Santuario Nossa Senhora Aparecida -Portugal

Santuario Nossa Senhora Aparecida -Portugal EXORCISMOS DE PESSOAS,CASAS, COMÉRCIOS E INDUSTRIAS.EXORCISTA CATÓLICO MarcaçõesTeL: 962684413

EXORCISMOS DE PESSOAS,CASAS, COMÉRCIOS E INDUSTRIAS.EXORCISTA CATÓLICOMarcaçõesTeL: 962684413

28/02/2024
Neste dia em que fazemos memória dos fiéis defuntos, que acreditamos estarem vivendo sua comunhão eterna com Deus, dedic...
02/11/2023

Neste dia em que fazemos memória dos fiéis defuntos, que acreditamos estarem vivendo sua comunhão eterna com Deus, dedicamo-nos à oração e à reflexão sobre o mistério da morte e ressurreição. A cada domingo, ao recitar o Credo, nós confirmamos esta verdade. Hoje, visitando os cemitérios para rezar com saudade, afeto e amor pelos nossos falecidos, somos convidados, mais uma vez, a renovar nossa fé na vida eterna, e também testemunhá-la com esperança ao mundo. E é precisamente a fé na vida eterna que oferece aos cristãos a coragem de se manter preparado para acolher a Deus, não como um estranho desconhecido que bate a nossa porta na escuridão tenebrosa da noite, mas como nosso Redentor. Por isto, tenhamos a certeza: não é hora de cair no desânimo da letargia espiritual. Pois “já é hora de despertar do sono. Agora, a salvação está mais perto de nós do que quando abraçamos a fé”. (Rm.13,11).

Mons. Costa deseja a todos um Feliz Natal .
24/12/2022

Mons. Costa deseja a todos um Feliz Natal .

São João Maria Vianney "Se soubéssemos bem o que é um padre na terra, morreríamos: não de medo, mas de amor". A vida de ...
04/08/2022

São João Maria Vianney
"Se soubéssemos bem o que é um padre na terra, morreríamos: não de medo, mas de amor". A vida de São João Maria Vianney pode ser resumida neste pensamento.
Também conhecido como "Cura d'Ars", João Maria Vianney nasceu em 8 de maio de 1786, em Dardilly, próximo de Lyon. Seus pais eram camponeses e, desde pequeno, o encaminham ao trabalho da lavoura, tanto que, aos 17 anos, João ainda era analfabeto.
No entanto, graças aos ensinamentos maternos, conseguiu aprender muitas orações
Se eu fosse padre, queria conquistar muitas almas", disse ele. Mas, não era fácil atingir esta meta, por causa dos seus poucos conhecimentos culturais. Mas, graças à ajuda de sacerdotes sábios, entre os quais o Abbé Balley, pároco de Écully, recebeu a ordenação sacerdotal, em 13 de agosto de 1815, com a idade de 29 anos.

Consumatum EstChristus factus est pro nobis obédiens usque ad mortem, mortem autem crucis.
16/04/2022

Consumatum Est
Christus factus est pro nobis obédiens usque ad mortem, mortem autem crucis.

Litanias pela paz estão sendo realizados em todas as igrejas e mosteiros da Igreja Católica Ortodoxa, por ordem do Arceb...
18/03/2022

Litanias pela paz estão sendo realizados em todas as igrejas e mosteiros da Igreja Católica Ortodoxa, por ordem do Arcebispo Mons. Costa para que o clero e os fiéis aumentem suas orações pela paz e compreensão mútua, e pela saúde e força dos militares, médicos e todos os defensores da Ucrânia.
ORAÇÃO PELA PAZ NA UCRÂNIA
Ó Senhor Jesus Cristo, nosso Deus, destruidor do baluarte da inimizade, que concedeste a verdadeira paz ao teu povo, que chamaste os pacificadores de filhos de Deus! Oramos a Ti: abençoa aqueles que buscam a verdadeira paz e trabalham por ela. Ilumine as mentes e os corações de todos os que embarcam neste caminho de paz agradável a Deus. Faça sábios os que estão no poder e fortaleça a vontade dos governantes de nosso povo; ilumine suas mentes para que com sabedoria, discernimento e grande cuidado possam trabalhar para a criação dessa tão almejada paz. Pela graça de Teu Todo-Santo Espírito, conceda que a paz possa ser operada em todas as pessoas, não apenas em nossos lábios, mas em atos; para que os órfãos e as viúvas sejam consolados, para que não chorem mais, mas se alegrem, vendo esta paz esperada. Abrandar os corações dos amargurados, e conceda que eles possam em mansidão buscar harmonia e amor. Abençoe todos os homens, ensinando-os a compreender e cumprir a Tua vontade para a salvação, amor, paz e unidade de todos os homens. Envia Tua benção celestial sobre nossa terra ucraniana, sobre as autoridades, as forças armadas e todo o seu povo, por intercessão de Tua Mãe Santíssima e de todos os Teus santos. Pois Tu és o Rei da Paz, e Tua paz não tem fim, e a Ti damos glória, ação de graças e adoração, com Teu Pai não criado, e Teu Santíssimo Espírito, Bom e Criador da Vida, ambos agora e sempre e pelos séculos dos séculos. Amém.

FIM DAS HOSTILIDADES NA UCRANIAMons. Costa Arcebispo da Igreja Apostólica Católica Ortodoxa em Portugal pede o fim imedi...
25/02/2022

FIM DAS HOSTILIDADES NA UCRANIA
Mons. Costa Arcebispo da Igreja Apostólica Católica Ortodoxa em Portugal pede o fim imediato das atuais hostilidades armadas e a proteção de todas as vidas humanas e comunidades ameaçadas por essa violência. E Insta todos os envolvidos a terem o “respeito pelas fronteiras nacionais estabelecidas”.

¿SABÍAS QUE LA IGLESIA CATÓLICA ESTÁ CONSTITUIDA POR 24 IGLESIAS AUTÓNOMAS?¡Es así! La Iglesia Católica no se limita al ...
03/08/2021

¿SABÍAS QUE LA IGLESIA CATÓLICA ESTÁ CONSTITUIDA POR 24 IGLESIAS AUTÓNOMAS?
¡Es así! La Iglesia Católica no se limita al rito romano. Es una gran comunión de 24 Iglesias, siendo 1 occidental y 23 orientales.
La rama occidental está representada por la tradición latina de la Iglesia Católica Apostólica Romana. Es llamada “occidental” debido a la localización geográfica de Roma, y no porque su presencia se restrinja a países de Occidente: en realidad, la Iglesia Católica de rito romano está presente en el mundo entero y tiene diócesis en todos los continentes, de Portugal a Japón, de Brasil a Rusia, de Angola a China, de Canadá a Nueva Zelanda.
Las Iglesias católicas orientales también tienen fieles diseminados por el mundo, pero, por razones históricas, están más fuertemente presentes en los lugares donde surgieron. Poseen tradiciones culturales, teológicas y litúrgicas diferentes, así como estructura y organización territorial propias, pero profesan la misma e única doctrina y fe católica, manteniéndose, por tanto, en comunión completa entre si y con la Santa Sede.
Todas las 24 Iglesias que componen la Iglesia Católica son consideradas Iglesias “sui iuris”, o sea, son autónomas para legislar de modo independiente respecto a su rito y su disciplina, pero no respecto de los dogmas, que son universales y comunes a todas ellas y garantizan su unidad de fe – formando, esencialmente, una única Iglesia Católica obediente al Santo Padre, el Papa, que a todas preside en la caridad.
La legislación de cada Iglesia “sui iuris” es estudiada y aprobada por su respectivo sínodo, o sea, por la reunión de sus obispos bajo la presidencia de su arzobispo-mayor o patriarca. Por ejemplo, la Iglesia Melquita está presidida por Su Beatitud el Patriarca Gregorio III; la Iglesia Greco-Católica Ucraniana, por Su Beatitud el Arzobispo-Mayor Sviatoslav Shevchuk. El rebaño de los fieles católicos de rito latino está guiado directamente por el Papa Francisco, obispo de Roma, que es también el líder de toda la gran comunión de la Iglesia Católica en sus diversas tradiciones.
Es muy común incluso ahora, en especial en Occidente, confundir la Iglesia Católica con el rito latino, un error que viene teniendo lugar desde hace siglos y que, a lo largo de la historia, ha causado serios daños a los católicos de ritos orientales. Lo que es preciso entender es que todos los católicos latinos son, obviamente, católicos; mero no todos los católicos son católicos latinos. ¡Y esta es una de las muchísimas riquezas del infinito tesoro de la Iglesia que es Una, Santa, Católica y Apostólica!
El Concilio Vaticano II reconoció que todos los ritos aprobados por las Iglesias que forman la Iglesia Católica tienen la misma dignidad y derecho y deben ser preservados y promovidos.
Además, si hablamos de los ritos, otra confusión frecuente es la que se produce entre el rito latino y el rito romano: los términos suelen usarse como sinónimos, pero, técnicamente, además del rito romano, también existen otros ritos latinos de ciertas Iglesias locales, como el ambrosiano o el mozárabe, y los de algunas órdenes religiosas, además del rito tridentino (o forma extraordinaria del rito romano). Pero no están vinculados a Iglesias autónomas “sui iuris“, sino que son diferentes ritos dentro de la misma tradición latina de la Iglesia Católica.
Respecto a los ritos orientales, las diferencias tienen más que ver con la diversidad de tradiciones y tiene vínculos históricos entre los ritos y las Iglesias “sui iuris” específicas que los adoptan: son el alejandrino o copto, el bizantino, el antioqueno o siríaco occidental, el caldeo o siríaco oriental, el armenio y el maronita.
Pero ¿cuáles son, en definitiva, las Iglesias “sui iuris” que forman la Iglesia Católica? Aquí la impresionante lista:
DE RITO OCCIDENTAL
Tradición litúrgica latina:
Rito latino de la Iglesia Católica Apostólica Romana (sede en Roma)
DE RITOS ORIENTALES
Tradición litúrgica alejandrina:
Iglesia Católica Copta (patriarcado; sede en El Cairo, Egipto)
Iglesia Católica Etíope (metropolitanado; sede en Addis Abeba, Etiopía)
Iglesia Católica Eritrea (metropolitanado; sede en Asmara, Eritrea)
Tradição litúrgica bizantina:
Iglesia Greco-Católica Melquita (patriarcado; sede en Damasco, Siria)
Iglesia Católica Bizantina Griega (eparquía; sede en Atenas, Grecia)
Iglesia Católica Bizantina Ítalo-Albanesa (eparquía; sede en Sicilia, Italia)
Iglesia Greco-Católica Ucraniana (arzobispado mayor; sede en Kiev, Ucrania)
Iglesia Greco-Católica Bielorrusa (también llamada Católica Bizantina Bielorrusa)
Iglesia Greco-Católica Rusa (sede en Novosibirsk, Rusia)
Iglesia Greco-Católica Búlgara (eparquía; sede en Sofía, Bulgaria)
Iglesia Católica Bizantina Eslovaca (metropolitanado; sede en Prešov, Eslovaquia)
Iglesia Greco-Católica Húngara (metropolitanado; sede en Nyíregyháza, Hungría)
Iglesia Católica Bizantina de Croacia y Serbia (eparquía; sedes en Križevci, Croacia, y R***i Krstur, Serbia)
Iglesia Greco-Católica Rumana (arzobispado mayor; sede en Blaj, Rumanía)
Iglesia Católica Bizantina Rutena (metropolitanado; sede en Pittsburgh, Estados Unidos)
Iglesia Católica Bizantina Albanesa (eparquía; sede en Fier, Albania)
Iglesia Greco-Católica Macedónica (exarcado o exarquía; sede en Skopje, Macedonia)
Tradición litúrgica armenia:
Iglesia Católica Armenia (patriarcado; sede en Beirut, Líbano)
Tradición litúrgica maronita:
Iglesia Maronita (patriarcado; sede en Bkerke, Líbano)
Tradición litúrgica antioquena o siríaca occidental:
Iglesia Católica Siríaca (patriarcado; sede en Beirut, Líbano)
Iglesia Católica Siro-Malancar (arzobispado mayor; sede en Trivandrum, India)
Tradición litúrgica caldea o siríaca oriental:
Iglesia Católica Caldea (patriarcado; sede en Bagdad, Iraq)
Iglesia Católica Siro-Malabar (arzobispado mayor; sede en Cochín, India)

A Parábola do filho pródigo"Está parábola é extremamente rica em significado. Nela repousa o centro da espiritualidade C...
28/06/2021

A Parábola do filho pródigo
"Está parábola é extremamente rica em significado. Nela repousa o centro da espiritualidade Cristã e de nossa vida em Cristo. Pega o homem em cada momento quando ele foge de Deus, abandonando Ele para seguir seus próprios passos nesta ilha de delírio, onde ele espera encontrar plenitude e vida em abundância. Está parábola descreve também o progresso – lento no começo e triunfante no final – que traz ele de volta, arrependido e livremente rendido para a casa de seu pai.
Um ponto primordial é que está parábola não é simplesmente a história de um único pecado. É o pecado na sua maior natureza essencial que é revelado para nós, junto com seu poder destrutivo. Um homem tinha dois filhos: o mais jovem clamava de seu pai o direito dele de herança. Estamos tão acostumados a uma restrição com que o Evangelho retrata a cena que a lemos sem perturbação – para nós, é apenas o começo da história. E ainda, se parássemos um momento para ver o que as palavras implicam, seríamos atingidos com horror. Está simples frase “Pai, dê-me...” significa ‘Pai, dê-me, aqui e agora, o que será meu de qualquer jeito quando você estiver morto. Eu quero viver minha vida, você está no caminho; não posso esperar para que morras, eu seria muito velho para aproveitar o que a riqueza e liberdade podem trazer-me: então, morra! Você não existe mais para mim, estou crescido, não preciso de pai, o que eu quero é liberdade e todos os frutos de sua vida e trabalho, morra e deixe-me ir’. Não é está a essência do pecado? Não falamos também para Deus tão suavemente como o filho mais jovem no Evangelho, mas com a mesma ingênua crueldade, pedindo a Deus todo que Ele pode nos dar, saúde, força corporal, inspiração, esplendor intelectual, tudo o que podemos ser e tudo que podemos ter, ao pegar dele e desperdiçá-lo, deixando completamente esquecido e abandonado? Nós também não cometemos este assassinato espiritual tanto contra Deus e contra nosso próximo – filhos e pais, maridos e esposas, amigos e relações, companhias na escola e no trabalho? Também não comportamos como se Deus e o homem não tivesse outro propósito além de labutar e dar-nos os frutos de suas vidas, suas vidas de fato, enquanto eles próprios não tem significado importante para nós? As pessoas, o próprio Deus, não são mais pessoas, mas circunstâncias ou coisas. E, tendo pegado tudo o que eles podem nos dar, viramos as costas para ele e encontramos nós mesmos infinitamente longe daqueles que não tem face mais para nós, sem olhos que podemos conhecer. Apagando a existência do doador, nós nos tornamos donos do nosso próprio direito e nos excluímos do mistério do amor, pois não somos mais capazes de receber e somos incapazes de dar. Está é a principal essência do pecado – excluir o amor, alegando dele que ama e dá que ele deveria sair de nossas vidas, aceitar a aniquilação e morrer; este assassinato metafísico do amor é o ato do pecado, o pecado de Satã, de Adão e Caim.
[...]
Entretanto, veio o tempo em que a riqueza o traiu, e quando tudo se foi e nada resta para seus amigos, mas ele mesmo. De acordo com a inexorável lei do mundo secular e espiritual (Mateus 7:2: “com a medida que tiverdes medido vos hão de medir a vós”), todos abandonaram-no, pois não passou a ter necessidade para eles e seu destino espelha o de seu pai: ele não existe mais para eles, está só e destituído. Está faminto, sedento, sentindo frio, desolado e rejeitado. Foi deixado sozinho assim como ele deixou seu pai, mas enfrenta uma miséria infinitamente maior - seu nada interior; enquanto seu pai, apesar de desertado, foi rico com uma invencível caridade, essa caridade que o fez entregar sua vida pelo seu filho, aceitar a repudiação, assim seu filho poderia livremente seguir seu caminho. Ele encontra um trabalho, mas é para ele a maior miséria e degradação – ninguém o alimenta e ele não sabe como encontrar comida. E que humilhação ao cuidar dos suínos! Um símbolo de impureza para os Judeus, impuro como os demônios que Cristo o expulsa. Seu trabalho é uma parábola de seu estado, sua impureza interior coincide com a impureza ritual de seu rebanho de porcos. Ele alcançou o fundo do poço e, agora, na profundidade que lamenta sua miséria.
Nós também, frequentemente, lamentamos nossa própria miséria mais do que damos graças pela alegria de nossas vidas, não porque nossos sofrimentos são pesados, mas porque os encaramos tão covardemente, tão impacientemente. Abandonado por todos os seus amigos, rejeitado por todos os lados, ele permanece face a face consigo e, pela primeira vez, olha o interior. Liberto de toda sedução e atração, de todas as mentiras e armadilhas que ele pensava ser libertação e realização, ele recorda de sua infância, o tempo quando ele tinha um pai, quando não era um órfão, ainda não tinha se tornado um errante sem lar. Ele percebe também que o assassinato moral que cometeu não matou pai, mas ele, que seu pai deu sua vida com total amor que ele poderia permitir-se à esperança, e levantou-se, deixando para trás sua existência precária, partiu para a casa de seu pai, resolveu-se atirar-se aos pés da misericórdia de seu pai. Não é apenas a lembrança de sua casa, do fogo na lareira e de uma mesa carregada de comida que o faz começar; a primeira palavra de sua confissão não é “perdoa-me”, mas “Pai”. Ele recorda-se que o amor de seu pai foi lhe dado livremente, e que todas as boas coisas da vida vieram dele, (Cristo disse “Buscai primeiro o Reino de Deus, e o resto vos será dado por acréscimo”). Ele não está voltando para um estranho que não o reconheceria, para alguém que ele diria “Não se lembra de mim? Houve um tempo quando você tinha um filho que te traiu e abandonou, sou eu”. Não, é o nome de “pai” que brota do fundo, que acelera seu ritmo, que permite-o esperar. E nisto ele descobre a natureza verdadeira do arrependimento, pois o verdadeiro arrependimento mistura-se a visão própria do mal e a certeza de que existe um perdão para nós, pois o amor verdadeiro não pode falhar nem ser extinto. Quando há apenas uma desesperançosa visão de nossas próprias faltas, o arrependimento permanece incompleto; traz remorso e pode levar ao desespero. Judas não entendeu o que ele tinha feito, viu que sua traição era irremediável; Cristo foi condenado, ele tinha morrido. Mas ele não se lembrou que o Senhor se revelou a si mesmo e ao Seu Pai Celestial, ele não entendeu que Deus não o trairia como ele o traiu. Ele perdeu toda esperança, e saiu e enforcou-se. O seu pensamento estava com seu pecado, com ele mesmo, não com seu Deus, o Pai de Jesus e seu Pai, também."
Metropolita Bloom

Fiéis de procissão em honra a mártires da Comuna de Paris são agredidos
01/06/2021

Fiéis de procissão em honra a mártires da Comuna de Paris são agredidos

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