S. Sebastião e S. Paio - Unidade Pastoral

S. Sebastião e S. Paio - Unidade Pastoral Esta é a página da Unidade Pastoral de S. Sebastião e S. Paio, criada por decreto do Revmo. Arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga.

04/08/2026

"Não digais que não tendes tempo para rezar; dizei antes que ainda não compreendestes quanto precisais de Deus."

04/08/2026
A Arquidiocese de Braga convoca a Irmandades e Confrarias para um encontro com o tema: «Para uma Espiritualidade Sinodal...
29/07/2026

A Arquidiocese de Braga convoca a Irmandades e Confrarias para um encontro com o tema: «Para uma Espiritualidade Sinodal – Caminhos de Comunhão, Participação e Corresponsabilidade» para o dia no dia 14 de novembro de 202, no Santuário de S. Bento da Porta Aberta.

No comunicado enviado a todas as paróquias, D. Nélio Pita, bispo Auxiliar de Braga escreve o seguinte:

As Irmandades e Confrarias desempenharam, ao longo da história, um papel de particular relevância na vida religiosa, social e assistencial das comunidades, afirmando-se como espaços de vivência da fé, de solidariedade e de construção da identidade.

Na atualidade, continuam a assumir uma missão de grande significado, preservando um valioso património material e espiritual e mantendo vivas tradições que fazem parte das nossas comunidades. Simultaneamente, constituem um importante testemunho de serviço, fraternidade e compromisso com o bem comum, favorecendo a participação dos fiéis na vida da Igreja.

Consciente da importância destas instituições e dos desafios que hoje enfrentam, a Arquidiocese de Braga promoverá, no dia 14 de novembro de 2026, no Santuário de São Bento da Porta Aberta, o Fórum «Para uma Espiritualidade Sinodal – Caminhos de Comunhão, Participação e Corresponsabilidade».

Este encontro pretende constituir um espaço de reflexão sobre o papel das Irmandades e Confrarias na vida e na missão da Igreja, reforçar o sentido de pertença à Igreja diocesana, incentivar processos de renovação, promover a formação pastoral e jurídica das Associações de Fiéis e favorecer uma colaboração mais estreita entre as diversas realidades da Arquidiocese.

Neste contexto, apelamos aos responsáveis das Irmandades e Confrarias para que mobilizem os seus irmãos e associados a participar ativamente neste Fórum, incentivando a sua inscrição e presença. Só com o envolvimento de todos será possível concretizar os objetivos deste encontro e preparar estas instituições para responder, com renovado dinamismo e fidelidade, aos desafios que hoje a Igreja lhes confia.

Inscrições na Catequese 2026/2027 já estão abertas!Para novas inscrições (crianças nascidas em 2020 ou quem vai pela pri...
23/07/2026

Inscrições na Catequese 2026/2027 já estão abertas!

Para novas inscrições (crianças nascidas em 2020 ou quem vai pela primeira vez), o prazo termina a 31 de julho. Pode fazer online em aparoquia.com ou na Secretaria do Patronato.

(Nota: Para quem já frequenta, a renovação é automática, sendo apenas necessária a contribuição de 15€).

Papa Leão XIV: só a Omnipotência do amor, e não uma super potência, nos salvará da guerra.Com a solenidade de Pentecoste...
24/05/2026

Papa Leão XIV: só a Omnipotência do amor, e não uma super potência, nos salvará da guerra.

Com a solenidade de Pentecostes, chega ao fim o Tempo Pascal. Ao celebrar a missa na Basílica Vaticana, Leão XIV afirmou que a humanidade é redimida não por uma riqueza incalculável, mas por um dom inesgotável.

“Rezemos hoje para que o Espírito do Ressuscitado nos salve do mal da guerra, que é vencida não por uma super potência, mas pela Omnipotência do amor.”

Com esta invocação, o Papa concluiu a homilia pronunciada na celebração eucarística por ocasião da Solenidade de Pentecostes, presidida na Basílica de São Pedro com a participação de cinco mil fiéis.

O Pontífice deteve-se no Evangelho do dia, que narra a aparição de Jesus ressuscitado aos discípulos, mostrando-lhes «as mãos e o peito». O Senhor revela o seu corpo glorioso, isto é, as suas chagas, as feridas da crucificação. Estes sinais da Paixão, explicou Leão XIV, são mais eloquentes do que qualquer discurso, pois Aquele que estava morto agora vive para sempre.

Ao verem o Senhor, também os discípulos voltam à vida. No mesmo cenáculo onde instituiu a nova e eterna aliança, Jesus infunde o Espírito: o lugar da ceia e da traição transforma-se e, de sepulcro dos Apóstolos, torna-se para toda a Igreja seio de ressurreição. Por isso, acrescentou o Papa, o Pentecostes é festa pascal e festa do corpo de Cristo, que nós somos por graça.

Na sua Páscoa, Cristo estabelece a paz entre Deus e a humanidade, e o Espírito Santo infunde-a nos corações e difunde-a pelo mundo. Esta paz, observou o Santo Padre, provém do perdão e nos leva ao perdão. Jesus nos confia assim uma obra divina, porque só Deus pode perdoar os pecados, e tal autoridade é concedida em sinal de uma reconciliação universal. Deste modo, o Pentecostes realiza-se como festa da Nova Aliança: a aliança entre Deus e todos os povos da terra.

“Por isso, com o nosso coração podemos invocar: «Veni Sancte Spiritus», porque Ele já nos foi dado. Podemos desejá-Lo, porque já nos foi prometido. Podemos acolhê-Lo, porque Ele próprio é o doce hóspede da alma.”

A missão foi o segundo aspecto salientado pelo Papa. «Assim como o Pai me enviou», diz o Senhor, «também Eu vos envio a vós» (Jo 20, 21). Somos deste modo envolvidos na missão de Jesus. Agora que os Apóstolos receberam o Sopro do Ressuscitado dentro de si, este anúncio sai da sua boca, tem a voz de Pedro e dos que estão com ele.

"Somos verdadeiramente participantes do Evangelho: toda a Igreja é dele protagonista, não apenas guardiã", disse o Papa. Com a força do Espírito, o anúncio enche-se de alegria e esperança. Se por um lado há mudanças que não renovam o mundo, mas o envelhecem entre erros e violências; por outro, o Espírito Santo ilumina as mentes e suscita nos corações novas forças de vida. É assim que transfigura a história, abrindo-a à salvação.

O Espírito nos protege das facções e hipocrisias
Esta missão leva ao terceiro aspecto, pois o anúncio consiste em proclamar a verdade de Deus e do homem. O Espírito, afirmou Leão XIV, promove sempre a unidade na verdade, porque suscita em nós compreensão, concórdia e coerência de vida.

“O Paráclito defende-nos de tudo o que impede esta compreensão: das facções, das hipocrisias, das modas que obscurecem a luz do Evangelho. A verdade que Deus nos dá permanece assim como palavra libertadora para todos os povos, mensagem que transforma por dentro cada cultura.”

O Espírito do Ressuscitado é derramado constantemente e não apenas uma vez, como atestam os inúmeros dons e carismas. O Papa então concluiu:

"Caríssimos, com coração ardente, rezemos hoje para que o Espírito do Ressuscitado nos salve do mal da guerra, que é vencida não por uma super potência, mas pela Omnipotência do amor. Rezemos para que Ele liberte a humanidade da miséria, que é redimida não por uma riqueza incalculável, mas por um dom inesgotável. Rezemos para que nos cure da ferida do pecado, pela redenção anunciada a todos os povos em nome de Jesus. Esta é a graça que infunde coragem aos Apóstolos: por intercessão de Maria, Mãe da Igreja, a infunda também em nós, hoje e sempre."



- https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2026-05/papa-leao-xiv-homilia-solenidade-pentecostes-2026.html

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