Gaiato, OBRA DA RUA

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FOTOGRAFIAS QUE FICAM PARA A HISTÓRIA...
20/11/2025

FOTOGRAFIAS QUE FICAM PARA A HISTÓRIA...

ANIVERSÁRIO DO NOSSO PADRE BAPTISTA.
19/11/2025

ANIVERSÁRIO DO NOSSO PADRE BAPTISTA.

PENSAMENTO DE PAI AMÉRICO
19/11/2025

PENSAMENTO DE PAI AMÉRICO

A Semana de oração pelos Seminários que se realizou em Portugal de 2 a 9 de Novembro do corrente ano teve como tema: “Pr...
18/11/2025

A Semana de oração pelos Seminários que se realizou em Portugal de 2 a 9 de Novembro do corrente ano teve como tema: “Precisamos de ti”. Não é uma proposta feita a partir do pessoal e do singular, mas no plural e em contornos eclesiais – assim afirmou a Comissão Episcopal Vocações e Ministérios da Conferência Episcopal Portuguesa em sua nota pastoral. Ora, orar pelos Seminários é pedir a Deus Nosso Senhor que envie mais operários para a Sua messe, para levarem o Seu Filho Jesus Cristo aos outros e outros a Ele; através de palavras como de acções, ajudando os outros a conhecerem, seguirem e aprenderem sobre o Seu Filho. É orar pelos que já estão nos Seminários e que vão percorrendo o seu caminho de discernimento. Diz-se que o Seminário é “o coração da Diocese” – porque é nela que se formam os futuros Sacerdotes da Mãe-Igreja; aqueles que estão a tatuar as suas vidas com o amor de Cristo para serem esse sinal do amor de Deus no mundo – mundo este que tem sede de amar e sentir-se amado. É a esses que Jesus diz: “Eu preciso de ti” – a minha Igreja precisa de ti. Ora, Jesus ao dizer que precisa de cada um desses jovens que escancaram os seus corações sem medo para Ele entrar em suas vidas, está a pedir a todos os Seus filhos/as que cuidem desses jovens (seminaristas) por meio de orações, conselhos, alimentos, etc., a fim de crescerem em sabedoria e graça para a missão que lhes está preparada. Eles precisam e muito dessas ajudas porque é delas que encontram também forças para caminhar sem medo rumo à Jerusalém Celeste. Nessa Semana de Oração pelos Seminários não se deixou de lembrar também pelos jovens seminaristas da Obra da Rua que ao ouvirem o Senhor dizer “Eu preciso de ti”, decidiram ser esse instrumento do Amor Misericordioso de Deus na Mãe-Igreja e no mundo. Eles são sete – todos da Casa do Gaiato de Malanje: Simão Tunda, no 12º Ano; Silva José, no 12º Ano; Job Avelino, no 3º Ano de Filosofia e Moisés Armindo, no 3º Ano de Filosofia – todos no Seminário Maior de São José de Malanje – Angola; por fim, temos o José Jungo, no 1º Ano de Teologia, a residir no Calvário; o Paulo Domingos, no 4º Ano de Teologia, a residir no Seminário Maior de São Paulo de Almada – Setúbal e o Adão Vicente, no 6º Ano de Teologia e a residir no Seminário Maior de Nossa Senhora da Conceição do Porto. Graças que Deus deu à Obra da Rua por intercessão de Pai Américo. São esses, se Deus quiser, que serão os futuros padres da Obra da Rua. Certamente, além desses, ainda virão mais jovens a quererem ser padres desta magna-Obra, tudo ao serviço da Mãe-Igreja. Portanto, continuemos a rezar a Deus nosso Senhor por esses, por todos e por aqueles que estão a caminho para o Seminário, que o Senhor possa ser sempre esta luz, força e amor em suas vidas, a fim de não terem medo de caminhar, mas de não caminhar.

Paulo Domingos (Seminarista
de Malanje e Gaiato, agora em Setúbal)

CAMPO – Estamos a limpar as bordas dos nossos campos das ervas daninhas e silvas, que são uma praga que se vai espalhand...
18/11/2025

CAMPO – Estamos a limpar as bordas dos nossos campos das ervas daninhas e silvas, que são uma praga que se vai espalhando pelos terrenos. Já fizemos a silagem do nosso milho, que será depois para alimentar o nosso gado. Também produzimos espigas para fazer farinha para os animais e milho para as aves. Brevemente serão semeadas as ervas de inverno, que também serão para alimentar o gado.

ESTUFA – O Bruno com a ajuda do «Guga», eu e outros dois rapazes estivemos a capinar as ervas daninhas, para se poder semear e plantar algumas plantas para nosso consumo. Neste momento vamos plantar cebolo. As couves para o Natal já estão em desenvolvimento. Também vou semear caroços de abacate para virmos a ter abacateiros de boa qualidade. De vez em quando vamos lá regar e arrancar as ervas que apareçam.

OFICINAS – Na nossa serralharia estão a fazer-se trabalhos para fora e para Casa. O Mendão com a ajuda do Sr. Prof. Melo estão a pintar os portões novos que fizeram para as casas do Bruno e do Manuel. Também fizeram a reparação e pintura do nosso moinho do milho. A nossa carpintaria tem feito trabalhos para fora, pelo seu mestre Sr. Faustino e pelo António. Os nossos mestres tipógrafos estão a fazer calendários encomendados e outros trabalhos para fora.

FOLHAS – Na nossa Aldeia, como é habitual nesta época do ano, há muitas folhas a cair das árvores, que vamos apanhando com a ajuda da máquina de soprar com que o Paulo «Mudo» as vai juntando. Assim a nossa Aldeia f**a mais bonita.

POMAR – As nossas árvores de fruto do pomar têm-nos dado os seus frutos com muita abundância e boa qualidade. Já colhemos figos, ameixas, laranjas. tangerinas e, nesta época, dióspiros. Temos também no pomar aves de capoeira, como as nossas galinhas, e perus. O nosso «Guga» é o seu tratador.

Fausto Casimiro

O meu pai partiu… Foi morar nos braços de Pai Américo, junto dos irmãos que já nos deixaram. Levou consigo uma linda his...
17/11/2025

O meu pai partiu…
Foi morar nos braços de Pai Américo, junto dos irmãos que já nos deixaram.
Levou consigo uma linda história de vida.
Um menino franzino, que veio pedir estadia a Pai Américo e que por cá ficou,
Cresceu e se fez homem. Sempre fiel aos seus ensinamentos, um obreiro de mão cheia, que amou esta Casa, com toda a sua alma e coração, à qual se dedicou até ao final dos seus dias. O meu pai era assim, de sorriso fácil, de coração humilde e aberto!
Vai deixar um mar de saudade…
A sua missão terrena terminou, para agora ir encher o céu de luz!
Se tivesse que renascer mil vezes, mil vezes o escolheria para meu pai.
Obrigada pai, meu orgulho, por tudo e por tanto…
O nosso amor por ti é eterno, como eternas são as nossas memórias. Um dia voltaremos a estar juntos e poderei descansar no teu colo!
Olha por nós!
Amo-te para sempre,
Tua Kukita

(Luísa Pinto Mota, filha do Manuel Pinto)

CALVÁRIO -«SOU O ÁLVARO, ESTAREI DE ANIVERSÁRIO NO PRÓXIMO DIA 18 DE NOVEMBRO». Este não perde tempo...
17/11/2025

CALVÁRIO -«SOU O ÁLVARO, ESTAREI DE ANIVERSÁRIO NO PRÓXIMO DIA 18 DE NOVEMBRO». Este não perde tempo...

No pretérito dia 9 de Outubro de 2025, a Casa do Gaiato de Setúbal perfez 70 anos de acolhimento de rapazes da Obra da R...
17/11/2025

No pretérito dia 9 de Outubro de 2025, a Casa do Gaiato de Setúbal perfez 70 anos de acolhimento de rapazes da Obra da Rua ou Obra do Padre Américo, como declara a acta de 5 de Outubro de 1955 da entrega da Casa à Obra, pelo anterior Albergue Distrital da Mendicidade de Setúbal: «o Albergue… cede, a título precário, à “Obra da Rua” a Quinta do Brejo do Perdigão, sua propriedade, sita em Algeruz, (prédios rústicos e urbanos), com todas as alfaias, animais, sementes, mobiliário e bem assim com tudo o mais que ali exista na data da cedência a qual terá lugar no dia nove de Outubro deste ano».
Neste aniversário, recordámos e fizemos memória dos padres já falecidos e que passaram pela Casa, recordando especialmente o primeiro e o último: P.e Flausino e P.e Acílio.
Tendo iniciado a Celebração com a Eucaristia, na qual, como intróito, se releu a acta fundacional.
A reflexão teve como mote o texto do Evangelho de São Lucas que dizia: “Pedi e dar-se-vos-á. Buscai e encontrareis. Batei e abrir-se-vos-á. Quem pede, recebe; quem procura, acha”.
No Evangelho, Jesus ensina-nos esta grande lição sobre a oração e a confiança em Deus. Ele começa com uma pequena parábola, um amigo que pede pão ao outro, no meio da noite, para receber ajuda. Apesar do incómodo, o amigo acaba atendendo o pedido pela persistência e confiança daquele que bate.
À partida, este texto ajuda-nos a compreender a importância da perseverança na oração. Todos nós teremos alguma experiência de como é fácil desistir a qualquer dificuldade que nos aparece no nosso caminhar. Como cristãos, por vezes, desanimamos e desistimos, pois até dizemos: “Rezo, rezo, rezo, e nada acontece!”.
Temos de ter consciência que o tempo, nesta dimensão religiosa, não é o meu/nosso tempo, é o tempo de Deus.
Por isso a oração não é apenas uma palavra, mas uma atitude de confiança persistente. Que o Senhor nos ajude, e que o Espírito Santo nos inspire a perseverar na oração, na confiança e na intimidade com nosso Senhor. Que nós possamos ter um coração simples e humilde para bater e para procurar, e encontraremos.
O momento que nos encontramos a celebrar, é também sinal inequívoco desta perseverança, nos encontros e desencontros de uma história de vida com 70 anos, incluídos numa caminhada ainda mais longa desde os anos 40 do século passado, quando o Padre da “sopa dos Pobres” da Diocese de Coimbra decide perseverar e entregar-se com toda a sua vida, ainda que na fragilidade da doença, a este empreendimento de acolher as crianças e famílias das ditas periferias humanas desse tempo. Nos tugúrios sociais e humanos, o Padre Américo de Aguiar lança este projecto inovador no acolhimento e educação das camadas mais juvenis dessa sociedade. Sociedade que, tendo já instituições actuantes nesses meios, apenas os pensava como lugares de “correcção” moral em que os próprios jovens seriam meras marionetes do sistema. Não eram, assim, lugares de liberdade e de possibilidade de refazer projectos de vida. De tal forma isso era controlado, que Padre Américo chegou ao ponto de contar: “Aqui há tempos, pedi licença ao porteiro e entrei em um determinado asilo de uma cidade. Começo a ver… enquanto não souberam quem eu era, tudo ia bem, mas apenas se descobriu, não me permitiram mais um passo. O senhor Director, com as devidas desculpas, acompanhou-me até à Porta”.
Apesar de se ter evoluído nesse âmbito, talvez por este caminho premonitório lançado por ele, hoje parece estarmos a regredir, mercê da legislação de protecção e controlo que limita a liberdade, a autonomia, a auto-realização e emancipação que estiveram sempre presentes no processo pedagógico da Obra da Rua (“O poder de cada um se determinar por si mesmo na escolha do bem ou do mal, eis a verdadeira liberdade…” P.e Américo).
A Casa do Gaiato de Setúbal celebra estes 70 anos, “Bodas do Vinho”, título retirado da expressão que acompanha as celebrações das sete décadas de vida matrimonial. Faz-se esta referência em relação ao néctar extraído das uvas, do qual se diz, quanto mais velho, melhor!
E é isso mesmo que pretendemos, apesar das vicissitudes em que temos estado envolvidos, e pela diminuição de crianças e jovens que temos na actualidade, por motivo de restrições impostas pela “legalidade” de leis; leis muitas vezes construídas em gabinetes e não brotantes da vida e da experiência de quem tem realizado longo percurso de imensos e felizes sucessos, como testemunham os nossos gaiatos, uns aqui presentes, outros nos seus trabalhos e famílias, e ainda muitos outros já na companhia do Pai Américo!
Esperamos que esta “douta” idade, na transformação “imposta” seja um marco ao nível do que hoje nos é solicitado, a que possamos responder com a tenacidade de visão que foi característica do nosso fundador.
Tal como invoca o apelo do Evangelho, vamos ser perseverantes, não desanimar, perscrutar quais as necessidades sociais do nosso tempo, e, com mais ou menos rapazes, neste ou em outros espaços da Casa do Gaiato de Setúbal, pela acção do Espírito Divino e a intercessão do Pai Américo, corresponder aos desafios exigidos hodiernamente. Tudo isto porque sabemos qual a nossa origem, e quem nos acompanha, e continuamos com a sua convicção: «O êxito das obras sociais consiste no segredo divino de as tornar humanas… trabalho, brio, independência. Responsabilidade… O Rapaz, para o Rapaz e pelo Rapaz …»

Padre Fernando

Ponham os olhos nisto e deixem-se de farras...! Magustos interesseiros, etc..
16/11/2025

Ponham os olhos nisto e deixem-se de farras...! Magustos interesseiros, etc..

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