Renascer Rcc

Renascer Rcc Grupo de Oração do Renovamento Carismático Católico " Renascer"

10/04/2026

No último sábado, durante a grandiosa Vigília Pascal, vivemos um momento de profunda oração e entrega.

Como Grupo de Jovens Renascer, tivemos a graça de encenar o momento da entrada da Cruz, uma caminhada partilhada com a energia e o compromisso dos jovens do 8.º, 9.º e 10º anos de catequese. Ver a dedicação deles nesta celebração da Luz foi, para nós, um verdadeiro presente e uma forma de honrar o nome que carregamos.

A Cruz não é o fim, é o início de tudo! É onde tudo ganha um novo sentido. Que a alegria da Ressurreição nos faça, verdadeiramente, renascer todos os dias.

Domingo de Páscoa O deserto floresceu. A morte foi vencida. Aleluia!De madrugada, enquanto ainda era escuro, as mulheres...
05/04/2026

Domingo de Páscoa
O deserto floresceu. A morte foi vencida. Aleluia!

De madrugada, enquanto ainda era escuro, as mulheres dirigiram-se ao sepulcro com os unguentos. Iam preocupadas com um problema prático: "Quem nos removerá a pedra?" Era grande e pesada, e os soldados romanos guardavam a entrada por ordem de Pilatos.

Mas quando chegaram, a pedra estava removida. O sepulcro, vazio. Os panos com que tinham enrolado o corpo de Jesus estavam dobrados no lugar, um detalhe pequeno e extraordinário que João menciona como se ainda não conseguisse acreditar no que viu. Maria Madalena, a primeira a chegar, chorou pensando que alguém tinha roubado o corpo. E então ouviu o seu nome: "Maria."
Uma palavra. O seu nome. E reconheceu-O.

Caminhámos quarenta dias aprendendo sobre resistência, luz, perfume, fidelidade, amor, sacrifício e espera. Agora somos convidados à Vida Nova. A Páscoa não é um evento do passado, é a nossa realidade de hoje e de sempre.

Ele ressuscitou. Aleluia!

Sábado Santo O silêncio do sepulcro envolve o mundo.José de Arimateia, membro do Sinédrio que secretamente era discípulo...
04/04/2026

Sábado Santo
O silêncio do sepulcro envolve o mundo.

José de Arimateia, membro do Sinédrio que secretamente era discípulo de Jesus, foi pedir o corpo a Pilatos. Era urgente: o pôr do sol aproximava-se e com ele começava o Sábado, em que nada podia ser feito. O sepulcro era novo, escavado na rocha, perto do Gólgota, um luxo que só um homem rico podia oferecer. Mais uma profecia cumprida: "Puseram a Sua sepultura entre os ricos."

As mulheres que tinham acompanhado Jesus desde a Galileia observaram onde O deitavam. Prepararam os aromas e os unguentos, mas o Sábado impediu-as de agir. Ficaram à espera. Os discípulos estavam fechados por medo. Pedro chorava a sua negação. Tudo parecia terminado.

É neste silêncio que a fé é mais difícil e mais real. Não há sinais, não há milagres, não há palavras. Apenas a promessa que Jesus tinha feito e que ninguém ainda compreendia totalmente.

Até no silêncio de Deus, algo novo está a germinar. Vamos permanecer em oração junto ao sepulcro do Senhor?

Sexta-feira SantaTudo está consumado.Depois do Jardim das Oliveiras, onde Jesus orou suando sangue, segundo Lucas, num f...
03/04/2026

Sexta-feira Santa
Tudo está consumado.

Depois do Jardim das Oliveiras, onde Jesus orou suando sangue, segundo Lucas, num fenómeno médico real chamado hematidrosis causado por stress extremo, vem a prisão, o julgamento de Anás, o de Caifás, o de Pilatos, o de Herodes, e de novo Pilatos. Seis julgamentos numa só noite. Nenhum com fundamento legal.

Pilatos sabia que Jesus era inocente. Tentou libertá-Lo três vezes. Mas o peso político era grande demais, uma multidão manipulada e a ameaça velada de "não és amigo de César." Um governador romano que deixasse escapar um acusado de sedição arriscava a carreira, a liberdade, a vida.

A crucifixão era a morte mais humilhante do mundo romano, reservada a escravos e insurgentes. Jesus carregou a viga horizontal, o patibulum, pelas ruas de Jerusalém, já com o corpo destruído pelos açoites. No Gólgota, "o lugar da Caveira", foi elevado entre dois condenados.

"Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem."

A Cruz, que era sinal de morte, torna-se para nós a árvore da vida. Vamos adorar o Senhor no Seu abandono e entrega total?

Quinta-feira SantaA Última Ceia não foi uma refeição qualquer. Era a Páscoa judaica, o Seder, a celebração mais sagrada ...
02/04/2026

Quinta-feira Santa
A Última Ceia não foi uma refeição qualquer. Era a Páscoa judaica, o Seder, a celebração mais sagrada do ano, que recordava a libertação do Egito. Cada elemento da mesa tinha um significado: o pão sem fermento, o vinho, as ervas amargas. Era uma refeição carregada de memória e promessa.

E é precisamente nesta refeição milenar que Jesus faz algo radicalmente novo. Pega no pão e diz: "Isto é o Meu Corpo." Pega no cálice e diz: "Este é o Meu Sangue." A Páscoa antiga, que celebrava a libertação de uma escravidão humana, transforma-se na Páscoa nova: a libertação de toda a escravidão.

Antes disso, Jesus ajoelha-Se e lava os pés dos discípulos. Num mundo onde isso era tarefa de escravos, o gesto era inacreditável. Pedro recusa, escandalizado. Jesus insiste e ensina: "Se Eu, sendo o Senhor e Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns aos outros."

O Tríduo Pascal começou. Vamos sentar-nos à mesa com o Senhor e acompanhá-Lo até ao Jardim das Oliveiras?

Quarta-feira SantaA Quarta-feira Santa é o dia do silêncio e da conspiração.Enquanto Jesus Se recolhe, Judas dirige-se a...
01/04/2026

Quarta-feira Santa
A Quarta-feira Santa é o dia do silêncio e da conspiração.

Enquanto Jesus Se recolhe, Judas dirige-se aos sumos sacerdotes. O preço combinado foram 30 moedas de prata, o valor estipulado pela Lei de Moisés como indemnização pela morte de um escravo. Uma quantia deliberadamente humilhante. Mais uma vez, o profeta Zacarias tinha descrito este momento séculos antes.

Mas quem era Judas? Era um dos Doze, alguém que tinha caminhado ao lado de Jesus, visto os milagres, ouvido os ensinamentos. Tinha sido escolhido para guardar a bolsa comum. Os primeiros cristãos debateram muito sobre o que o levou à traição. Ambição? Desilusão política com um Messias que não libertava Israel pelos braços? Medo? A história não dá resposta certa. Dá-nos apenas o espelho incómodo de alguém que esteve tão perto e ainda assim se perdeu.

O silêncio de Jesus neste dia contrasta com o ruído da conspiração lá fora. Que o nosso coração não adormeça nem se desvie, mas que encontre na oração a força para entrar, amanhã, no mistério do Tríduo Pascal.

Terça-feira SantaNa Terça-feira Santa, Jesus regressa a Jerusalém e os confrontos intensificam-se. Fariseus, saduceus e ...
31/03/2026

Terça-feira Santa
Na Terça-feira Santa, Jesus regressa a Jerusalém e os confrontos intensificam-se. Fariseus, saduceus e doutores da Lei tentam, um após outro, apanhá-Lo numa contradição sobre os impostos a César, sobre a ressurreição dos mortos, sobre o maior mandamento. Jesus responde a todos com uma serenidade que os deixa sem palavras.

Mas é à noite, no Cenáculo com os Seus, que o ambiente muda. Jesus anuncia o impensável: "Um de vós vai entregar-Me." Os discípulos olham uns para os outros, perturbados. E anuncia também a Pedro, o mais confiante de todos: "Antes que o galo cante, tu Me negarás três vezes."
Pedro era pescador, homem de palavra, acostumado a cumprir o que prometia. Não conseguia sequer imaginar que fosse capaz de negar o Mestre. E no entanto...

Entre a sombra da traição de Judas e a fragilidade da promessa de Pedro, Jesus permanece sereno. O verdadeiro Rei reina mesmo quando é abandonado. Que o nosso coração encontre em Jesus a força para permanecer de pé, mesmo perante as nossas limitações.

Segunda-feira SantaA grande semana começa não em Jerusalém, mas em Betânia, uma pequena aldeia a cerca de 3 km da cidade...
30/03/2026

Segunda-feira Santa

A grande semana começa não em Jerusalém, mas em Betânia, uma pequena aldeia a cerca de 3 km da cidade, onde viviam Lázaro, Marta e Maria, amigos íntimos de Jesus.

É nesta casa que Maria faz algo que choca os presentes: derrama sobre os pés de Jesus um frasco inteiro de nardo puro, um perfume importado da Índia que valia cerca de 300 denários, o salário de um ano inteiro de trabalho. O gesto era escandaloso pela generosidade. Judas protestou em nome dos pobres, mas João deixa-nos perceber que havia outro motivo por trás da sua indignação.

Naquele ambiente de tensão crescente, os sumos sacerdotes já planeavam matar também Lázaro por causa do escândalo da sua ressurreição, Maria não fez cálculos. Entregou tudo. E Jesus defende-a: “Deixai-a. Ela guardou isto para o dia da minha sepultura.”

Que aroma de devoção atravessa os séculos até nós. O nosso coração é capaz de oferecer a Jesus o que tem de mais precioso: a nossa presença e o nosso amor sincero?

🌿 ÚLTIMO PASSO: A ENTREGA 👣Hoje comemoramos o Domingo de Ramos e encerramos a nossa série “Passos no Deserto” com o Pass...
28/03/2026

🌿 ÚLTIMO PASSO: A ENTREGA 👣

Hoje comemoramos o Domingo de Ramos e encerramos a nossa série “Passos no Deserto” com o Passo da Entrega.

Há dois mil anos, quando Jesus entrou em Jerusalém montado num jumento, não foi um gesto casual. Era o cumprimento de uma profecia de Zacarias, escrita 500 anos antes: “Eis que o teu Rei vem a ti, humilde, montado num jumento.” A multidão que O recebeu com ramos de palmeira e mantos no chão estava a fazer um gesto de aclamação real, o mesmo que se fazia aos reis conquistadores. Mas Jesus entrava sem espada, sem exército, sem violência.

Jerusalém vivia dias agitados. Era a festa da Páscoa judaica e a cidade multiplicava a sua população por dez, peregrinos de todo o mundo chegavam para o maior evento religioso do ano. Os romanos reforçavam a guarda. Os sumos sacerdotes estavam em alerta. E no meio de tudo isso, Jesus entrava humilde, num jumento.

O verdadeiro Rei reina através da humildade e do serviço. A caminhada no deserto termina aqui , mas a grande semana da nossa fé está apenas a começar. Estás pronto para acompanhar o Senhor?

27/03/2026

Sagrado Lausperene 2026
Cristo em Mim

27/03/2026

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