Paróquia Nossa Senhora da Penha de França

Paróquia Nossa Senhora da Penha de França Informações para nos contactar, mapa e direções, formulário para nos contactar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Paróquia Nossa Senhora da Penha de França, Igreja Católica, Largo da Penha de França 5 Lisbon, Lisbon.

Horários das Missas durante o Verão

Igreja Nossa Senhora da Penha de França
Largo da Penha de França 5 1170-298 Lisboa

19h00- 2ª a Sábado
11h00- Domingo

Capela São João Baptista
Av Coronel Eduardo Galhardo 3 A 1170-105 Lisboa

9h30- Domingo

07/08/2026

As palavras de Jesus que servem hoje de mote para a nossa reflexão, nunca foram um convite a procurar o sofrimento, mas um chamamento a viver cada circunstância com amor, confiança e fidelidade a Deus.
São João Paulo II, na carta apostólica Salvifici Doloris, recorda-nos que o sofrimento, unido à Cruz de Cristo, deixa de ser um absurdo. Em Jesus, Deus não elimina a dor por um gesto de poder. Ele não nos isenta de participar no Seu mistério redentor, como filhos amados, através do próprio sofrimento. Ele entra na nossa dor, assume-a e transforma-a em caminho de salvação. Por isso, a Cruz não é o ponto final da história. É a passagem para a vida nova, iluminada pela esperança da Ressurreição.
A Cruz é luz que nos indica o caminho que nos leva à eternidade prometida. Contudo, não podemos esquecer que somos chamados a uma participação direta, diária, através da aceitação de cada dor, de cada perda, de cada insucesso.
Aceitar os desígnios de Deus com humildade não signif**a resignação passiva, mas abandono confiante nas mãos do Pai. É, pois, acreditar que, mesmo quando não compreendemos os acontecimentos da nossa vida, Deus continua a conduzir-nos com amor. A cruz que carregamos, vivida em união com Cristo, torna-se oportunidade de crescimento, de purif**ação e de testemunho.
Peçamos ao Senhor a graça de não fugirmos da cruz, mas de a carregarmos unidos a Ele, certos de que, depois da Sexta-Feira Santa, chega sempre a manhã da Páscoa. Quem segue Cristo na entrega e na fidelidade participa também da alegria da Sua vitória sobre a morte.

Sexta-feira, 7 de agosto de 2026
XVIII Semana do Tempo Comum

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07/08/2026

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 16,24-28

Naquele tempo,
Jesus disse aos discípulos:
"Se alguém quer me seguir, renuncie a si mesmo,
tome a sua cruz e me siga.
Pois quem quiser salvar a sua vida vai perdê-la;
e quem perder a sua vida por causa de mim,
vai encontrá-la.
De fato, que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro
mas perder a sua vida?
O que poderá alguém dar em troca de sua vida?
Porque o Filho do Homem
virá na glória do seu Pai, com os seus anjos,
e então retribuirá a cada um
de acordo com a sua conduta.
Em verdade vos digo:
Alguns daqueles que estão aqui não morrerão
antes de verem o Filho do Homem vindo com o seu Reino".

07/08/2026

07 de Agosto - São Caetano de Thiene
Caetano nasceu em Vicência, na Itália, em outubro de 1480. Filho do conde Gaspar de Thiene e de Maria do Porto, desde muito jovem mostrava grande preocupação e zelo pelos pobres, abrindo asilos para os idosos e muitos hospitais para os doentes, especialmente para os incuráveis.

Estudou em Pádua, onde se diplomou nas matérias jurídicas, aos vinte e quatro anos de idade. Dedicava-se ao estado eclesiástico, mas sem ordenar-se, por considerar-se indigno. Nesse meio tempo, fundou, na propriedade da família, em Rampazzo, uma igreja dedicada a Santa Maria Madalena, que ainda hoje é a paróquia desta localidade.

Em 1506, estava em Roma, exercendo a função de secretário particular do papa Júlio II. Na qualidade de escritor das cartas apostólicas, fez contato e conviveu com cardeais famosos, aprendendo muito com todos eles. Mas a principal virtude que Caetano cultivava era a humildade para observar muito bem antes de reprovar o mal alheio. Para melhor compreender, basta lembrar que ele viveu no período do esplendor renascentista, no qual o próprio Vaticano não primava pelo exemplo de moralidade e nem brilhava pela santidade dos costumes.

Assim sendo, como homem inteligente e preparado, não se retirou para um ermo; ao contrário, encorajou-se para uma ação reformadora, começando por si mesmo. Costumava dizer que "Cristo espera e ninguém se mexe". Participou do movimento laical Oratório do Divino Amor, que procurava estudar e praticar as Sagradas Escrituras. Só então, depois de muita reflexão, decidiu-se pela ordenação sacerdotal, em 1516.

Tinha trinta e seis anos de idade quando celebrou sua primeira missa na basílica de Santa Maria Maior. Nesta ocasião, ele mesmo relatou depois, Nossa Senhora apareceu-lhe e colocou-lhe nos braços o Menino Jesus. Foi para Veneza em 1520, onde colaborou na fundação do hospital dos incuráveis. Três anos depois, incansável, voltou para Roma, onde, na companhia dos companheiros do Oratório - Bonifácio Colli, Paulo Consiglieri e João Pedro Carafa, bispo de Chiete -, fundou a Ordem dos Teatinos Regulares, que tinha como objetivo a renovação do clero.

Quando o papa Clemente VII aprovou a congregação, Caetano renunciou a todos os seus bens para dedicar-se única e exclusivamente à vida comum. O mesmo ocorreu com o bispo Carafa, que abdicou também da sua vida episcopal. Anos mais tarde, ele veio a tornar-se o papa Paulo IV, um dos grandes reformadores da Igreja.

A nova congregação começou somente com os quatro, depois passaram para doze e esse número aumentou bastante em pouco tempo. São os primeiros clérigos regulares. Não são monges, pois são de vida ativa, porém vivendo em obediência: sob uma regra de vida comum, como religiosos, cujos membros renunciam a todos os seus bens terrenos, devendo viver de seu trabalho apostólico e de ofertas espontâneas dadas pelos fiéis, contando, apenas, com a Providência divina. Carafa foi o primeiro superior geral, embora a ideia da fundação fosse de Caetano de Thiene, que, na sua humildade, sempre se manteve de lado.

Caetano morreu de fadiga, após uma vida de muito trabalho e sofrimento, aos sessenta e seis anos de idade, em Nápoles, no dia 7 de agosto de 1547. Foi canonizado em 1671. O seu corpo é venerado no dia de sua morte, na belíssima basílica de São Paulo Maior, mas que é chamada por todos os fieis e peregrinos de basílica de São Caetano, localizada na praça principal da cidade.
www.paulinas.org.br

06/08/2026

A festa da Dedicação da Basílica de Santa Maria Maior convida-nos a olhar para Maria não apenas como um grande modelo de fé, mas como Mãe que Cristo entrega à Sua Igreja.
É no Calvário, quando tudo parece perdido, que Jesus pronuncia estas palavras: «Eis a tua Mãe.» Não é apenas um gesto de carinho para com Maria e o discípulo amado. É um dom para toda a humanidade. Nesta frase, somos chamados a ter presente que na pessoa de João, estamos todos nós. Maria é-nos dada como Mãe para nos ensinar a permanecer junto à cruz, a confiar quando não compreendemos e a acolher a vontade de Deus, mesmo que permaneçamos embrenhados no mistério imenso e inefável do Seu amor.
Celebrar Santa Maria Maior é recordar que a Igreja, desde os primeiros séculos, reconheceu este lugar único de Maria na história da salvação. Mas o verdadeiro templo onde Maria deseja habitar é o coração de todos quantos lhe foram dados como filhos. Tal como João, somos convidados a "recebê-la em nossa casa", isto é, a dar-lhe espaço na nossa vida, na nossa oração e no nosso caminho de fé. Somos chamados a ter presente que toda a sua vida é farol que nos orienta para Cristo, verdadeira luz do mundo.
Ao mesmo tempo, este Evangelho revela que a Igreja nasce junto da cruz. Ali está Maria, unida ao sacrifício do Filho, tornando-se Mãe de todos os que formam o Corpo de Cristo. Quem acolhe Maria aprende também a viver como irmão, porque ninguém pode chamar Maria de Mãe sem reconhecer os outros como família.
Celebrar Santa Maria Maior não é celebrar apenas a dedicação do Templo, nem apenas os milagres realizados nesse lugar sagrado pela sua intercessão. Pelo contrário, é reconhecer o dom da maternidade à qual fomos confiados como filhos amados, n´Aquele que nos faz filhos de Deus.

Quarta-feira, 5 de agosto de 2026
XVIII Semana do Tempo Comum

06/08/2026

A exclamação de Pedro, escolhida para a nossa reflexão de hoje, nasce da experiência da beleza de Deus. É tempo de experimentarmos o bom e o belo original. Diante de Jesus transfigurado, tudo parece ganhar sentido. Pedro, na sua exclamação, manifesta que gostaria de permanecer naquele momento, construir tendas e deter o tempo. Mas a Transfiguração não foi dada para fugir da realidade; foi dada para iluminar o caminho da Cruz.
Também nós procuramos momentos de luz, de paz e de consolação. Na verdade, estes são importantes, porque fortalecem a nossa fé, orientam o nosso caminho, a nossa busca da santidade. No entanto, Jesus não nos convida a f**ar no monte. Convida-nos a descer com Ele, levando no coração a certeza de que a Sua glória está presente mesmo quando a vida passa pela provação.
O mais importante da cena que nos é relatada, não é aquilo que os discípulos veem, mas aquilo que ouvem: "Este é o meu Filho muito amado... escutai-O." A verdadeira transfiguração acontece quando deixamos que a Palavra de Cristo transforme o nosso olhar, os nossos critérios e as nossas escolhas.
A festa de hoje recorda-nos que Deus não muda apenas o rosto de Jesus diante dos discípulos. A Sua verdadeira intenção, é mudar também a nossa forma de ver a vida. Onde vemos apenas dificuldades, Ele revela esperança; onde vemos fracasso, Ele faz nascer um caminho novo; onde vemos a Cruz, Ele anuncia a Ressurreição.
Hoje é o tempo favorável para nos deixarmos transfigurar por Cristo, escutando a Sua Palavra, acolhendo a Sua vontade e seguindo os Seus passos, deixando que o Seu testemunho nos sirva de farol e força. Só assim, depois de cada encontro com o Senhor, poderemos descer do monte diferentes, levando aos outros a luz que contemplámos n'Ele.

Quinta-feira, 6 de agosto de 2026
XVIII Semana do Tempo Comum

06/08/2026

Transfiguração do Senhor - Festa

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 17,1-9

Naquele tempo,
Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João, seu irmão,
e os levou a um lugar à parte, sobre uma alta montanha.
E foi transfigurado diante deles;
o seu rosto brilhou como o sol
e as suas roupas f**aram brancas como a luz.
Nisto apareceram-lhes Moisés e Elias,
conversando com Jesus.
Então Pedro tomou a palavra e disse:
"Senhor, é bom f**armos aqui.
Se queres, vou fazer aqui três tendas:
uma para ti, outra para Moisés, e outra para Elias".
Pedro ainda estava falando,
quando uma nuvem luminosa os cobriu com sua sombra.
E da nuvem uma voz dizia:
"Este é o meu Filho amado,
no qual eu pus todo meu agrado.
Escutai-o!"
Quando ouviram isto,
os discípulos f**aram muito assustados
e caíram com o rosto em terra.
Jesus se aproximou, tocou neles e disse:
"Levantai-vos, e não tenhais medo".
Os discípulos ergueram os olhos
e não viram mais ninguém,
a não ser somente Jesus.
Quando desciam da montanha,
Jesus ordenou-lhes:
"Não conteis a ninguém esta visão
até que o Filho do Homem
tenha ressuscitado dos mortos".

06/08/2026

6 de agosto – Transfiguração do Senhor, festa.

A Festa da Transfiguração do Senhor celebra o momento em que Jesus revelou um vislumbre de sua glória divina aos apóstolos Pedro, Tiago e João, no alto do Monte Tabor. Diante deles, seu rosto resplandeceu, suas vestes tornaram-se luminosas, e apareceram Moisés e Elias conversando com o Senhor. Da nuvem ouviu-se a voz do Pai: "Este é o meu Filho muito amado; ouvi-o!" (Mc 9,7).

A Transfiguração teve como finalidade fortalecer a fé dos apóstolos antes da Paixão, mostrando-lhes que a cruz não seria o fim, mas o caminho para a glória da Ressurreição. Por isso, esse acontecimento permanece um convite para que todos os cristãos perseverem na fé, mesmo diante das provações, mantendo os olhos fixos em Cristo.

São Pedro jamais esqueceu essa experiência e mais tarde testemunhou: "Fomos testemunhas oculares da sua majestade" (2Pd 1,16). A Igreja celebra esse mistério desde os primeiros séculos, e, em 1457, o Papa Calisto III estendeu a festa a toda a Igreja Latina.

Como recordou São João Paulo II, o rosto transfigurado de Cristo é "um rosto de luz que rasga a obscuridade da morte", sinal da esperança e da glória que Deus prepara para aqueles que permanecem fiéis.

A Transfiguração nos ensina que, mesmo quando a cruz parece pesada, a última palavra pertence à glória de Deus. Contemplando Cristo transfigurado, renovamos nossa confiança naquele que venceu a morte e nos conduz à vida eterna.

05/08/2026

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 15,21-28

Naquele tempo,
Jesus retirou-se para a região de Tiro e Sidônia.
Eis que uma mulher cananeia,
vindo daquela região, pôs-se a gritar:
"Senhor, filho de Davi, tem piedade de mim:
minha filha está cruelmente atormentada por um demônio!"
Mas, Jesus não lhe respondeu palavra alguma.
Então seus discípulos aproximaram-se e lhe pediram:
"Manda embora essa mulher,
pois ela vem gritando atrás de nós".
Jesus respondeu:
"Eu fui enviado somente
às ovelhas perdidas da casa de Israel".
Mas, a mulher, aproximando-se,
prostrou-se diante de Jesus,
e começou a implorar:
"Senhor, socorre-me!"
Jesus lhe disse:
"Não f**a bem tirar o pão dos filhos
para jogá-lo aos cachorrinhos".
A mulher insistiu:
"É verdade, Senhor;
mas os cachorrinhos também comem
as migalhas que caem da mesa de seus donos!"
Diante disso, Jesus lhe disse:
"Mulher, grande é a tua fé!
Seja feito como tu queres!"
E desde aquele momento sua filha ficou curada.

05/08/2026

5 de agosto – Dedicação da Basílica de Santa Maria Maior, memória.

A Basílica de Santa Maria Maior é a mais antiga igreja do Ocidente dedicada à Bem-aventurada Virgem Maria e um dos mais importantes santuários marianos da cristandade. Sua origem está ligada a uma antiga tradição segundo a qual, na noite de 5 de agosto, Nossa Senhora apareceu em sonho ao patrício romano João e ao Papa Libério, indicando que fosse construída uma igreja no local onde, milagrosamente, aparecesse neve na manhã seguinte. Embora fosse pleno verão em Roma, o Monte Esquilino amanheceu coberto de neve, e ali foi demarcado o terreno para a construção da primeira igreja, conhecida como Santa Maria da Neve.

Anos mais tarde, após o Concílio de Éfeso (431), que proclamou solenemente Maria como Mãe de Deus (Theotókos), o Papa Sisto III mandou erguer, no mesmo local, uma basílica muito maior e mais majestosa. Consagrada em honra da Santíssima Virgem, ela passou a ser chamada Basílica de Santa Maria Maior, tornando-se um dos principais centros da devoção mariana.

Ao longo dos séculos, a basílica recebeu um valioso patrimônio artístico e espiritual. Conserva alguns dos mais antigos e belos mosaicos dedicados à Virgem Maria e ficou conhecida também como Basílica de Santa Maria do Presépio, por guardar relíquias tradicionalmente associadas ao presépio de Belém.

A memória litúrgica da Dedicação da Basílica de Santa Maria Maior, celebrada em 5 de agosto, foi introduzida no Calendário Romano em 1568. Ainda hoje, durante a celebração dessa festa, pétalas brancas são lançadas do teto da basílica, recordando simbolicamente o milagre da neve.

Mais do que recordar um edifício, esta celebração convida os fiéis a contemplar Maria como Mãe de Deus e Mãe da Igreja. Sob sua proteção materna, somos chamados a confiar nossa vida a Cristo e a caminhar com esperança rumo à santidade.

Nossa Senhora das Neves, rogai por nós!

04/08/2026

Quantas vezes também nós atravessamos aquilo que viveram os discípulos e que nos está relatado no trecho de hoje?
Há momentos em que a vida parece um mar agitado: dificuldades na família, preocupações com a saúde, o peso das responsabilidades, o cansaço da missão, o silêncio de Deus. Mas é precisamente nesse momento que Jesus vem ao encontro dos seus. Não elimina imediatamente a tempestade. Antes, faz-Se presente no meio dela. E as primeiras palavras que lhes dirige são aquelas de que todos nós precisamos: «Tende confiança. Sou Eu. Não temais.»
Estas palavras são mais do que um convite à coragem. São uma revelação. Quando Jesus diz: «Sou Eu», ressoa o próprio nome de Deus, Aquele que nunca abandona o Seu povo. A nossa segurança não está na ausência das tempestades, mas na presença de Cristo. Quem fixa o olhar n'Ele, como Pedro enquanto confia, consegue caminhar sobre as águas. Quando, porém, fixa o olhar no vento e nas ondas, começa a afundar-se. Também nós precisamos de aprender, todos os dias, a olhar mais para Cristo do que para os nossos medos, para aquilo que nos atemoriza e envergonha.
A resposta de Jesus ao grito de Pedro é igualmente consoladora: estende imediatamente a mão e segura-o. Deus é sempre mais rápido a salvar do que nós a cair. Basta um grito sincero: «Senhor, salva-me!»
Hoje, celebramos São João Maria Vianney, o Santo Cura d'Ars, e encontramos nele um testemunho vivo deste Evangelho. Também ele conheceu limitações, incompreensões e cansaços. Humanamente, não tinha qualidades extraordinárias, mas tinha uma confiança extraordinária em Cristo. Não viveu apoiado nas suas capacidades, mas na certeza de que era o Senhor quem conduzia a sua vida e o seu ministério.
Num tempo em que tantas vezes se procura a eficácia ou o sucesso, São João Maria Vianney recorda-nos que a fecundidade do sacerdócio nasce da união com Cristo. O sacerdote é chamado, antes de tudo, a deixar que a voz do Senhor ressoe continuamente no seu coração.

Terça-feira, 4 de agosto de 2026
XVIII Semana do Tempo Comum

Endereço

Largo Da Penha De França 5 Lisbon
Lisbon
1170-298

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 15:00 - 20:00
Terça-feira 15:00 - 20:00
Quarta-feira 15:00 - 20:00
Quinta-feira 15:00 - 20:00
Sexta-feira 15:00 - 20:00
Sábado 16:00 - 20:00
Domingo 09:30 - 12:30
18:00 - 20:00

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