Igreja Protestante/Reformada da Figueira da Foz - Presbiteriana

Igreja Protestante/Reformada da Figueira da Foz - Presbiteriana Vivemos juntos a fé em Deus, procurando descobrir a Sua presença. Bem vindos.

Foi em 1913, quando morava em Alvion, Michigan, que, ao fazer um estudo especial sobre a cruz no plano de Deus, o Rev. B...
04/04/2026

Foi em 1913, quando morava em Alvion, Michigan, que, ao fazer um estudo especial sobre a cruz no plano de Deus, o Rev. Bennard sentiu-se impelido a escrever um hino sobre ela. Precisou interromper o trabalho algumas vezes por motivo de suas actuações evangelísticas, o que lhe proporcionou uma nova visão da cruz e do seu profundo significado.
Ao hino, já quase pronto, só faltava a demão final quando mais uma vez se dirigiu à paróquia de um colega, o Rev. Bostwick, para uma série de cultos de reavivamento. Foi nessa oportunidade que conseguiu concluir a contento o cântico tão cuidadosamente elaborado.
Satisfeito, procurou o colega e depois a sua esposa para contar-lhes a nova produção.
Encontrou-a atarefada, na cozinha, preparando o jantar. Comunicou-lhe o facto e, apesar da dona de casa estar mais preocupada com os alimentos do que com o novo hino, cantou-o mansa e expressivamente. À medida que a sua bem timbrada voz se elevava para enunciar o cântico, nota por nota, parece que as verdades entoadas se tornavam mais nítidas e convincentes. O jantar foi esquecido. Quando a última nota se extinguiu, o silêncio comovido revelava que uma nova experiência da cruz, mais profunda, alcançara os seus corações. E foi com emoção que a Senhora Bostwick pediu ao Rev. Bennard lhe concedesse o privilégio de custear as despesas da primeira impressão de "The Old Rugged Cross".
Hoje, traduzido para várias línguas, continua este hino a sua abençoada trajetória despertando almas para o sublime amor de Deus tão maravilhosamente manifestado no sacrifício de Cristo na cruz do Calvário.
Letra e música foram escritas no mesmo ano de 1913 pelo Rev. George Bennard.

(Do livro "Contando e Cantando" de Henriqueta Rosa Braga)

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21/02/2026
"MAIS PERTO, MEU DEUS, DE TI"Este hino foi escrito em 1841 por Sarah Flower Adams, uma poetisa e atriz inglesa, durante ...
01/02/2026

"MAIS PERTO, MEU DEUS, DE TI"

Este hino foi escrito em 1841 por Sarah Flower Adams, uma poetisa e atriz inglesa, durante um período de luta silenciosa e profunda reflexão espiritual.
Foi composto para um sermão sobre Génesis 28:10–22, a passagem em que Jacó, fugindo com medo e incerteza, repousa a cabeça sobre uma pedra e sonha com uma escada que vai da terra ao céu.
Nesse sonho, Deus encontra-o não no conforto, mas na estrada, sozinho, exposto e cansado.
Sarah Adams não escrevia a partir da abundância. Ela vivia com saúde frágil, incerteza financeira e uma consciência crescente de que a vida era breve. As suas palavras surgem desse lugar.
Perto de Ti, meu Deus, não é uma oração por facilidade; é uma oração por proximidade, mesmo que o caminho para cima esteja pavimentado de dor. A “cruz” na primeira linha não é uma decoração simbólica, é o preço da proximidade.
Cada estrofe sobe como a escada de Jacó. Primeiro, a alma desperta para o anseio. Depois vem a disciplina, a luta e a entrega. Pedras tornam-se altares. A dor torna-se louvor.
Mesmo no exílio, mesmo na perda, o coração descobre que Deus não está distante. Ele é encontrado na subida.
O hino ganhou ressonância global décadas depois através de uma associação poderosa.
Em 1912, quando o RMS Titanic afundou no Atlântico, os sobreviventes testemunharam que a banda do navio tocou "Mais Perto, Meu Deus, de Ti" enquanto o navio desaparecia. Quer cada detalhe seja exato ou não, a imagem perdurou: a música a subir enquanto o mar se aproximava. A fé mantendo a sua nota quando tudo o resto falhou.
Esse momento selou o legado do hino. Tornou-se não apenas como hino de devoção, mas de confiança suprema, o grito de uma alma escolhendo Deus mesmo quando o socorro não chega.
"Mais Perto, Meu Deus, de Ti" perdura, porque diz a verdade: Que a fé nem sempre é ruidosa. Que a proximidade com Deus é muitas vezes forjada na escuridão. E que mesmo quando a noite se aprofunda, a alma ainda pode subir. Pedra por pedra. Passo a passo.
Cada vez mais perto.

(Do livro "Contando & Cantando" de Henriqueta Rosa Braga.

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11/01/2026

"História do hino feliz o dia, oh dia alegre"

A história do hino "Oh, Dia Alegre!" remonta à celebração da salvação e da alegria espiritual encontrada em Jesus Cristo. A letra expressa um profundo sentimento de gratidão e felicidade por ter encontrado a salvação em Jesus, destacando a transformação que essa experiência traz para a vida do crente. O refrão "Oh dia alegre! Da vinda de Jesus!" reforça a ideia de que a satisfação plena e a verdadeira felicidade são encontradas em Cristo. A música enfatiza a importância de confiar em Jesus e de buscar orientação e sustento nele, como evidenciado na linha 'Descansa, ó alma! O Salvador e teu sustento, o pão dos céus'. Além disso, a música destaca a resistência ao mal e a perseverança na fé. Hino muito cantado em cultos de batismos. A confiança em Jesus é apresentada como uma fonte de força contra as tentações e desafios da vida. A letra também menciona a continuidade da devoção e da exultação além da morte, sugerindo uma esperança eterna e uma vida de louvor contínuo a Deus. 'Meu sacro voto, excelso Deus, de dia em dia afirmarei' reflete um compromisso diário de viver de acordo com a fé cristã, com a certeza de que essa devoção se estenderá para além da vida terrena.
Hino escolhido pelo Príncipe Alberto, esposo da Rainha Vitória, para ser sempre cantado ao ensejo da confirmação dos membros da família real inglesa.

(Da coletânea de hinos (370) de Philipe Dooridge)

"Leva tu contigo o nome de Jesus"O hino, encontrado em Salmos e Hinos, foi escrito por uma Senhora - Lydia Baxter - nasc...
04/01/2026

"Leva tu contigo o nome de Jesus"

O hino, encontrado em Salmos e Hinos, foi escrito por uma Senhora - Lydia Baxter - nascida em dois de Setembro de 1809 em Petersburg, Estado de Nova York. Convertida ainda jovem ao ouvir uma pregação do missionário batista Rev. Elben Tucker, tornou-se cristã fiel e dedicada. Pela sua instrumentalidade e da irmã, também cristã dedicada, foi organizada uma Igreja Batista no lugar onde moravam. Quando se casou, mudou-se para a cidade de NovaYork, onde sua casa se tornou um verdadeiro ponto de encontro dos obreiros cristãos. Estes buscavam o seu lar, desejosos de conselhos e inspiração. Não obstante a invalidez que a afligiu durante a maior parte da vida, revelou-se sempre resignada e alegre, consolando a quantos dela se acercavam. Já contava 50 anos de idade quando escreveu o primeiro hino.
Muitos outros foram compostos depois, destinando-se alguns às Escolas Dominicais e outros ao trabalho de evangelização.
Este hino foi escrito em 1870, numa fase aguda da sua doença, a pedido de William Doane.
Ele era um dos frequentadores da casa de Lydia Baxter, era um fabricante de máquinas de amplos recursos financeiros na cidade de Cincinnati, Ohio.
No entanto, isso não o impedia de cultivar o espírito, dedicar-se à música sacra e trabalhar ardorosamente na sua Igreja, da qual era membro ativo.
Desde criança demonstrava marcantes aptidões musicais que lhe permitiam escrever melodias sem dificuldade e tocar razoavelmente flauta e harmónio, instrumentos cuja execução veio mais tarde a dominar.
Escreveu a letra e a música de muitos hinos.
Editou várias coleções sacras.
Compôs peças instrumentais e vocais, incluindo algumas cantatas.
A Universidade Batista de Denison, Ohio, conferiu-lhe o título de Doutor em música.
Ao receber pronta, das mãos de Lydia Baxter, a letra que lhe havia solicitado, Doane imediatamente a pôs em música.
O hino era destinado à coleção que vinha preparando sob o título "Ouro sem jaça", e que conseguiu lançar com grande êxito no ano seguinte, 1871.

(Do livro "Contando & Cantando" de Henriqueta Rosa Braga)

Aplicativo da harpa cristã: http://onelink.to/harpacrista1. Leva tu contigo o nomeDe Jesus, o Salvador!Este nome dá confortoHoje, sempre e onde for.Nome bom!...

"ANO BOM"Este expressivo hino foi especialmente preparado por Sarah Poulton Kalley (1825-1907) para figurar na quinta ed...
01/01/2026

"ANO BOM"

Este expressivo hino foi especialmente preparado por Sarah Poulton Kalley (1825-1907) para figurar na quinta edição de Salmos e Hinos, impressa em 1879 em Edimburgo, Escócia, na Ballantyne Press, para uso dos evangélicos brasileiros.
Após vinte e um anos de trabalho missionário no Brasil, do qual resultou a fundação das igrejas evangélicas de regime congregação nacional no nosso País, retirou-se o casal Kalley para a Escócia por motivos de saúde do Doutor Kalley.
O coração de ambos permanecia fiel ao rebanho por tanto tempo pastoreado. Com grande amor, por meio de mensagens constantes e dos hinos que preparavam para a coletânea Salmos e Hinos que haviam organizado e da qual continuavam a promover sucessivas edições, a ele dedicavam o fruto de suas experiências religiosas mais e mais enriquecidas por uma crescente fé.
O texto do hino, verdadeira pregação, encontrou música adequada na produção do Rev. William Henry Havergal, intitulada "Havilah", datando de alguns anos antes. Este ilustre Pastor inglês, autor da letra de aproximadamente cem hinos bastante divulgados em folhas avulsas e, mais tarde, inclusos em numerosos hinários, tornou-se mais conhecido por suas composições sacras, sempre inspiradas e impregnadas da nobreza peculiar ao estilo coral.

(Do livro "Contando e Cantando" de Henriqueta Rosa Braga).

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O Primeiro Natal"A música 'O Primeiro Natal', é uma composição que celebra o nascimento de Jesus Cristo, narrando os eve...
25/12/2025

O Primeiro Natal"

A música 'O Primeiro Natal', é uma composição que celebra o nascimento de Jesus Cristo, narrando os eventos tradicionalmente associados à natividade. A letra descreve a proclamação de um anjo aos pastores nos campos de Belém, anunciando o nascimento do 'Rei divinal', um evento que é marcado pela humildade e simplicidade, visto que ocorre em uma noite fria e escura, longe dos grandes centros e do poder terreno.

O Hino prossegue descrevendo a aparição de uma estrela brilhante no céu, que guia os magos do Oriente até o local onde Jesus nasceu. Essa estrela é um símbolo de esperança e revelação, indicando a chegada de um novo rei que cumpriria as antigas profecias judaicas. A jornada dos magos e a oferta de presentes preciosos como ouro, mirra e incenso representam a adoração e o reconhecimento da divindade de Jesus.
Por fim, a música convida os ouvintes a se juntarem aos magos em adoração, reconhecendo a importância do sacrifício de Jesus, que 'deixando os altos céus, a este mundo baixou', e enfatizando a crença cristã de que sua morte na cruz trouxe salvação às almas. A repetição do refrão 'Natal! Natal! Natal! Natal! É nos nascido um Rei divinal!' reforça a alegria e a reverência que cercam o nascimento de Cristo, um dos pilares da fé cristã.

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"Noite De Paz"Este hino talvez seja, em sua simplicidade, o maior dos cânticos de Natal, de acordo com Henriqueta Rosa F...
24/12/2025

"Noite De Paz"

Este hino talvez seja, em sua simplicidade, o maior dos cânticos de Natal, de acordo com Henriqueta Rosa Fernandes Braga, no seu livro "Cânticos de Natal". Surgiu numa pequena vila perdida nas montanhas alpinas. Na véspera do Natal de 1818, o recém-chegado padre da aldeia, trabalhava à mesa. Lá fora a quietude noturna reinava e os raios da lua revelavam a beleza dos picos montanhosos envoltos em neve. O Padre Joseph Mohr meditava sobre o primeiro Natal. As palavras do versículo “Hoje vos nasceu….o Salvador” (Lucas 2.11) inspiraram-no a escrever os versos que alcançariam fama e chegariam até nós: “Stille Nacht! Heilige Nacht!” (Noite calma! Noite santa!). Na manhã seguinte, correu à casa do organista da igreja, o mestre-escola Franz Xaver Gruber. Movido pelas singelas palavras, Gruber se pôs a compôr a melodia que tão bem se ajustou ao espírito da letra. “Este hino canta por si mesmo. Vamos usá-lo na igreja, hoje à noite”, declarou o compositor. “Prepararei o coro de meninos para me ajudar a apresentá-lo!” E assim foi. Como o órgão da igreja estava estragado, Mohr acompanhou o hino ao violão. O povo recebeu o hino com lágrimas de alegria. Quando Mohr repetiu o hino, no ano seguinte, desta vez acompanhando-o ao órgão recém consertado, Carlos Mauracher, um fabricante de órgãos, apreciou-o tanto que desejou levar uma cópia para sua aldeia natal. Dali seguiu caminho, vila por vila, até que fosse publicado pela primeira vez no Leipziger Gesangbuch (Hinário de Leipzig) em 1838. Desde então, universalmente traduzido e cantado, atravessando continentes e denominações, veio a ser o hino de Natal mais conhecido do mundo
O autor, Joseph Mohr (1792-1848), padre austríaco, ordenado em 1815, de inteligência viva e de muito amor pela música, sonhava correr o mundo interpretando as lindas composições que o cativavam como corista. Seu superior se opunha a essa ideia e o mandou a Oberndorf, pequena vila alpina onde, aos 26 anos, “iria escrever o hino que haveria de imortalizá-lo” Serviu em várias paróquias da Áustria, falecendo aos 56 anos.

Hinário Adventista 42 - NOITE DE PAZ

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