Paróquia de Quinta do Anjo

Paróquia de Quinta do Anjo A Paróquia da Quinta do Anjo integra a Vigararia de Palmela-Sesimbra e a Diocese de Setúbal. Miguel Arcanjo…


RENASCE UMA NAÇÃO. Nasce uma devoção. João IV.

História da Comunidade e Paróquia de Quinta do Anjo

Tudo começou há muitos séculos, num lugar com uma fonte, visitado por S. Conhece a origem da devoção a Nossa Senhora da Redenção? O título «Redenção» é único em Portugal e a imagem de Nossa Senhora, com a particularidade de não ter o Menino nos braços, é também muito rara e antiga! O quarto morgado da Quinta da Fonte do Anjo, D. Francisco Coelh

o de Melo, teve grande devoção por uma imagem de Nossa Senhora do Rosário, a quem se encomendava todos os dias no seu oratório. Para esta santa imagem, mandou construir uma ermida na sua quinta, para que mais fiéis a pudessem venerar. Ora, na altura em que se terminava a obra, Portugal
foi redimido do domínio castelhano, sendo aclamado rei D. Evocando esta redenção, em finais de 1640, Francisco Coelho de Melo inaugurou a capela mudando-lhe a invocação: Nossa Senhora da Redenção. Foi nesta capela, que tinha capelão e na qual se celebrava a Eucaristia, que a comunidade começou a crescer na Fé. Logo após a sua inauguração, cresceu fortemente a devoção a Nossa Senhora da Redenção: homens do mar, de Setúbal, e homens que viviam nos montes procuram o seu amparo e Nela encontram remédio e co***lo. Pedra a pedra: A CONSTRUÇÃO DE UMA IGREJA. E qual é a história da construção da Igreja na
aldeia? Com tão forte devoção, nasceu entre os fiéis o sentido de comunidade e, embora contemplando sempre a tradição de culto à imagem da Quinta que deu nome à aldeia, foi crescendo a vontade de ter uma Igreja própria para albergar a devoção de todo o povo por Nossa Senhora da Redenção. Uma Igreja como expressão de uma comunidade unida na Fé de Cristo! E foi assim que se formou, em 1853, a Irmandade de Nossa Senhora da Redenção, primeira instituição do sentido de comunidade entre os cristãos de Quinta do Anjo! Os irmãos fundadores desta Irmandade foram João José Justo, Veríssimo José Martins, João Guilherme Cardoso, José Carvalho Braga, António Martins
Cardoso, Manuel Martins Cardoso, Honório Martins Cardoso, Francisco Martins Cardoso, Isidoro Manuel Matos, João da Silva Carvalho Braga e Vitorino Manuel do Vale. Pertenceram também à Irmandade João António Severino, António da Costa Quaresma e José Carvalho Braga. Tem memória de algum destes nomes de antepassados? A Irmandade formou-se através da grande
devoção de muitos fiéis. Dona Maria Rita Ferreira Fernandes, de Setúbal, sobrinha de um confessor de Dona Maria II, foi grande impulsionadora da criação da Irmandade, ao legar em testamento auxílio para as crianças necessitadas que frequentam a Escola.
É na Escola Primária que funciona a Irmandade, preparando, pedra a pedra, a construção da Igreja Pública de Quinta do Anjo. Outra benemérita foi a dona dos terrenos em que se constroem a Escola Pública e a própria Igreja. Dona Júlia da Conceição Baptista, irmã solteira de António José Baptista, Presidente da Câmara de Setúbal e criador da primeira Escola Primária de Quinta do Anjo, cedeu um terreno anexo à Escola para edif**ação da Igreja. A imagem de Nossa Senhora da Redenção, que tão bem conhecemos da nossa Igreja, partilha com a imagem da capela da Quinta o título e a particularidade de não ter o Menino nos braços. Têm ambas uma história parecida, uma vez que também a imagem maior foi adquirida antes da construção da sua Igreja. A Irmandade de Nossa Senhora da Redenção adquiriu uma antiga imagem de Nossa Senhora da Consolação, provavelmente oriunda do
Convento dos Capuchos de Setúbal, para seu orago, atribuindo-lhe o mesmo título que o da sua devoção. Em 1909, com a imagem de Nossa Senhora da Redenção no seu altar-mor, é dedicada a Igreja Pública de Quinta do Anjo. IGREJA PAROQUIAL DE NOSSA SENHORA DA REDENÇÃO. Do interior da Igreja então inaugurada, restam muito poucas memórias e registos. Vamos procurar um pouco da história das remodelações da Igreja? Devido à má qualidade dos materiais empregues no interior do templo, bem como à necessária adaptação à reforma litúrgica, no final dos anos sessenta urgiam obras na Igreja. No início dos anos 70, lançaram-se as obras de requalif**ação da nave:
removeram-se os altares laterais, colocou-se um pavimento em taco de madeira, foi rebaixado o coro e alargado o arco que separava a nave do presbitério. O cuidado pastoral da comunidade estava
a cargo do Pe. António Correia. Em setembro de 1981, como testemunho de uma participação ativa na vida da sua
Igreja, após a celebração da Eucaristia,
a comunidade procedeu a um autêntico
referendo quanto às alterações
a introduzir nas obras de remodelação. Nesta segunda intervenção, que incidiu
no presbitério, foi retirado o altar-mor,
substituído o teto e o pavimento. A 1 de novembro de 1983, com a orientação do pároco Pe. Manuel Ramalho, a obra de restauro da Igreja de Nossa Senhora da Redenção foi inaugurada por D. Manuel Martins, primeiro Bispo de Setúbal. Na Páscoa de 1988, por Decreto Episcopal, a comunidade de Quinta do Anjo, há trezentos e quarenta e oito anos reunida sob a proteção de Nossa Senhora da Redenção, tornou-se Paróquia. IGREJA EM SAÍDA PARA O NOVO MILÉNIO. Uma Igreja em obras, uma Igreja em saída, a viver a Alegria da renovação evangélica…
Quer entrar? Entre! Venha conhecer a nossa Igreja hoje! Fique connosco! Faz tempo que a necessidade de novas obras era sentida pela comunidade. Após as obras da nova sede do Agrupamento 504, a qual f**a anexa ao edifício da Igreja, surge a oportunidade de restaurar a Igreja. Estas obras de remodelação foram orientadas pelo pároco Pe. Carlos Filipe Silva. O restauro assumiu maior expressão no
presbitério, com o conjunto de altar,sacrário e retábulo, e estendeu-se ao resto da Igreja, tendo sido abertos, na nave, nichos próprios, para onde regressaram os Santos da devoção da comunidade: Santa Ana, São José, Nossa Senhora da Imaculada Conceição e o Sagrado Coração de Jesus. No retábulo do altar, de regresso ao mais
longínquo início da história desta comunidade, encontra-se São Miguel Arcanjo, o Anjo de Portugal, a distribuir a Sagrada Comunhão. E assim, a 10 de junho de 2015, Festa do Santo Anjo de Portugal, o Senhor Bispo, D. Gilberto dos Reis, preside à dedicação do altar da Igreja de Nossa Senhora da Redenção. A nossa comunidade está em festa!

O CAMINHO DA PALAVRA 18º Domingo do Tempo Comum | Ano AEvangelho segundo São Mateus (Mt 14,13-21)Naquele tempo, quando J...
02/08/2026

O CAMINHO DA PALAVRA

18º Domingo do Tempo Comum | Ano A

Evangelho segundo São Mateus (Mt 14,13-21)

Naquele tempo, quando Jesus ouviu dizer que João Batista tinha sido morto, retirou-Se num barco para um local deserto e afastado. Mas, logo que as multidões o souberam, deixando as suas cidades, seguiram-no por terra.
Ao desembarcar, Jesus viu uma grande multidão e, cheio de compaixão, curou os seus doentes.
Ao cair da tarde, os discípulos aproximaram-se de Jesus e disseram-Lhe: «Este local é deserto e a hora avançada. Manda embora toda esta gente, para que vá às aldeias comprar alimento».
Mas Jesus respondeu-lhes: «Não precisam de se ir embora; dai-lhes vós de comer».
Disseram-Lhe eles: «Não temos aqui senão cinco pães e dois peixes».
Disse Jesus: «Trazei-mos cá».
Ordenou, então, à multidão que se sentasse na relva. Tomou os cinco pães e os dois peixes, ergueu os olhos ao Céu e recitou a bênção. Depois, partiu os pães e deu-os aos discípulos, e os discípulos deram-nos à multidão.
Todos comeram e f**aram saciados. E, dos pedaços que sobraram, encheram doze cestos.
Ora, os que comeram eram cerca de cinco mil homens, sem contar mulheres e crianças.

02/08/2026

O CAMINHO DA PALAVRA 17º Domingo do Tempo Comum | Ano AEvangelho segundo São Mateus (Mt 13,44-52)Naquele tempo, disse Je...
26/07/2026

O CAMINHO DA PALAVRA

17º Domingo do Tempo Comum | Ano A

Evangelho segundo São Mateus (Mt 13,44-52)

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «O Reino dos Céus é semelhante a um tesouro escondido num campo. O homem que o encontrou tornou a escondê-lo e ficou tão contente que foi vender tudo quanto possuía e comprou aquele campo.
O Reino dos Céus é semelhante a um negociante que procura pérolas preciosas.
Ao encontrar uma de grande valor, foi vender tudo quanto possuía e comprou essa pérola».
O Reino dos Céus é semelhante a uma rede que, lançada ao mar, apanha toda a espécie de peixes.
Logo que se enche, puxam-na para a praia e, sentando-se, escolhem os bons para os cestos, e o que não presta deitam-no fora.
Assim será no fim do mundo: os anjos sairão a separar os maus do meio dos justos
e a lançá-los na fornalha ardente. Aí haverá choro e ranger de dentes.
Entendestes tudo isto?». Eles responderam-Lhe: «Entendemos».
Disse-lhes então Jesus: «Por isso, todo o escriba instruído sobre o Reino dos Céus é semelhante a um pai de família que tira do seu tesouro coisas novas e coisas velhas».

26/07/2026

O CAMINHO DA PALAVRA 16º Domingo do Tempo Comum | Ano AEvangelho segundo São Mateus  (Mt. 13,24-43)Naquele tempo, Jesus ...
19/07/2026

O CAMINHO DA PALAVRA

16º Domingo do Tempo Comum | Ano A

Evangelho segundo São Mateus (Mt. 13,24-43)

Naquele tempo, Jesus disse às multidões mais esta parábola: «O Reino dos Céus pode comparar-se a um homem que semeou boa semente no seu campo.
Enquanto todos dormiam, veio o inimigo, semeou joio no meio do trigo e foi-se embora.
Quando o trigo cresceu e começou a espigar, apareceu também o joio.
Os servos do dono da casa foram dizer-lhe: "Senhor, não semeaste boa semente no teu campo? Donde vem então o joio?".
Ele respondeu-lhes: "Foi um inimigo que fez isso". Disseram-lhe os servos: "Queres que vamos arrancar o joio?".
"Não!", disse ele, "não suceda que, ao arrancardes o joio, arranqueis também o trigo.
Deixai-os crescer ambos até à ceifa e, na altura da ceifa, direi aos ceifeiros: Apanhai primeiro o joio e atai-o em molhos para queimar; e ao trigo, recolhei-o no meu celeiro"».
Jesus disse-lhes outra parábola: «O Reino dos Céus pode comparar-se ao grão de mostarda que um homem tomou e semeou no seu campo.
Sendo a menor de todas as sementes, depois de crescer, é a maior de todas as plantas da horta e torna-se árvore, de modo que as aves do céu vêm abrigar-se nos seus ramos».
Disse-lhes outra parábola: «O Reino dos Céus pode comparar-se ao fermento que uma mulher toma e mistura em três medidas de farinha, até f**ar tudo levedado».
Tudo isto disse Jesus em parábolas, e sem parábolas nada lhes dizia,
a fim de se cumprir o que fora anunciado pelo profeta, que disse: «Abrirei a minha boca em parábolas, proclamarei verdades ocultas desde a criação do mundo».
Jesus deixou então as multidões e foi para casa. Os discípulos aproximaram-se dele e disseram-Lhe: «Explica-nos a parábola do joio no campo».
Jesus respondeu: «Aquele que semeia a boa semente é o Filho do homem,
e o campo é o mundo. A boa semente são os filhos do Reino, o joio são os filhos do Maligno,
e o inimigo que o semeou é o Diabo. A ceifa é o fim do mundo, e os ceifeiros são os anjos.
Como o joio é apanhado e queimado no fogo, assim será no fim do mundo:
o Filho do homem enviará os seus anjos, que tirarão do seu Reino todos os escandalosos e todos os que praticam a iniquidade,
e hão de lançá-los na fornalha ardente; aí haverá choro e ranger de dentes.
Então os justos brilharão como o sol no Reino do seu Pai. Quem tem ouvidos, oiça».

19/07/2026

18/07/2026
15/07/2026

Passam hoje três anos do anúncio de que o nosso bispo seria também cardeal, e o Cardeal D. Américo Aguiar escreve-nos sobre isso.

"Três anos. Gratidão, memória e missão.

Há precisamente três anos, no final da oração do Angelus, o saudoso Papa Francisco surpreendia a Igreja e o mundo ao anunciar a criação de cardeais, incluindo a minha pessoa.

A memória desse momento permanece profundamente viva no meu coração. Não estava numa cerimónia solene, nem num gabinete, nem num lugar de destaque. Estava em Setúbal, num armazém da zona industrial da Mitrena, de mangas arregaçadas, juntamente com dezenas de voluntários, a preparar os kits que seriam entregues aos peregrinos da Jornada Mundial da Juventude Lisboa 2023.

Talvez não pudesse haver cenário mais belo e mais evangélico. Entre caixas, sacos e muito trabalho, procurávamos apenas servir os jovens do mundo inteiro. Foi ali, no meio da simplicidade e do serviço, que chegou a notícia que mudou a minha vida.

Desde esse dia, nunca deixei de interpretar essa nomeação como um chamamento ainda maior ao serviço da Igreja, do Santo Padre e de todos, todos, todos, especialmente dos mais pobres, dos que sofrem e dos que vivem sem esperança.

Hoje, a minha primeira palavra é de gratidão. Gratidão ao Papa Francisco, cuja confiança jamais esquecerei e cuja memória guardo com profunda emoção. Gratidão ao Santo Padre, o Papa Leão XIV, com quem continuo a servir a Igreja em comunhão filial. Gratidão à Diocese de Setúbal, à Diocese do Porto, aos amigos, aos voluntários da JMJ, e a tantas pessoas que caminham comigo e rezam por mim.

Olhando para trás, compreendo ainda melhor que Deus escreve direito por linhas que tantas vezes nos parecem inesperadas. E continua a recordar-me, todos os dias, que o verdadeiro lugar de um discípulo de Cristo não é o da honra, mas o do serviço.

Peço-vos apenas que continueis a rezar por mim, para que nunca me falte a humildade para servir, a coragem para anunciar o Evangelho e a alegria de caminhar com todos.

Deus providenciará. In manus Tuas."

+ Américo

O CAMINHO DA PALAVRA 15º Domingo do Tempo Comum | Ano AEvangelho segundo São Mateus  (Mt. 13,1-23)Naquele dia, Jesus sai...
12/07/2026

O CAMINHO DA PALAVRA

15º Domingo do Tempo Comum | Ano A

Evangelho segundo São Mateus (Mt. 13,1-23)

Naquele dia, Jesus saiu de casa e foi sentar-Se à beira-mar.
Reuniu-se à sua volta tão grande multidão que teve de subir para um barco e sentar-Se, enquanto a multidão f**ava na margem.
Disse muitas coisas em parábolas, nestes termos: «Saiu o semeador a semear.
Quando semeava, caíram algumas sementes ao longo do caminho: vieram as aves e comeram-nas.
Outras caíram em sítios pedregosos, onde não havia muita terra, e logo nasceram, porque a terra era pouco profunda;
mas, depois de nascer o sol, queimaram-se e secaram, por não terem raiz.
Outras caíram entre espinhos, e os espinhos cresceram e afogaram-nas.
Outras caíram em boa terra e deram fruto: umas, cem; outras, sessenta; outras, trinta por um.
Quem tem ouvidos, oiça».
Os discípulos aproximaram-se de Jesus e disseram-Lhe: «Porque lhes falas em parábolas?».
Jesus respondeu: «Porque a vós é dado conhecer os mistérios do Reino dos Céus, mas a eles não.
Pois àquele que tem, dar-se-á e terá em abundância; mas àquele que não tem, até o pouco que tem lhe será tirado.
É por isso que lhes falo em parábolas, porque veem sem ver e ouvem sem ouvir nem entender.
Neles se cumpre a profecia de Isaías que diz: "Ouvindo ouvireis, mas sem compreender; olhando olhareis, mas sem ver.
Porque o coração deste povo tornou-se duro: endureceram os seus ouvidos e fecharam os seus olhos, para não acontecer que, vendo com os olhos e ouvindo com os ouvidos e compreendendo com o coração, se convertam e Eu os cure".
Quanto a vós, felizes os vossos olhos porque veem e os vossos ouvidos porque ouvem!
Em verdade vos digo: muitos profetas e justos desejaram ver o que vós vedes e não viram, e ouvir o que vós ouvis e não ouviram.
Escutai, então, o que signif**a a parábola do semeador:
Quando um homem ouve a palavra do Reino e não a compreende, vem o Maligno e arrebata o que foi semeado no seu coração. Este é o que recebeu a semente ao longo do caminho.
Aquele que recebeu a semente em sítios pedregosos é o que ouve a palavra e a acolhe de momento com alegria,
mas não tem raiz em si mesmo, porque é inconstante, e, ao chegar a tribulação ou a perseguição por causa da palavra, sucumbe logo.
Aquele que recebeu a semente entre espinhos é o que ouve a palavra, mas os cuidados deste mundo e a sedução da riqueza sufocam a palavra, que assim não dá fruto.
E aquele que recebeu a palavra em boa terra é o que ouve a palavra e a compreende. Esse dá fruto e produz ora cem, ora sessenta, ora trinta por um».

12/07/2026

O CAMINHO DA PALAVRA 14º Domingo do Tempo Comum | Ano AEvangelho segundo São Mateus  (Mt. 11,25-30)Naquele tempo, Jesus ...
05/07/2026

O CAMINHO DA PALAVRA

14º Domingo do Tempo Comum | Ano A

Evangelho segundo São Mateus (Mt. 11,25-30)

Naquele tempo, Jesus exclamou: «Eu Te bendigo, ó Pai, Senhor do Céu e da Terra, porque escondeste estas verdades aos sábios e inteligentes, e as revelaste aos pequeninos.
Sim, Pai, Eu Te bendigo, porque assim foi do teu agrado.
Tudo Me foi dado por meu Pai. Ninguém conhece o Filho senão o Pai e ninguém conhece o Pai senão o Filho, e aquele a quem o Filho O quiser revelar.
Vinde a Mim, todos os que andais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei.
Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de Mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para as vossas almas.
Porque o meu jugo é suave e a minha carga é leve».

05/07/2026

O CAMINHO DA PALAVRA 13º Domingo do Tempo Comum | Ano AEvangelho segundo São Mateus  (Mt. 10,37-42)Naquele tempo, disse ...
28/06/2026

O CAMINHO DA PALAVRA

13º Domingo do Tempo Comum | Ano A

Evangelho segundo São Mateus (Mt. 10,37-42)

Naquele tempo, disse Jesus aos seus apóstolos: «Quem ama o pai ou a mãe mais do que a Mim, não é digno de Mim; e quem ama o filho ou a filha mais do que a Mim, não é digno de Mim.
Quem não toma a sua cruz para Me seguir não é digno de Mim.
Quem encontrar a sua vida há de perdê-la; e quem perder a sua vida por minha causa há de encontrá-la.
Quem vos recebe a Mim recebe; e quem Me recebe, recebe Aquele que Me enviou.
Quem recebe um profeta por ele ser profeta receberá recompensa de profeta; e quem recebe um justo por ele ser justo receberá recompensa de justo.
E se alguém der de beber, nem que seja um copo de água fresca, a um destes pequeninos, por ele ser meu discípulo, em verdade vos digo: não perderá a sua recompensa».

28/06/2026

O CAMINHO DA PALAVRA 12º Domingo do Tempo Comum | Ano AEvangelho segundo São Mateus  (Mt. 10,26-33)Naquele tempo, disse ...
21/06/2026

O CAMINHO DA PALAVRA

12º Domingo do Tempo Comum | Ano A

Evangelho segundo São Mateus (Mt. 10,26-33)

Naquele tempo, disse Jesus aos seus apóstolos: «Não tenhais medo dos homens, pois nada há encoberto que não venha a descobrir-se, nada há oculto que não venha a conhecer-se.
O que vos digo às escuras, dizei-o à luz do dia; e o que escutais ao ouvido, proclamai-o sobre os telhados.
Não temais os que matam o corpo, mas não podem matar a alma. Temei antes Aquele que pode lançar na geena a alma e o corpo.
Não se vendem dois passarinhos por uma moeda? E nem um deles cairá por terra sem consentimento do vosso Pai.
Até os cabelos da vossa cabeça estão todos contados.
Portanto, não temais: valeis muito mais do que todos os passarinhos.
A todo aquele que se tiver declarado por Mim diante dos homens, também Eu Me declararei por ele diante do meu Pai que está nos Céus.
Mas àquele que Me negar diante dos homens, também Eu o negarei diante do meu Pai que está nos Céus».

21/06/2026

Endereço

Rua D. Jorge De Lencastre
Quinta Do Anjo
2950-739

Horário de Funcionamento

Terça-feira 17:00 - 20:00
Quarta-feira 17:00 - 20:00
Quinta-feira 17:00 - 20:00
Sexta-feira 17:00 - 20:00
Sábado 18:00 - 20:00
Domingo 09:00 - 12:00

Telefone

+351914391970

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