14/06/2026
Na homilia da missa deste 14 de junho, o padre Carlos Cabecinhas, reitor do Santuário de Fátima, contemplou a compaixão de Jesus, da qual nasceu a missão dos discípulos que, nos dias de hoje, pode inspirar “a missão que Ele confia a cada um de nós”.
Na missa dominical o reitor do Santuário de Fátima começou por deduzir, do Evangelho, “o carinho com que Deus nos olha”. Perante os peregrinos reunidos nesta manhã no Recinto de Oração, o sacerdote sublinhou, do Evangelho, a atitude na qual “Jesus manifesta uma profunda comoção pela situação das multidões” vindas ao seu encontro. Em Jesus, “é revelado o rosto misericordioso e compassivo de Deus”, “atento às nossas necessidades, preocupações e angústias”, disse.
Da compaixão experimentada por Jesus, o reitor do Santuário de Fátima destacou “a disposição para assumir os sofrimentos, preocupações e anseios daquelas pessoas que corriam ao seu encontro”, o que implicou “sentir como seu o sofrimento dos outros”, com “a intenção de aliviar o seu sofrimento”.
O presidente da celebração afirmou que da compaixão brota a “oração confiante”: “a seara é grande, mas os trabalhadores são poucos” para a missão. E frisou que, da compaixão de Jesus, nasce a missão dos seus discípulos, enviados para continuar a “anunciar a compaixão e misericórdia de Deus e torná-las presentes”. Com o olhar no tempo atual, sublinhou que “a vocação dos discípulos é a nossa vocação”.