Real Associação da Madeira e do Porto Santo

Real Associação da Madeira e do Porto Santo Desde 2005 a divulgar, promover e defender a Casa Real Portuguesa e a Causa Real. Desde 2005, a divulgar e defender a Casa Real Portuguesa e a Causa Real.

14/04/2026

Aline Gallasch-Hall de Beuvink
5 d
·
👉‼️ Quando se está a falar da revisão constitucional, gostaria de chamar um ponto relativamente à verdadeira democracia: a que permite o povo escolher.
A minha crónica desta semana no Diário de Notícias: "Monarquia: o tabu constitucional que limita a democracia"
p. 4
https://www.dn.pt/.../monarquia-o-tabu-constitucional-que...
"A monarquia constitucional não é, por definição, um retrocesso. Pelo contrário, trata-se de um modelo em que o chefe de Estado exerce funções dentro de limites legais, num sistema em que o poder político efectivo pertence a instituições eleitas. Em várias democracias europeias, o monarca funciona como árbitro institucional e símbolo de continuidade, separado das disputas partidárias. Essa separação é uma vantagem: um chefe de Estado não eleito, mas politicamente neutro, pode reforçar a estabilidade e reduzir a personalização do poder. Além disso, a previsibilidade sucessória elimina disputas eleitorais para a chefia do Estado, permitindo concentrar o debate político no governo e no parlamento.
Implementar a monarquia constitucional em Portugal de forma democrática é, actualmente, impossível. Não por falta de argumentos, mas por imposição constitucional. A Constituição da República Portuguesa consagra logo no artigo 1.º que “Portugal é uma República soberana”, fechando simbolicamente a porta a qualquer alternativa. Mais do que isso, o artigo 288.º, alínea b), impede revisões que alterem a “forma republicana de governo”, transformando uma opção política numa cláusula intocável. Ou seja: a Constituição não só define o regime, ela blinda-o contra a vontade popular. Num sistema que se afirma democrático, esta rigidez levanta uma contradição evidente. Mesmo o recurso ao referendo está condicionado. O artigo 115.º exclui matérias que impliquem revisão constitucional, o que, na prática, impede consultar os cidadãos sobre a própria forma do Estado. Assim, o povo pode pronunciar-se sobre quase tudo, menos sobre o regime em que vive.
Se a monarquia constitucional pode oferecer vantagens como estabilidade institucional, neutralidade do chefe de Estado e separação mais clara entre Estado e governo, isso deveria ser matéria de debate livre, não de interdição jurídica. Quando tanto se fala na revisão da Constituição, levar este tema a sério exige coragem: rever o artigo 1.º, eliminando a definição rígida do regime; alterar o artigo 288.º para retirar o carácter absoluto da forma republicana; e reformular o artigo 115.º, permitindo referendos sobre questões estruturais.
Não se trata de defender a monarquia. Trata-se de questionar um princípio mais fundamental: pode uma democracia impedir os seus cidadãos de escolher o seu próprio regime? Se a resposta for “sim”, então o problema não é a monarquia, é a própria democracia portuguesa. Levar este debate a sério exige, antes de mais, uma revisão constitucional que elimine ou flexibilize esse limite material. Não para impor uma mudança, mas para permitir a escolha. Uma democracia madura não teme perguntas estruturais, institucionaliza-as. Discutir a monarquia não é regressar ao passado. É testar a coerência do presente democrático."
Aline Gallasch Hall de Beuvink, 8-04-2026


Diário de Notícias -Fans

Call now to connect with business.

Fez ontem 623 anos, a Ilha de Lanzarote (Tytheroygatra) assistia a um momento decisivo da sua história.No primeiro dia d...
26/02/2026

Fez ontem 623 anos, a Ilha de Lanzarote (Tytheroygatra) assistia a um momento decisivo da sua história.
No primeiro dia da Quaresma de 1403, o rei indígena Guadarfía, último soberano majo de Lanzarote , recebia o baptismo cristão, assumindo o nome de Luís.
Na imagem vemos: Guadarfía, rei dos Majos, figura altiva mesmo no momento da conversão. o clérigo que administra o sacramento e Gadifer de la Salle
Este acto não foi apenas religioso — foi político, dinástico e fundacional.
Por via de Maciot de Bettencourt e da sua descendência, o sangue de Guadarfía integrou-se nas linhagens nobres. Maciot de Bettencourt, então jovem nobre normando de cerca de 16 anos, sobrinho e herdeiro político de Jean de Béthencourt, Rei das Canárias, que viria a governar Lanzarote e a unir-se à filha de Guadarfía, Teguise.
Assim, segundo a tradição genealógica, o sangue de Guadarfía corre hoje nas veias de S.A.R. D. Afonso, Príncipe da Beira, herdeiro presuntivo do título de Rei de Portugal, por via de Maciot de Bettencourt e de sua mãe, Senhora D. Isabel de Herédia, Duquesa de Bragança.
623 anos depois, este momento continua a simbolizar o encontro — tenso, complexo e decisivo — entre dois mundos.
Victor Bettencourt, Pr. AG da Real da Madeira.

Feliz Aniversário, S.A.R. o Príncipe Dom Afonso de Bragança 🎉👑Hoje celebramos o nascimento de Sua Alteza Real, herdeiro ...
25/03/2025

Feliz Aniversário, S.A.R. o Príncipe Dom Afonso de Bragança 🎉👑

Hoje celebramos o nascimento de Sua Alteza Real, herdeiro da Casa Real Portuguesa 🇵🇹.
Que a vida de Dom Afonso seja longa, próspera e cheia de sabedoria, sempre ao serviço de Portugal com honra e dedicação.

Viva o Príncipe! 🎂
Viva a Monarquia! 👑
Viva Portugal! ❤️💛💚

🎉 Feliz Aniversário a Sua Alteza a Infanta D. Maria Francisca, Duquesa de Coimbra 👑A Real Associação da Madeira e do Por...
03/03/2025

🎉 Feliz Aniversário a Sua Alteza a Infanta D. Maria Francisca, Duquesa de Coimbra 👑

A Real Associação da Madeira e do Porto Santo felicita Sua Alteza a Infanta D. Maria Francisca, Duquesa de Coimbra, por ocasião do seu aniversário natalício.

Que este dia seja celebrado com alegria 🎂 e que o futuro lhe traga saúde, felicidade e prosperidade.

🆕 𝐍𝐨𝐯𝐨 𝐛𝐥𝐨𝐠 𝐝𝐚 𝐑𝐞𝐚𝐥 𝐀𝐬𝐬𝐨𝐜𝐢𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐝𝐞 𝐋𝐢𝐬𝐛𝐨𝐚: "𝐀 𝐩𝐨𝐬𝐭𝐮𝐫𝐚 𝐝𝐨𝐬 𝐑𝐞𝐢𝐬 𝐝𝐞 𝐄𝐬𝐩𝐚𝐧𝐡𝐚 𝐞𝐦 𝐕𝐚𝐥𝐞̂𝐧𝐜𝐢𝐚" 🇪🇸🤝Após o trágico fenómeno DANA...
27/01/2025

🆕 𝐍𝐨𝐯𝐨 𝐛𝐥𝐨𝐠 𝐝𝐚 𝐑𝐞𝐚𝐥 𝐀𝐬𝐬𝐨𝐜𝐢𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐝𝐞 𝐋𝐢𝐬𝐛𝐨𝐚: "𝐀 𝐩𝐨𝐬𝐭𝐮𝐫𝐚 𝐝𝐨𝐬 𝐑𝐞𝐢𝐬 𝐝𝐞 𝐄𝐬𝐩𝐚𝐧𝐡𝐚 𝐞𝐦 𝐕𝐚𝐥𝐞̂𝐧𝐜𝐢𝐚" 🇪🇸🤝Após o trágico fenómeno DANA que assombrou várias regiões de Espanha no passado dia 29 de outubro, deixando Valência de luto, o Rei Felipe VI e a Rainha Letizia, num ato de grande solidariedade, empatia e coragem, alteraram a sua agenda para estarem ao lado da população de Valência desde as primeiras horas da tragédia, levando conforto e esperança às vítimas e alento às forças armadas. Mesmo diante de um ambiente de tensão, com insultos e arremessos de lama, os Reis mantiveram-se firmes, demonstrando uma exemplar atitude de compaixão e pacificação. 🤝❤️



A Causa Real expressa as mais sentidas condolências às famílias das vítimas da trágica DANA que, no dia 29 de Outubro de 2024, assolou a região de Valência, deixando um rastro de destruição, sofrimento e perdas irreparáveis. Este desastre natural, que caus...

🆕 É com grande alegria que partilhamos convosco o mais recente projeto da Real Associação da Madeira e do Porto Santo: o...
24/01/2025

🆕 É com grande alegria que partilhamos convosco o mais recente projeto da Real Associação da Madeira e do Porto Santo: o lançamento da página de Instagram 𝐅𝐚𝐦𝐢́𝐥𝐢𝐚 𝐑𝐞𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐏𝐨𝐫𝐭𝐮𝐠𝐚𝐥 🇵🇹👑, criada com o propósito de ampliar a divulgação da atividade de S.A.R. Dom Duarte Pio de Bragança e da Família Real Portuguesa, nomeadamente junto das gerações mais jovens. ▶ https://www.instagram.com/familiarealdeportugal/

📰📷Convidamos todos os nossos reais associados e amigos a seguirem esta página e a divulgá-la junto dos vossos familiares e demais contactos que se interessem pela atividade do Chefe da Casa Real Portuguesa.Contamos com o vosso apoio! Viva o Rei! Viva Portugal! 🇵🇹❤️



📸 Momento especial no casamento real com várias personalidades ligadas à causa monárquica. Da esquerda para a direita: 🤝...
20/01/2025

📸 Momento especial no casamento real com várias personalidades ligadas à causa monárquica. Da esquerda para a direita:

🤝 João Carlos da Cunha Paredes, Presidente da Real Associação da Ilha da Madeira, com a sua filha, Maria Luciana Paredes, Secretária da Mesa do Congresso da Causa Real;
🤝 Pedro Quartin Graça, Presidente da Causa Real, e a sua esposa, Eugénia Quartin Graça;
🤝 José Aníbal Marinho Gomes, Presidente da Real Associação de Viana do Castelo, acompanhado pela sua esposa, Paula Marinho Gomes.

Veja a reportagem completa do casamento de S.A.R. a Infanta D. Maria Francisca e Duarte de Sousa Martins na 28ª edição do Correio Real.

Viva os Noivos! Viva Portugal! 💍🇵🇹



📰Excelente reflexão da autoria de Aline Gallasch-Hall de Beuvink. Nós também preferimos um Rei, um Chefe de Estado apart...
15/01/2025

📰Excelente reflexão da autoria de Aline Gallasch-Hall de Beuvink. Nós também preferimos um Rei, um Chefe de Estado apartidário que “sabe que deve o seu poder ao povo” e que tem “amor pela História, pelo povo que fez essa História e que construiu esse país e que compõe esse Estado”. Viva o Rei! 👑 🇵🇹

👉‼️ "Eu prefiro um rei." - A minha opinião no Jornal NOVO: "A ideia que se tem do que deve ser a figura de um Chefe de Estado é a de alguém que deverá exercer o seu cargo com a maior dignidade e uma gravitas que lhe confere essa dignidade. Também é expectável que seja representativo de todos aqueles que pertencem a esse Estado.
Na minha óptica, quem verdadeiramente serve esse propósito na perfeição é um rei. Porque o rei, não sendo apolítico, é apartidário, logo, nunca poderá fazer discursos ou cometer actos que beneficiem ou prejudiquem um determinado partido em prol de outro - porque será sempre redutor e qualquer desses partidos é representativo de uma parte da população que se identificará com essa linha política, e que estará no conjunto que perfaz o povo que pertence a esse Estado soberano. Também um rei não faz juízos de valor sobre a História do Estado que representa - não só porque muitas vezes, a história da sua família se confunde com a história do próprio país, mas também porque é o Chefe de Estado de todos os que também já não se encontram entre nós. Isto é fácil de explicar: é que um país não é só fruto do que fazemos no tempo presente e das pessoas que, agora, vivem nele; ele é, principalmente, o resultado de todos os que o formaram, o construíram, pelo qual lutaram. Nenhum Presidente da República tem essa capacidade ou, sequer, poderá ocupar esse lugar com essa responsabilidade. Ele é o escolhido no imediato - quando muito, por dois mandatos seguidos, uma década - e depois, segue a sua vida, com todas as regalias e já sem nenhum ónus das decisões ou representatividade. A reforma idealizada por muitos, provavelmente. Um rei, até abdicar ou morrer, mantém essa gravitas e essa responsabilidade. Queira, ou não. O escrutínio sobre a sua vida, principalmente privada, é pública. Não há como escapar. E os juízos de valor são mais apurados.
Isto vem a propósito das infelizes declarações do Presidente da República durante esta semana. Não foi só a vergonha de ouvi-lo dizer que temos primeiros-ministros lerdos por serem orientais ou imprevisíveis por serem rurais, num tom depreciativo e de soberba intelectual. Foi perceber, se dúvidas houve no passado, que este Presidente da República vê-se como um representante de uma pseudo-elite-pseudo-intelectual-pseudo-classe-alta, que olha para os outros com desprezo e superioridade, bem longe do povo rural ou do povo imigrante. Aliás, a faceta do “beijocas” e pseudo-amigo-do-povo, que até fez campanha a secar cabelos num cabeleireiro, levando a expressão “popularucho” a um outro nível, agora cai por terra e esvazia-se, pelo cinismo e falta de autenticidade que contem. Porque, no fundo, o desprezo que estava patente naquelas expressões de “ruralidade” e “oriental” demostra bem como os beijos de outrora não passaram de encenação. Voltar a ver Marcelo Rebelo de Sousa a beijar uma pessoa do povo, rural, ou estrangeira, nunca mais será a mesma coisa.
Além disso, o absurdo que chegou na verbalização da “justiça histórica”, sobre a acção dos portugueses no passado e a necessidade de indemnizar gerações, como se a nossa História se resumisse à escravatura, é por demais revoltante.
Ora um rei sabe que deve o seu poder ao povo. É aclamado por ele, emana dele e é pela sua vontade que láse mantém. É pelo respeito e pela ligação histórica e de fidelidade entre ele e o povo, o seu sentido de serviço a esse povo e a esse Estado, que justificam a sua existência. Por isso, o amor pela História, pelo povo que fez essa História e que construíu esse país e que compõe esse Estado, é de tal forma grande e verdadeiro, que nunca seria posto em causa. Seria sempre superior. Negar esse amor seria uma traição histórica. E por tudo isso, e por outras questões que não cabem aqui, eu prefiro um rei."
Aline Gallasch Hall de Beuvink, 24-04-2024


Jornal NOVO

Uma grande mulher, uma grande Rainha! Viva Portugal! 👸 🇵🇹
13/01/2025

Uma grande mulher, uma grande Rainha! Viva Portugal! 👸 🇵🇹

RAINHA DONA AMÉLIA

Durante a segunda guerra mundial, quando Hi**er ocupou a França, a ex-rainha de Portugal, dona Amélia de Orleans (bisneta do último rei de França, Luís Filipe de Orleans), negou-se a deixar Paris mesmo após ter recebido o convite da república portuguesa para retornar a Portugal durante a guerra. Dona Amélia prontamente recusou o convite dizendo querer sofrer a mesma sorte dos franceses. Ela mandou hastear a bandeira portuguesa, da República Portuguesa, em sua casa, pois ela considerava-se portuguesa e Portugal era um país neutro durante a segunda guerra mundial.

🆕𝐍𝐨𝐯𝐨 𝐛𝐥𝐨𝐠 𝐝𝐚 𝐑𝐞𝐚𝐥 𝐀𝐬𝐬𝐨𝐜𝐢𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐝𝐞 𝐋𝐢𝐬𝐛𝐨𝐚 𝐞𝐦 𝐝𝐞𝐟𝐞𝐬𝐚 𝐝𝐨𝐬 𝐀𝐠𝐫𝐢𝐜𝐮𝐥𝐭𝐨𝐫𝐞𝐬 𝐏𝐨𝐫𝐭𝐮𝐠𝐮𝐞𝐬𝐞𝐬! 📢 ✍🏻 A  REAL  manifesta a sua preocupa...
10/01/2025

🆕𝐍𝐨𝐯𝐨 𝐛𝐥𝐨𝐠 𝐝𝐚 𝐑𝐞𝐚𝐥 𝐀𝐬𝐬𝐨𝐜𝐢𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐝𝐞 𝐋𝐢𝐬𝐛𝐨𝐚 𝐞𝐦 𝐝𝐞𝐟𝐞𝐬𝐚 𝐝𝐨𝐬 𝐀𝐠𝐫𝐢𝐜𝐮𝐥𝐭𝐨𝐫𝐞𝐬 𝐏𝐨𝐫𝐭𝐮𝐠𝐮𝐞𝐬𝐞𝐬! 📢

✍🏻 A REAL manifesta a sua preocupação com a degradação do setor primário e do mundo rural em Portugal. O menosprezo pelo sector agropecuário, a má gestão das verbas da PAC e as atuais políticas agrícolas, que já têm provado ser extremamente danosas para os agricultores e empresários do sector, estão a pôr em risco não só a sobrevivência das nossas empresas agrícolas, como também a nossa segurança alimentar.🌾❌ Com o agravar dos atuais conflitos mundiais, é urgente darmos prioridade àquilo que é realmente importante. Não há futuro sem agricultura em Portugal! 🇵🇹


A Causa Real vê com grande preocupação a contínua degradação do sector primário e do mundo rural. De facto, nos últimos anos os governos de Portugal têm menosprezado o sector agropecuário pondo em perigo não apenas a sobrevivência das nossas empresas agrí...

Endereço

Rua Da Carreira, 215
Funchal
9000-042

Website

Notificações

Seja o primeiro a receber as novidades e deixe-nos enviar-lhe um email quando Real Associação da Madeira e do Porto Santo publica notícias e promoções. O seu endereço de email não será utilizado para qualquer outro propósito, e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Local De Adoração

Envie uma mensagem para Real Associação da Madeira e do Porto Santo:

Compartilhar