Paróquia São Francisco de Assis

Paróquia São Francisco de Assis Horário das Eucaristias:
4f e 6f às 18h00
Sábado às 16h30
Domingo às 10h00
Horário de funcionamento; terça a sábado, das 16h às 19h.

Quartas-feiras confissões, com o Padre Lúcio e às sextas- feiras com o Padre Bartolomeu.

16/06/2026

🔊Jubileu São Francisco de Assis - 19 de Junho

16/06/2026

As palavras que o Senhor nos dirige hoje são desafiantes, mas interpelam-nos a uma mudança de paradigma, para a humanidade robotizada que estamos a criar. Não raras vezes, esquecemo-nos que somos nós que estamos a transformar constantemente o mundo. No entanto, acontece com grande frequência, que esta transformação não é, de todo, benéfica.
As palavras do trecho de hoje, parecem quase impossíveis. Amar quem nos ama é natural; amar quem nos magoa, nos critica ou nos faz sofrer exige algo maior do que as nossas forças.
Mas Jesus não nos pede que sintamos simpatia pelos nossos inimigos. Pede-nos que não respondamos ao mal com mais mal. Pede-nos que rezemos por eles, porque a oração transforma primeiro o nosso coração. Quando rezamos por alguém que nos fez sofrer, deixamos que Deus cure a ferida da vingança e do ressentimento.
A razão do mandamento a que o Senhor nos convoca, está no próprio Deus que faz brilhar o sol para todos do mesmo modo. Ele faz cair a chuva sobre os justos e sobre os injustos, exatamente da mesma maneira.
Deus não nos ama pelo nosso mérito ou pelas medalhas de bom comportamento que vamos acumulando ao longo da vida. Deus ama-nos porque é Pai e em Cristo, assume a nossa humanidade para nos mostrar o valor do amor, tão necessário ao nosso tempo.
Os inimigos dos homens não são as máquinas ou aquilo que é criado pelo homem. Tudo o que nos é dado, tudo aquilo que conseguimos construir deve ser utilizado em prol do Homem e da comunhão que ao longo da vida este deve estabelecer com Deus.
A perfeição de que fala o Evangelho não é a de quem nunca erra, mas a de quem aprende a amar sem excluir ninguém. Cada vez que perdoamos, que rezamos por quem nos ofendeu, que respondemos com bondade em vez de violência, tornamo-nos um pouco mais parecidos com Cristo.

Terça-feira, 16 de junho de 2026
XI Semana do Tempo Comum

16/06/2026

16 de Junho.
Santos Julita e Ciro
+304

Julita vivia na cidade de Icônio, na Licaônia, atualmente Turquia. Ela era uma senhora riquíssima, da alta aristocracia e cristã, que se tornara viúva logo após ter dado à luz um menino.

Ele foi batizado com o nome de Ciro, mas também atendia pelo diminutivo Ciríaco ou Quiríaco. Tinha três anos de idade quando o sanguinário imperador Diocleciano começou a perseguir, prender e matar cristãos.

Julita, levando o filhinho Ciro e algumas servidoras, fugiu para a Selêucia e, em seguida, para Tarso, mas ali acabou presa. O governador local, um cruel romano chamado Alexandre, tirou-lhe o filho dos braços e passou a usá-lo como um elemento a mais para sua tortura. Colocou-o sentado sobre seus joelhos, enquanto submetia Julita ao flagelo na frente do menino, com o intuito de que negasse a fé em Cristo.

Como ela não obedeceu, os castigos aumentaram. Foi então que o pequenino Ciro saltou dos joelhos do governador, começou a chorar e a gritar junto com a mãe: "Também sou cristão! Também sou cristão!" Foi tamanha a ira do governador que ele, com um pontapé, empurrou Ciro violentamente, fazendo-o rolar pelos degraus do tribunal, esmigalhando-lhe, assim, o crânio.

Conta-se que Julita ficou imóvel, não reclamou, nem chorou, apenas rezou para que pudesse seguir seu pequenino Ciro no martírio e encontrá-lo, o mais rápido possível, ao lado de Deus. E foi o que aconteceu. Julita continuou sendo brutamente espancada e depois foi decapitada. Era o ano 304.

Os corpos foram recolhidos por uma de suas fiéis servidoras e sepultados num túmulo que foi mantido oculto até que as perseguições cessassem. Quando isso aconteceu, poucos anos depois, o bispo de Icônio, Teodoro, resolveu, com a ajuda de testemunhas da época e documentos legítimos, reconstruir fielmente a dramática história de Julita e Ciro. E foi assim, pleno de autenticidade, que este culto chegou aos nossos dias.

Ciro tornou-se o mais jovem mártir do cristianismo, precedido apenas dos santos mártires inocentes, exterminados pelo rei Herodes em Belém. Por isso é considerado o santo padroeiro das crianças que sofrem de maus-tratos. A festa de santa Julita e de são Ciro é celebrada pela Igreja no dia 16 de junho, em todo o mundo católico.

16/06/2026

Talvez hoje você só precisava lembrar disso… 🤍
Você não precisa ser perfeito.
Deus não espera alguém sem falhas —
Ele espera um coração disposto. 🙏
Carlo Acutis nos ensina que a santidade está no simples…
no pequeno “sim” de cada dia. ✨
Se afaste do barulho, volte ao essencial
e comece hoje.
📌 Salve esse post para lembrar disso todos os dias
💬 Comenta “AMÉM” se você acredita


16/06/2026

16.06.26

15/06/2026

Doze Promessas do Sagrado Coração de Jesus às famílias que honrarem o Seu Sacratíssimo Coração

1- Dar-lhes-ei todas as graças necessárias ao seu estado de vida
2- Estabelecerei a paz nas suas famílias.
3- Abençoarei os lares onde for exposta e honrada a imagem do Meu Sagrado Coração.
4- Hei-de consolá-los em todas as dificuldades.
5- Serei o seu refúgio durante a vida e em especial na hora da morte.
6- Derramarei bênçãos abundantes sobre todos os seus empreendimentos.
7- Os pecadores encontrarão no Meu Sagrado Coração uma fonte e um oceano sem fim de Misericórdia.
8- As almas tíbias tornar-se-ão fervorosas.
9- As almas fervorosas ascenderão rapidamente a um estado de grande perfeição.
10- Darei aos sacerdotes o poder de tocarem os corações mais empedernidos.
11- Aqueles que propagarem esta devoção terão os seus nomes escritos no Meu Sagrado Coração e d’Ele nunca serão apagados.
12- Prometo-vos, no excesso de Misericórdia do Meu Coração, que o Meu Amor Todo-Poderoso concederá, a todos aqueles que comungarem na Primeira Sexta-Feira de nove meses seguidos, a graça da penitência final; não morrerão no Meu desagrado nem sem receberem os Sacramentos: o Meu Divino Coração será o seu refúgio de salvação nesse derradeiro momento.

15/06/2026

15.06.26

15/06/2026

15 de Junho.
São Vito, Mártir
Século III e IV

Vito nasceu no final do século III, na antiga cidade de Mazara, na Sicília ocidental, numa família pagã, muito rica e de nobre estirpe. Sua mãe morreu quando ele tinha tenra idade e seu pai, Halaz, contratou uma ama, Crescência, para cuidar do pequenino.

Ela era cristã, viúva e tinha perdido o único filho havia pouco tempo, era de linhagem nobre, mas em decadência financeira. Ele ainda providenciou um professor, chamado Modesto, para instruir e formar seu herdeiro. Entretanto, o professor também era cristão.

Halaz era um obstinado pagão que encarava o cristianismo como inimigo a ser combatido. Por isso Modesto e Crescência nunca revelaram que eram seguidores de Cristo, contudo educaram o menino dentro da religião. Dessa forma, aos doze anos, embora clandestinamente, Vito já estava batizado e demonstrava total identificação com os ensinamentos de Jesus.

Ao saber do batismo, o pai tentou convencê-lo a abandonar a fé, o que não deu resultado. Halaz partiu para a força e castigou o próprio filho, entregando-o, então, ao governador Valeriano, que o encarcerou e maltratou por vários dias, tentando fazer Vito abdicar de sua fé.

Modesto e Crescência, entretanto, conseguiram arquitetar uma fuga e, segundo a tradição, com a ajuda de um anjo, tiraram Vito das mãos do poderoso governador. Fugiram os três para Lucânia, em Nápoles, onde esperavam encontrar paz. Mas depois de algum tempo foram reconhecidos e passaram a viver de cidade em cidade, fugindo dos algozes.


Neste período, Vito, que desde os sete anos havia manifestado dons especiais, patrocinou muitos prodígios. Como o mais célebre deles, lembrado pela tradição, quando ele ressuscitou, em nome de Jesus, um garoto que tinha sido estraçalhado por cães raivosos.

A perseguição a eles teve uma trégua apenas quando o filho epilético do imperador Diocleciano ficou muito doente. O soberano, tendo conhecimento dos dons de Vito, mandou que o trouxessem vivo à sua presença. Na oportunidade, pediu que ele intercedesse por seu filho.

Vito, então, rezou com todo fervor e em nome de Jesus foi logo atendido. Porém Diocleciano pagou com a traição. Mandou prender Vito, que não aceitou renegar a fé em Cristo para ser libertado. Diante da negativa, foi condenado à morte, que ocorreu no dia 15 de junho, possivelmente de 304, depois de muitas torturas, quando ele tinha apenas quinze anos de idade.

Esta narrativa é tão antiga que alguns acontecimentos podem ser, em parte, apenas uma vigorosa tradição cristã. Como esta outra que diz que Vito, Modesto e Crescência teriam sido levados diante da multidão no Circo, submetidos a torturas violentíssimas e, finalmente, jogados aos cães raivosos. Entretanto, um milagre os salvou. Os cães, em vez de atacá-los, deitaram-se aos seus pés. Irado, o sanguinário Diocleciano mandou que fossem colocados dentro de um caldeirão com óleo quente, onde morreram lentamente.

O jovem mártir Vito existiu conforme consta no Martirológio Gerominiano, enquanto Modesto e Crescência só foram incluídos no calendário da Igreja no século XI.

Suas relíquias, que depois de sua morte foram sepultadas em Roma, em 755 foram enviadas para Paris. Mais tarde, foram entregues ao santo rei da Boêmia, Venceslau, que era muito devoto do santo. Em 958, esse rei fez construir a belíssima catedral que leva o nome de São Vito e que conserva suas relíquias até hoje.

Desde a Idade Média, ele é considerado um dos "quatorze santos auxiliares", os santos cuja intercessão é muito eficaz em ocasiões específicas e para cura determinada.

No caso de são Vito, principalmente na Europa, é invocado para a cura da epilepsia, da "coréia", doença conhecida popularmente como "dança de São Vito", e da mordida de cão raivoso. Além de ser padroeiro de muitas localidades.

14/06/2026

14.06.26

14/06/2026

Mui depressa chegará teu fim neste mundo; vê, pois, como te preparas: hoje está vivo o homem, e amanhã já não existe. Entretanto, logo que se perdeu de vista, também se perderá da memória. Ó cegueira e dureza do coração humano, que só cuida do presente, sem olhar para o futuro!

De tal modo te deves haver em todas as tuas obras e pensamentos, como se fosse já a hora da morte. Se tivesses boa consciência não temerias muito a morte. Melhor fora evitar o pecado que fugir da morte. Se não estás preparado hoje, como o estarás amanhã? O dia de amanhã é incerto, e quem sabe se te será concedido?

Que nos aproveita vivermos muito tempo, quando tão pouco nos emendamos? Oh! nem sempre traz emenda a longa vida, senão que aumenta, muitas vezes, a culpa. Oxalá tivéssemos, um dia sequer, vivido bem neste mundo! Muitos contam os anos decorridos desde a sua conversão; frequentemente, porém, é pouco o fruto da emenda. Se for tanto para temer o morrer, talvez seja ainda mais perigoso o viver muito.

Bem-aventurado aquele que medita sempre sobre a hora da morte, e para ela se dispõe cada dia. Se já viste alguém morrer, reflecte que também tu passarás pelo mesmo caminho.

Imitação de Cristo, Thomas Kempis

Rosário Meditado Nº 195 (L) - A morte
https://www.youtube.com/watch?v=aYmjLj5esos&t=477s

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