SN Liturgia

SN Liturgia A Liturgia é simultaneamente a meta para a qual se encaminha a acção da Igreja e a fonte de onde promana toda a sua força.

05/08/2026

Vaticano: Papa alerta contra mentalidade consumista e pede redescoberta da oração 5 Agosto, 2026 9:43 Catequese sobre a vida litúrgica destaca dimensão comunitária da fé, rejeitando confusão com técnicas de «bem-estar pessoal» Foto: Vatican Media Cidade do Vaticano, 05 ago 2026 (Ecclesia) ...

Proposta de cânticos do, “  Nacional para a Liturgia” e do “Livro do Salmista – Ano A”, para a Eucaristia do 21.º Doming...
03/08/2026

Proposta de cânticos do, “ Nacional para a Liturgia” e do “Livro do Salmista – Ano A”, para a Eucaristia do 21.º Domingo do Tempo Comum

Livro de Rute (Rt) https://conferenciaepiscopal.pt/biblia/prov/08_Rt.pdfO nome deste livro deriva do nome de uma das per...
31/07/2026

Livro de Rute (Rt)https://conferenciaepiscopal.pt/biblia/prov/08_Rt.pdf

O nome deste livro deriva do nome de uma das personagens principais da narração: Rute, uma mulher moabita que casou com um israelita e se tornou antepassada do rei David.

Numa narrativa curta, abrangendo quatro episódios, correspondentes aos quatro capítulos do livro, encontramos um relato de acontecimentos que ocorreram em dois enquadramentos de sentido bem diferente. O primeiro enquadramento coloca-nos em Moab, para onde se foram refugiar um tal Elimélec (natural de Belém, de Judá), com a sua mulher Noemi e com os seus filhos. Um dos filhos de Elimélec casou com uma moabita de nome Rute; mas morreu ao fim de pouco tempo, deixando a sua esposa viúva. O segundo enquadramento leva-nos até Belém, na Judeia, que era a terra natal da família de Elimélec e que acabou por se tornar também a terra de Rute. Rute acompanhou a sua sogra Noemi até Belém, onde conheceu Booz, um parente de Elimélec. Acabou por casar com ele. Dessa união nasceu Obed, o avô do grande rei David.

Ao colocar online a tradução provisória do livro de Rute, a Comissão Coordenadora da Tradução da Bíblia da CEP convida a comunidade a envolver-se no processo de tradução e revisão deste documento e dispõe-se a acolher o contributo dos leitores, em ordem ao melhoramento da compreensibilidade do texto.

A tradução provisória deste e de outros textos bíblicos está disponível para download no site da Conferência Episcopal Portuguesa. As achegas e comentários devem ser enviados através do endereço eletrónico [email protected].

31/07/2026
Livro: Apotegmas dos Padres do Egito https://livros.liturgia.pt/exsultet/525-apotegmas-dos-padres-do-egito.htmlJá se enc...
31/07/2026

Livro: Apotegmas dos Padres do Egito https://livros.liturgia.pt/exsultet/525-apotegmas-dos-padres-do-egito.html

Já se encontra disponível a edição portuguesa de Apotegmas dos Padres do Egito, uma das obras fundamentais da tradição monástica cristã e um marco da espiritualidade do deserto.

Nascidos no Egito entre os séculos IV e V, estes breves ensinamentos preservam a sabedoria espiritual dos Padres do Deserto. Nas suas sentenças e relatos, revelam um caminho de humildade, silêncio, discernimento, conversão e procura incessante de Deus, cuja atualidade continua a iluminar a vida cristã.

Esta edição apresenta a tradução da versão latina realizada por são Martinho de Dume, figura decisiva na transmissão da espiritualidade oriental ao Ocidente e na formação do monaquismo peninsular. A obra é enriquecida por uma ampla introdução de Hermenegildo Faria, que oferece ao leitor o enquadramento histórico e espiritual indispensável para compreender a origem, a transmissão e a riqueza destes textos.

Reunindo 109 apotegmas, esta publicação disponibiliza em português um património espiritual que atravessou mais de quinze séculos sem perder a sua força. A voz dos Padres do Deserto continua a interpelar todos os que desejam aprofundar a vida interior e crescer na liberdade do Evangelho.

Traduzidos do grego para o latim por são Martinho de Dume
Introdução e tradução portuguesa: Hermenegildo Faria
Tamanho:148X210mm
N.º de páginas: 80
ISBN 978-989-9288-23-2
1.ª edição: julho de 2026
Coleção: Exsultet – 21

Mais informações em: https://livros.liturgia.pt/exsultet/525-apotegmas-dos-padres-do-egito.html

Partilhamos alguns momentos do 50.º Encontro Nacional de Pastoral Litúrgica, que reuniu em Fátima participantes de todo ...
31/07/2026

Partilhamos alguns momentos do 50.º Encontro Nacional de Pastoral Litúrgica, que reuniu em Fátima participantes de todo o país para refletir, celebrar e renovar o compromisso de viver a liturgia como vida da Igreja.

Os compositores marcaram meio século de música litúrgica nos Encontros Nacionais de Pastoral Litúrgica https://www.litur...
31/07/2026

Os compositores marcaram meio século de música litúrgica nos Encontros Nacionais de Pastoral Litúrgica https://www.liturgia.pt/multimedia/mp3/2026_ENPL_06_EmanuelPacheco.mp3

No âmbito do 50.º Encontro Nacional de Pastoral Litúrgica, o Professor Emanuel Pacheco, Presidente do Serviço Nacional de Música Sacra, abordou a temática dos compositores que, ao longo de cinco décadas, deram um contributo decisivo para a renovação e o desenvolvimento da música litúrgica em Portugal.
A partir da relação entre história e memória, destacou o papel dos Encontros Nacionais como um verdadeiro laboratório de formação, celebração e criação musical ao serviço da liturgia.

Ao percorrer a história dos guiões litúrgicos dos encontros, evidenciou o legado de cerca de cinquenta compositores que contribuíram para o património musical da Igreja em Portugal, recordando de forma particular figuras como os padres Manuel Luís, Manuel Faria e Manuel Simões, pioneiros da renovação da música litúrgica após o Concílio Vaticano II. Sublinhou ainda a importância do Secretariado Nacional de Liturgia na edição e difusão de repertório para as celebrações, permitindo que muitos dos cânticos experimentados em Fátima chegassem às comunidades cristãs de todo o país.

Homenageou igualmente os compositores já falecidos, cujo legado continua vivo nas celebrações da Igreja, e reconheceu o contributo dos músicos e compositores que permanecem ao serviço da liturgia.

Concluiu afirmando que a música litúrgica é um património em permanente construção e que os Encontros Nacionais de Pastoral Litúrgica continuam a ser um espaço privilegiado para cultivar a beleza, a qualidade e a participação da assembleia celebrante, mantendo viva a obra daqueles que colocaram a sua arte ao serviço da liturgia.

«A Liturgia sinodal da Igreja. Participação, comunhão e missão»  https://www.liturgia.pt/multimedia/mp3/2026_ENPL_05_Ser...
31/07/2026

«A Liturgia sinodal da Igreja. Participação, comunhão e missão» https://www.liturgia.pt/multimedia/mp3/2026_ENPL_05_SergioLeal.mp3

O padre Sérgio Filipe Pinho Leal, da Diocese do Porto, refletiu sobre o tema «A Liturgia sinodal da Igreja. Participação, comunhão e missão», sublinhando a relação intrínseca entre liturgia e sinodalidade. Defendeu que a liturgia é, por natureza, uma experiência sinodal, onde a diversidade de ministérios, carismas e dons se coloca ao serviço da comunhão e da missão da Igreja. Salientou que a sinodalidade não se reduz a um método organizativo nem a uma lógica democrática, mas exprime a identidade da Igreja que, guiada pelo Espírito Santo, caminha unida com os olhos postos em Cristo.

O sacerdote abordou alguns desafios pastorais, inspirando-se nas conclusões do processo sinodal em Portugal. Destacou a necessidade de reforçar a participação corresponsável dos batizados, promover uma formação contínua para os diversos ministérios litúrgicos e fazer da liturgia um verdadeiro lugar de evangelização.

«A Palavra da vida numa liturgia viva» destacou a presença de Cristo na Palavra proclamada https://www.liturgia.pt/multi...
29/07/2026

«A Palavra da vida numa liturgia viva» destacou a presença de Cristo na Palavra proclamada https://www.liturgia.pt/multimedia/mp3/2026_ENPL_04_MarioSousa.mp3

O Cónego Mário de Sousa, biblista da Diocese do Algarve, proferiu na manhã desta quarta-feira, 29 de julho, no âmbito do 50.º Encontro Nacional de Pastoral Litúrgica, a conferência «A Palavra da vida numa liturgia viva», centrada na presença de Cristo na Palavra proclamada na celebração litúrgica.

Partindo do prólogo do Evangelho de são João, sublinhou que a Palavra de Deus não é apenas um texto ou uma doutrina, mas o próprio Cristo vivo que continua a falar ao seu povo na liturgia. Recordando o ensinamento do Concílio Vaticano II, evidenciou a unidade inseparável entre a Liturgia da Palavra e a Liturgia Eucarística, afirmando que ambas constituem um único ato de culto e que a participação na Eucaristia implica necessariamente a escuta da Palavra.

Ao longo da intervenção, o biblista destacou diversos episódios bíblicos, como os discípulos de Emaús e as aparições do Ressuscitado, para mostrar que é pela Palavra que Cristo abre o coração dos discípulos, ilumina a sua vida e conduz ao reconhecimento da sua presença. Defendeu ainda que a Palavra proclamada é verdadeiro sacramento da presença de Cristo, tornando-se fonte de graça e de transformação para a assembleia.

Na sua intervenção, o Cónego Mário de Sousa refletiu também sobre a missão da Igreja como «mestra da escuta», salientando que a atitude fundamental do crente é aprender a ouvir Deus. Sublinhou igualmente a importância do ministério do leitor, cuja preparação bíblica, litúrgica e técnica é indispensável para que a Palavra seja proclamada com dignidade e eficácia, permitindo que a assembleia reconheça nela a voz do próprio Senhor.

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