Paróquia do Ramalhal

Paróquia do Ramalhal Bem-vindo à página Facebook da Paróquia do Ramalhal. Esta paróquia abrange as localidades: Abrunheira, Ameal, Casais Larana, Ramalhal, Vila Facaia.

11/06/2026

14/06/2026 - XI domingo ANO A

Solenidade do Sagrado Coração de Jesus

Quem é esse Deus em quem acreditamos? Qual é a sua essência? Como é que o podemos definir? A liturgia deste dia diz-nos que “Deus é amor”. Convida-nos a contemplar a bondade, a ternura e a misericórdia de Deus, a deixarmo-nos envolver por essa dinâmica de amor, a viver “no amor” a nossa relação com Deus e com os irmãos. A intervenção de Deus na história humana concretiza-se através daqueles que Ele chama e envia, para serem sinais vivos do seu amor e testemunhas da sua bondade.

Proposta de cânticos

Entrada - Nós somos um Povo em festa
Batismo - Batizados em Cristo
Luz - Senhor Tu és a Luz
Profissão de Fé - Creio em ti Deus criador
Ofertório - Senhor para Ti
Comunhão - Bendito sejas Senhor
Pós-comunhão - Obrigado Jesus
Final - Guiado pela mão
Saída da procissão - Povo da nova aliança
Final - Exultai de alegria

11/06/2026

13/06/2026
Festa de santo António - Ameal 15:00

A luz e a criatividade da Palavra escutada, meditada e rezada, produzem em S. António os frutos de uma caridade incansável, paciente, sem preconceitos e tenaz diante das dificuldades. O que mais anseia é anunciar a ternura de Deus, a sua bondade e a infinita misericórdia com que nos revela o seu coração de Pai. S. António alerta-nos para o essencial, para a amizade com Deus, fonte de todo o bem, da paz e da alegria, que nada nem ninguém nos pode jamais tirar. Meditando na sua vida, descobrimos as maravilhas da fidelidade de Deus, que segue com amor o caminho de quem procura o seu rosto, tornando-o participante dos seus dons e colaborador do seu projeto de vida sobre a humanidade.

Proposta de cânticos

Entrada - Exultai de alegria no Senhor
Ofertório - Aquele que medita dia e noite na lei do Senhor
Comunhão - Comei do Pão, bebei do Vinho
Pós-comunhão - Meu Senhor eu Vos amo
Final - Ó Santo António

05/06/2026

07/06/2026 - ANO A

10º Domingo do Tempo Comum

A Palavra de Deus deste 10º Domingo do Tempo Comum repete, com alguma insistência, que Deus prefere a misericórdia ao sacrifício. A expressão deve ser entendida no sentido de que, para Deus, o essencial não são os atos externos de culto ou as declarações de boas intenções, mas sim uma atitude de adesão verdadeira e coerente ao seu chamamento, à sua proposta de salvação.

Proposta de cânticos

Entrada - Senhor Tu És a Luz
Salmo - A quem procede rectamente
farei ver a salvação de Deus.
Ofertório - A vida só tem sentido
Comunhão - Eu vim para que tenham vida
Pós-comunhão - Quero bendizer-Vos
Final - Peregrinos de Esperança
(Hino Jubileu 2025)

14/05/2026

17/05/2026 - ANO A

SOLENIDADE DA ASCENSÃO DO SENHOR

A Festa da Ascensão de Jesus, que hoje celebramos, sugere que, no final do caminho percorrido no amor e na doação, está a vida definitiva, a comunhão com Deus. Sugere também que Jesus nos deixou o testemunho e que somos nós, seus seguidores, que devemos continuar a realizar o projeto libertador de Deus para os homens e para o mundo.

Proposta de cânticos

Entrada - Aclamai Jesus Cristo
Aspersão - Vós que fostes Batizados
Salmo - Ergue-Se Deus, o Senhor,
em júbilo e ao som da trombeta.
Ofertório - Povos, batei palmas
Comunhão - Eu estou sempre convosco
Pós-comunhão - Louvai, louvai o Senhor
Final - Diz o Senhor: Ide e ensinai

04/03/2026

08-03-2026 - ANO A

3.º DOMINGO DA QUARESMA

Estamos no terceiro domingo da Quaresma. Não é fácil nem isento de obstáculos o caminho que, através do deserto quaresmal, nos leva em direção à vida nova. Conseguiremos superar os obstáculos deste caminho de conversão e de renovação? A Palavra de Deus que escutamos no terceiro domingo da Quaresma deixa-nos uma indicação verdadeiramente reconfortante: Deus acompanhar-nos-á em cada passo e nunca deixará de saciar a nossa sede de vida.

Proposta de cânticos

Entrada - Olhai para mim, Senhor
Salmo - Se hoje ouvirdes a voz do Senhor,
não fecheis os vossos corações.
Ofertório - O Senhor transferiu-me
Comunhão - Bebei se tendes sede
Pós-comunhão - Alma de Cristo santificai-me
Final - Olhai, Senhor, a noite

NOTA: Fazemos ensaio na sexta-feira às 21:00

25/02/2026

01/03/2026 - ANO A

2.º DOMINGO DA QUARESMA

Na segunda etapa do caminho quaresmal, a Palavra de Deus convida-nos a revitalizar a nossa fé, a escutar a voz de Deus, a pormo-nos a caminho, sem reticências nem prevenções, na direção que Ele nos indicar. Pode ser que, à luz da lógica humana, os caminhos que Deus nos aponta pareçam estranhos e ilógicos; mas eles conduzem, indubitavelmente, à vida verdadeira e eterna.

Proposta de cânticos

Entrada - Eu vos procuro, Senhor
Salmo - Esperamos, Senhor, na vossa misericórdia.
Ofertório - Escuta a palavra de Jesus (Porta da Fé)
Comunhão - Este é o meu Filho muito amado
Pós-comunhão - Senhor Tu És a Luz
Final - Olhai, Senhor, a noite

NOTA: Fazemos ensaio amanhã, quinta-feira às 21:00.

19/02/2026

22/02/2026 - ANO A

1.º DOMINGO DA QUARESMA

No início do caminho quaresmal, a liturgia convida-nos a repensar as nossas certezas, as nossas opções, os nossos valores. Tempo de conversão e de renovação, a Quaresma é o momento favorável para nos reaproximarmos de Deus. É em Deus – e não noutras propostas, por mais encantadoras que sejam – que está a fonte da vida verdadeira. (Texto retirado do portal dos Dehonianos)

Proposta de cânticos

Entrada - Eu sou a salvação do meu povo
Salmo - Pecámos, Senhor: tende compaixão de nós.
Ofertório - Irmãos, convertei o vosso coração
Comunhão - Nem só de pão vive o homem
Pós-comunhão - Jesus Cristo amou-nos
Final - Deus é Pai, Deus é Amor

Nota: Amanhã fazemos ensaio na igreja do Ramalhal às 21:00

https://www.youtube.com/watch?v=iGtdTKi5c8M
04/02/2026

https://www.youtube.com/watch?v=iGtdTKi5c8M

NRMS 61 [1992]Troquemos o instante pelo eterno - Manuel SimõesGravação histórica da obra, a partir das cassetes publicadas pela Comissão Bracarense de Música...

18/01/2026

E se o leme fosse delas?
A Igreja sob a lógica do Feminino

Antes de tudo, uma delicadeza necessária.
Este texto não propõe que as mulheres sejam uma extensão do masculino dentro da Igreja, nem uma réplica suavizada de modelos já gastos. Também não pretende ressuscitar o debate — tantas vezes redutor — sobre o sacerdócio feminino. Trata-se de outra coisa. Mais profunda. Mais silenciosa. Mais radical. Trata-se de imaginar o que aconteceria se a Igreja respirasse, pensasse e decidisse mais a partir do feminino.

Se as mulheres “mandassem” na Igreja, a primeira revolução não seria de cargos, mas de gramática. O verbo mandar seria, provavelmente, substituído pelo verbo cuidar. A autoridade deixaria de ser o topo de uma pirâmide para se tornar o centro de um círculo, onde a prioridade não é a norma que exclui, mas a vida que pulsa.

Uma Igreja com rosto de mãe seria, antes de mais, uma Igreja da Gratuidade. Veríamos o fim da contabilidade da fé, das balanças morais e dos méritos acumulados. Se a mulher é, como tantas vezes dizemos, a gratuidade em pessoa, a Igreja sob essa lógica seria um espaço onde o dom vem antes do desempenho. Não haveria “filhos teológicos” órfãos, esquecidos em armazéns de ideias descartadas, porque o olhar feminino sabe que cada intuição — como cada vida — precisa de tempo, colo e alimento para crescer.

O altar seria extensão da mesa, e a mesa seria extensão do mundo. A gestão eclesial deixaria de ser a topia do masculino — tantas vezes concentrada na manutenção do poder e na frieza do cânone — para se tornar uma economia do pão repartido. Se o leme fosse delas, a Igreja teria menos medo dos “partos teológicos”. O magistério não se moveria pela lentidão de quem teme errar, mas pela urgência de quem corre ao ouvir o choro de um filho.

A hierarquia maior seria a da caridade, não a do prestígio. Numa Igreja conduzida pelo feminino, a dignidade não seria um discurso bonito, mas uma prática quotidiana. Cairiam as velhas correntes de ferro que prendem a intuição e o carisma. A política eclesial tornar-se-ia uma política de entranhas: próxima, concreta, atenta ao detalhe do sofrimento que, no seu voo de águia teórica, o masculino tantas vezes não vê.

Não seria uma Igreja de “parideiras”, mas de profetisas. Mulheres que, como as discípulas de Jesus, não fogem perante o escândalo da cruz. Uma Igreja que deixaria de usar o feminino como adorno simbólico e o reconheceria como força estruturante. O sagrado sairia das sacristias fechadas e ajoelhar-se-ia ao lado de quem trabalha, de quem sofre, de quem gera a vida no silêncio.

No fundo, se o leme fosse delas, a Igreja parecer-se-ia mais com o Evangelho das Origens: um caminho de amigos e amigas, onde o único poder reconhecido é o de lavar os pés uns aos outros. Uma Igreja capaz de se olhar ao espelho e ver, não apenas um Pai, mas também o rosto maternal de um Deus que amamenta a humanidade com esperança.

Talvez o milénio da mulher na Igreja não seja apenas um desejo. Talvez seja a única via para que a fé não morra de aridez.

18/01/2026

Em entrevista à Lusa, Rui Valério criticou os católicos que são contra os imigrantes e acusou também alguns dos líderes mundiais mais poderosos de serem imaturos e de quererem fazer a guerra

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