Serviço Diocesano da Liturgia

Serviço Diocesano da Liturgia Serviço Diocesano da Liturgia | Diocese de Angra
Diretor Diocesano - Pe. Marco Luciano

O Serviço Diocesano de Apoio à Liturgia, tem como principal objetivo servir o Povo de Deus da Diocese de Angra, na oração, no estudo e na ação pastoral, tendo presentes os ensinamentos conciliares, em ordem a «promover, sob orientação do Bispo, a pastoral litúrgica» (SC 45) de molde a dignificar a Liturgia que é a «meta para a qual se encaminha a ação da Igreja e fonte de onde promana a sua força» (SC 10).

19/09/2026

A Escola Diocesana de Formação realiza a sessão de abertura do novo ano académico amanhã, 19 de setembro, pelas 11h00, no Hotel Palácio de Santa Catarina, em Angra do Heroísmo

Notícia completa no primeiro comentário

18/09/2026
26/08/2026

Leão XIV: a reforma litúrgica nasce da vontade de tornar mais acessível a riqueza da liturgia

Na Audiência Geral desta quarta-feira, 26 de agosto, na Basílica de São Pedro, o Papa Leão XIV concluiu o ciclo de catequeses dedicado à Constituição Sacrosanctum Concilium, do Concílio Vaticano II. Na oitava catequese, intitulada «As motivações da reforma litúrgica», o Papa deteve-se nas razões que levaram os Padres conciliares a promover a reforma da liturgia.

Partindo de uma carta que o então Arcebispo de Milão, Giovanni Battista Montini, enviara aos fiéis da sua Igreja em 1962, o Papa recordou que a liturgia é «expressão sincera tanto do divino como do humano» e que os fiéis «não podem e não devem permanecer mudos e passivos». Leão XIV relacionou estas afirmações com o n.º 48 da Sacrosanctum Concilium, onde o Concílio manifesta a preocupação de que os fiéis não participem na liturgia «como estranhos ou espectadores mudos», mas compreendam os ritos e as orações e participem na ação sagrada «consciente, piedosa e ativamente».

O Papa sublinhou que a liturgia, através das ações rituais da Igreja, torna presente o memorial da obra da salvação e oferece aos fiéis a possibilidade de entrarem em contacto com o acontecimento salvífico. Por isso, afirmou, a participação dos fiéis não pode ser passiva. A reforma conciliar procurou, assim, fazer resplandecer a liturgia como «a fonte primária daquele divino intercâmbio no qual nos é comunicada a vida de Deus», tornando mais acessível a riqueza dos textos bíblicos e das orações e procurando uma ordenação mais clara dos ritos.

A catequese encerrou, assim, o percurso dedicado à Sacrosanctum Concilium, colocando em evidência que a reforma litúrgica promovida pelo Concílio Vaticano II não pode ser separada da tradição viva da Igreja, da participação consciente dos fiéis e da natureza da liturgia como ação de Cristo e da Igreja.

O texto da catequese está disponível em: https://www.vatican.va/content/leo-xiv/pt/audiences/2026/documents/20260826-udienza-generale.html

22/08/2026
22/08/2026

Vaticano: Papa alerta contra mentalidade consumista e pede redescoberta da oração 5 Agosto, 2026 9:43 Catequese sobre a vida litúrgica destaca dimensão comunitária da fé, rejeitando confusão com técnicas de «bem-estar pessoal» Foto: Vatican Media Cidade do Vaticano, 05 ago 2026 (Ecclesia) ...

22/08/2026

Papa Leão XIV: «O ano litúrgico deve ser entendido como uma atualização constante da obra da salvação»

Na Audiência Geral desta quarta-feira, 12 de agosto, o Papa Leão XIV dedicou a sua catequese ao ano litúrgico, no âmbito da reflexão sobre a Constituição Sacrosanctum Concilium. Recordando que «o ano litúrgico deve ser entendido como uma atualização constante da obra da salvação, que Cristo realiza na história», o Papa sublinhou que, através deste ciclo, «a Igreja permanece em contacto com a ação redentora do Senhor».

Leão XIV destacou ainda que «o domingo» é «o fundamento e o centro de todo o ano litúrgico» e que, para o santificar, «é fundamental celebrar a Eucaristia». A assembleia litúrgica, acrescentou, «não é substituível por uma simples presença virtual, nem se reduz a uma reunião meramente passiva», mas concretiza-se na participação ativa dos fiéis.

O Papa recordou o desenvolvimento histórico do ano litúrgico, desde a celebração da Páscoa semanal e anual até à formação dos ciclos pascal e natalício e à integração das celebrações da Virgem Maria e dos Santos. Como síntese, afirmou: «Assim, o ano litúrgico repropõe de modo sacramental a pedagogia da história da salvação, conduzindo os fiéis desde a espera do Messias até à plenitude do mistério pascal e à antecipação da glória futura». Por isso, concluiu, «o ano litúrgico constitui o princípio inspirador e o quadro de referência essencial de cada ação pastoral».

Pode ler a catequese integral do Papa em: https://www.vatican.va/content/leo-xiv/pt/audiences/2026/documents/20260812-udienza-generale.html

22/08/2026

O Papa Leão XIV enviou uma mensagem ao Cardeal Arthur Roche, Prefeito do Dicastério para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, por ocasião da Conferência Litúrgica realizada na Abadia de Mount Angel, no Oregon (EUA), dedicada à formação litúrgica do povo de Deus. Na carta, o Papa destaca a necessidade de uma formação litúrgica contínua de sacerdotes e leigos, sublinhando que esta não deve ser entendida como uma especialização reservada a alguns, mas como uma disposição interior de todo o povo de Deus. Leão XIV salienta ainda que a celebração dominical da Eucaristia constitui uma oportunidade privilegiada de formação, através da participação de toda a assembleia na ars celebrandi, e recorda a importância da fidelidade aos textos e normas litúrgicas aprovados, que deve nascer de uma atitude de abertura, confiança em Deus, humildade e fidelidade à comunhão eclesial.

22/08/2026

Curso de Música Litúrgica cresce com dois anos de formação em simultâneo

O Secretariado Nacional de Liturgia (SNL), em colaboração com o Serviço Nacional de Música Sacra (SNMS), dá início, no próximo dia 21 de agosto, a uma nova edição do Curso de Música Litúrgica (CML), que este ano decorrerá em dois níveis de formação em simultâneo.

Enquanto tem início o 8.º Curso de Música Litúrgica, destinado a novos alunos, prossegue também o percurso formativo dos participantes do 7.º Curso de Música Litúrgica, iniciado em 2025 e estruturado ao longo de três anos. Desta forma, estarão a decorrer em simultâneo o primeiro e o segundo anos desta formação.
Criado em 1991, o Curso de Música Litúrgica tem como finalidade preparar agentes de música da Igreja – organistas, salmistas, diretores de coro e animadores da assembleia – para o exercício responsável e consciente do seu ministério ao serviço da liturgia.

A primeira etapa da formação de ambos os cursos decorre entre os dias 21 e 30 de agosto, em Fátima, nas instalações da Domus Carmeli, através de um programa intensivo que combina aulas teóricas e práticas ao longo de todo o dia.
A direção do curso está a cargo do professor Emanuel Pacheco. O corpo docente integra ainda António Esteireiro, João Santos, Samuel Pinto, Tiago Ferreira, P. António Cartageno, P. José Joaquim Ribeiro, Nuno Almeida, P. Joaquim Ganhão (Liturgia), P. Diamantino Faustino (História da Música Sacra), Filipa Lã e Joaquina Ly (Canto).

A formação conta com o apoio da empresa Serafim Jerónimo, de Braga, que disponibiliza os órgãos utilizados durante o curso bem como com a colaboração do Santuário de Fátima.

A promoção desta formação encontra sólido fundamento no magistério da Igreja, que reconhece à música sacra um lugar essencial na celebração litúrgica. Como afirma o Concílio Vaticano II, «a tradição musical da Igreja universal é um tesouro de inestimável valor, que excede todas as outras expressões de arte, sobretudo porque o canto sagrado, intimamente unido com o texto, constitui parte necessária ou integrante da Liturgia solene» (Sacrosanctum Concilium 112). É nesta perspetiva que o Curso de Música Litúrgica continua a investir na formação de músicos capazes de colocar o seu talento ao serviço da oração da Igreja e da participação ativa dos fiéis.

22/08/2026

Na Audiência Geral desta quarta-feira, 19 de agosto, o Papa dedicou a sua catequese ao valor e à função da música sacra nas celebrações. Dando continuidade ao ciclo de reflexões sobre o Concílio Vaticano II, o Pontífice deteve-se no sexto capítulo da Constituição Sacrosanctum Concilium, recordando que a tradição musical da Igreja constitui "um tesouro de inestimável valor".

“A música, de fato, faz parte da ação litúrgica e não é mera decoração da celebração. Na liturgia, cantar e tocar significa rezar, sintonizando o próprio coração com o das irmãs e dos irmãos e com Deus, na participação ativa no mistério celebrado. Em particular, a música expressa a dimensão afetiva da oração, como afirma Santo Agostinho: «Cantare amantis est», ou seja, «cantar é próprio de quem ama». Isto é muito importante, porque ajuda a abrir o coração à ação de Deus na graça e a deixar-se moldar por ela.”
https://www.vatican.va/content/leo-xiv/pt/audiences/2026/documents/20260819-udienza-generale.html

Endereço

Rua Amaro Dias, N. 8, Arrifes
Ponta Delgada
9500-381

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