Associação Fraterna Mensageiros do Bem

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12/06/2026
06/06/2026

A missão espiritual dos cães e gatos

Sim, essa missão existe e a gente explica um pouco melhor 🙂. Cães e gatos formam uma consciência compartilhada com seus tutores, uma fusão energética que vai além desta vida. Estão programados desde o DNA para serem aliados profundos na jornada humana, oferecendo cura, proteção e conforto tanto no plano físico quanto no etérico .

Esses seres peludos caminham ao nosso lado em sua evolução espiritual. São os animais domesticados que, próximos dos humanos, têm um passo à frente na escala evolutiva, ajudando-nos com sua fidelidade e sensibilidade — enquanto avançam em suas próprias trajetórias de alma .

Além disso, relatos revelam que quando desencarnam, os nossos amigos de quatro patas são recebidos em colônias especiais, onde recebem cuidado espiritual e muitas vezes se reencontram conosco em sonhos ou desdobramentos — laços que expressam o amor eterno que os une a nós .

Pontos-chave
• Fusão energética e evolução conjunta: cães e gatos ajudam no desenvolvimento do tutor e também evoluem com ele, às vezes reencarnando juntos por diversas vidas.

• Alívio emocional e espiritual: sua energia ampara, equilibra e até refaz rupturas áuricas, atuando como guardiões sutis.

• Continuidade espiritual: após a morte, são acolhidos, cuidados e podem até buscar a nossa companhia no plano espiritual.

Eles não são só animais: são mestres de amor, anjos disfarçados e companheiros de alma em múltiplas existências. A gente sente, né? 🙏🏻

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03/05/2026

Com duas décadas de percurso, as Jornadas Portuguesas de Medicina e Espiritualidade têm-se afirmado como um espaço de referência no encontro entre medicina e espiritualidade, promovendo uma visão integrada e humanista do ser humano.

15/04/2026

Depois de tanto tempo mergulhado no horror e na lama, a chegada de André Luiz à colônia é como aquele primeiro suspiro profundo depois de quase morrer afogado. Imagina o alívio: ele finalmente atravessa os altos muros cobertos de trepadeiras floridas e deixa para trás o pesadelo do Umbral.

Ali, tudo muda. A luz não é mais aquele cinza pálido e doentio, mas uma claridade suave que lembra um pôr do sol de primavera. André é recebido em um hospital que parece de outro mundo — tudo impecável, cercado de jardins e uma paz que ele nem lembrava que existia.

Mas o que realmente mexe com a gente nesse relato é o choque de realidade espiritual dele. Ao perguntar de onde vinha aquela luz tão brilhante, ele descobre que o Sol que iluminava aquele novo mundo era o mesmo Sol da Terra. A diferença? Lá, a percepção é muito mais rica. André percebe, com uma ponta de vergonha, que passou a vida inteira na Terra sem nunca agradecer ou refletir sobre a bondade divina por trás da luz solar. Ele se sentia como um cego que, depois de séculos, finalmente abria os olhos para a natureza.

A acolhida é emocionante:

Ele recebe um caldo reconfortante e uma água tão fresca que parecia carregar fluidos divinos.

Aquela "comida" não era apenas nutrição, era um remédio que reerguia a alma dele instantaneamente.

O orgulho do antigo médico se dissolve diante da simplicidade e do carinho dos enfermeiros.

O ápice dessa experiência acontece no crepúsculo. De repente, uma música maravilhosa começa a ecoar por todos os cantos. É o momento da prece em "Nosso Lar". Mesmo fraco, André faz questão de se levantar e ir até um grande salão. O que ele vê lá parece cinema, mas é realidade espiritual: uma tela gigante mostra o Governador da colônia e seus ministros em oração, conectados a todos os habitantes por uma tecnologia de visão à distância que ele nunca imaginou.

Enquanto hinos angelicais eram cantados, um coração azul com detalhes dourados surgiu no alto, e uma chuva de flores azuis começou a cair sobre a multidão. As pétalas não eram físicas; elas se desfaziam ao tocar a fronte, balsamizando o coração e renovando as energias de quem estava ali.

André Luiz voltou para o seu leito, mas não era mais o mesmo "m0rto-v1vo" de antes. Aquela prece coletiva operou um milagre. O coração dele, que por anos foi um cálice seco de sofrimento e d0r, finalmente transbordou com as primeiras gotas de esperança.

Às vezes, a gente só precisa parar de lutar contra a vida e aprender a agradecer, para que o socorro finalmente consiga nos encontrar. ✨🙏☀️

15/04/2026

A forma como André Luiz descreve a sua chegada ao mundo espiritual é simplesmente aterrorizante. É um verdadeiro soco no estômago.

Ele relata que perdeu completamente a noção de tempo e espaço. Imagina o desespero: ele tinha a certeza absoluta de que já estava morto, de que não pertencia mais ao mundo dos vivos. E, no entanto, para o seu terror, ainda sentia os pulmões puxando o ar de forma desesperada, como se estivesse sufocando numa atmosfera densa e pesada.

Ele se viu preso numa espécie de cela escura de puro horror, no Umbral. O medo que sentia era tão brutal que seus cabelos ficavam eriçados e o coração saltava no peito. André Luiz vagava no meio do nada, gritando como um louco, implorando por piedade. O mais perturbador é que, quando o silêncio daquele lugar bizarro não abafava os seus gritos, a resposta que recebia eram lamentos ainda mais dolorosos que os dele, ou gargalhadas sinistras e debochadas rasgando a escuridão. Ele se sentia cercado por prisioneiros da loucura.

A paisagem ao seu redor era medonha. Às vezes, surgiam rostos animalescos e formas diabólicas no meio de uma neblina espessa e cinzenta. A luz era pálida, e o sol parecia aquecer de muito longe, sem vida. Ele não parava de fugir. O pavor o empurrava como um vendaval, sem rumo. Ele perdeu totalmente o contato com a vida que conhecia: não sabia onde estava a esposa, os filhos, a casa... O choque de se ver fora do corpo sugou toda a sua capacidade de raciocinar. A consciência pesava tanto que ele desejava a ausência total da razão; ele preferia não existir a ter que encarar aquela realidade.

As coisas só pioravam. De vez em quando, exausto de tanto chorar, ele conseguia o alívio de um sono rápido. Mas até esse co***lo lhe era roubado bruscamente. Seres monstruosos e irônicos o acordavam, e a única opção que lhe restava era voltar a fugir deles.

É no meio de todo esse tormento que a ficha de André Luiz começa a cair. Ele havia sido um homem super culto na Terra, um médico cheio de teorias científicas, políticas e filosóficas. Mas ali, no Umbral, ele percebeu que nada daquilo importava. A dor o obrigou a reconhecer que a humanidade não é feita de gerações passageiras de carne e osso, mas de espíritos eternos. Ele compreendeu, tardiamente, que a fé e a ligação verdadeira com Deus são as únicas coisas que permanecem.

Ele faz uma autocrítica pesadíssima. Ele reconhece que não foi um criminoso na Terra; não roubou, não matou ninguém. Mas foi engolido pela "filosofia do imediatismo". A vida dele foi absurdamente egoísta. Ele teve pais generosos, formou-se sem grandes sacrifícios, curtiu os vícios da mocidade, casou, teve filhos e correu atrás de estabilidade financeira para garantir o conforto exclusivo do seu grupo familiar.

E é exatamente aí que a consciência apresenta a conta! Ele experimenta a amarga noção de "tempo perdido". Ele percebe que viveu na Terra, sugou todas as bênçãos e alegrias da vida, mas não devolveu um único centavo desse débito enorme. Ele trancou a esposa e os filhos numa teia feroz de egoísmo e fechou as portas do seu lar para todos os que palmilhavam o deserto da angústia. Ele se deliciou com as alegrias da família de sangue, mas foi completamente surdo aos deveres mais básicos de fraternidade com a imensa família humana.

Ele se define como uma "flor de estufa". Ele conta que sufocou as sementes divinas em sua alma por causa do desejo incontrolável de bem-estar material. Como ele não "adestrou" os seus órgãos espirituais na Terra através da caridade, ele acordou no Umbral como um aleijado espiritual. Ele foi jogado no rio infinito da eternidade sem conseguir acompanhar as águas. Era como um mendigo infeliz, exausto no deserto, vagando à mercê dos tufões das próprias imperfeições.

O relato termina com um apelo arrepiante para os que ainda estão na Terra. Ele diz: "Ó amigos da Terra! Quantos de vós podereis evitar o caminho da amargura com o preparo dos campos interiores do coração?" Ele avisa para acendermos as nossas luzes antes de atravessar a grande sombra e para buscarmos a verdade antes que a verdade nos surpreenda. Em resumo: ele pede para suarmos no trabalho do bem hoje, para não chorarmos depois.
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Este é um resumão de tudo o que você precisa saber sobre o capítulo 1 de Nosso Lar, psicografado pelo médium Chico Xavier.

15/04/2026

O MEDO DO APOCALIPSE: A VERDADE ESPIRITUAL SOBRE A TRANSIÇÃO PLANETÁRIA

Você liga a televisão e o peito aperta. Pandemia. Guerra. Corrupção. Enchente. Incêndio. Cada manchete parece confirmar o que o medo sussurra: o mundo está acabando. A ansiedade de assistir ao noticiário virou uma tortura diária e a sensação de impotência paralisa qualquer esperança. Mas e se o que você está vendo não for o fim de tudo, e sim o começo de algo que ainda não consegue enxergar?

Haroldo Dutra Dias, debruçando-se sobre A Caminho da Luz de Emmanuel, acalma a histeria com uma imagem cirúrgica. Não estamos assistindo ao fim do mundo. Estamos vendo a higienização dele. O cirurgião está abrindo a ferida planetária para que todo o pus do egoísmo, acumulado por milênios de exploração e indiferença moral, venha à tona e seja finalmente expurgado. A dor que vemos é o preço da limpeza, não o sinal da destruição.

A mecânica espírita explica que a vibração psicosférica da Terra está mudando de frequência. O planeta caminha da condição de mundo de provas e expiações para mundo de regeneração. Espíritos cristalizados no mal estão vivendo suas últimas existências na carne terrestre, gerando convulsões finais antes do exílio inevitável para orbes compatíveis com o padrão vibratório que escolheram sustentar. O caos não é desordem. É a última febre antes da cura.

A sociologia moderna atesta que a ruptura violenta de velhos paradigmas comportamentais e institucionais gera picos de pânico coletivo. É a dissonância cognitiva de uma civilização inteira sendo obrigada a abandonar crenças que já não sustentam a realidade. O desconforto é o sintoma da transição até que a nova homeostase se estabeleça.

Não alimente a egrégora do medo. Jesus permanece firme no leme deste planeta. O seu dever não é entrar em pânico com o mal dos outros, mas focar em ser um homem de bem. O sol do mundo de regeneração já está raiando.

09/04/2026

Deus existe ,e pune, nesta e na outra vida,os que não cumprem a lei do amor.Nao nos podemos esquecer de que o amor nos aproxima de Deus, e o ódio nos afasta D Ele

06/01/2026
08/12/2025

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