Paróquia de Campolide

Paróquia de Campolide Comunidade paroquial de Santo António de Campolide

||S. Lourenço, diácono e mártir – FESTA||Evangelho de São João 12, 24-26Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: ...
10/08/2026

||S. Lourenço, diácono e mártir – FESTA||

Evangelho de São João 12, 24-26

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Em verdade, em verdade vos digo: Se o grão de trigo, lançado à terra, não morrer, f**a só; mas se morrer, dará muito fruto. Quem ama a sua vida, perdê-la-á, e quem despreza a sua vida neste mundo conservá-la-á para a vida eterna. Se alguém Me quiser servir, que Me siga, e onde Eu estiver, ali estará também o meu servo. E se alguém Me servir, meu Pai o honrará».

Meditação

Pensemos no signif**ado da Cruz na nossa vida. Transportamo-la ao pescoço, como um adorno. Traçamos a sua forma com um gesto diário, às vezes maquinal. Encontramo-la como um símbolo comum na paisagem. E, contudo, somos chamados a experimentar que a cruz é mais que um símbolo. A cruz fala a linguagem profunda da vida, nos seus dramas e esperanças, nas suas indizíveis procuras. A Cruz tornou-se, com a Páscoa de Cristo, a expressão mais extraordinária e fecunda do Amor. Ela torna a nossa vida numa semente capaz de frutif**ar muito para la do que podemos calcular ou medir. «Se alguém Me quiser servir, que Me siga» - diz-nos Jesus.

Evangelho de São Mateus  14,22-33Depois de ter saciado a fome à multidão, Jesus obrigou os discípulos a subir para o bar...
09/08/2026

Evangelho de São Mateus 14,22-33

Depois de ter saciado a fome à multidão, Jesus obrigou os discípulos a subir para o barco e a esperá-l’O na outra margem, enquanto Ele despedia a multidão. Logo que a despediu, subiu a um monte, para orar a sós. Ao cair da tarde, estava ali sozinho. O barco ia já no meio do mar, açoitado pelas ondas, pois o vento era contrário. Na quarta vigília da noite, Jesus foi ter com eles, caminhando sobre o mar. Os discípulos, vendo-O a caminhar sobre o mar, assustaram-se, pensando que fosse um fantasma. E gritaram cheios de medo. Mas logo Jesus lhes dirigiu a palavra, dizendo: «Tende confiança. Sou Eu. Não temais». Respondeu-Lhe Pedro: «Se és Tu, Senhor, manda-me ir ter contigo sobre as águas». «Vem!» – disse Jesus. Então, Pedro desceu do barco e caminhou sobre as águas, para ir ter com Jesus. Mas, sentindo a violência do vento e começando a afundar-se, gritou: «Salva-me, Senhor!». Jesus estendeu-lhe logo a mão e segurou-o. Depois disse-lhe: «Homem de pouca fé, porque duvidaste?». Logo que subiram para o barco, o vento amainou. Então, os que estavam no barco prostraram-se diante de Jesus, e disseram-Lhe: «Tu és verdadeiramente o Filho de Deus».

Meditação

A fé representa sempre um salto dado na confiança. O caminho trilhado nas águas e a angústia de Pedro, a duvidar e a afundar-se, são um retrato que não constitui uma exceção. Nas suas diversas etapas, a fé de qualquer um de nós passa também por aí. A fé, a nossa fé, não é só um caminho luminoso e convicto. Ela não deixa nunca de englobar também a marcha muitas vezes noturna e percorrida em fragilidade e angústia. Por isso, o grito de Pedro - «Salava-me, Senhor!», representa-nos a todos. E Jesus que nos salva. Afé levanos a experimentar radicalmente essa verdade.

||S. Domingos, presbítero – MO||Evangelho de São MateusNaquele tempo, aproximou-se de Jesus um homem, que se ajoelhou di...
08/08/2026

||S. Domingos, presbítero – MO||

Evangelho de São Mateus

Naquele tempo, aproximou-se de Jesus um homem, que se ajoelhou diante d’Ele e Lhe disse: «Senhor, tem compaixão do meu filho, porque é epiléptico e sofre muito; cai frequentemente no fogo e muitas vezes na água. Apresentei-o aos teus discípulos, mas eles não puderam curá-lo». Jesus respondeu: «Oh geração incrédula e perversa! Até quando estarei convosco? Até quando terei de vos suportar? Trazei-mo aqui». Jesus ameaçou o demónio, que saiu do menino e este ficou curado a partir daquele momento. Então os discípulos aproximaram-se de Jesus e perguntaram-Lhe em particular: «Por que motivo não pudemos nós expulsá-lo?». Jesus respondeu-lhes: «Por causa da vossa pouca fé. Em verdade vos digo: se tiverdes fé comparável a um grão de mostarda, direis a este monte: ‘Muda-te daqui para acolá’, e ele há de mudar-se. E nada vos será impossível».

Meditação

Os Evangelhos não contam uma vida cor-de-rosa, mas estão bem conscientes do incalculável sofrimento que nos fere e se expressa em pedidos como este: «Senhor, tem compaixão do meu filho, que ninguém consegue curar». Importante é constatarmos e acreditarmos que a presença compassiva de Jesus se revela como a força reconstrutora não só daquelas vidas bloqueadas, mas também das nossas. O próprio Jesus identif**ará isso com o cumprimento da sua missão messiânica: se as opressões em que os vários sujeitos aparecem mergulhados são desfeitas, isso sinaliza a emergência daquele que traz a salvação de Deus ao emaranhado da história. Por isso, a fé em Jesus é a motor da transformação da história. Peçamos ao Senhor o dom da fé.

Evangelho de São MateusNaquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Se alguém quiser seguir-Me, renuncie a si mesmo,...
07/08/2026

Evangelho de São Mateus

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Se alguém quiser seguir-Me, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e siga-Me. Pois quem quiser salvar a sua vida há de perdê-la; mas quem perder a sua vida por minha causa, há de encontrá-la. Na verdade, que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua vida? Que poderá dar o homem em troca da sua vida? O Filho do homem há de vir na glória de seu Pai, com os seus Anjos, e então dará a cada um segundo as suas obras. Em verdade vos digo: Alguns dos que estão aqui presentes não morrerão, antes de verem chegar o Filho do homem na glória do seu reino».

Meditação

Dá, Senhor, à nossa vida a sabedoria da liberdade que vem da renúncia a nós mesmos, para seguir-Te a Ti. Que o nosso coração não naufrague na lógica de tanta violência, disseminada em nosso redor e que atua unicamente por desejo de posse e vontade de perder. Ensina-nos a beleza do perder a vida, entregando-nos por inteiro nas Tuas mãos. Que os sentimentos de dor ou de fragilidade não sufoquem os nossos gestos de fe, a ousadia de Te dizermos sim com todas as nossas forças.
Dá-nos a força de acordar no inverno interior que, por vezes, vivemos o ramo verde, a inesperada flor de um sorriso, a claridade que é esta irreprimível vontade de recomeçar em Ti.

||Transfiguração do Senhor – FESTA||Evangelho de São Mateus 17,1-9Naquele tempo, Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João...
06/08/2026

||Transfiguração do Senhor – FESTA||

Evangelho de São Mateus 17,1-9

Naquele tempo, Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João seu irmão e levou-os, em particular, a um alto monte e transfigurou-Se diante deles: o seu rosto ficou resplandecente como o sol e as suas vestes tornaram-se brancas como a luz. E apareceram Moisés e Elias a falar com Ele. Pedro disse a Jesus: «Senhor, como é bom estarmos aqui! Se quiseres, farei aqui três tendas: uma para Ti, outra para Moisés e outra para Elias». Ainda ele falava, quando uma nuvem luminosa os cobriu com a sua sombra e da nuvem uma voz dizia: «Este é o meu Filho muito amado,
no qual pus toda a minha complacência. Escutai-O». Ao ouvirem estas palavras, os discípulos caíram de rosto por terra e assustaram-se muito. Então Jesus aproximou-se e, tocando-os, disse: «Levantai-vos e não temais». Erguendo os olhos, eles não viram mais ninguém, senão Jesus. Ao descerem do monte, Jesus deu-lhes esta ordem: «Não conteis a ninguém esta visão, até o Filho do homem ressuscitar dos mortos».

Meditação

A cena da transfiguração ocorre numa etapa particularmente sensível do percurso de Jesus com os seus discípulos. Estes continuavam a caminhar com Jesus, mas atravessados por incertezas e por receios, temendo as consequências do seu compromisso. O que é, então, a transfiguração? E uma experiência de Jesus, da Sua identidade, que vai arrancar do coração dos discípulos o escândalo da cruz. É curioso que, quando a voz de Deus nos diz «escutai», Jesus não está propriamente a dizer-nos nada. O sentido deste «escutai-o» é «acolhei-o», «recebei-o naquilo que Jesus é», «colocai-vos à escuta do seu mistério». É necessária uma escuta que torne presente Jesus em todo o seu projeto e destino. (CTM)

Evangelho de São Mateus 15,21-28Naquele tempo, Jesus retirou-Se para os lados de Tiro e Sidónia. Então, uma mulher canan...
05/08/2026

Evangelho de São Mateus 15,21-28

Naquele tempo, Jesus retirou-Se para os lados de Tiro e Sidónia. Então, uma mulher cananeia, vinda daqueles arredores, começou a gritar: «Senhor, Filho de David, tem compaixão de mim. Minha filha está cruelmente atormentada por um demónio». Mas Jesus não lhe respondeu uma palavra. Os discípulos aproximaram-se e pediram-Lhe: «Atende-a, porque ela vem a gritar atrás de nós». Jesus respondeu: «Não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel». Mas a mulher veio prostrar-se diante d’Ele, dizendo: «Socorre-me, Senhor». Ele respondeu: «Não é justo que se tome o pão dos filhos para o lançar aos cachorrinhos». Mas ela insistiu: «É verdade, Senhor; mas também os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa de seus donos». Então Jesus respondeu-lhe: «Mulher, é grande a tua fé. Faça-se como desejas». E, a partir daquele momento, a sua filha ficou curada.

Meditação

Vejamos então a fé da mulher, que o Senhor elogia, dizendo que é «grande» (v. 28). Para os discípulos, só a sua insistência parece grande, mas Jesus vê a fé. Se pensarmos bem, aquela mulher estrangeira provavelmente pouco ou nada sabia das leis e dos preceitos religiosos de Israel. Em que consiste então a sua fé? Não é rica de conceitos, mas de factos: a cananeia aproxima-se, prostra-se, insiste, mantém um diálogo estreito com Jesus, supera todos os obstáculos para lhe falar. Eis a concretude da fé, não é um rótulo religioso, mas uma relação pessoal com o Senhor. Quantas vezes caímos na tentação de confundir a fé com um rótulo! A fé da mulher não é feita de regras teológicas, mas de insistência: bate à porta, bate, bate; não é feita de palavras, mas de oração. E Deus não resiste quando é implorado. Por isso disse: «Pedi e dar-se-vos-á, procurai e encontrareis, batei e abrir-se-vos-á». (Papa Francisco)

||S. João Maria Vianney, presbítero – MO||Evangelho de São Mateus 5, 1-2.10-14Naquele tempo, aproximaram-se de Jesus alg...
04/08/2026

||S. João Maria Vianney, presbítero – MO||

Evangelho de São Mateus 5, 1-2.10-14

Naquele tempo, aproximaram-se de Jesus alguns fariseus e escribas, vindos de Jerusalém, e perguntaram-Lhe: «Porque desobedecem os teus discípulos à tradição dos antigos e não lavam as mãos antes de comer?». Jesus chamou a multidão para junto de Si e disse-lhes: «Ouvi-Me e procurai compreender: Não é o que entra na boca que torna o homem impuro. O que sai da boca é que o torna impuro». Então os discípulos aproximaram-se e disseram-Lhe: «Sabes que os fariseus f**aram ofendidos ao ouvirem as tuas palavras?». Mas Jesus respondeu-lhes: «Toda a planta que não foi plantada por meu Pai será arrancada. Deixai-os. São cegos a guiarem cegos. E se um cego guia outro cego, acabam por cair ambos numa cova».

Meditação

Felizes são aquelas e aqueles que não se deixam cegar pela exterioridade da aparência, mas sabem que o mais decisivo é o que habita o segredo do coração. Felizes são os que vivem livres em relação aos preconceitos e a uma visão dialética da vida não desistem de moldar, nas suas mãos frageis, o sonho que os alenta; felizes são os que, ultrapassando os próprios interesses imediatos, ousam as escolhas da misericórdia, da beleza, da justiça; felizes são os inconformados, os sedentos, os mansos, os suplicantes: quantos aceitam, com humildade, transportar pela vida fora uma Alegria que é infinitamente maior que eles próprios, mas que fornece sentido a cada passo e à viagem. Esses saberão guiar outros, sem cair.

Evangelho de São Mateus 14,22-36Depois de ter saciado a fome à multidão, Jesus obrigou os discípulos a subir para o barc...
03/08/2026

Evangelho de São Mateus 14,22-36

Depois de ter saciado a fome à multidão, Jesus obrigou os discípulos a subir para o barco e a esperá-l’O na outra margem, enquanto Ele despedia a multidão. Logo que a despediu, subiu a um monte, para orar a sós. Ao cair da tarde, estava ali sozinho. O barco ia já no meio do mar, açoitado pelas ondas, pois o vento era contrário. Na quarta vigília da noite, Jesus foi ter com eles, caminhando sobre o mar. Os discípulos, vendo-O a caminhar sobre o mar, as sustaram-se, pensando que fosse um fantasma. E gritaram cheios de medo. Mas logo Jesus lhes dirigiu a palavra, dizendo: «Tende confi ança. Sou Eu. Não temais». Respondeu-Lhe Pedro: «Se és Tu, Senhor, manda-me ir ter contigo sobre as águas». «Vem!» – disse Jesus. Então, Pedro desceu do barco e caminhou sobre as águas, para ir ter com Jesus. Mas, sentindo a violência do vento e começando a afundar-se, gritou: «Salva-me, Senhor!». Jesus estendeu-lhe logo a mão e segurou-o. Depois disse-lhe:
«Homem de pouca fé, porque duvidaste?». Logo que subiram para o barco, o vento amainou. Então, os que estavam no barco prostraram-se diante de Jesus e disseram-Lhe: «Tu és verdadeiramente o Filho de Deus». Depois fizeram a travessia e vieram para terra em Genesaré. Os homens do lugar reconheceram Jesus e mandaram avisar toda aquela região. Trouxeram-Lhe todos os doentes e pediam que os deixasse tocar ao menos na orla do seu manto. E quantos lhe tocaram foram completamente curados.

Meditação

As vezes a fé que vivemos parece dispensar o conflito e a prova. É uma fé demasiado apaziguada, em que tudo parece linear e explicado: estamos prontos a dizer imediatamente que sim nem que seja para nem pensarmos muito. É importante que a fé seja um caminho, uma estrada que se percorre e que de facto mexa connosco, nos desinstale, porque a fé é travessia no agitado mar, como experimentou Pedro. Facilmente reduzimos a fé a uma coisa insonsa. Quando lemos o Evangelho, porém, aquilo não é nada insonso, aquilo arde, é uma ferida. Conhecer Jesus é um sobressalto, uma paixão. O confronto com a verdade de Cristo é transformador e faz-nos entrar num processo de conversão.

Evangelho de São MateusNaquele tempo, quando Jesus ouviu dizer que João Batistatinha sido morto, retirou-Se num barco pa...
02/08/2026

Evangelho de São Mateus

Naquele tempo, quando Jesus ouviu dizer que João Batistatinha sido morto, retirou-Se num barco para um local deserto e afastado. Mas logo que as multidões o souberam, deixando as suas cidades, seguiram-n’O por terra. Ao desembarcar, Jesus viu uma grande multidão e, cheio de compaixão, curou os seus doentes. Ao cair da tarde, os discípulos aproximaram-se de Jesus e disseram-Lhe: «Este local é deserto e a hora avançada. Manda embora toda esta gente, para que vá às aldeias comprar alimento». Mas Jesus respondeu-lhes: «Não precisam de se ir embora; dai-lhes vós de comer». Disseram-Lhe eles: «Não temos aqui senão cinco pães e dois peixes». Disse Jesus: «Trazei-mos cá». Ordenou então à multidão que se sentasse na relva. Tomou os cinco pães e os dois peixes, ergueu os olhos ao Céu e recitou a bênção. Depois partiu os pães e deu-os aos discípulos e os discípulos deram-nos à multidão. Todos comeram e f**aram saciados. E, dos pedaços que sobraram, encheram doze cestos. Ora, os que comeram eram cerca de cinco mil homens, sem contar mulheres e crianças.

Meditação

Justamente quando o Sol se põe e a fome aumenta, enquanto os próprios apóstolos pedem para despedir a multidão, Cristo surpreende-nos com a sua misericórdia. Ele tem compaixão do povo faminto e convida os seus discípulos a cuidar dele: a fome não é uma necessidade alheia ao anúncio do Reino e ao testemunho da salvação. Pelo contrário, esta fome diz respeito à nossa relação com Deus. Cinco pães e dois peixes, no entanto, não parecem suficientes para alimentar o povo: aparentemente razoáveis, os cálculos dos discípulos evidenciam, em vez disso, a sua falta de fé. Porque, na realidade, com Jesus há tudo o que é necessário para dar força e sentido à nossa vida. Perante o brado da fome, Ele responde com o sinal da partilha: levanta os olhos, pronuncia a bênção, parte o pão e dá de comer a todos os presentes (...). O exemplo do Senhor continua a ser para nós um critério urgente de ação e serviço: partilhar o pão, para multiplicar a esperança, proclama o advento do Reino de Deus. (Papa Leão XIV)

||S. Afonso Maria de Ligório, bispo e doutor da Igreja – MO||Evangelho de São MateusNaquele tempo, o tetrarca Herodes ou...
01/08/2026

||S. Afonso Maria de Ligório, bispo e doutor da Igreja – MO||
Evangelho de São Mateus

Naquele tempo, o tetrarca Herodes ouviu falar da fama de Jesus e disse aos seus familiares: «Esse homem é João Batistaque ressuscitou dos mortos. Por isso é que nele se exercem tais poderes miraculosos». De facto, Herodes tinha mandado prender João e algemá-lo no cárcere, por causa de Herodíades, a mulher de seu irmão Filipe. Porque João dizia constantemente a Herodes: «Não te é permitido tê-la por mulher». E embora quisesse dar-Lhe a morte, tinha receio da multidão, que o considerava como profeta. Ocorreu entretanto o aniversário de Herodes e a filha de Herodíades dançou diante dos convidados. Agradou de tal maneira a Herodes, que este lhe prometeu com juramento dar-lhe o que ela pedisse. Instigada pela mãe, ela respondeu: «Dá-me agora mesmo num prato a cabeça de João Batista». O rei ficou consternado, mas por causa do juramento e dos convidados, ordenou que lha dessem e mandou decapitar João no cárcere. A cabeça foi trazida num prato e entregue à jovem, que a levou a sua mãe. Os discípulos de João vieram buscar o seu cadáver e deram-lhe sepultura. Depois foram dar a notícia a Jesus.

Meditação

A perseguição, mais tarde desencadeada contra Jesus, começa já a fazer sentir-se em relação àquele que preparou o seu aparecimento em público, João Batista. A palavra de Deus projecta luz sobre as trevas dos homens, e, ao mesmo tempo que ilumina os que a acolhem, denuncia os que a rejeitam. E, se aquele que a proclama insiste em a fazer ouvir, não lhe faltará perseguição, mesmo até chegar à morte, como aconteceu a João Batista.

Endereço

Tv. Estêvão Pinto 18
Lisbon
1070-373

Horário de Funcionamento

Terça-feira 15:00 - 18:30
Quarta-feira 15:00 - 18:30
Quinta-feira 15:00 - 18:30
Sexta-feira 15:00 - 18:30
Sábado 15:00 - 19:30
Domingo 10:00 - 12:00

Telefone

+351213885368

Notificações

Seja o primeiro a receber as novidades e deixe-nos enviar-lhe um email quando Paróquia de Campolide publica notícias e promoções. O seu endereço de email não será utilizado para qualquer outro propósito, e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Compartilhar

Categoria