Nacional de Liturgia na última Assembleia Plenária da Conferência Episcopal Portuguesa e apontou como prioridade, “definida em conjunto por toda a equipa do Secretariado e pela Conferência Episcopal”, a mesma que o Concílio “foi muito claro em enumerar”: “celebra para a glória de Deus e santificação do seu povo”.
“Tudo que concorra para aqui torna-se prioridade no caminho da Liturgia”, afirmou.
(AE260728)

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Segundo as Escrituras…

SEGUNDA 3
Todos comeram e ficaram saciados.
Mateus 14, 20

Eu confio, Senhor, na Vossa palavra.
Salmo118, 43
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TERÇA 4
“Sou Eu, não temais.”
Mateus 14, 27

Um povo novo, que será criado, louvará o Senhor
Salmo 101, 19
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QUARTA 5
“…é grande a tua fé. Terás aquilo que desejas. ”
Mateus 15, 28

Será mudada em júbilo a sua dor
Jeremias 31, 13
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QUINTA 6
“Este é o meu Filho querido, em quem tenho toda a satisfação. Escutem o que Ele diz.”
Mateus17, 5

Os céus proclamam a Sua justiça
Salmo 96, 6
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SEXTA 7
“Quem perder a vida por minha causa há-de encontrá-la.”
Mateus 16, 25

Sou o Senhor da vida e da morte.
Deuteronómio 32, 36
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SÁBADO 8
“Se tiverdes fé comparável a um grão de mostarda… nada vos será impossível.”
Mateus 17, 20

Nunca abandonais, Senhor, os que Vos procuram.
Salmo 9, 11
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… e agora

TEMPO COMUM - Domingo XVIII – Ciclo A / 02 Ago 2026



Sobre Isaías 55, 1-3

Também sou dos que gastam o tempo, as forças e as oportunidades a correr atrás de ilusões, de valores efémeros, de miragens?
Quais são as verdadeiras fontes de vida em que eu devo apostar de forma incondicional?


Sobre Romanos 8, 35. 37-39

Nos momentos de crise, de desilusão, de perseguição, de orfandade,
quando parece que o mundo está todo contra nós
e que não entende a nossa luta e o nosso compromisso,
tenho a coragem de procurar e confiar na Palavra de Deus?


Sobre Mateus 14, 13-21

Vejo os bens que Deus me concedeu como “meus, muito meus e só meus”,
ou como dons que Deus depositou nas minhas mãos para eu administrar e partilhar,
mas que pertencem a todos os homens?

(base DEHON)
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Saber +

TEMPO COMUM - Domingo XIX – Ciclo A / 09 Ago 2026


1ª Leitura – 1 Reis 19, 9a. 11-13a

A peregrinação de Elias ao Sinai/Horeb é uma espécie de regresso aos inícios. Com Elias, é todo o Israel – esse Israel infiel à aliança, que se deixou seduzir pelos cultos cananeus – que regressa às suas origens, ao lugar do seu compromisso inicial com Deus. Israel precisa de se encontrar de novo com Jahwéh e redescobrir a sua vocação de Povo da Aliança. Segundo este relato do I Livro dos Reis.


2ª Leitura –Romanos 9, 1-5

Depois de apresentar, nos primeiros oito capítulos da Carta aos Romanos, uma catequese sobre a salvação (apesar do pecado que submerge todos os homens e desfeia o mundo Deus, na sua bondade, oferece gratuitamente a todos os homens, através de Jesus Cristo, a salvação), Paulo vai referir-se, agora, a um problema particular, mas que o preocupa a ele e a todos os cristãos: que acontecerá a Israel que, apesar de ser o Povo eleito de Deus e o Povo da Promessa, recusou essa salvação que Cristo veio oferecer? Israel ficará, devido a essa recusa, definitivamente à margem da salvação? Na verdade, Deus jurou ao seu Povo, em vários momentos da história, libertá-lo e salvá-lo; ora, se Israel ficar excluído da salvação, podemos dizer que Deus falhou? Podemos continuar a confiar na sua Palavra? É a estas questões que, genericamen-te, Paulo vai procurar começar a responder.


Evangelho – Mateus 14, 22-33

É no contexto dua catequese sobre os valores e mistérios do Reino que devemos situar este episódio. o Evangelho segundo Mateus – escrito durante a década de 80 – se destina a uma comunidade cristã que já esqueceu o seu entusiasmo inicial por Jesus e pelo seu Evangelho e que vive uma fé cómoda, instalada, pouco exigente. Para os crentes, avizinham-se grandes contrariedades e perseguições… A comunidade só poderá subsistir se confiar em Jesus, na sua presença, na sua protecção.


(base DEHON)

📆 Actividades e Agenda Semanal: 25 de Julho a 02 Agosto de 2026
27/07/2026

📆 Actividades e Agenda Semanal: 25 de Julho a 02 Agosto de 2026

📆 Actividades e Agenda Semanal: 19 a 26 de Julho de 2026
18/07/2026

📆 Actividades e Agenda Semanal: 19 a 26 de Julho de 2026

·      «Cantar ou animar pessoas a cantar é sempre bom» (foto) ·      Bispo pede mudança de «paradigmas», na ordenação d...
17/07/2026

· «Cantar ou animar pessoas a cantar é sempre bom» (foto)

· Bispo pede mudança de «paradigmas», na ordenação de novos padres

· Papa apela à leitura da Bíblia e ao cultivo do silêncio no tempo de descanso

· Papa alerta para «ventos de guerra» que ameaçam a humanidade




























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«CANTAR OU ANIMAR PESSOAS A CANTAR É SEMPRE BOM» (foto)

O padre João Caniço, de 83 anos, recorda o percurso ligado à música, que inclui a direção de coros que iniciou há 60 anos e que assume em Portugal e que exerceu também em Timor-Leste e Angola.
“Para mim, cantar ou animar pessoas a cantar é sempre bom. Felizmente, com a idade que tenho hoje, mantenho uma certa facilidade ainda e, por isso, vou fazendo o que posso”, afirmou o sacerdote jesuíta.
O caminho como maestro começa em 1965, quando em Braga dirige um coro de estudantes da Faculdade de Filosofia, seguindo-se o estágio de magistério em Timor-Leste, onde foi professor de música durante três anos.
“Além disso o seminário em Díli tinha também a missão de cobrir todas as solenidades da catedral, e portanto onde fosse o bispo, alguma solenidade, nós tínhamos de acorrer lá, portanto a atividade musical era bastante grande, bastante grande”, expressa.
Em Lisboa, o padre João Caniço estudou Filosofia e serviu a igreja dos Anjos, onde fundou um coro, tendo também colaborado na Basílica da Estrela, que criou também um grupo musical.
Ao fim destes anos todos, são 37 os discos gravados, com diferentes orquestras, organistas e coros: “Olhando para trás, nem quero acreditar”, assinalou o sacerdote.
O percurso do padre João Caniço passa também pela direção de coros da Rádio Renascença, com o primeiro deles a ser inicialmente formado por mais de 100 pessoas, fixando-se depois na casa dos 80, com atuações pelo país.
Passados dois ou três anos, o sacerdote conta que os elementos do coro manifestaram a intenção de ver os filhos a enveredar pela música.
“Fundou-se um coro infantil que teve duas partes”, explica o maestro, sendo que uma delas era constituída por crianças do 1º ao 4º ano e outra formada por menores do 4º ao 6º anos.
“Eram 40 crianças em cada um [dos coros], davam 80”, lembra.
O padre João Caniço dá conta que esteve a liderar o coro adulto durante 14 anos e o coro infantil durante 12, mas depois da sua ida para África como missionário deixaram de existir, uma vez que as pessoas que os ficaram a dirigir não conseguiram dar-lhes continuidade.
“Em Angola, constituí um coro na universidade, onde eu era assistente eclesiástico, era professor também de lá de uma cadeira”, relatou.
No regresso à capital portuguesa, a ligação à música não desapareceu, bem como a missão de maestro.
“Fundámos no Colégio S. João do Brito, com o apoio dos jesuítas e da direção do Colégio, este Coro de S. Inácio que ainda vive”, testemunhou.
Olhando para a música litúrgica e coral no tempo atual, o padre João Caniço fala num “tempo bom”, com menos pessoas a cultuá-la, mas de forma “mais profunda” e abrangente.
“A nível da Igreja, lamento que eu e os meus colegas não tenhamos podido aguentar o passo e, portanto, nos seminários, incrivelmente, decaiu. Era a grande escola de música que a Igreja tinha e os seminários abdicaram de uma maneira incrível”, destacou.
“O próprio Papa João Paulo II escreveu ainda um documento muito forte contra, mas a corrente ia noutro sentido e foi, de facto, este documento não foi ouvido”, recordou.
Ainda assim, o padre João Caniço valoriza o trabalho levado a cabo pelo Secretariado Nacional de Liturgia: “Merece todas as palmas”.
Sobre novas criações musicais que surgem iniciadas pelas novas gerações, como o LabOratório dos Jesuítas, o padre João Caniço reconhece o esforço.
“Não é a música, digamos, tradicionalíssima da Igreja, mas também não é a música que eu entendo que vai alimentar a liturgia. Estamos num tempo de uma procura muito grande e portanto todos os valores que vêm são valores que é necessário aproveitar e dar as mãos a todas elas”, sublinhou.
O padre João Caniço nasceu a 27 de outubro de 1942 e foi ordenado sacerdote a 19 de junho de 1973, aos 30 anos, comemorando em 2026 o 53º aniversário de ordenação presbiteral.

(AE260710)
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BISPO PEDE MUDANÇA DE «PARADIGMAS», NA ORDENAÇÃO DE NOVOS PADRES

«A vossa tarefa não consiste em pôr ao ombro as varas do andor da Igreja para o ajudar a transportar, tal e qual ela vem do passado»

O bispo do Porto presidiu à ordenação de quatro novos sacerdotes, apelando à definição de “novos paradigmas” face às crises e ruturas do tempo presente.
“A vossa tarefa não consiste em pôr ao ombro as varas do andor da Igreja para o ajudar a transportar, tal e qual ela vem do passado”, advertiu D. Manuel Linda, na homilia da celebração, que decorreu na Catedral diocesana, com a ordenação sacerdotal dos diáconos José Máximo, Rui Soares, Isaías Higuera e João Silva.
A intervenção sublinhou a urgência de procurar que a Igreja “se insira num processo de mudança, hoje absolutamente acelerado em todos os domínios”.
“Não é que nós tenhamos de ser como os outros. Mas é precisamente porque, mais do que os outros, precisamos de novos paradigmas porque a grande tentação nos momentos de crise é a de remedar roupa velha com tecidos novos”, sustentou D. Manuel Linda.
O responsável católico evocou o Sínodo Diocesano em curso para elencar prioridades pastorais exigidas ao clero, destacando a escuta ativa como a primeira etapa.
“Nós não somos um grupo constituído para impormos as nossas ideias ou as da Instituição”, alertou o bispo diocesano.
O discernimento comunitário constitui o segundo eixo de ação apontado, com D. Manuel Linda a defender que a grande missão contemporânea do padre se resume à promoção da “integração”.
O grande serviço eclesial passa pela congregação dos fiéis à volta do seu Senhor, pelo empenho de todos os membros na causa comum, pela capacidade de guardar a unidade, sem excluir a diversidade de carismas e as diversas formas de colaboração.”

“Não acontecerá, em muitos casos, que Deus foi substituído pela tradição e pelas nossas práticas devocionais encantatórias?”, questionou.
D. Manuel Linda pediu aos novos padres que liderem uma transição histórica de coragem, abandonando o modelo de uma Igreja “autorreferencial” para a centralizar em Deus.
“Para Ele ser tudo, nós temos, porventura, de ser pouco”, concluiu o bispo do Porto, apelando a uma postura de serviço e colaboração.
Os quatro padres foram formados no Seminário Maior do Porto e do Seminário Redemptoris Mater: Isaías Higuera, de 31 anos, é natural da Califórnia (EUA); João Silva (27 anos) provém da ilha da Madeira; Rui Soares (27 anos) é natural de Ermesinde; e José Máximo (26 anos) nasceu em Abragão, no concelho de Penafiel.

(AE260712)
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PAPA APELA À LEITURA DA BÍBLIA E AO CULTIVO DO SILÊNCIO NO TEMPO DE DESCANSO

O Papa pediu que os tempos de descanso sirvam para um maior contacto com a Bíblia, permitindo um regresso à rotina com o corpo e o espírito renovados.
“Especialmente nestes dias de férias, empenhemo-nos em dedicar tempo à escuta, à leitura e à meditação da Palavra de Deus”, pediu Leão XIV aos peregrinos reunidos na Praça da Liberdade de Castel Gandolfo, localidade italiana onde se encontra a passar um período de férias.
O pontífice exortou todos a cultivar, “a par do descanso e da diversão saudável, momentos significativos de silêncio e oração”, neste período de verão.
A reflexão dominical centrou-se na parábola do semeador, proposta pelo Evangelho do dia, com o Papa a destacar a confiança com que Deus atua na vida humana.
“O próprio Jesus, o Verbo que se fez homem, que deu a sua vida pela nossa salvação, é a semente que o Pai continua a espalhar pelo mundo para que, ao morrer, dê muito fruto”, explicou.
Leão XIV alertou para as resistências interiores de cada pessoa, reconhecendo que a mensagem divina encontra frequentemente “um terreno duro e insensível”, ou “distraído, semelhante ao solo batido dos caminhos, ao terreno pedregoso ou aos arbustos espinhosos”.
Apesar das fragilidades humanas, frisou, “o Pai não desiste de semear, porque sabe que o poder do seu amor é mais forte “.
Há momentos em que encontra uma terra recetiva e fértil, e então desencadeiam-se milagres de amor capazes de mudar tudo, como certamente também nós já experimentámos na nossa vida.”
No final da oração, o Papa saudou os peregrinos presentes, antes de ir cumprimentar a multidão, primeiro a pé e depois num pequeno veículo, ao longo de vários minutos.

(AE260712)

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PAPA ALERTA PARA «VENTOS DE GUERRA» QUE AMEAÇAM A HUMANIDADE

O Papa alertou para os “ventos de guerra” que se estão a intensificar em várias regiões, pedindo o regresso ao diálogo no Médio Oriente e na Ucrânia.
“Voltam, infelizmente, a soprar os ventos da guerra no Médio Oriente, na Ucrânia e em muitas outras partes do mundo, semeando violência, terror e morte, e atingindo mais uma vez tantos inocentes”, alertou Leão XIV, após a recitação do ângelus em Castel Gandolfo, onde se encontra a passar um período de férias.
“Não deixemos que estes ventos apaguem a frágil chama da esperança e da paz, mesmo quando ela parece fraca e vacilante”, acrescentou, perante centenas de pessoas reunidas na localidade italiana, o pontífice.
A intervenção defendeu a importância de regressar ao “caminho do diálogo, do encontro e da diplomacia”.
“É o único caminho capaz de conduzir a uma paz justa e duradoura, na qual os povos possam viver reconciliados, em segurança mútua e no respeito pela dignidade de cada pessoa”, declarou o Papa.
Leão XIV evocou ainda a celebração anual do Domingo do Mar, dirigindo-se aos que são afetados pelo “medo dos conflitos que atravessam as rotas marítimas”.
A mensagem agradeceu a todos os marítimos, pescadores e trabalhadores portuários do mundo que, longe dos seus entes queridos, “sustentam com um trabalho paciente e silencioso o comércio e a vida de muitos povos”.

(AE260712)
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Segundo as Escrituras…

SEGUNDA 20
“Mestre, queremos ver um sinal da Tua parte.”
Mateus 12, 38

Só o justo verá a salvação do seu Deus.
Salmo 49, 23
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TERÇA 21
“Todo aquele que fizer a vontade de Meu Pai que está nos céus, é que é Meu irmão, Minha irmã e Minha mãe.”
Mateus 12, 50

Restaurai-nos, ó Deus, nosso Salvador.
Salmo 84, 5
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QUARTA 22
Maria de Magdala foi anunciar aos discípulos: “Vi o Senhor.”
João 20, 18

Unido a Vós, estou, Senhor.
Salmo 62, 9
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QUINTA 23
“Aquele que estiver unido a Mim dá muito fruto”
João 15, 5

O Senhor é a minha glória.
Salmo 33, 3
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SEXTA 24
“Quando um homem qualquer ouve a palavra do Reino e não a entende, vem o Maligno e arrebata o que lhe estava semeado no coração.”
Mateus 13, 19

Nações, escutai a palavra do Senhor.
Jeremias 31, 10
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SÁBADO 25
“O Filho do Homem que não veio para ser servido, veio para servir e dar a vida como resgate pela multidão”.
Mateus 20, 28

Grandes coisas fez por nós o Senhor.
Salmo 125, 3
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… e agora

TEMPO COMUM - Domingo XVI – Ciclo A / 19 Julho 2026



Sobre Sabedoria. 12, 13.16-19
,
Qual a nossa atitude para com aqueles que nos fizeram mal,
ou cujos comportamentos nos desafiam e incomodam?
À luz do amor de Deus
faz sentido catalogar os homens em bons e maus
e defendermos uma justiça implacável
para com aqueles que praticam acções erradas?


Sobre Romanos 8, 26-27

Esforço-me por encontrar espaço para o diálogo com Deus
e para fortalecer a minha intimidade com Ele?


Sobre Mateus 13, 24-43

Apesar das aparências,
acredito que o dinamismo do “Reino” está presente,
minando positivamente a história e a vida dos homens?


(base DEHON)
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Saber +

TEMPO COMUM - Domingo XVII – Ciclo A / 26 Julho 2026


1ª Leitura – I Reis 3, 5.7-12

Os teólogos de Israel esforçam-se por sacralizar o poder de Salomão e demonstrar que, se Salomão chegou a governar o Povo de Deus, não foi apenas por um direito hereditário (sempre contestável),mas pela vontade de Deus.
Este trecho do I Livro dos Reis supõe todo este enquadramento. O chamado “sonho de Gabaon” (cf. 1 Re 3,5) é uma ficção literária montada pelos teólogos deuteronomistas (esse grupo que reflecte a vida e a história na linha das grandes ideias teológicas apresentadas no Livro do Deuteronómio) com uma dupla finalidade: apresentar Salomão como o escolhido de Jahwéh e justificar a sua proverbial “sabedoria”.


2ª Leitura – Romanos 8, 28-30

Depois de assegurar aos cristãos de Roa (e, através deles, aos cristãos de todas as épocas e lugares) que o Espírito “vem em auxílio da nossa fraqueza” e “intercede por nós” (cf. Rom 8,26-27), Paulo relembra neste texto que Deus tem um projecto de amor que se traduz no oferecimento da salvação ao homem.


Evangelho – Mateus 13, 44-52

No contexto, passaram-se mais de trinta anos após a morte de Jesus. O entusiasmo inicial deu lugar à monotonia, à falta de empenho, a uma vivência “morna”, pouco exigente e pouco comprometida.
No horizonte próximo das comunidades cristãs perfilam-se tempos difíceis de perseguição e de hostilidade e os cristãos parecem pouco preparados para enfrentar as dificuldades. Mateus sente que é preciso renovar o compromisso cristão e chamar a atenção dos crentes para o Reino, para as suas exigências e para os seus valores. As parábolas do Reino aqui propostas devem ser lidas neste contexto.


(base

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