Hoje as FCM continuam a viver, nas suas vidas, o carisma inspirado por Deus aos Fundadores:
Adelaide de Cicé – que alimentou o desejo de viver uma Vida religiosa autêntica, em pleno mundo, para ir ao encontro dos mais pobres – de bens, de sentido, de oportunidades – para os consolar, servir e fazer existir. Pedro de Clorivière – padre jesuíta que, em plena Revolução Francesa, movido pelo Espírit
o Santo, nos sonhou para que fosse possível a vida religiosa em todos os tempos e lugares, aconteça o que acontecer. Em grande solidariedade humana, e trabalhando por um mundo mais justo e fraterno. Sem atividades apostólicas particulares nem exclusivas. Por um esforço de promoção humana, através de atividades educativas, culturais, sociais, vivendo o espírito das bem-aventuranças. Na própria família,
profissão,
paróquias e obras de serviço social,
escolas, colégios, universidades,
bairros e situações de marginalização,
com portadores do síndroma HIV, hospitais, prisões,
casas de espiritualidade e oração,
no trabalho com imigrantes