Igreja Protestante/Reformada da Figueira da Foz - Presbiteriana

Igreja Protestante/Reformada da Figueira da Foz - Presbiteriana Vivemos juntos a fé em Deus, procurando descobrir a Sua presença. Bem vindos.

Queridos irmãos e amigos, um bom e belo sábado! No próximo domingo celebramos a Eucaristia, Santa Ceia ou Comunhão, 3 no...
01/08/2026

Queridos irmãos e amigos, um bom e belo sábado! No próximo domingo celebramos a Eucaristia, Santa Ceia ou Comunhão, 3 nomes com nuances diferentes de vida e fé. Em qualquer caso será um dia importante para estar numa igreja e participar. Se estiver perto da Figueira da Foz teremos muita alegria em celebrar juntos! Aqui ficam os textos sugeridos: Mateus 14:13-21; Gen 1 e 2:1; Isaias 11, Salmo 46:10 e Isaias 41:10. Desejamos a cada um de vós um fim de semana com a presença criadora e libertadora de Deus, com a sua Paz . JUnto de outras comunidades, em férias? Por favor, como testemunho de uma igreja universal, fundada em Cristo, transmitam o nosso abraço fraterno! Junto das vossas familias e amigos? Que sejam momentos de recordações e sorrisos? Doente na sua casa? Oraremos por vós! Um abraço amigo, em Cristo, e até amanha 11hoo. Nota: traga uma música, um poema, uma foto, uma história que nos anime e fortaleça! Somos nós que construimos a a celebração em conjunto-

Foi em 1913, quando morava em Alvion, Michigan, que, ao fazer um estudo especial sobre a cruz no plano de Deus, o Rev. B...
04/04/2026

Foi em 1913, quando morava em Alvion, Michigan, que, ao fazer um estudo especial sobre a cruz no plano de Deus, o Rev. Bennard sentiu-se impelido a escrever um hino sobre ela. Precisou interromper o trabalho algumas vezes por motivo de suas actuações evangelísticas, o que lhe proporcionou uma nova visão da cruz e do seu profundo significado.
Ao hino, já quase pronto, só faltava a demão final quando mais uma vez se dirigiu à paróquia de um colega, o Rev. Bostwick, para uma série de cultos de reavivamento. Foi nessa oportunidade que conseguiu concluir a contento o cântico tão cuidadosamente elaborado.
Satisfeito, procurou o colega e depois a sua esposa para contar-lhes a nova produção.
Encontrou-a atarefada, na cozinha, preparando o jantar. Comunicou-lhe o facto e, apesar da dona de casa estar mais preocupada com os alimentos do que com o novo hino, cantou-o mansa e expressivamente. À medida que a sua bem timbrada voz se elevava para enunciar o cântico, nota por nota, parece que as verdades entoadas se tornavam mais nítidas e convincentes. O jantar foi esquecido. Quando a última nota se extinguiu, o silêncio comovido revelava que uma nova experiência da cruz, mais profunda, alcançara os seus corações. E foi com emoção que a Senhora Bostwick pediu ao Rev. Bennard lhe concedesse o privilégio de custear as despesas da primeira impressão de "The Old Rugged Cross".
Hoje, traduzido para várias línguas, continua este hino a sua abençoada trajetória despertando almas para o sublime amor de Deus tão maravilhosamente manifestado no sacrifício de Cristo na cruz do Calvário.
Letra e música foram escritas no mesmo ano de 1913 pelo Rev. George Bennard.

(Do livro "Contando e Cantando" de Henriqueta Rosa Braga)

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21/02/2026
"MAIS PERTO, MEU DEUS, DE TI"Este hino foi escrito em 1841 por Sarah Flower Adams, uma poetisa e atriz inglesa, durante ...
01/02/2026

"MAIS PERTO, MEU DEUS, DE TI"

Este hino foi escrito em 1841 por Sarah Flower Adams, uma poetisa e atriz inglesa, durante um período de luta silenciosa e profunda reflexão espiritual.
Foi composto para um sermão sobre Génesis 28:10–22, a passagem em que Jacó, fugindo com medo e incerteza, repousa a cabeça sobre uma pedra e sonha com uma escada que vai da terra ao céu.
Nesse sonho, Deus encontra-o não no conforto, mas na estrada, sozinho, exposto e cansado.
Sarah Adams não escrevia a partir da abundância. Ela vivia com saúde frágil, incerteza financeira e uma consciência crescente de que a vida era breve. As suas palavras surgem desse lugar.
Perto de Ti, meu Deus, não é uma oração por facilidade; é uma oração por proximidade, mesmo que o caminho para cima esteja pavimentado de dor. A “cruz” na primeira linha não é uma decoração simbólica, é o preço da proximidade.
Cada estrofe sobe como a escada de Jacó. Primeiro, a alma desperta para o anseio. Depois vem a disciplina, a luta e a entrega. Pedras tornam-se altares. A dor torna-se louvor.
Mesmo no exílio, mesmo na perda, o coração descobre que Deus não está distante. Ele é encontrado na subida.
O hino ganhou ressonância global décadas depois através de uma associação poderosa.
Em 1912, quando o RMS Titanic afundou no Atlântico, os sobreviventes testemunharam que a banda do navio tocou "Mais Perto, Meu Deus, de Ti" enquanto o navio desaparecia. Quer cada detalhe seja exato ou não, a imagem perdurou: a música a subir enquanto o mar se aproximava. A fé mantendo a sua nota quando tudo o resto falhou.
Esse momento selou o legado do hino. Tornou-se não apenas como hino de devoção, mas de confiança suprema, o grito de uma alma escolhendo Deus mesmo quando o socorro não chega.
"Mais Perto, Meu Deus, de Ti" perdura, porque diz a verdade: Que a fé nem sempre é ruidosa. Que a proximidade com Deus é muitas vezes forjada na escuridão. E que mesmo quando a noite se aprofunda, a alma ainda pode subir. Pedra por pedra. Passo a passo.
Cada vez mais perto.

(Do livro "Contando & Cantando" de Henriqueta Rosa Braga.

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11/01/2026

"História do hino feliz o dia, oh dia alegre"

A história do hino "Oh, Dia Alegre!" remonta à celebração da salvação e da alegria espiritual encontrada em Jesus Cristo. A letra expressa um profundo sentimento de gratidão e felicidade por ter encontrado a salvação em Jesus, destacando a transformação que essa experiência traz para a vida do crente. O refrão "Oh dia alegre! Da vinda de Jesus!" reforça a ideia de que a satisfação plena e a verdadeira felicidade são encontradas em Cristo. A música enfatiza a importância de confiar em Jesus e de buscar orientação e sustento nele, como evidenciado na linha 'Descansa, ó alma! O Salvador e teu sustento, o pão dos céus'. Além disso, a música destaca a resistência ao mal e a perseverança na fé. Hino muito cantado em cultos de batismos. A confiança em Jesus é apresentada como uma fonte de força contra as tentações e desafios da vida. A letra também menciona a continuidade da devoção e da exultação além da morte, sugerindo uma esperança eterna e uma vida de louvor contínuo a Deus. 'Meu sacro voto, excelso Deus, de dia em dia afirmarei' reflete um compromisso diário de viver de acordo com a fé cristã, com a certeza de que essa devoção se estenderá para além da vida terrena.
Hino escolhido pelo Príncipe Alberto, esposo da Rainha Vitória, para ser sempre cantado ao ensejo da confirmação dos membros da família real inglesa.

(Da coletânea de hinos (370) de Philipe Dooridge)

"Leva tu contigo o nome de Jesus"O hino, encontrado em Salmos e Hinos, foi escrito por uma Senhora - Lydia Baxter - nasc...
04/01/2026

"Leva tu contigo o nome de Jesus"

O hino, encontrado em Salmos e Hinos, foi escrito por uma Senhora - Lydia Baxter - nascida em dois de Setembro de 1809 em Petersburg, Estado de Nova York. Convertida ainda jovem ao ouvir uma pregação do missionário batista Rev. Elben Tucker, tornou-se cristã fiel e dedicada. Pela sua instrumentalidade e da irmã, também cristã dedicada, foi organizada uma Igreja Batista no lugar onde moravam. Quando se casou, mudou-se para a cidade de NovaYork, onde sua casa se tornou um verdadeiro ponto de encontro dos obreiros cristãos. Estes buscavam o seu lar, desejosos de conselhos e inspiração. Não obstante a invalidez que a afligiu durante a maior parte da vida, revelou-se sempre resignada e alegre, consolando a quantos dela se acercavam. Já contava 50 anos de idade quando escreveu o primeiro hino.
Muitos outros foram compostos depois, destinando-se alguns às Escolas Dominicais e outros ao trabalho de evangelização.
Este hino foi escrito em 1870, numa fase aguda da sua doença, a pedido de William Doane.
Ele era um dos frequentadores da casa de Lydia Baxter, era um fabricante de máquinas de amplos recursos financeiros na cidade de Cincinnati, Ohio.
No entanto, isso não o impedia de cultivar o espírito, dedicar-se à música sacra e trabalhar ardorosamente na sua Igreja, da qual era membro ativo.
Desde criança demonstrava marcantes aptidões musicais que lhe permitiam escrever melodias sem dificuldade e tocar razoavelmente flauta e harmónio, instrumentos cuja execução veio mais tarde a dominar.
Escreveu a letra e a música de muitos hinos.
Editou várias coleções sacras.
Compôs peças instrumentais e vocais, incluindo algumas cantatas.
A Universidade Batista de Denison, Ohio, conferiu-lhe o título de Doutor em música.
Ao receber pronta, das mãos de Lydia Baxter, a letra que lhe havia solicitado, Doane imediatamente a pôs em música.
O hino era destinado à coleção que vinha preparando sob o título "Ouro sem jaça", e que conseguiu lançar com grande êxito no ano seguinte, 1871.

(Do livro "Contando & Cantando" de Henriqueta Rosa Braga)

Aplicativo da harpa cristã: http://onelink.to/harpacrista1. Leva tu contigo o nomeDe Jesus, o Salvador!Este nome dá confortoHoje, sempre e onde for.Nome bom!...

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