Paróquia de S. Pedro - Covilhã

Paróquia de S. Pedro - Covilhã Missas
2a. a sábado - 11:00
sábado - (17:30 - Vespertina durante o tempo de catequese)
domingo - 11:30 e 19:00 Pedro.

Depois de, em 1863, os Padres da Companhia de Jesus terem tomado conta do Colégio dos Órfãos de S. Fiel, foi fundada, em 1871, na Covilhã, uma Residência para ministérios apostólicos, tendo sido construídas, em 1875 e 1876, uma igreja e o edifício da residência. Em 1910, os Jesuítas foram forçados a sair, tendo regressado em 1929. A igreja, que já tinha sido utilizada como armazém, era, nessa altu

ra, utilizada como tribunal, e a residência como dependência desse tribunal.Em finais da década de 1940, a igreja ardeu e a Companhia adquiriu as ruínas, que restaurou, tendo sido reaberta ao culto a 10 de Fevereiro de 1952. Em 1965, a Comunidade voltou a viver no actual edifício, que foi minimamente restaurado com o auxílio de amigos e benfeitores.Em 1969, a Companhia de Jesus encarregou-se da Paróquia de S. Esta, com cerca de 2600 habitantes, teve até ao final do século XIX, a igreja de S. Pedro como Igreja paroquial, a qual se situava junto à Misericórdia e Judiaria. Era de lá que partia a antiga procissão do Senhor dos Enfermos. Demolida esta igreja pelas entidades públicas, o culto passou a efectuar-se, primeiro na Igreja da Misericórdia, até que esta entrou em obras, e depois utilizou-se a capela de S. João de Malta, pequeno templo de raízes românicas, remodelado no século XVIII, até passar a ser utilizada a igreja dos Jesuítas, quando estes assumiram a paroquialidade, continuando contudo a referida capela a manter conjuntamente a categoria de Igreja Paroquial.A actividade paroquial passou a ser uma das responsabilidades principais da comunidade dos Jesuítas. Actualmente os Padres Jesuítas têm as seguintes actividades:- Animação da vida paroquial, sendo o Pároco coadjuvado pela comunidade;- Atendimento pessoal (diálogo e direcção espiritual) e Confissões; - CVX, acompanhamento e promoção;- Capelanias de Religiosas e Capelania do Hospital Distrital da Covilhã; - Assistência a vários movimentos supra-paroquiais.- A comunidade jesuíta dá ainda apoio e assistência espiritual à Casa do Menino Jesus, um internato de meninas vindas de famílias de risco, que está sediado na área da Paróquia.

«Sai e permanece no monte à espera do Senhor»1 Reis 19, 9a.11-13a
09/08/2026

«Sai e permanece no monte à espera do Senhor»
1 Reis 19, 9a.11-13a

09 de Agosto.Santa Edith Steinou Tereza Benedita da Cruz1891-1942Edith Stein nasceu na cidade de Breslau, Alemanha, no d...
09/08/2026

09 de Agosto.
Santa Edith Stein
ou Tereza Benedita da Cruz
1891-1942

Edith Stein nasceu na cidade de Breslau, Alemanha, no dia 12 de outubro de 1891, em uma próspera família de judeus. Aos dois anos, ficou órfã do pai. A mãe e os irmãos mantiveram a situação financeira estável e a educaram dentro da religião judaica.

Desde menina, Edith era brilhante nos estudos e mostrou forte determinação, caráter inabalável e muita obstinação. Na adolescência, viveu uma crise: abandonou a escola, as práticas religiosas e a crença consciente em Deus. Depois, terminou os estudos com graduação máxima, recebendo o título de doutora em fenomenologia, em 1916. A Alemanha só concedeu esse título a doze mulheres na última metade do século XX.

Em 1921, ela leu a autobiografia de santa Teresa d'Ávila. Tocada pela luz da fé, converteu-se e foi batizada em 1922. Mas a mãe e os irmãos nunca compreenderam ou aceitaram sua adesão ao catolicismo. A exceção foi sua irmã Rosa, que se converteu e foi batizada no seio da Igreja, após a morte da mãe, em 1936.

Edith Stein começou a servir a Deus com seus talentos acadêmicos. Lecionou numa escola dominicana, foi conferencista em instituições católicas e finalizou como catedrática numa universidade alemã. Em 1933, chegavam ao poder: Hi**er e o partido nazista. Todos os professores não-arianos foram demitidos. Por recusar-se a sair do país, os superiores da Ordem do Carmelo a aceitaram como noviça. Em 1934, tomou o hábito das carmelitas e o nome religioso de Teresa Benedita da Cruz. A sua família não compareceu à cerimônia.

Quatro anos depois, realizou sua profissão solene e perpétua, recebendo o definitivo hábito marrom das carmelitas. A perseguição nazista aos judeus alemães intensificou-se e Edith foi transferida para o Carmelo de Echt, na Holanda. Um ano depois, sua irmã Rosa foi juntar-se a ela nesse Carmelo holandês, pois desejava seguir a vida religiosa. Foi aceita no convento, mas permaneceu como irmã leiga carmelita, não podendo professar os votos religiosos. O momento era desfavorável aos judeus, mesmo para os convertidos cristãos.

A Segunda Guerra Mundial começou e a expansão nazista alastrou-se pela Europa e pelo mundo. A Holanda foi invadida e anexada ao Reich Alemão em 1941. A família de Edith Stein dispersou-se, alguns emigraram e outros desapareceram nos campos de concentração. Os superiores do Carmelo de Echt tentaram transferir Edith e Rosa para um outro, na Suíça, mas as autoridades civis de lá não facilitaram e a burocracia arrastou-se indefinidamente.

Em julho de 1942, publicamente, os bispos holandeses emitiram sua posição formal contra os nazistas e em favor dos judeus. Hi**er considerou uma agressão da Igreja Católica local e revidou. Em agosto, dois oficiais nazistas levaram Edith e sua irmã do Carmelo de Echt. No mesmo dia, outros duzentos e quarenta e dois judeus católicos foram deportados para os campos de concentração, como represália do regime nazista à mensagem dos bispos holandeses.

As duas irmãs foram levadas em um comboio de carga, junto com outras centenas de judeus e dezenas de convertidos, ao norte da Holanda, para o campo de Westerbork. Lá, Edith Stein, ou a "freira alemã", como a identificaram os sobreviventes, diferenciou-se muito dos outros prisioneiros que se entregaram ao desespero, lamentações ou prostração total. Ela procurava consolar os mais aflitos, levantar o ânimo dos abatidos e cuidar, do melhor modo possível, das crianças. Assim ela viveu alguns dias, suportando com doçura, paciência e conformidade a vontade de Deus, seu intenso sofrimento, e dos demais.

No dia 7 de agosto de 1942, Edith Stein, Rosa e centenas de homens, mulheres e crianças foram de trem para o campo de extermínio de Auschwitz-Birkenau. Dois dias depois, em 9 de agosto, foram mortas na câmara de gás e tiveram seus corpos queimados.

A irmã carmelita Teresa Benedita da Cruz foi canonizada em Roma, em 1998, pelo papa João Paulo II, que indicou sua festa para o dia de sua morte.

A solenidade contou com a presença de personalidades ilustres, civis e religiosas, da Alemanha e da Holanda, além de alguns sobreviventes dos campos de concentração que a conheceram e de vários membros da família Stein.

No ano seguinte, o mesmo sumo pontífice declarou santa Edith Stein, "co-Padroeira da Europa", junto com santa Brígida e santa Catarina de Sena.

Oração à Santa Teresa Benedita da Cruz
“Ó Santa Teresa Benedita da Cruz, ajuda-me a ter um encontro verdadeiro com Jesus, a fim de morrer para as coisas deste mundo e viver apenas para Ele. Santa Edith Stein, interceda por mim a Deus Pai, para que logo estejamos todos juntos no paraíso. Amém.” Santa Teresa Benedita da Cruz (Edith Stein), rogai por nós!


EVANGELHO DO DIA Domingo XIX do Tempo Comum (Ano A) - Mt 14, 22-33«Manda-me ir ter contigo sobre as águas»Depois de ter ...
09/08/2026

EVANGELHO DO DIA

Domingo XIX do Tempo Comum (Ano A) - Mt 14, 22-33

«Manda-me ir ter contigo sobre as águas»

Depois de ter saciado a fome à multidão, Jesus obrigou os discípulos a subir para o barco e a esperá-l’O na outra margem, enquanto Ele despedia a multidão. Logo que a despediu, subiu a um monte, para orar a sós. Ao cair da tarde, estava ali sozinho. O barco ia já no meio do mar, açoitado pelas ondas, pois o vento era contrário. Na quarta vigília da noite, Jesus foi ter com eles, caminhando sobre o mar. Os discípulos, vendo-O a caminhar sobre o mar, assustaram-se, pensando que fosse um fantasma. E gritaram cheios de medo. Mas logo Jesus lhes dirigiu a palavra, dizendo: «Tende confiança. Sou Eu. Não temais». Respondeu-Lhe Pedro: «Se és Tu, Senhor, manda-me ir ter contigo sobre as águas». «Vem!» – disse Jesus. Então, Pedro desceu do barco e caminhou sobre as águas, para ir ter com Jesus. Mas, sentindo a violência do vento e começando a afundar-se, gritou: «Salva-me, Senhor!». Jesus estendeu-lhe logo a mão e segurou-o. Depois disse-lhe: «Homem de pouca fé, porque duvidaste?». Logo que subiram para o barco, o vento amainou. Então, os que estavam no barco prostraram-se diante de Jesus, e disseram-Lhe: «Tu és verdadeiramente o Filho de Deus».


😨 Richard empurrou o carrinho do bolo de casamento apenas uma vez, mas quando Michael caiu de cara no bolo de cinco anda...
08/08/2026

😨 Richard empurrou o carrinho do bolo de casamento apenas uma vez, mas quando Michael caiu de cara no bolo de cinco andares, ninguém no salão imaginava que aquele momento humilhante destruiria todo o futuro de Richard antes que a noite chegasse ao fim.

O enorme salão de festas brilhava sob os lustres de cristal.

Centenas de convidados estavam ao lado de mesas lindamente decoradas, com taças de champanhe nas mãos, esperando a chegada do bolo de casamento.

No centro do salão, Michael, de vinte e sete anos, empurrava cuidadosamente um carrinho prateado em direção aos noivos.

Ele estava trabalhando havia doze horas exaustivas.

Seus pés doíam. Seus ombros estavam rígidos. Sua camisa branca estava levemente úmida por causa do calor da cozinha.

Mas ele continuava sorrindo.

Para todos os convidados no salão, Michael era apenas mais um garçom.

E era exatamente assim que ele queria que o vissem.

Ele havia aceitado deliberadamente o trabalho usando um sobrenome falso.

Durante três meses, havia servido convidados ricos, empresários, celebridades e membros de famílias poderosas.

Ele queria descobrir apenas uma coisa:

Como as pessoas tratariam alguém se acreditassem que essa pessoa não tinha nada a lhes oferecer?

Naquela noite, finalmente teria sua resposta.

Porque bem à sua frente estava Richard, o noivo.

Richard era bonito, rico, confiante… e cruel.

Durante toda a noite, ele havia estalado os dedos para chamar os garçons, reclamado dos menores detalhes e tratado os funcionários como se fossem invisíveis.

Quando Michael se aproximou com o enorme bolo de casamento, Richard o olhou de cima a baixo.

“Cuidado”, disse ele com um sorriso debochado. “Esse bolo provavelmente custa mais do que você ganha em um ano inteiro.”

Alguns convidados riram.

Michael não disse nada.

Apenas continuou empurrando o carrinho.

“Você me ouviu?”, perguntou Richard.

“Sim, senhor.”

Michael tentou passar por ele.

Foi então que Richard tomou uma decisão.

Ele olhou ao redor.

Ninguém parecia estar prestando muita atenção.

Então, com um sorriso casual, colocou uma das mãos na lateral do carrinho.

Um empurrão.

Foi um movimento pequeno.

Quase imperceptível.

Mas foi suficiente.

O carrinho desviou repentinamente para o lado.

Os olhos de Michael se arregalaram.

O bolo de cinco andares começou a tombar.

“Cuidado!”

Michael agarrou a borda do carrinho, tentando desesperadamente salvar o bolo.

Mas as rodas giraram sob seus pés.

Seu pé escorregou.

Seu corpo foi lançado para a frente.

💥 Ele caiu de cara diretamente no enorme bolo de casamento.

O bolo desabou sobre o chão.

O creme cobriu o rosto, o cabelo e o uniforme de Michael.

Os dois andares superiores desmoronaram sobre seus ombros.

Por alguns segundos, todo o salão de festas ficou em completo silêncio.

Então alguém começou a rir.

Outro convidado tirou o celular do bolso.

Em questão de segundos, o salão inteiro explodiu em gargalhadas.

Richard ria mais alto do que todos.

“Bom”, disse ele, olhando para Michael, que estava completamente coberto de glacê, “pelo menos agora o garçom combina com o bolo.”

A noiva, Isabella, cobriu a boca com a mão.

Então ela também começou a rir.

“Eu nunca vi algo tão ridículo.”

Michael levantou lentamente a cabeça.

O creme escorria de seus cílios.

Suas mãos tremiam.

Não porque estivesse envergonhado.

Mas porque estava furioso.

Mesmo assim, não disse nada.

Pegou um guardanapo do chão e começou a limpar o rosto.

Richard se aproximou.

“Você não vai pedir desculpas?”

Michael olhou diretamente para ele.

“Não.”

O sorriso de Richard desapareceu.

“O quê?”

“Eu disse não.”

“Você destruiu o meu bolo de casamento.”

Michael limpou o creme dos olhos.

“Foi você quem empurrou o carrinho.”

Um murmúrio percorreu o salão.

Então uma pessoa entrou, fazendo todos ficarem em silêncio. 😨

A continuação está no primeiro comentário 👉👉🔥

08/08/2026

Nem todos os lugares são para nós

Há uma coisa que a vida nos vai ensinando, muitas vezes à custa de algumas feridas: nem sempre devemos insistir.

Quando alguém não responde, talvez já tenha respondido.
Quando não nos procuram, talvez já tenham escolhido outro caminho.
Quando nos sentimos sempre a mais, talvez seja tempo de deixar de pedir um lugar onde nunca nos fizeram sentir em casa.

Durante muito tempo confundimos insistência com amor, disponibilidade com amizade e sacrifício com fidelidade. Mas não é assim.

As relações saudáveis não vivem de perseguições. Vivem de reciprocidade. Não exigem que andemos constantemente a provar o nosso valor. Quem gosta de nós encontra forma de nos fazer sentir importantes, mesmo nos pequenos gestos.

Também dói aceitar isto. Dói perceber que investimos tempo, afeto e coração em pessoas para quem fomos apenas uma passagem. Mas há dores que nos libertam.

Nem todas as portas que se fecham são um castigo. Algumas impedem-nos de continuar onde já não havia espaço para crescer.

Não guardes ressentimento. Também não vivas à espera que alguém mude. A vida é demasiado curta para ser gasta a mendigar atenção, carinho ou presença.

Há pessoas que chegam para ficar. Outras chegam apenas para nos ensinar que o nosso valor nunca pode depender do lugar que ocupamos na vida de alguém.

No fim de contas, a paz começa no dia em que deixamos de correr atrás de quem se afasta e começamos a caminhar ao lado de quem escolhe ficar.

Porque quem quer a tua presença nunca te faz sentir um incómodo. Faz-te sentir um dom.
Padre João Torres

08/08/2026

Nem todos os lugares são para nós

Há uma coisa que a vida nos vai ensinando, muitas vezes à custa de algumas feridas: nem sempre devemos insistir.

Quando alguém não responde, talvez já tenha respondido.
Quando não nos procuram, talvez já tenham escolhido outro caminho.
Quando nos sentimos sempre a mais, talvez seja tempo de deixar de pedir um lugar onde nunca nos fizeram sentir em casa.

Durante muito tempo confundimos insistência com amor, disponibilidade com amizade e sacrifício com fidelidade. Mas não é assim.

As relações saudáveis não vivem de perseguições. Vivem de reciprocidade. Não exigem que andemos constantemente a provar o nosso valor. Quem gosta de nós encontra forma de nos fazer sentir importantes, mesmo nos pequenos gestos.

Também dói aceitar isto. Dói perceber que investimos tempo, afeto e coração em pessoas para quem fomos apenas uma passagem. Mas há dores que nos libertam.

Nem todas as portas que se fecham são um castigo. Algumas impedem-nos de continuar onde já não havia espaço para crescer.

Não guardes ressentimento. Também não vivas à espera que alguém mude. A vida é demasiado curta para ser gasta a mendigar atenção, carinho ou presença.

Há pessoas que chegam para ficar. Outras chegam apenas para nos ensinar que o nosso valor nunca pode depender do lugar que ocupamos na vida de alguém.

No fim de contas, a paz começa no dia em que deixamos de correr atrás de quem se afasta e começamos a caminhar ao lado de quem escolhe ficar.

Porque quem quer a tua presença nunca te faz sentir um incómodo. Faz-te sentir um dom.


SANTO DO DIA ✝Nascido em Caleruega, em Espanha, por volta do ano 1170, Domingos estudou Teologia em Palência e foi nomea...
08/08/2026

SANTO DO DIA ✝

Nascido em Caleruega, em Espanha, por volta do ano 1170, Domingos estudou Teologia em Palência e foi nomeado cónego do Cabido da Catedral de Osma. Através da pregação e do seu exemplo de vida, combateu com grande êxito a heresia dos Cátaros. Com os companheiros desta demanda, Domingos fundou a Ordem dos Pregadores, conhecidos como Dominicanos. Morreu em Bolonha a 6 de agosto de 1221.
Rede Mundial de Oração do Papa - Portugal

SÃO DOMINGOSA igreja celebra no dia 08 de agosto, a memória de São Domingos.São Domingos nasceu no Reino de Castela por ...
08/08/2026

SÃO DOMINGOS

A igreja celebra no dia 08 de agosto, a memória de São Domingos.

São Domingos nasceu no Reino de Castela por volta do ano 1170,

e morreu em Bolonha em seis de agosto de 1221.

Os tempos eram então difíceis para a Igreja,

que se via a braços com múltiplas heresias.

Uma delas, muito em voga no sul da Europa,

era a dos Albigenses, que professavam e espalhavam o maniqueísmo.

A sua forma de viver era, porém, pobre e simples,

muito ao jeito do Evangelho,

o que levava as pessoas a aderir em massa.

Os delegados pontifícios, enviados a combater esta heresia,

vinham cheios de p***a, luxos, carros e criados,

e não obtinham qualquer sucesso.


São Domingos leu bem a situação,

e fez-se pregador simples e pobre.

Abraçava o Evangelho, que sabia de cor,

e falava quase só com Deus e de Deus.

Falava com Deus: rezava;

falava de Deus: pregava...

Muitos o seguiram.

Fundou a ordem dos Pregadores (Dominicanos),

que se dedicavam à oração e à pregação.

São Domingos enviava-os a pregar dois a dois,

ao jeito do Evangelho.


Como precisamos hoje,

neste mundo confuso, embrulhado em tantas ideologias,

de voltar à verdade pura do Evangelho.

Nosso Pai São Domingos, rogai por nós!

D. António Couto

Post da Bíblia e do Evangelho, Palavra de DeusParecem crianças (...) dizendo: 'Tocámos flauta para vós, e não dançastes!...
08/08/2026

Post da Bíblia e do Evangelho, Palavra de Deus

Parecem crianças (...) dizendo: 'Tocámos flauta para vós, e não dançastes! Entoámos
lamentações, e não chorastes!'
Lucas 7,32

www.audacia.org

Sábado da semana XVIII do Tempo Comum – S. Domingos, presbítero  Mt 17, 14-20«Se tiverdes fé, nada vos será impossível»N...
08/08/2026

Sábado da semana XVIII do Tempo Comum – S. Domingos, presbítero Mt 17, 14-20

«Se tiverdes fé, nada vos será impossível»

Naquele tempo, aproximou-se de Jesus um homem, que se ajoelhou diante d’Ele e Lhe disse: «Senhor, tem compaixão do meu filho, porque é epiléptico e sofre muito; cai frequentemente no fogo e muitas vezes na água. Apresentei-o aos teus discípulos, mas eles não puderam curá-lo». Jesus respondeu: «Oh geração incrédula e perversa! Até quando estarei convosco? Até quando terei de vos suportar? Trazei-mo aqui». Jesus ameaçou o demónio, que saiu do menino e este ficou curado a partir daquele momento. Os discípulos aproximaram-se
então de Jesus e perguntaram-Lhe em particular: «Por que motivo não pudemos nós expulsá-lo?». Jesus respondeu-lhes: «Por causa da vossa pouca fé. Em verdade vos digo: se tiverdes fé comparável a um grão de mostarda, direis a este monte: ‘Muda-te daqui para acolá’, e ele há de mudar-se. E nada vos será impossível».



Endereço

Rua De S. Tiago, 26
Covilhã
6200-214

Horário de Funcionamento

Terça-feira 09:30 - 12:30
15:30 - 18:00
Quarta-feira 09:30 - 12:30
15:30 - 18:00
Quinta-feira 09:30 - 12:30
15:30 - 18:00
Sexta-feira 09:30 - 12:30
15:30 - 18:00
Sábado 17:00 - 19:00

Telefone

+351275086549

Notificações

Seja o primeiro a receber as novidades e deixe-nos enviar-lhe um email quando Paróquia de S. Pedro - Covilhã publica notícias e promoções. O seu endereço de email não será utilizado para qualquer outro propósito, e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Local De Adoração

Envie uma mensagem para Paróquia de S. Pedro - Covilhã:

Compartilhar

Categoria