FNA Garfe, Aldeia dos Presépios

FNA Garfe, Aldeia dos Presépios A Fraternidade de Nuno Álvares (FNA) tem como finalidade unir antigos escuteiros

04/06/2026
31/05/2026
15/05/2026

DIA INTERNACIONAL DA FAMÍLIA
15 de Maio de 2026
O Dia Internacional da Família celebra a importância da família na sociedade, enquanto a FNA vive e prolonga esses valores no dia a dia, através do convívio, do serviço e da fraternidade entre os seus membros.

24/04/2026

No fim de semana de 18 e 19 de abril de 2026, o Ecoparque do Atlântico, na freguesia da Madalena, acolheu a atividade “Nas Pistas da Prevenção”, promovida pelo Departamento Nacional de Prevenção e Saúde (DNPS) da Fraternidade Nuno Álvares (FNA). A iniciat...

23/04/2026

DIA DE SÃO JORGE - 23 de Abril
A importância de São Jorge para a Fraternidade de Nuno Álvares está profundamente ligada à identidade escutista, mesmo na idade adulta.
-Um modelo de vida escutista-
São Jorge simboliza valores centrais do escutismo que continuam válidos para adultos:
- Coragem perante dificuldades
- Fé e coerência de vida
- Serviço ao próximo
- Combate ao “mal”, entendido como injustiça, egoísmo ou indiferença
Para os Escuteiros Adultos, isto traduz-se numa vivência mais madura: não é apenas simbólico, mas um compromisso real com a sociedade, família e comunidade.
-Continuidade da Promessa Escutista-
Na Fraternidade, São Jorge representa a continuidade da Promessa Escutista ao longo da vida.
Mesmo já fora da idade jovem, os escuteiros adultos:
- renovam os ideais assumidos no CNE
- vivem o espírito escutista no dia a dia (trabalho, cidadania, voluntariado)
-mantêm ligação espiritual e ética ao movimento
São Jorge funciona como um referencial permanente, não apenas uma figura histórica.
-União e identidade-
O patrono também reforça a ligação entre gerações de escuteiros:
- jovens do Corpo Nacional de Escutas
- antigos filiados no CNE agora na Fraternidade
Isso cria um sentido forte de pertença a uma mesma “família escutista”, independentemente da idade.
-Dimensão espiritual-
Para a Fraternidade, que tem uma base cristã, São Jorge é ainda:
- exemplo de santidade vivida na ação
- inspiração para integrar a fé na vida diária
- símbolo de testemunho cristão no mundo moderno
Em resumo:
Para a esta associação de escuteiros adultos, São Jorge não é só um símbolo tradicional — é um modelo vivo de compromisso, coerência e serviço ao longo de toda a vida, mantendo acesa a essência do escutismo na idade adulta.

Unidos na FéA comunidade paroquial de Garfe viveu  na ultima semana um momento que ficará gravado na memória coletiva e ...
19/04/2026

Unidos na Fé

A comunidade paroquial de Garfe viveu na ultima semana um momento que ficará gravado na memória coletiva e no coração de todos nós. A nossa freguesia acolheu a **Cruz das Jornadas Mundiais da Juventude**, um símbolo que não carrega apenas madeira, mas as preces e a esperança de milhões de jovens por todo o mundo.

O que se viveu em Garfe foi a verdadeira essência da Igreja: uma comunidade viva e participativa. O acolhimento não foi apenas um ato formal, mas um abraço coletivo que envolveu todas as forças vivas da nossa paróquia:

* **Escuteiros e FNA:** Com o seu espírito de serviço e prontidão, garantiram a guarda e o transporte digno do símbolo.
* **Catequese:** Levando as crianças e adolescentes a compreender que a fé é um caminho de alegria e compromisso.
* **Centro Social:** Integrando todas as gerações, provando que a mensagem da Cruz é intemporal e une avós e netos.
* **Toda a Comunidade:** Que saiu à rua e uniu-se em oração, demonstrando que Garfe é uma terra de fé.

É importante recordar que esta não é apenas uma cruz. Conhecida como a **Cruz do Ano Santo**, a **Cruz do Jubileu** ou a **Cruz dos Jovens**, ela foi entregue pelo Papa João Paulo II aos jovens em 1984, com uma missão clara:

> *"Levai-a pelo mundo como sinal do amor de Jesus pela humanidade e anunciai a todos que só em Cristo morto e ressuscitado há salvação e redenção."*

Desde então, esta cruz de madeira, com 3,8 metros de altura, já peregrinou pelos cinco continentes, atravessou fronteiras, visitou zonas de conflito e hospitais, tornando-se o maior ícone itinerante da juventude católica.

Após dias de intensa espiritualidade e partilha, chegou o momento da despedida. No passado sábado, num gesto de fraternidade cristã, a comunidade reuniu-se para a **entrega solene da Cruz à paróquia de Taide**.

Este "passar de testemunho" simboliza que a missão não termina aqui; a luz que a Cruz acendeu em nós deve agora continuar a brilhar no coração de cada um, enquanto o símbolo segue o seu caminho, tocando outras vidas e outras comunidades.

**Seguimos juntos, no caminho da Fé!**

Hoje o nosso Núcleo, reunidos em eucaristia, elevamos a nossa ação de graças pelo dom da cruz, iluminada pelas velas que...
14/04/2026

Hoje o nosso Núcleo, reunidos em eucaristia, elevamos a nossa ação de graças pelo dom da cruz, iluminada pelas velas que simbolizam a fé viva da nossa comunidade 🕯️🕯️🕯️

Contemplando a cruz, recordamos o amor infinito de Cristo, que por nós se entregou. Nela encontramos a maior prova de amor, a luz que vence a escuridão e a esperança que renasce em cada coração. 🤎
Reconhecemos que a fé não tem idade. Ela vive no testemunho dos mais velhos, na alegria dos mais novos, e fortalece-se quando é partilhada entre gerações. Queremos ser uma comunidade que não esquece, que valoriza e que caminha unida. 🫶

Que sejamos instrumentos de amor, capazes de levar a cruz, não como um peso, mas como sinal de esperança, co***lo e presença junto de quem mais precisa. 🙏

Que este momento nos inspire a continuar a construir pontes, a cuidar uns dos outros e a sermos exemplo de uma comunidade que vive na fé, na solidariedade e no amor, hoje e sempre.

Epj Póvoa de Lanhoso
Paróquia SCosme SDamião Garfe

O VERDADEIRO SIGNIFICADO DA LUZ DA PAZ DE BELÉM, OS ESCUTEIROS E O OLHAR PARA O INTERIOR DO MOVIMENTOA Luz da Paz de Bel...
17/12/2025

O VERDADEIRO SIGNIFICADO DA LUZ DA PAZ DE BELÉM, OS ESCUTEIROS E O OLHAR PARA O INTERIOR DO MOVIMENTO

A Luz da Paz de Belém é muito mais do que uma chama que atravessa fronteiras e chega às nossas mãos antes do Natal. É um sinal profundamente espiritual, educativo e humano, que interpela não só o mundo exterior, mas também o interior do próprio Movimento Escutista e o coração de cada escuteiro.
A chama é acesa na Gruta da Natividade, em Belém, o local onde nasceu Jesus Cristo, a verdadeira Luz do Mundo. A partir daí, é transportada anualmente pelos escuteiros e partilhada de mão em mão, simbolizando paz, esperança, união, fraternidade e amor. Não se trata apenas de um gesto bonito ou tradicional, mas de um compromisso vivo, que exige coerência entre aquilo que celebramos e aquilo que vivemos.

O que a Luz da Paz representa

Paz de Cristo

A Luz recorda-nos que a paz não é apenas ausência de guerra, mas a presença viva de Cristo no meio de nós. É uma paz que transforma corações e relações, começando dentro de cada pessoa.

União e Fraternidade

Ao partilhar a chama sem que ela se apague, somos lembrados de que a mensagem do Evangelho cresce quando é partilhada. No escutismo, esta fraternidade deve ser visível não só fora, mas também entre escuteiros, dirigentes, chefias e associações.

Esperança e Caridade

A Luz da Paz desafia-nos a sermos faróis de esperança, especialmente junto dos mais frágeis, esquecidos ou feridos. É um apelo ao serviço desinteressado, fiel ao lema escutista: “Sempre Alerta para Servir”.

Missão de Serviço

Receber a Luz implica responsabilidade. Não basta levá-la fisicamente; é necessário transformar o símbolo em ação concreta, em gestos de reconciliação, justiça, escuta e cuidado.

Origem e tradição

Início: A tradição nasceu na Áustria, quando uma criança acendia a chama em Belém para apoiar causas solidárias, especialmente ligadas a crianças carenciadas.
Movimento global: Hoje, a Luz percorre inúmeros países, unindo escuteiros de diferentes culturas, línguas e confissões.
Partilha comunitária: É distribuída em cerimónias ecuménicas e comunitárias, chegando às famílias como sinal de compromisso pessoal: cada um torna-se guardião e mensageiro da paz.
Como participar

Os escuteiros — e todos os que se associam à iniciativa — levam uma vela para acender na chama principal e transportá-la para as paróquias, comunidades, lares e grupos, assumindo o dever de viver aquilo que a Luz simboliza.

Um convite a olhar para dentro

A Luz da Paz de Belém desafia também os escuteiros a um exame interior:

Há verdadeira fraternidade dentro das nossas associações?

Somos sinal de paz uns para os outros?

Vivemos os valores que anunciamos ao mundo?

Não há credibilidade no anúncio da paz exterior se, dentro do Movimento, existirem divisões, indiferença ou falta de caridade. A Luz começa no coração de cada escuteiro e só depois ilumina o caminho dos outros.

A Luz da Paz de Belém não é apenas uma tradição natalícia: é um chamamento permanente à conversão, ao serviço e à coerência. Recebê-la é aceitar a missão de ser construtor de paz — no mundo, na comunidade escutista e no íntimo de cada um.

De : Vitor Fernandes

indabaregressorigens.blogspot.com

30/11/2025

Conforme previsto no calendário nacional, decorreu ontem, sábado 29 de novembro, o Dia Nacional da Formação, que foi ocupado, por decisão da respectiva Secretaria, com o segundo En'Forma do ano, o Encontro Nacional do Quadro Nacional de Formadores, que re...

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