Paróquia de Santa Luzia

Paróquia de Santa Luzia Igreja Católica da Diocese do Funchal

13/08/2026
12/08/2026

Tomadas de Posse dos Novos Párocos
As celebrações de tomada de posse dos novos párocos serão presididas pelo Vigário-Geral da Diocese do Funchal, Cónego Marcos Gonçalves, de acordo com o seguinte calendário:

5 setembro, 18h na paróquia de Santa Luzia. Padre Marcos Rafael Gonçalves Rebelo.

3 outubro, 17h na paróquia de Garachico. Padre José Pascoal de Freitas Gouveia.

3 outubro, 19h na paróquia do Jardim da Serra. Padre José Pascoal de Freitas Gouveia.

10 outubro, 17h30 na paróquia do Arco da Calheta. Padre Rui Daniel Silva.

10 outubro, 19h na paróquia do Loreto. Padre Rui Daniel Fernandes da Silva.

11 outubro, 11h na paróquia da Madalena do Mar. Padre Rui Daniel Fernandes da Silva.

DIOCESE DO FUNCHALNomeações Sacerdotais 202630-07-2026D. NUNO BRÁS DA SILVA MARTINSPor mercê de Deus e da Santa Sé Apost...
30/07/2026

DIOCESE DO FUNCHAL

Nomeações Sacerdotais 2026
30-07-2026

D. NUNO BRÁS DA SILVA MARTINS

Por mercê de Deus e da Santa Sé Apostólica

Bispo do Funchal

Uma Diocese "é a porção do Povo de Deus, que se confia a um Bispo para que a apascente com a colaboração do presbitério, de tal modo que, unida ao seu pastor e reunida por ele no Espírito Santo por meio do Evangelho e da Eucaristia, constitui uma Igreja particular, na qual está e opera a Igreja de Cristo, una, santa, católica e apostólica" (CD 11).

Cabe pois ao Bispo a tarefa de, tendo em conta o bem das diferentes comunidades e a constituição do presbitério diocesano, zelar para que a ninguém falte os auxílios necessários ao conhecimento e encontro com Cristo.

Tal seria impossível sem a disponibilidade confiante dos presbíteros para os trabalhos apostólicos que, desde sempre, marcam as comunidades cristãs, e também para aqueles novos desafios que o evoluir do nosso mundo concreto coloca à vida da fé. Tal como seria, igualmente, impossível sem todo o povo de Deus que, no tecido quotidiano da vida, dá testemunho da fé, esperança e caridade que nos vêm de Jesus ressuscitado e que nas suas comunidades colabora com o pároco em tantas tarefas apostólicas.

Depois de consultados o conselho episcopal, os que agora são nomeados bem como outros responsáveis pastorais, tornam-se públicas as nomeações para o ano pastoral 2026-2027. No entanto, a estas se hão-de seguir outras, consoante o permitir a disponibilidade de sacerdotes e de outros colaboradores diocesanos.

Abraão Maria Vieira de Marcos — Capelão do Mosteiro de Nossa Senhora da Piedade da Caldeira;

António Marcelino Ganança, SDB — Pároco in solidum de Fátima (Nossa Senhora de Fátima, Funchal) juntamente com o P. Manuel Ferreira Mendes, SDB, a pedido do seu superior;

Hugo Filipe Almada Gomes — Vice-chanceler da Cúria Diocesana, acumulando com as funções até agora desempenhadas de Pároco do Jardim do Mar (Nossa Senhora do Rosário), Paul do Mar (Santo Amaro) e Raposeira (Santo António de Lisboa)

João Diogo Silva Gonçalves — Prossegue os estudos de doutoramento na Faculdade de Teologia da UCP (Lisboa) e é por isso dispensado da Equipa do Seminário, de Assistente espiritual da ACEGE e de Assistente Espiritual da Pastoral Juvenil, mantendo o ministério de Pároco do Curral das Freiras.

João Duarte R. Pita de Andrade — dispensado do múnus de Chanceler da Cúria Diocesana e de Pároco de Santa Luzia (Funchal);

João Francisco Dias — Chanceler da Cúria Diocesana, acumulando com as funções até agora desempenhadas de Pároco de S. Pedro (Funchal)

José Pascoal de Freitas Gouveia — Pároco de S. Tiago (S. Tiago Menor, Jardim da Serra) e Garachico (Nossa Senhora do Bom Sucesso);

Manuel Ferreira Mendes, SDB — Pároco in solidum de Fátima (Nossa Senhora de Fátima, Funchal) juntamente com o P. António Marcelino Ganança, SDB, a pedido do seu superior;

Marcos Rafael Gonçalves Rebelo — Pároco de Santa Luzia (Funchal), Membro da Equipa Formadora do Seminário do Jasmineiro, continuando como colaborador na Paróquia da Sé;

Rui Daniel Fernandes da Silva — Pároco de Arco da Calheta (S. Brás), Madalena do Mar (Santa Maria Madalena) e Loreto (Nossa Senhora do Loreto).

Funchal, 30 de julho de 2026

† Nuno, Bispo do Funchal

IGREJA CATÓLICA
Diocese do Funchal - 2017

29/07/2026
29/07/2026

O Padre Santiago Villalôbos, residente da nossa paróquia e sacerdote do Patriarcado de Lisboa, presidiu no passado domingo, 26 de julho às 10 horas, a Missa na nossa paróquia de Santa Luzia.

CONVITE: A Diocese do Funchal convida todos os fiéis, agentes pastorais e comunidades a participarem na apresentação do ...
23/07/2026

CONVITE:

A Diocese do Funchal convida todos os fiéis, agentes pastorais e comunidades a participarem na apresentação do Programa Pastoral da Diocese do Funchal 2026/2027.Sábado, 25 de julho de 2026, às 10h30Igreja do Colégio.

Venha conhecer o caminho pastoral proposto para o novo ano eclesial e junte-se a este momento de comunhão, reflexão e esperança. O Programa Pastoral da Diocese do Funchal para 2026/2027 tem como lema "Sede praticantes da Palavra" e convida toda a Igreja diocesana a colocar a Palavra de Deus no centro da vida cristã e da ação pastoral.

Missa NovaO Padre Santiago Villalôbos, residente da nossa paróquia e sacerdote do Patriarcado de Lisboa, presidirá no pr...
19/07/2026

Missa Nova

O Padre Santiago Villalôbos, residente da nossa paróquia e sacerdote do Patriarcado de Lisboa, presidirá no próximo domingo, 26 de julho às 10 horas, a Missa na nossa paróquia de Santa Luzia.

Estão todos convidados a celebrar connosco em ação de graças pelo Ministério Sacerdotal que foi confiado ao Padre Santiago.

Rezamos pela sua santificação, pelo seu ministério e pelas comunidades que lhe são confiadas.

“A missão é estar onde Deus quer e fazer o que Ele quer”Natural de Lisboa, mas madeirense de coração, o diácono Santiago...
19/07/2026

“A missão é estar onde Deus quer e fazer o que Ele quer”
Natural de Lisboa, mas madeirense de coração, o diácono Santiago Villalôbos, de 26 anos, vai ser ordenado sacerdote neste Domingo, 28 de junho, após um percurso marcado pela descoberta gradual da vocação e por experiências que o levaram a compreender o sacerdócio como resposta ao amor de Deus e não como um projeto pessoal. “Espero ser consagrado pelo Senhor, ser assumido na sua fidelidade e no seu amor”, deseja.

Uma família transformada pela fé

Filho de uma família que reencontrou a fé através do Caminho Neocatecumenal, Santiago reconhece-se como fruto dessa experiência de evangelização e afirma que a sua história vocacional começou muito antes de ter consciência dela.

Santiago nasceu em Lisboa, mas mudou-se para a ilha da Madeira quando tinha apenas oito meses de idade. É o segundo de quatro irmãos e cresceu num ambiente familiar profundamente marcado pela redescoberta da fé dos pais. “Os meus pais reencontraram-se com a fé cristã através do Caminho Neocatecumenal, já na Madeira. Não tinham prática religiosa propriamente. Foi através do testemunho de uma família missionária que deixou tudo para evangelizar na ilha. Isso tocou os meus pais, transformou a sua vida e eu sou fruto disso”, conta.

Recordando a infância, explica que a fé sempre fez parte da sua vida quotidiana. “Desde que me lembro, íamos à Missa todos os Domingos e rezávamos as Laudes em família. Os meus pais foram descobrindo a fé aos poucos e foram transmitindo-a a nós, filhos”, lembra.

Aos 13 anos, entrou numa comunidade neocatecumenal, na Paróquia da Nazaré, no Funchal. Foi aí que começaram a surgir os primeiros sinais de uma vocação que inicialmente rejeitava.

“Achava que ser padre seria um desperdício”

Durante a adolescência, Santiago não se imaginava sacerdote. Pelo contrário, sonhava constituir família e viver um matrimónio cristão e missionário. “O projeto de ser padre não entrava nos meus planos. Eu desejava casar”, assume.

Apesar disso, várias pessoas à sua volta identificavam nele sinais de vocação sacerdotal. Uma situação ficou particularmente gravada na memória. “Uma catequista disse-me: ‘Santiago, por favor, não sejas padre porque seria um desperdício.’ Aquilo irritou-me, mas tocou num ponto importante, porque eu achava, de facto, que ser padre seria um desperdício”, conta.

Com o passar do tempo, reconhece que Deus foi desmontando essa ideia: “Aos poucos, o Senhor foi curando esta má interpretação de que entregar a minha vida a Cristo pelo sacerdócio seria um desperdício”. Embora não se identificasse com o estilo de vida sacerdotal, havia algo que o atraía profundamente. “Eu não desejava o celibato, não o via como uma coisa boa, mas seduzia-me o mistério da Eucaristia. Quando via o padre celebrar, especialmente no momento da consagração, aquilo atraía-me”, salienta.

A alegria que abriu caminho à vocação

O momento decisivo aconteceu em 2016, durante a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) em Cracóvia, na Polónia. Ao recordar esse período, Santiago resume a sua história numa frase: “Fui seduzido pela alegria”. Segundo explica, a mesma alegria que tinha atraído os seus pais à fé foi também a chave da sua própria vocação.

Durante um encontro vocacional após a JMJ, ficou profundamente marcado pelo testemunho do Padre Mario Pezzi, uma das figuras ligadas ao Caminho Neocatecumenal. “O rosto dele irradiava uma alegria que me atraiu, perfurou o meu coração. Não era uma pessoa famosa, não estava no centro das atenções, mas brilhava do rosto dele uma alegria que eu desejava”, manifesta.

Esse encontro levou-o a confrontar-se seriamente com o chamamento de Deus. “Quando o Padre Mario subiu ao ambão, eu disse no meu coração: ‘Eu quero isto para mim.’ Não sabia se era o sacerdócio ou não. Queria aquela alegria”, revela.

Pouco depois, durante um apelo vocacional, deu o passo que mudaria a sua vida. “Não sei explicar como, mas levantei-me e corri até ao palco para dar a minha disponibilidade ao Senhor. Rapidamente percebi que não podia fugir do sacerdócio”, explica.

Na altura, terminava o Ensino Secundário e tinha o sonho de estudar Engenharia Aeroespacial. “Gostava da área e tinha o sonho de trabalhar para a Airbus. Mas o Senhor tinha outros planos. No fundo, passei para outro tipo de Céu”, graceja.

Aprender que a missão é disponibilidade

Em 2017, ingressou no Seminário ‘Redemptoris Mater’ de Lisboa, em Caneças. A escolha da capital portuguesa não correspondeu às suas expectativas iniciais. “Eu ia com intenções de ir para Roma ou Madrid. Quando soube que vinha para Lisboa fiquei um bocadinho frustrado”, manifesta.

Com o tempo, porém, descobriu nessa experiência um novo sentido de pertença: “Aprendi que vir para o seminário não é uma experiência de intercâmbio. É estar disposto para onde o Senhor quiser. Aprendi a amar Lisboa e a amar a diocese para onde o Senhor me envia”.

Ao longo dos anos de formação, Santiago viveu experiências pastorais diversas, incluindo um período missionário na Áustria. Contudo, afirma que uma das maiores lições recebidas foi precisamente a renúncia aos seus próprios projetos. “O Senhor tem-me feito ver que a missão é estar onde Ele quer e fazer o que Ele quer. É isso que tenho aprendido”, garante.

A morte do pai como confirmação vocacional

Entre os acontecimentos mais marcantes do seminário destaca a doença e morte do pai, vítima de cancro, em 2021. “Foi um momento muito duro. Eu sentia que estava a perder o meu pai e que estava a perder tempo com ele por estar no seminário”, refere.

Essa experiência tornou-se um tempo de profunda purificação interior. “Foi um momento em que Deus pôs à prova as minhas intenções. Houve revolta, houve luta, houve oração”, reconhece.

Dois dias antes da morte do pai, Santiago viveu um momento que considera decisivo para a sua caminhada. “Consagrei-me a São João Paulo II e pedi a graça de viver aquele sofrimento sem revolta. Foi o momento em que disse: ‘Faça-se.’ Entreguei o meu pai a Deus”, conta, referindo que, após a morte do pai, encontrou uma paz inesperada: “Todas as dúvidas vocacionais desapareceram. Senti uma paz profunda de que era este o lugar onde eu tinha de estar”.

“Quero ser sacerdote segundo a fidelidade de Deus”

À medida que se aproxima o dia da ordenação sacerdotal, o diácono Santiago Villalôbos afirma que a sua principal expectativa não está centrada em si mesmo, mas na ação de Deus. “Espero ser consagrado pelo Senhor, ser assumido na sua fidelidade e no seu amor”, deseja.

Reconhecendo as suas fragilidades, diz confiar totalmente na promessa de Deus. “Desejo que o Senhor faça aquilo que prometeu fazer: fazer-me sacerdote para sempre, configurar-me com Cristo, apesar de mim e apesar das minhas insuficiências”, frisa.

Mais do que realizar grandes projetos ou procurar protagonismo, o futuro sacerdote afirma que deseja viver o ministério como disponibilidade total à vontade de Deus: “Tenho feito a experiência de que muitos dos meus desejos de missão e de grandeza precisaram de ser purificados. Hoje percebo que a missão é estar onde Deus quer e fazer o que Ele quer”.

É nessa certeza que encara o futuro sacerdotal. “É nas promessas de Deus que tenho descansado nos momentos mais difíceis da minha vida. É nessa fidelidade que espero e é nessa fidelidade que me entrego”, conclui.

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