Paróquia Nossa Senhora da Penha de França

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Horários das Missas

Igreja Nossa Senhora da Penha de França
Largo da Penha de França 5 1170-298 Lisboa

19:00 2ª a Domingo
11:00 Domingo

Capela São João Baptista
Av Coronel Eduardo Galhardo 3 A 1170-105 Lisboa
16:30 Sábado
09:30- Domingo

24/09/2026

Hoje, encontramos uma interrogação que atravessa todo o Evangelho: «Quem é este homem?»
Herodes ouve falar de Jesus. Chegam-lhe notícias, comentários, opiniões. Uns dizem uma coisa, outros dizem outra. E Herodes f**a intrigado. Quer saber quem é aquele homem de quem todos falam. «E procurava ver Jesus.» No entanto, encontramos aqui uma diferença fundamental: «E procurava ver Jesus.»
Não podemos ignorar que podemos ouvir falar de Jesus sem verdadeiramente O procurar.
Também nós ouvimos falar de Jesus. Lemos, ouvimos, meditamos no Evangelho, participamos na Eucaristia, rezamos, ouvimos testemunhos, aprendemos coisas sobre a fé. Mas tudo isso pode f**ar apenas no nível da informação. Podemos saber muitas coisas sobre Jesus e, ao mesmo tempo, não ter ainda entrado numa verdadeira relação com Ele.
O Evangelho parece fazer-nos uma pergunta muito simples e muito exigente: Eu procuro apenas saber quem é Jesus, ou procuro realmente encontrá-Lo?
Ver Jesus não signif**a apenas encontrá-Lo com os olhos. Signif**a abrir espaço para Ele na nossa vida. Signif**a dar um passo: aproximar-me, escutá-Lo, confiar n'Ele, deixar que a Sua Palavra me questione e transforme.
Jesus pode tornar-se alguém de quem ouvimos falar, alguém que conhecemos de nome, alguém que faz parte da nossa cultura e das nossas tradições — mas não necessariamente alguém com quem vivemos uma relação. É preciso procurar vê-Lo. É preciso dar o passo da relação com Ele.

Quinta-feira, 24 de setembro de 2026
XXV Semana do Tempo Comum

24/09/2026

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 9,7-9

Naquele tempo,
o tetrarca Herodes ouviu falar
de tudo o que estava acontecendo,
e ficou perplexo, porque alguns diziam
que João Batista tinha ressuscitado dos mortos.
Outros diziam que Elias tinha aparecido;
outros ainda,
que um dos antigos profetas tinha ressuscitado.
Então Herodes disse:
"Eu mandei degolar João.
Quem é esse homem,
sobre quem ouço falar essas coisas?"
E procurava ver Jesus.

24/09/2026

SANTO DO DIA

24 DE SETEMBRO

São Gerardo Sagredo, apóstolo e padroeiro da Hungria

Origens

Na Panônia, no território da atual Hungria, São Gerardo Sagredo, bispo de Csanad e mártir, foi professor de São Emérico, príncipe adolescente, filho do rei Santo Estêvão. Morreu apedrejado no Danúbio, na revolta de alguns pagãos locais. O santo bispo une vários países europeus em sua vida, desde as suas origens até sua morte. Ele é Patrono da Hungria.

Raízes

Nasceu em Veneza, em um ano não especif**ado, por volta de 980, em 23 de abril. Em seu batismo foi dado o nome de Giorgio. De uma família da Dalmácia, segundo a tradição do século XVI, descendia da linhagem de Sagredo. Giorgio, aos cinco anos, foi acometido por uma febre forte e seus pais pediram a intercessão de São Giorgio. Uma vez curado e atingido uma idade adequada, ele entrou no mosteiro beneditino de São Giorgio Maior, na Isola Maggiore em Veneza. No mosteiro, em memória de seu pai recentemente falecido, ele assumiu o nome de Gerardo.

Peregrino

Depois de alguns anos, tornou-se prior do mosteiro. Mais tarde, São Gerardo Sagredo tornou-se abade, mas, depois de um tempo, desistiu de seu cargo porque queria sair para uma peregrinação a Belém na Palestina. Partindo com um navio, chegou a Zadar, de onde, em vez de seguir para a Terra Santa, partiu para a Hungria, onde se estabeleceu.

A condução de Deus, bispado

Foi-lhe dado o cargo de “magister” (professor) do príncipe Emeric, filho do rei Estevão I, primeiro rei da Hungria. Depois, retirou-se para Bakonybél, para viver como eremita. Um tempo depois, o rei Estêvão I o chamou de volta do eremitério e lhe confiou o bispado de Csanád. São Gerardo Sagredo participou ativamente da obra de evangelização do povo húngaro, fortemente desejada pelo rei Estêvão ‘o santo’, tanto que ganhou o título de apóstolo da Hungria.

Páscoa

Parece que ele escreveu várias obras com sua própria mão, mas, atualmente, apenas o “Comentário sobre Daniel” é conhecido. São Gerardo Sagredo morreu em 24 de setembro de 1046, no portão de Pest, na margem direita do Danúbio, pela mão de um grupo de pagãos, que o empurrou para baixo do monte Kelen. O monte levou seu nome, chamando monte Gerardo. Apóstolo da Hungria, a antiga Panônia, o santo bispo e mártir teve um culto oficial a partir de 1083 com a aprovação do Papa Gregório VII. Nos séculos seguintes houve uma vasta produção biográf**a a seu respeito.

Minha oração

“Tu que se tornaste bispo pela vontade divina, ajudai-nos a reconhecer os caminhos de Deus em nossa vida e a ter a força de segui-los com toda a dedicação. Que nos tornemos apóstolos do Evangelho onde estivermos. Por Cristo, Nosso Senhor. Amém!”

São Gerardo Sagredo, rogai por nós!

23/09/2026

Ao meditarmos este texto, percebemos algo belo, mas ao mesmo tempo muito exigente nas palavras de Jesus: Ele não fala apenas de uma proximidade física com Ele. Fala de uma nova familiaridade. Quem escuta a Palavra de Deus e a põe em prática entra numa relação nova com Jesus: torna-se Sua mãe, Seu irmão, Sua irmã.
Jesus quer, por assim dizer, alargar a Sua família. Quer estabelecer com cada ser humano um vínculo de intimidade, de vida e de comunhão. E é precisamente através da Palavra acolhida e vivida que essa nova humanidade começa a nascer. A Palavra torna-se como que um ADN dos que decidem abraçar a fé em Deus.
Maria é, neste sentido, a primeira e mais perfeita realização destas palavras de Jesus. Antes de O gerar no seu seio, Maria acolheu-O na fé. À Palavra de Deus que lhe foi dirigida, através do Anjo enviado por Deus, ela respondeu com disponibilidade: «Faça-se em mim segundo a tua palavra.» Ela ouviu, acolheu e pôs em prática. E a Palavra, acolhida por ela, tornou-se carne e foi oferecida ao mundo.
É este também o caminho proposto a cada um de nós. A Palavra não nos é dada simplesmente para ser escutada, admirada ou conhecida. É dada para ser acolhida, para nos deixarmos transformar por ela e para que esta se torne vida em nós.
Diante deste trecho podemos interrogar-nos: a Palavra que escuto, que leio, que medito está realmente a gerar alguma coisa nova em mim?
Maria mostra-nos que é possível. Ela não fez coisas extraordinárias aos olhos do mundo. Simplesmente foi dócil. Escutou. Acreditou. Disponibilizou-se. E Deus pôde realizar nela maravilhas. Do mesmo modo, o Senhor mostra-nos que quer continuar a Sua obra.

Terça-feira, 22 de setembro de 2026
XXV Semana do Tempo Comum

23/09/2026

São Pio de Pietrelcina, presbítero - Memória

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 9,1-6

Naquele tempo,
Jesus convocou os Doze,
deu-lhes poder e autoridade sobre todos os demônios
e para curar doenças,
enviou-os a proclamar o Reino de Deus
e a curar os enfermos.
E disse-lhes:
"Não leveis nada para o caminho:
nem cajado, nem sacola, nem pão,
nem dinheiro, nem mesmo duas túnicas.
Em qualquer casa onde entrardes, f**ai aí;
e daí é que partireis de novo.
Todos aqueles que não vos acolherem,
ao sairdes daquela cidade,
sacudi a poeira dos vossos pés,
como protesto contra eles".
Os discípulos partiram e percorriam os povoados,
anunciando a Boa-Nova
e fazendo curas em todos os lugares.

23/09/2026

SANTO DO DIA

23 DE SETEMBRO

São Pio de Pietrelcina da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos

Origens

São Pio nasceu em 25 de maio de 1887, no seio de uma família de camponeses, em Pietrelcina, na arquidiocese de Benevento, filho de Grazio Forgione e Maria Giuseppa De Nunzio.

Ele foi batizado no dia seguinte com o nome de Francesco Forgione. Aos 12 anos, recebeu o sacramento da Confirmação e da Primeira Comunhão. Aos 16 anos, entrou para o Noviciado da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos, em Morcone, adotando o nome de Frei Pio.

Vida Sacerdotal

Em 1910, recebeu a ordenação sacerdotal. Seis anos depois, entrou para o Convento de Santa Maria das Graças, em San Giovanni Rotondo, onde dedicava muitas horas do dia ao sacramento da Confissão. O cume das suas atividades pastorais era a celebração da Santa Missa. Ele se definia “um pobre frade que reza”. “A oração – afirmava – é a melhor arma que temos, é a chave que abre o coração de Deus”.

Vocação

Padre Pio viveu em plenitude a vocação de contribuir para a redenção do homem, segundo a missão especial que caracterizou toda a sua vida e que realizou por meio da direção espiritual dos fiéis, pela reconciliação sacramental dos penitentes e pela celebração da Eucaristia. O momento mais alto de sua atividade apostólica foi aquele em que celebrou a Santa Missa. Os fiéis que dela participaram perceberam o ápice e a plenitude de sua espiritualidade.

Caridade

O amor de Deus o encheu, satisfazendo todas as suas expectativas; a caridade era o princípio inspirador de seus dias: Deus ser amado e ser amado. Sua preocupação particular: crescer e fazer crescer na caridade.

Ele expressou o máximo de sua caridade para com o próximo, ao acolher, por mais de 50 anos, muitas pessoas que acorreram ao seu ministério e ao seu confessionário, ao seu conselho e ao seu conforto. Era quase um cerco: procuravam-no na igreja, na sacristia, no convento. E ele se entregou a todos, vivif**ando a fé, distribuindo graça, trazendo luz. Mas sobretudo nos pobres, nos sofredores e nos doentes, ele viu a imagem de Cristo e se entregou especialmente por eles.

Ao nível da caridade social, trabalhou para aliviar a dor e a miséria de muitas famílias, principalmente com a fundação da “Casa Alívio do Sofrimento”, inaugurada em 5 de maio de 1956.

A Fé

Para Padre Pio, fé era vida: ele queria tudo e fazia tudo à luz da fé. Ele estava assiduamente engajado em oração. Passava o dia e a maior parte da noite conversando com Deus. A fé sempre o levou a aceitar a misteriosa vontade de Deus.

Ele sempre esteve imerso em realidades sobrenaturais. Não só era um homem de esperança e de total confiança em Deus, mas incutia estas virtudes em todos os que se aproximavam dele, com palavras e exemplo.

Confiança em Deus

A virtude da fortaleza brilhava nele. Logo compreendeu que seu caminho seria o da Cruz e o aceitou com coragem e por amor. Ele experimentou os sofrimentos da alma por muitos anos. Durante anos ele suportou as dores de suas feridas com admirável serenidade.

Quando teve que passar por investigações e restrições em seu serviço sacerdotal, aceitou tudo com profunda humildade e resignação. Diante de acusações e calúnias injustif**adas, sempre se calou, confiando no julgamento de Deus, de seus superiores diretos e de sua própria consciência.

Páscoa

Sua saúde, desde a juventude, não foi muito próspera e, principalmente nos últimos anos de sua vida, declinou rapidamente. A Irmã Morte o pegou preparado e sereno em 23 de setembro de 1968, aos 81 anos. Seu funeral foi caracterizado por um concurso de pessoas completamente extraordinário.

Via de Santif**ação

Foi beatif**ado em 02 de maio de 1999. Em 16 de junho de 2002, foi proclamado Santo pelo Papa João Paulo II, que afirmou na sua homilia: “A vida e a missão do Padre Pio são um testemunho das dificuldades e dores, que, se aceitos por amor, se transformam em um caminho privilegiado de santidade, que se abre ainda mais rumo a perspectivas de um bem muito maior, aceitável somente pelo Senhor”. Na notif**ação da canonização de São Pio de Pietrelcina, apresenta a motivação de sua canonização:

“A Igreja, ao inscrever o Beato Pio de Pietrelcina no Registo dos Santos, oferece aos fiéis uma imagem viva da bondade do Pai, imitador apaixonado de Jesus Crucif**ado e instrumento dócil do Espírito Santo ao serviço dos fiéis enfermos em corpo e espírito.”

Seus restos mortais são venerados em San Giovanni Rotondo, no santuário dedicado a ele.

Minha oração

“Tu foste modelo de entrega de vida, mas, acima de tudo, modelo de sacerdote e vítima, rogai pelos padre do mundo todo. Socorrei os teus filhos espirituais e aqueles que querem juntar-se a eles. Dai a nós um ardente amor a Jesus, como tu tiveste. Amém!”

São Pio de Pietrelcina, rogai por nós!

22/09/2026

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 8,19-21

Naquele tempo,
a mãe e os irmãos de Jesus aproximaram-se,
mas não podiam chegar perto dele,
por causa da multidão.
Então anunciaram a Jesus:
"Tua mãe e teus irmãos estão aí fora
e querem te ver".
Jesus respondeu:
"Minha mãe e meus irmãos são aqueles
que ouvem a Palavra de Deus, e a põem em prática".

22/09/2026

22 de setembro, memória:

São Maurício e Companheiros, mártires.

Roma é chamada de ‘Cidade Eterna’, onde encontramos a Cátedra de São Pedro, ocupada pelo atual Papa Francisco.

Roma é considerada pelos católicos como sinal visível do Sacramento Universal da Salvação, a Igreja; porém, para que isso ocorresse, muitos mártires deram a vida para “comprarem”, com o sangue, a vitória do Cristianismo sobre o Império Romano que, em 381, dobrou os joelhos diante do verdadeiro Deus e verdadeiro homem: Jesus Cristo.

São Maurício e companheiros faziam parte da tropa dos valentes guerreiros e mártires do Senhor, que estiveram envolvidos no massacre da Legião Tebana. O imperador Diocleciano, precisando combater as tropas que ameaçavam o Império no Oriente, foi ao amigo Maximiano para que o mesmo organizasse um forte exército. Tendo feito progresso, o imperador mandou que o exército parasse para descansar e oferecer sacrifícios aos deuses em sinal de agradecimento.

Imediatamente os soldados cristãos se opuseram a tal ordem: “Somos teus soldados e não menos servidores de Deus. Sabemos perfeitamente a nossa obrigação como militares, mas não nos é lícito atraiçoar o nosso Deus e Senhor. Estamos prontos a obedecer a tudo que não contrarie a lei de Jesus Cristo”.

Começaram a matar parte desse grupo. O oficial Maurício com os seus companheiros foram os que mais se destacaram, pois acolheram, por amor e fé em Jesus Cristo, a palma do martírio, dando assim, o mais perfeito testemunho.

Providencialmente, ou seja, como sinal da grande fidelidade destes cristãos, o local à beira do Rio Ródano ficou conhecido como Martigny, nome que deriva de mártir. Esse fato ocorreu por volta do ano 286, e é certo que, no século seguinte, foi elevada uma basílica no lugar da execução e que, no ano 520, Sigismundo, rei da Borgonha, construiu lá um mosteiro, que subsiste ainda e deu origem à cidade de São Maurício na Suíça.

São Maurício e companheiros, rogai por nós!

21/09/2026

O Evangelho sobre o qual hoje meditamos, apresenta-nos uma cena muito simples, mas profundamente transformadora. Jesus passa, vê Mateus sentado na coletoria e diz-lhe apenas duas palavras: «Segue-Me.» E Mateus, sem grandes discursos, levantou-se e seguiu Jesus.
Talvez aqui esteja uma das melhores definições do que é ser cristão.
Ser cristão é deixar-se encontrar por Jesus.
Mateus estava no seu lugar, com a sua vida, o seu trabalho, as suas escolhas e também com tudo aquilo que o afastava de Deus. Jesus não esperou que Mateus se tornasse perfeito para o chamar. Chamou-o tal como ele era. O olhar de Jesus não ficou preso ao passado de Mateus; viu nele aquilo que poderia vir a ser.
Também nós somos chamados assim: não porque sejamos perfeitos, mas porque Deus acredita que a nossa vida pode ser transformada pela sua graça.
Ser cristão é também levantar-se. São Mateus poderia ter continuado sentado. Poderia ter encontrado desculpas, adiado a decisão ou pensado que aquele convite não era para ele. Mas levantou-se.
Há momentos em que também nós precisamos de nos levantar: das nossas comodidades, dos nossos medos, das nossas indiferenças, dos ressentimentos, de uma fé vivida apenas por hábito. O encontro com Cristo pede uma resposta concreta. A fé não é apenas saber coisas sobre Jesus. É deixar que Jesus transforme a nossa vida.
Seguir Jesus não signif**a ter uma vida sem Cruz. Signif**a aprender, todos os dias, a caminhar atrás d’Ele; amar como Ele amou, perdoar como Ele perdoou, servir como Ele serviu, acolher quem está à margem e ter um coração capaz de olhar para cada pessoa com misericórdia.

Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
XXV Semana do Tempo Comum

Endereço

Largo Da Penha De França 5 Lisbon
Lisbon
1170-298

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 15:00 - 20:00
Terça-feira 15:00 - 20:00
Quarta-feira 15:00 - 20:00
Quinta-feira 15:00 - 20:00
Sexta-feira 15:00 - 20:00
Sábado 16:00 - 20:00
Domingo 09:30 - 12:30
18:00 - 20:00

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