Pastoral da Saúde - Diocese do Algarve

Pastoral da Saúde - Diocese do Algarve Setor Diocesano da Pastoral da Saúde do Algarve

19/06/2024

SALVÉ DIA 21 DE JUNHO DE 2024

Já vai longe o dia 28 de Abril de 1955 quando foi dada a licença que autorizava a conservação habitual do Santíssimo Sacramento na capela de S. Luís. Desde aquele dia há 69 anos, a comunidade cristã se reúne na zona de S. Luís para partir o Pão da Palavra e da Eucaristia e perseverar na catequese, na vida sacramental e na prática da caridade. Estes são os valores que constituem uma comunidade cristã, foram os que deram origem à Paróquia que hoje somos e temos a graça de celebrar o seu 32º Aniversário.
De facto, “através de todas as suas atividades, a paróquia incentiva e forma os seus membros para serem agentes da evangelização” (EG 28).

Tal como há trinta e dois anos, a paróquia chama-nos ao compromisso de formar agentes de evangelização; acólitos, catequistas, leitores, ministros extraordinários da comunhão, membros da pastoral sócio caritativa cantores, etc.! Todas as nossas atividades paroquiais, tudo o que aqui e a partir daqui celebramos, vivemos e realizamos tem como objetivo capacitar novos agentes de pastoral em espírito de sinodalidade!

Somos muitos, mas formamos um só corpo, que é o corpo do Senhor, a sua Igreja!

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07/12/2023

Para o apoiar na realização dos seus projetos pessoais e profissionais, a estrutura financeira MERVFINANCE oferece-lhe o financiamento que necessita; das próximas férias, beneficie de imediato de um empréstimo de 5.000 euros a 900.000 euros com uma taxa de juro anual de 2%. Para maiores informações :
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“quem me serve precisa seguir-me; e, onde estou, o meu servo também estará. Aquele que me serve, meu Pai o honrará” (Joã...
19/09/2022

“quem me serve precisa seguir-me; e, onde estou, o meu servo também estará. Aquele que me serve, meu Pai o honrará” (João 12:26).

“quem me serve precisa seguir-me; e, onde estou, o meu servo também estará. Aquele que me serve, meu Pai o honrará” (João 12:26).

Um novo ano pastoral está a começar!
Também nós acólitos somos convidados a “recomeçar”!
Aqui f**a o convite, para novos acólitos!

Vem fazer parte do nosso grupo de acólitos!

Se já fizeste a 1ª Comunhão, e queres ser servo do Senhor no Altar vem ter connosco!

Ele e nós contamos contigo!

Estás a espera do quê? Se sentes o chamamento d’Ele vem!

Mais informações na paróquia ou junto da tua catequista.

Estamos à tua espera, e Jesus Cristo conta contigo.



Com amizade

Luís Manuel

10/06/2022
Recrear as comunidades
06/06/2022

Recrear as comunidades

Recrear as comunidades

Na altura aguda da pandemia em que as igrejas foram fechadas, um teólogo checo bem conhecido entre nós, Tomás Halik, publicou uma reflexão oportuna sobre o “sinal das Igrejas vazias”. Realmente, o esvaziamento das Igrejas já se vinha processando há vários anos, sobretudo da parte dos adultos ativos, dos jovens e das crianças. Naturalmente, o abandono dos adultos, sobretudo dos pais, reflete-se na ausência dos mais novos. Porque abandonam? Halik, que é também sociólogo, vê no facto um “sinal do cristianismo vazio”. Ou seja, a fé que transmitimos, permaneceu nas expressões exteriores mas não entrou no coração nem na vida. Realmente, se analisarmos a vida dos crentes dessas idades que abandonaram, verif**amos que a fé cristã não conta na forma de pensar e de agir. Que fazer? Deixar correr? Ou, como recomenda o Papa Francisco, rever a nossa pastoral de forma a recrear as nossas comunidades?

Na Exortação “Evangelii Gaudium”, e em muitas outras intervenções, o Papa alerta-nos que não podemos continuar no “fez-se sempre assim”. A cristandade acabou, a situação é diferente, precisamos de mudar, de sair do tradicionalismo, de criar novos processos, numa perspetiva evangelizadora. Naturalmente não podemos pôr de lado a centralidade da eucaristia. Mas precisamos de cuidar do antes e depois da celebração. Realmente, a “comunidade modelo”, descrita no Livro dos Atos dos Apóstolos, refere quatro assiduidades, ou quatro colunas em que assentam as comunidades: ensino dos apóstolos, eucaristia, união fraterna e orações. A primeira assiduidade (escuta meditada da Sagrada Escritura) precisa de mais cuidado e espaço. Renovámos a catequese de infância e adolescência. Mas a formação de adultos não encontrou a devida importância. Não poderiam valorizar-se muito mais os variados encontros com adultos e criar outros adequados à sua realidade? A prioridade da formação bíblica continua “uma cadeira por fazer”. Do mesmo modo, o lugar da oração precisa de maior cuidado. Fazem-se muitas orações, mas o sentido de presença e diálogo com Deus parece ténue. As orações dão a imagem de fórmulas recitadas com os lábios, mas onde o coração e a vida não entram. Precisamos de pedir constantemente, como os apóstolos, “Senhor ensina-nos a rezar”, e esforçarmo-nos por progredir na oração do coração, contemplada, iluminadora da vida real. Também a união fraterna, a partilha de bens e a presença ativa na vida social, na construção da justiça e da paz no mundo, devem integrar a vida das comunidades.

E aquém temos para responder a tantas propostas? Também aqui precisamos de mudar o nosso estilo. É a prioridade que neste momento nos apresenta a Igreja. De facto, estamos habituados a contar com o clero bem preparado e suficiente. Mas o principal animador da ação da Igreja é o Espírito Santo que distribui os seus dons por todos os membros do povo de Deus. Por isso, a primeira proposta a pôr em prática é promover a sinodalidade, escutando, chamando, entregando responsabilidades e acompanhando. Os pastores habituaram-se a absorver e a orientar em estilo monárquico as comunidades. E os leigos sentem-se bem no papel de clientes passivos, pois já têm muito que fazer. A sinodalidade é um caminho para um novo estilo pastoral que precisamos de aprender e praticar.



Fonte: https://agencia.ecclesia.pt/

Autor: D. Manuel Pelino, Bispo-Emérito de Santarém

Celebração do Terço no mês de Maio na Paróquia de São Luís - Faro
23/04/2022

Celebração do Terço no mês de Maio na Paróquia de São Luís - Faro

Celebração do Terço no mês de Maio na Paróquia de São Luís - Faro

De terça a sexta-feira - 08h00

Sábado - 18h15

Domingo - 09h45

Comunicado da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) sobre o uso das máscaras
22/04/2022

Comunicado da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) sobre o uso das máscaras

Comunicado da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) sobre o uso das máscaras

1. O Decreto-Lei n.º 30-E/2022 de 21 de abril da Presidência do Conselho de Ministros dá normas quanto ao uso das máscaras: «entende o Governo limitar a obrigatoriedade do uso de máscara aos locais caracterizados pela especial vulnerabilidade das pessoas que os frequentam e aos locais caracterizados pela utilização intensiva sem alternativa, atento o especial dever de guarda e de manutenção do sentimento de segurança da comunidade que ao Estado compete. É, respetivamente, o caso dos estabelecimentos e serviços de saúde, das estruturas residenciais ou de acolhimento ou serviços de apoio domiciliário para populações vulneráveis ou pessoas idosas, bem como unidades de cuidados continuados integrados da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados e, ainda, os transportes coletivos de passageiros, incluindo o transporte aéreo, bem como no transporte de passageiros em táxi ou TVDE».

2. Em consequência, deixa de ser obrigatório o uso das máscaras nos espaços das celebrações e outras atividades pastorais da Igreja; esta orientação substitui o n. 2b das orientações de 28 de fevereiro de 2022.

Porém, sabendo que a pandemia ainda não terminou e num sentido de bom senso e responsabilidade comum, recomenda-se que haja cuidados acrescidos nos espaços fechados onde o devido arejamento nem sempre é possível.

3. Mantêm-se em vigor as restantes orientações emitidas a 28 de fevereiro de 2022.

Lisboa, 22 de abril de 2022

Secretariado Geral da CEP

Endereço

Largo Da Sé, Nº 20
Faro
8000-138

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