Paróquia Nossa Senhora da Penha de França

Paróquia Nossa Senhora da Penha de França Horários das Missas
Igreja:
19h00- 2ª a Domingo
11h00- Domingo

Capela:
16h30- Sábado
9h30- Domingo

18/06/2026

As palavras que Jesus nos dirige hoje, não são de condenação às palavras ou à oração prolongada. Aquilo que o Senhor nos ensina é que a oração não consiste em convencer Deus através de discursos, como se o Pai só nos escutasse depois de muitas explicações. Antes mesmo de abrirmos os lábios, Deus conhece o nosso coração e sabe do que precisamos.
Orar, é sobretudo entrar em comunhão, em ligação íntima com Deus. É estar diante d´Ele como filhos que com humildade se colocam diante do Pai. A oração cristã não é um exercício de êxtase, mas uma relação de confiança. O Pai-Nosso, que Jesus nos oferece neste trecho do Evangelho de hoje, é a expressão da simplicidade a que somos chamados. Através desta, começamos por olhar para Deus, para o Seu nome, para o Seu Reino e para a Sua vontade. Depois é tempo de apresentarmos as nossas necessidades e abrirmos o coração ao perdão e à misericórdia divina.
A comunhão que falamos não nos une apenas a Deus. Une-nos também aos irmãos. Quando rezamos “Pai nosso”, “dá-nos”, “perdoa-nos”, trazemos connosco todos aqueles que nos foram confiados: a família, os amigos, os doentes, os que sofrem, os que pediram a nossa oração e até aqueles com quem temos mais dificuldade em conviver.
Deste modo, a verdadeira oração não se mede pela quantidade das palavras, mas pela profundidade da entrega. Quem reza entra no coração de Deus e apresenta ao coração de Deus, todos aqueles com quem se cruza. A oração mais bela pode-se assumir que é o coração que se abandona confiadamente ao Pai e lhe diz, com simplicidade: “Seja feita a Tua vontade.”

Quinta-feira, 18 de junho de 2026
XI Semana do Tempo Comum

18/06/2026

18 de Junho - São Gregório João Barbarigo
Gregório João Barbarigo nasceu em Veneza, no dia 16 de setembro de 1625, numa família rica da aristocracia italiana. Aos quatro anos de idade ficou órfão de mãe, sendo educado pelo pai, que encaminhou os filhos no seguimento de Cristo. Foi tão bem sucedido que Gregório, aos dezoito anos de idade, era secretário do embaixador de Veneza.

Em 1648, acompanhou o embaixador à Alemanha para as negociações do Tratado de Vestefália, referente à Guerra dos Trinta Anos. Na ocasião, conheceu Fábio Chigi, o núncio apostólico, que o orientou nos estudos e o encaminhou para o sacerdócio.

Quando o núncio foi eleito papa, com o nome de Alexandre VII, nomeou Gregório Barbarigo cônego de Pádua; em 1655, prelado da Casa pontifícia e dois anos mais tarde foi consagrado bispo de Bérgamo. Finalmente, em 1660, tornou-se cardeal.

O papa sabia o que estava fazendo, pois as atividades apostólicas de Gregório Barbarigo marcaram profundamente a sua época. Dotou o seminário de Pádua com professores notáveis, provenientes não só da Itália, mas também de outros países da Europa, aparelhando a instituição para o estudo das línguas orientais. E fundou uma imprensa poliglota, uma das melhores que a Itália já teve.

Pôde desenvolver plenamente seu trabalho pastoral, fundando escolas populares e instituições para o ensino da religião, para orientação de pais e educadores. Num período de peste, fez o máximo na dedicação ao próximo. Cuidou para estender a assistência à saúde para mais de treze mil pessoas.

Gregório Barbarigo fundou, ainda, inúmeros seminários, que colocou sob as regras de são Carlos Borromeu, e constituiu a Congregação dos Oblatos dos Santos Prosdócimo e Antônio. Foi um dos grandes pacificadores do seu tempo, intervindo, pessoalmente, nas graves disputas políticas de modo que permanecessem apenas no campo das idéias.

Depois de executar tão exuberante obra reformista, morreu em Pádua no dia 18 de junho de 1697. Foi canonizado por seu conterrâneo, o papa João XXIII, em 1960, que, como afirmou no seu discurso na solenidade, elevou são Gregório João Barbarigo ao posto que ele merecia ocupar na Igreja.
http://www.paulinas.org.br/

17/06/2026

Jesus, no Evangelho de hoje, não condena a oração pública nem os atos de piedade feitos em momentos que são dedicados à comunidade, ao grupo ou movimento de oração... O que Ele questiona é a tentação de transformar a fé num espetáculo. Por isso nos diz: «Entra no teu quarto, fecha a porta e ora a teu Pai em segredo». Esse "quarto" é, antes de mais, o lugar interior onde nos encontramos a sós com Deus.
Vivemos rodeados de ruído, palavras, imagens e distrações. Muitas vezes falamos muito, mas não damos tempo e espaço à escuta. A oração silenciosa é precisamente o espaço onde deixamos de querer controlar tudo e nos dispomos a ouvir, a acolher e a responder, mesmo que em silêncio, ao chamamento que Deus continua a dirigir-nos. No silêncio, descobrimos que Deus não se impõe, mas fala ao coração com delicadeza, com ternura, com misericórdia.
Além disso, a oração silenciosa educa a autenticidade. Quando ninguém nos vê, desaparece a preocupação com as aparências. Ficamos apenas nós e Deus, que não nos julga, que não nos condena… Colocamo-nos tal como somos, com as nossas alegrias, feridas, dúvidas e esperanças. É aí que a nossa relação com Deus se torna verdadeira.
É por este motivo que o convite de Jesus continua atual. Ele convida-nos reservar todos os dias alguns minutos para fechar a porta ao ruído exterior e abrir o coração ao Pai. Talvez não sintamos nada de extraordinário, mas a fidelidade a esse encontro silencioso transforma-nos pouco a pouco. Quem aprende a estar em silêncio diante de Deus acaba por reconhecer a Sua presença também no meio da vida quotidiana.

Quarta-feira, 17 de junho de 2026
XI Semana do Tempo Comum

17/06/2026

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 6,1-6.16-18

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos:
"Ficai atentos
para não praticar a vossa justiça na frente dos homens,
só para serdes vistos por eles.
Caso contrário, não recebereis a recompensa
do vosso Pai que está nos céus.
Por isso, quando deres esmola,
não toques a trombeta diante de ti,
como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas,
para serem elogiados pelos homens.
Em verdade vos digo:
eles já receberam a sua recompensa.
Ao contrário, quando deres esmola,
que a tua mão esquerda não saiba
o que faz a tua mão direita,
de modo que, a tua esmola fique oculta.
E o teu Pai, que vê o que está oculto,
te dará a recompensa.
Quando orardes,
não sejais como os hipócritas,
que gostam de rezar em pé,
nas sinagogas e nas esquinas das praças,
para serem vistos pelos homens.
Em verdade vos digo,
eles já receberam a sua recompensa.
Ao contrário, quando tu orares,
entra no teu quarto, fecha a porta,
e reza ao teu Pai que está oculto.
E o teu Pai, que vê o que está escondido,
te dará a recompensa.
Quando jejuardes,
não fiqueis com o rosto triste como os hipócritas.
Eles desfiguram o rosto,
para que os homens vejam que estão jejuando.
Em verdade vos digo,
eles já receberam a sua recompensa.
Tu, porém, quando jejuares,
perfuma a cabeça e lava o rosto,
para que os homens não vejam
que tu estás jejuando,
mas somente teu Pai, que está oculto.
E o teu Pai, que vê o que está escondido,
te dará a recompensa".

17/06/2026

17 de Junho.
São Ranieri de Pisa
1118-1161

A cidade de Pisa era, nos séculos XI e XII, um importante pólo comercial marítimo da Itália, que contribuía também no combate aos piratas sarracenos. Assim, paralelamente, ao burburinho dos negócios, a vida mundana da corte era exuberante e tentadora, principalmente para os mais jovens.

Foi nessa época, no ano 1118, que Ranieri Scacceri nasceu em Pisa. Era filho único de Gandulfo e Emengarda, ambos de famílias tradicionais de nobres mercadores riquíssimos. A sua educação foi confiada ao bispo de Kinzica, para que recebesse boa formação religiosa e para os negócios.

Porém Ranieri, mostrando forte inclinação artística, preferiu estudar lira e canto. E para desgosto dos pais e do bispo, seu tutor, ele se entregou à vida fútil e desregrada, apreciando as festas da corte onde se apresentava. Com isso, tornou-se uma figura popular e conhecida na cidade de Pisa.

Aos dezenove anos de idade, impressionado com a vida miserável dos pobres da cidade e percebendo a inutilidade de sua vida, decidiu mudar. Contribuiu para isso o encontro que teve com o eremita Alberto da Córsega, que o estimulou a voltar para a vida de valores cristãos e a serviço de Deus. Foi assim que Ranieri ingressou no Mosteiro de São Vito, em Pisa, apenas como irmão leigo.

Depois de viver, até os vinte e três anos de idade, recolhido como solitário, doou toda a sua fortuna aos pobres e necessitados e partiu em peregrinação à Terra Santa, onde permaneceu por quase quatorze anos.

Viajou por todos os lugares santos de Jerusalém, Acre e outras cidades da Palestina, conduzindo a sua existência pelo caminho da santidade. Foi nessa ocasião que sua virtude taumatúrgica para com os pobres passou a manifestar-se. Vestido com roupas pobres, vivendo só de esmolas, Ranieri lia segredos nos corações, expulsava demônios, realizava curas e conversões.

Já com fama de santidade, em 1154 retornou a Pisa e ao Mosteiro de São Vito, mas sempre como irmão leigo. Em pouco tempo, tornou-se o apóstolo e diretor espiritual dos monges e dos habitantes da cidade. Segundo os registros da Igreja, os seus prodígios ocorriam por meio do pão e da água benzidos, os quais distribuía a todos os aflitos que o solicitavam, o que lhe valeu o apelido de "Ranieri d'água".

Depois de sete anos do seu regresso da longa peregrinação, Ranieri morreu no dia 17 de junho de 1161. E desde então os milagres continuaram a ocorrer por sua intercessão, por meio da água benzida com sua oração ou colocada sobre sua sepultura.

Canonizado pelo papa Alexandre III, são Ranieri de Pisa foi proclamado padroeiro dos viajantes e da cidade de Pisa. A catedral dessa cidade conserva suas relíquias, que são veneradas no dia de sua morte.

16/06/2026

As palavras que o Senhor nos dirige hoje são desafiantes, mas interpelam-nos a uma mudança de paradigma, para a humanidade robotizada que estamos a criar. Não raras vezes, esquecemo-nos que somos nós que estamos a transformar constantemente o mundo. No entanto, acontece com grande frequência, que esta transformação não é, de todo, benéfica.
As palavras do trecho de hoje, parecem quase impossíveis. Amar quem nos ama é natural; amar quem nos magoa, nos critica ou nos faz sofrer exige algo maior do que as nossas forças.
Mas Jesus não nos pede que sintamos simpatia pelos nossos inimigos. Pede-nos que não respondamos ao mal com mais mal. Pede-nos que rezemos por eles, porque a oração transforma primeiro o nosso coração. Quando rezamos por alguém que nos fez sofrer, deixamos que Deus cure a ferida da vingança e do ressentimento.
A razão do mandamento a que o Senhor nos convoca, está no próprio Deus que faz brilhar o sol para todos do mesmo modo. Ele faz cair a chuva sobre os justos e sobre os injustos, exatamente da mesma maneira.
Deus não nos ama pelo nosso mérito ou pelas medalhas de bom comportamento que vamos acumulando ao longo da vida. Deus ama-nos porque é Pai e em Cristo, assume a nossa humanidade para nos mostrar o valor do amor, tão necessário ao nosso tempo.
Os inimigos dos homens não são as máquinas ou aquilo que é criado pelo homem. Tudo o que nos é dado, tudo aquilo que conseguimos construir deve ser utilizado em prol do Homem e da comunhão que ao longo da vida este deve estabelecer com Deus.
A perfeição de que fala o Evangelho não é a de quem nunca erra, mas a de quem aprende a amar sem excluir ninguém. Cada vez que perdoamos, que rezamos por quem nos ofendeu, que respondemos com bondade em vez de violência, tornamo-nos um pouco mais parecidos com Cristo.

Terça-feira, 16 de junho de 2026
XI Semana do Tempo Comum

16/06/2026

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 5,43-48

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos:
"Vós ouvistes o que foi dito:
'Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo!'
Eu, porém, vos digo:
Amai os vossos inimigos
e rezai por aqueles que vos perseguem!
Assim, vos tornareis filhos
do vosso Pai que está nos céus,
porque ele faz nascer o sol sobre maus e bons,
e faz cair a chuva sobre justos e injustos.
Porque, se amais somente aqueles que vos amam,
que recompensa tereis?
Os cobradores de impostos não fazem a mesma coisa?
E se saudais somente os vossos irmãos,
o que fazeis de extraordinário?
Os pagãos não fazem a mesma coisa?
Portanto, sede perfeitos
como o vosso Pai celeste é perfeito".

16/06/2026

16 de Junho.
Santos Julita e Ciro
+304

Julita vivia na cidade de Icônio, na Licaônia, atualmente Turquia. Ela era uma senhora riquíssima, da alta aristocracia e cristã, que se tornara viúva logo após ter dado à luz um menino.

Ele foi batizado com o nome de Ciro, mas também atendia pelo diminutivo Ciríaco ou Quiríaco. Tinha três anos de idade quando o sanguinário imperador Diocleciano começou a perseguir, prender e matar cristãos.

Julita, levando o filhinho Ciro e algumas servidoras, fugiu para a Selêucia e, em seguida, para Tarso, mas ali acabou presa. O governador local, um cruel romano chamado Alexandre, tirou-lhe o filho dos braços e passou a usá-lo como um elemento a mais para sua tortura. Colocou-o sentado sobre seus joelhos, enquanto submetia Julita ao flagelo na frente do menino, com o intuito de que negasse a fé em Cristo.

Como ela não obedeceu, os castigos aumentaram. Foi então que o pequenino Ciro saltou dos joelhos do governador, começou a chorar e a gritar junto com a mãe: "Também sou cristão! Também sou cristão!" Foi tamanha a ira do governador que ele, com um pontapé, empurrou Ciro violentamente, fazendo-o rolar pelos degraus do tribunal, esmigalhando-lhe, assim, o crânio.

Conta-se que Julita ficou imóvel, não reclamou, nem chorou, apenas rezou para que pudesse seguir seu pequenino Ciro no martírio e encontrá-lo, o mais rápido possível, ao lado de Deus. E foi o que aconteceu. Julita continuou sendo brutamente espancada e depois foi decapitada. Era o ano 304.

Os corpos foram recolhidos por uma de suas fiéis servidoras e sepultados num túmulo que foi mantido oculto até que as perseguições cessassem. Quando isso aconteceu, poucos anos depois, o bispo de Icônio, Teodoro, resolveu, com a ajuda de testemunhas da época e documentos legítimos, reconstruir fielmente a dramática história de Julita e Ciro. E foi assim, pleno de autenticidade, que este culto chegou aos nossos dias.

Ciro tornou-se o mais jovem mártir do cristianismo, precedido apenas dos santos mártires inocentes, exterminados pelo rei Herodes em Belém. Por isso é considerado o santo padroeiro das crianças que sofrem de maus-tratos. A festa de santa Julita e de são Ciro é celebrada pela Igreja no dia 16 de junho, em todo o mundo católico.

15/06/2026

Somos convidados a celebrar mais uma memória, particularmente dedicada a Nossa Senhora. No entanto, somos convidados a olhar, não apenas para uma representação da piedade popular, mas para o significado e valor que tem para cada cristão do tempo presente.
Contemplar o Coração de Maria, convida-nos a meditar no seu papel maternal, relativamente a Cristo, em primeiro lugar. O coração é entendido como centro ou núcleo do ser e dele se originam a oração, ou seja, o impulso da fé que leva ao diálogo amoroso com Deus e também as ações e condutas morais.
Meditar hoje na figura de Maria Santíssima e no Seu coração Imaculado, leva-nos a ter presente uma maternidade espiritual que nos foi confiada desde o primeiro momento, em que a Virgem Mãe, concebendo Cristo, em Seu ventre Imaculado, aceita os desígnios de Deus, para gerar e regenerar uma nova humanidade.
É belo contemplarmos que aquela que viu o Filho sofrer a rejeição por parte da Humanidade, aceita esta mesma Humanidade e guarda-a em Seu coração.
É no Coração de Maria que nos tornamos filhos de Deus. É no coração maternal de Maria, que conhecemos a grandeza da misericórdia divina e reconhecemos, através dela, que Deus nunca nos falha com o cuidado materno.
No coração da Mãe encontramos o verdadeiro e necessário amparo para a nossa peregrinação terrena. A Mãe dedica-nos particular atenção na cruz de cada dia. Ela fortalece os nossos passos quando parecemos fraquejar. Ela guia-nos, cada vez que perdemos a esperança. Ela ampara-nos nas perdas e desilusões do caminho. Ela partilha connosco, com verdadeiro zelo materno, cada alegria e tristeza, cada conquista e cada fracasso.
Coração Imaculado de Maria, socorrei-nos noite e dia. Guiai os nossos passos para Cristo Jesus e no termo da nossa peregrinação, guiai-nos ao altar celeste para repousarmos no Coração de Deus.

Segunda-feira, 15 de junho de 2026
XI Semana do Tempo Comum

Imagem - Foto de Obra da Escultora Maria Amélia Carvalheira

15/06/2026

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 5,38-42

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos:
"Ouvistes o que foi dito:
'Olho por olho e dente por dente!'
Eu, porém, vos digo:
Não enfrenteis quem é malvado!
Pelo contrário,
se alguém te dá um tapa na face direita,
oferece-lhe também a esquerda!
Se alguém quiser abrir um processo
para tomar a tua túnica, dá-lhe também o manto!
Se alguém te forçar a andar um quilômetro,
caminha dois com ele!
Dá a quem te pedir
e não vires as costas a quem te pede emprestado".

Endereço

Largo Da Penha De França 5
Lisbon
1170-298

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 16:00 - 20:00
Terça-feira 16:00 - 20:00
Quarta-feira 18:00 - 20:00
Quinta-feira 16:00 - 20:00
Sexta-feira 16:00 - 20:00
Sábado 16:00 - 20:00
Domingo 09:30 - 12:30
18:00 - 20:00

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