Freguesia de Vila Ruiva

Freguesia de Vila Ruiva Vila Ruiva é uma freguesia portuguesa do concelho de Fornos de Algodres, Distrito da Guarda. Em 1527 tinha 50 fogos.

Parece tirar o nome de um certo grande fidalgo de nome Ruique foi senhor desta terra. É freguesia da invocação de Nossa Senhora da Graça, (cuja imagem, de pedra e muito antiga, se venera no altar mor), está situada além do Mondego, nas faldas da Serra da Estrela. Pertenceu ao concelho de Linhares, extinto por decreto de 24 de Outubro 1855, passando então para o de Celorico da Beira. Mais tarde pas

sou para o de Gouveia, e depois para o de Fornos de Algodres, a que actualmente pertence, por decreto de 13 Janeiro de 1898.

É fértil em cereais, vinho e azeite, e também cria muito gado lanígero. Esta povoação sofreu muito por ocasião da retirada dos franceses sob o comando do general Massena, em 1811. Destruíram os altares da igreja que eram de boa talha.

Fornos Vida em Vila Ruiva
15/05/2015

Fornos Vida em Vila Ruiva

Foram cerca de 180 alunos do projecto Fornos Vida, num total de cerca de 200 participantes que estiveram ontem, presentes na histórica freguesia de Vila Ruiva, a fim de se realizar a atividade "Dia da Espiga", incorporada na planificação do projeto Fornos Vida. Uma atividade que foi organizada em conjunto com a Universidade Sénior de Fornos de Algodres e a União de freguesia de Vila Ruiva, Vila Soeiro e Juncais.
Depois das boas vindas por parte da organização e de um ligeiro aquecimento, ao encargo do Prof. Ricardo Fernandes, os participantes foram divididos em 3 grupos, com grau de dificuldade crescente, e iniciaram um percurso pedestre pela aldeia de Vila Ruiva.
Uma atividade que tem tido um grande sucesso, pois já percorreu o concelho todo, sempre com bastante adesão por parte da grande maioria dos alunos. O segredo talvez seja por ser uma atividade onde os participantes, para além de realizarem actividade física ajustada à sua faixa etária, puderam também visitar os locais mais emblemáticas do fantástico património fornense.
Uma forma saudável e divertida de realizar actividade física e conhecer o património local.
Seguiu-se o almoço, que deixou toda a gente com água na boca, de tão aprazível que estava.
De seguida, todos os presentes puderam deleitar-se com mais uma actuação do Rancho Folclórico Sénior de Fornos de Algodres. Uma atuação, diga-se, cheia de brilhantismo.
Para finalizar, foram ainda entregues os prémios do concurso de quadras referente ao dia que a organização lançou a todos os participantes. Aos vencedores e vencidos, os nossos sinceros parabéns.
No final, foi ainda entregue uma pequena lembrança do dia (um saquinho com um pão e um raminho) ao mesmo que puderam saborear um belo bolo.
Não seria justo deixar aqui uma profunda palavra de agradecimento a todos aqueles que conjuntamente com o projecto Fornos Vida, organizaram, planearam e executaram mais este dia de puro convívio fraterno. Nomeadamente, a União de Freguesias de Vila Ruiva, Vila Soeiro e Juncais, Universidade Sénior de Fornos de Algodres, Rancho Folclórico Sénior de Fornos de Algodres e grupo do Fornos Vida de Vila Ruiva.

A todos eles o nosso bem-haja.

02/12/2012

Música da nossa terra:

Do Calvário à Moreira
do Cabo ao Ninho do Corvo
esta marcha hospitaleira
andam nas bocas do povo

desde o Eiró ao Rossio
andam cantigas no ar
mas só nesta alegremente
vai Vila Ruiva a passar

Berços de muitos Doutores
valorosos Professores
estudantes e caixeiros
(trum trum trum)

Valorizar a nação
é sua nobre missão
e isto são os primeiros
(trum trum trum)

este grupo de mentores
descendentes de pastores
tem valor especial

Torna conhecida a terra
é Vila Ruiva da Serra
Princesa de Portugal

Pode a terra ser pequena
mas para nós é a primeira
santo António até tem pena
em não ser da nossa aldeia

Não há ninguém que resista
à graça que a marcha tem
Vila Ruiva em ser bairrista
eleva a terra tão bem

Berços de muitos Doutores
valorosos Professores
estudantes e caixeiros
(trum trum trum)

Valorizar a nação
é sua nobre missão
e isto são os primeiros
(trum trum trum)

este grupo de mentores
descendentes de pastores
tem valor especial

Torna conhecida a terra
é Vila Ruiva da Serra
Princesa de Portugal

02/12/2012

A todos os Vila-Ruivensses pedimos para partilharem a nossa página e a divulgarem além fronteiras!

02/12/2012
Associação de Promoção Social, Recreativa e Desportivo de Vila Ruiva - Já pensou que cada ser humano com 70 anos de idad...
02/12/2012

Associação de Promoção Social, Recreativa e Desportivo de Vila Ruiva - Já pensou que cada ser humano com 70 anos de idade já viveu 25.550 dias, 613.200 horas;Que apesar das suas rugas, nasceu como um bebé gracioso, passou por cada fase da infância mais traquina, cresceu e desenvolveu-se, tornou-se um adulto de respeito, um cidadão atento e com ideais.Aprendeu os sentimentos mais diversos como a Tristeza e o Ódio mas também soube bem o que é a Paixão e o Amor.Tornou-se um Profissional em áreas diversas, uma Mãe ou um Pai trabalhador, Amigo dedicado, com valores.Sabe o significado de "Família" e por ela lutaram, com ela riram e até choraram.Já festejou a vida em pleno mas também já conheceu o luto...Cada qual com a sua vivência, com a sua sabedoria, com a sua experiência.Numa sociedade em que a esperança de vida é cada vez maior, há que dar primazia à qualidade de vida e à dignidade do idoso. O lar de Vila Ruiva trabalha todos os dias para fazer jus a isso mesmo.

02/12/2012
Uma terra de pastores e o melhor dos queijos da serra da estrela.O Queijo Serra da Estrela é o nosso mais velho cartão d...
02/12/2012

Uma terra de pastores e o melhor dos queijos da serra da estrela.

O Queijo Serra da Estrela é o nosso mais velho cartão de visita. Já ultrapassou fronteiras. É um queijo com história, que remonta ao séc. XII é o mais antigo dos queijos Português e dos mais afamados de todo o Mundo. Esteve presente nas mesas reais e foi mesmo evocado por Gil Vicente no séc. XVI.

A Serra da Estrela serve de pasto às ovelhas "Bordaleiras Serra da Estrela" ou "Churra Mondegueira", que são consideradas como as de melhor aptidão leiteira. Para que o queijo atinja a qualidade desejada deve ser feito sempre da mesma ordenha. Actualmente, o fabrico do queijo e seu ritual são feitos de forma tradicional, como há centenas de anos. Os pastores saem com o gado de manhã e regressam ao fim da tarde. Mulheres e filhas fazem o queijo de acordo com as técnicas que as suas antecessoras lhes legaram. O pastor deve escolher cuidadosamente o pasto das suas ovelhas, pois certas ervas dão mau gosto ao leite. Todos os dias o pastor ordenha as ovelhas ao cair da noite, após o que a sua mulher prepara o leite para fazer o queijo.

Norberto Pereira, de 28 anos, é um jovem pastor de Vila Ruiva, e é o mais jovem da Serra da Estrela. O jovem que, é pastor desde os 7 anos, altura em que começou a guardar as ovelhas dos pais,hoje cuida diariamente, de um rebanho de 54 ovelhas, que apascenta nas cercanias da nossa aldeia.

É urgente que se lhe rendam todas as homenagens, que seja uma presença obrigatória à mesa e que se aprenda a acompanhá-lo, pois é um marco das nossas gentes. Há que não esquecer que os vinhos bons acompanham perfeitamente o queijo.
Que será dum convívio, duma amena cavaqueira sem o toque guloso de um bom amanteigado a barrar um naco de Pão Centeio? Até a casca lhe aproveitam.
As suas características inconfundíveis de aroma e paladar, juntamente com a sua cor amarelada, pasta semi-mole amanteigada, mais macio ou duro, consoante a idade satisfazem plenamente o paladar mais exigente.

A junta de freguesia saúda os seus visitantes, mas acima de tudo garante aos vila-ruivensses  a qualidade que eles merec...
02/12/2012

A junta de freguesia saúda os seus visitantes, mas acima de tudo garante aos vila-ruivensses a qualidade que eles merecem.

Construído no início do século XX, o Solar de Vila Ruiva foi inaugurado em Agosto de 1999 como unidade de Turismo de Hab...
30/11/2012

Construído no início do século XX, o Solar de Vila Ruiva foi inaugurado em Agosto de 1999 como unidade de Turismo de Habitação. Está inserido numa quinta com três hectares, com mata e terrenos de cultivo. O Solar de Vila Ruiva situa-se num edifício de traça sóbria e enquadramento rural. Em 2005 foi construído um novo edifício de arquitectura contemporânea. Com mais de 5 mil anos de história, Vila Ruiva preserva um importante património histórico-arqueológico. O património legado pelas sucessivas épocas e civilizações que ocuparam este território e que se manifesta não só ao nível da arqueologia, mas também em termos arquitectónicos, artísticos e culturais. Uma estada nesta Unidade Hoteleira proporciona uma viagem perfumada por estevas silvestres, queijarias antigas e a alegria do arraial Beirão. Dispõe de 32 quartos totalmente equipados, bar, restaurante, piscina, sala de reuniões, sala de jogos, biblioteca, Wi-Fi. Parque de estacionamento privativo.

Em Vila Ruiva, a necrópole medieval que se desenvolve em torno à Capela do Anjo constitui um importante elemento patrimo...
30/11/2012

Em Vila Ruiva, a necrópole medieval que se desenvolve em torno à Capela do Anjo constitui um importante elemento patrimonial. De facto, com excepção do núcleo de cinco sepulturas mais perto da capela, as restantes encontram-se distribuídas por terrenos envolventes, chegando à periferia do aglomerado urbano. E se parte estão em zonas de acesso mais difícil para o visitante, outras concentram-se junto a um caminho onde, inclusivamente, se encontram as únicas sepulturas de criança, escavadas na rocha, conhecidas no concelho. O acesso faz-se por um estradão, que sai da nossa povoação e se dirige para a Carrapichana. As sepulturas, num total de 22, encontram-se relativamente dispersas em torno da Capela do Anjo, estando duas já no interior da povoação. Com um padrão de distribuição disperso e apresentando uma grande variedade de tipologias nas sepulturas (não antropomórficas e antropomórficas com variantes), esta necrópole parece ter tido maior período de utilização, com várias fases de construção que, possivelmente, atingiram os séculos X/XI.

30/11/2012

História:

Do tempo da romanização ainda hoje existem vários testemunhos e vestígios; o referido monsenhor alude a existência de uma pedra ou marco que já em 1938 se encontrava partido, no qual se encontravam gravados símbolos ou letras. Seria provavelmente um marco miliário e pertenceria, a uma estrada que aqui passava vindo da Ponte Nova, ou da dos "Juncaens" ambas pontes romanas destruídas aquando da terceira invasão francesa. Esta estrada dirigia-se para a serra provavelmente para Linhares e atravessava a necropole de sepulturas escavadas na rocha, hoje encontra-se soterrada. Junto desta via encontrava-se uma lápide romana, de acordo com informações populares.
Esta freguesia esteve desde a sua fundação, incluída no termo do concelho de Linhares, a quem D. Afonso Henriques concedeu foral em 1169. No ano de 1855 com a extinção deste concelho, passou para o de Gouveia, de onde foi desmembrada por decreto de 13 de Janeiro de 1898 passando nessa altura para o actual concelho de Fornos de Algodres. Durante a terceira invasão francesa, (1810-1811) à sua passagem cometeram estas tropas toda a sorte de crimes, roubos e destruições, entre a quais a da tribuna do altar mor da igreja de Nossa Senhora da Graça.

Endereço

Rua Do Padre José Joaquim Pereira
Fornos D' Algodres
6370-401

Website

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