Ile omo eja ase ajaguna

Ile omo eja ase ajaguna Somos uma família que trabalha em prol da ancestralidade

Com Cléber Almeida Vicente – Acabei de juntar-me aos maiores fãs! 🎉
10/02/2026

Com Cléber Almeida Vicente – Acabei de juntar-me aos maiores fãs! 🎉

Òjìji (sombra).É reconhecido como o elemento que guarda a memória e a forma da pessoa, como o seu Igboji (renascimento),...
23/01/2026

Òjìji (sombra).

É reconhecido como o elemento que guarda a memória e a forma da pessoa, como o seu Igboji (renascimento), com tres divisões representado pelo:
1° Èémí (respiração), nosso èémí ofo a respiração que sai do vazio (hálito).
2° Ori (cabeça)
3° Ọkàn (mente).

Uma grande liderança por Eṣu entre a força de Osala e Yemoja. O verdadeiro movimento para a nossa vida, como nossa circulação sanguínea, o verdadeiro Eṣu do corpo (igba) (ara) TEMPO CORPORAL, também conhecido como Eṣu Bara.
Sua confecção e ritualística vai muito material desde o vegetal, mineral e animal dentro do conhecimento, entre culto e rezas (gbadura), além dos 16 Odu ifa como (destino) o grande som do vento.

Podendo ser constituído por :

ARA - Corpo

OKAN - Coração

ORÍ - Cabeça

ELÉÈDÁ - O destino/O criador

IPÒRÍ - O nosso eu originário, que pode estar ligado a ancestralidade e a placenta, que habita dentro do ser humano.

ÈÉMÍ - O sopro divino de Eledumare que dá vida ao corpo e Orí dos seres humanos em Àyé.

ÌWÁ - O caráter

ÒJÌJI - A sombra.

ELENINI - A divindade dos obstáculos.

Ní ọ̀nà tirẹ̀, òjìji náà yóò tako ara rẹ̀.
(Do seu jeito a sombra resistirá )

Oluwo Oṣosola Ifalola Ayelabola

Assim sou eu !
21/01/2026

Assim sou eu !

Em breve, novidades  !
21/01/2026

Em breve, novidades !

21/01/2026
Em breve ...!!! Em
21/01/2026

Em breve ...!!!
Em

Iyami Osoronga seja a nossa proteção...!!!
21/01/2026

Iyami Osoronga seja a nossa proteção...!!!

Na minha casa desde os tempos modernos em àse Ketu, NUNCA TEVE ADOXÚ NO CHÃO,  quero dizer que "nunca caiu algum Adoṣu n...
13/01/2026

Na minha casa desde os tempos modernos em àse Ketu, NUNCA TEVE ADOXÚ NO CHÃO, quero dizer que "nunca caiu algum Adoṣu na sala". Tendo apenas em uma iyawo um pequeno ocorrido que, quando vimos a se desprender tomamos medidas rápidas e eficaz.
E se caísse, com certeza haveria uma solução e não um tabu em discrepância.

*O SIGNIFICADO DO ADOXU*


Na Iniciação (de santo) Òsù (adoxé, Adoxu) é um amalgamado de substâncias secretas, algumas in-natura, outras secas, algumas torradas mas tudo isto reduzidos a pó, este conhecido como iye. Ele serve de veículo para transmitir o axé do Orixá a ser consagrado no futuro iniciado dentro do Candomblé de Nação (culto ao Orixá).
O òsù será formado pelos elementos constitutivos e carrega não somente o àse mas a individualização de cada Orixá, sendo assim há uma expressiva diferença entre os òsù, cada qual leva suas substâncias distintas e específicas, ou seja, um diferente do outro. É a preparação mística de uma base apta a receber o Òrìsà. Tutelar quando ele manifestar-se no iniciado. Para que possa veicular o àse pretendido, deve ser consagrado ritualisticamente em um odo (almofariz/pilão) devidamente preparado para este tipo de cerimônia.
O almofariz, onde os remédios e elementos sagrados são triturados é considerado um objeto sagrado feito apenas com determinados tipos de madeira. Simboliza as duas forças fundamentais: o almofariz representa o pólo feminino , enquanto o pilão representa o pólo masculino. O que se obtém destes dois é o terceiro elemento "O elemento criado, o elemento procriado". O ritual para o preparo do òsù, onde são recitados a cerimônia adúrà (rezas) são de competência única e exclusiva dos Babalòrìsà, Ìyálòrìsà , Ìyálàse e Òsùpin.
Em determinado estágio da iniciação, a Ìyálàse transfere esta massa do almofariz e a fixa em formato cônico, sobre o crânio raspado do noviço, mais especificamente em um pequeno corte ritualístico denominado de gbéré, por intermédio de um ciclo ritual que culmina quando esta profere algumas palavras, afim de consagrar o òsù.
Estas palavras são conhecidas como ofò. Uma vez sacralizado corretamente e por quem de direito, o òsù fortalece o àse do Orixá consagrado no iniciado e este passa ser chamado de Adòsù. O denominação Adosu (Adoxu) , resulta na forma contraída das palavras: A – dá – òsù, o que poderíamos interpretar como: "Aquele que carrega o òsù" ou "O Portador do òsù".
De suma importante lembrar, que a gramática Yoruba na prática de sua linguagem é comum usar o sinal diacrítico o "apóstrofo". Consiste em que, se numa mesma frase a palavra termina com uma vogal e a palavra seguinte começa com uma vogal, uma destas duas vogais sofre supressão, então duas ou mais palavras tornam-se apenas uma.
O Adósù é um símbolo de submissão ao grande Aláàfin (o soberano da cidade de Òyó). Os seus seguidores, portam este tufo de cabelo, que situa-se no alto da cabeça para que todos possam visualizar, o mesmo ocorre com os iniciados que carregam este símbolo para que sejam reconhecidos como os seguidores e submissos de Sàngó em território Yorùbá, sabe-se que é um dos símbolos mais importantes e sagrados para os iniciados desta divindade, origem Yorùbá.

Mais Sobre O Adósù. (Adoxu)

A galinha de Angola, chamada Etun ou Konkém no Candomblé; ela é o maior símbolo de individualização e representa a própria iniciação. A Etun é adoxu (adosú), ou seja, é feita nos mistérios do Orisá. Ela já nasce com Odosù, por isso se relaciona com o começo e com o fim, com a vida e a morte, por isso está no Bori e no Asésê.

Memórias de um àse.
13/01/2026

Memórias de um àse.

Alguns momentos do Àse.
13/01/2026

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