Grupo Coral da Igreja de Santa Maria Celorico da Beira

Grupo Coral da Igreja de Santa Maria Celorico da Beira O nosso Grupo anima a celebração da Missa Dominical na Igreja de Santa Maria, em Celorico da Beira.

Somos o GRUPO de CORAL da IGREJA de SANTA MARIA, que anima a celebração da missa dominical na IGREJA de SANTA MARIA aqui em Celorico da Beira, onde exprimimos e realizamos as nossas atitudes interiores, não só exprimimos, como, em certa medida, realizamos os sentimentos interiores de louvor, adoração, alegria, dor e súplica, marcando uma solenidade mais completa, ao mesmo tempo que traduzimos a un

ião profunda dos corações no canto dos louvores de Deus. O canto ajuda, sobretudo, a que a comunidade entre mais em sintonia com o mistério que celebra.

SANTA MARIA, MÃE DA IGREJANa segunda-feira depois do Pentecostes, ou seja, no dia de hoje, em que, liturgicamente, retom...
25/05/2026

SANTA MARIA, MÃE DA IGREJA

Na segunda-feira depois do Pentecostes, ou seja, no dia de hoje, em que, liturgicamente, retomamos o Tempo Comum, depois da interrupção para o Tempo da Quaresma e, depois, o Tempo Pascal, a Igreja celebra a memória litúrgica de Santa Maria, Mãe da Igreja, como foi estabelecido pelo Papa Francisco, em 2018.
Se ontem, Domingo de Pentecostes, celebrámos a descida do Espírito Santo sobre os apóstolos reunidos no cenáculo, onde estava, também, Maria, Mãe de Jesus, neste dia olhamos para esta mulher como Mãe da Igreja nascida justamente no Dia de Pentecostes.
A descida do Espírito Santo e os dons que concede a quem o recebe fez com que os apóstolos saíssem do local fechado onde se encontravam, o cenáculo, para se abrirem ao mundo. Não mais com medo, mas com um fogo dentro que não podiam conter.
Na verdade, não puderam conter a novidade que Cristo havia trazido às suas vidas, a novidade que é Ele mesmo, e que antes de subir ao Céu lhes pedira que anunciassem.
Assim nasce a Igreja.
A Igreja não nasce no fechamento. Não.
Foi esta atitude dos apóstolos, acompanhados por Maria, Mãe de Jesus, movidos pelo Espírito Santo e pela recomendação de Jesus ressuscitado antes da Sua Ascensão que os levou a gerar o Corpo cuja Cabeça é o próprio Jesus ressuscitado.
E Maria, que testemunhou o desabrochar deste botão, com o anúncio, a pregação, o testemunho de vida dos seguidores do seu Filho, é, hoje, venerada e celebrada como Mãe não dessa estrutura, mas dessa família, dessa comunidade, desse Corpo de Cristo na Terra, que é a Santa Igreja.

Roguemos de Nossa Senhora a proteção e a intercessão por toda a Igreja junto do seu Filho, para que ela, guiada pelo Santo Padre Leão XIV, que, neste dia, apresentou a sua primeira Encíclica intitulada “Magníf**a Humanidade”, continue a sua peregrinação até à Pátria Celeste, rumo à Igreja Triunfante, para que seja no mundo anunciadora da Boa Nova que é o próprio Jesus, e testemunhe a todos os homens, até aos confins do mundo, a Ressurreição de Cristo, deixando-se, permitindo-se guiar pelo Espírito Santo, o mesmo Espírito que, no início da Criação, pairava sobre as águas, segundo a vontade de Deus.

Que Maria, Mãe de Jesus e Mãe da Igreja nos inspire e nos dê colo, como só uma verdadeira mãe sabe dar, nos momentos mais escuros da nossa vida como Corpo de Cristo no mundo.

Santa Maria, Mãe da Igreja,
rogai por nós.

MAIO - MÊS DE MARIAIniciamos amanhã, 1 de maio, o mês, por excelência, dedicado a Nossa Senhora.Neste mês tão especial e...
30/04/2026

MAIO - MÊS DE MARIA

Iniciamos amanhã, 1 de maio, o mês, por excelência, dedicado a Nossa Senhora.
Neste mês tão especial e tão querido da nossa comunidade paroquial, reunimo-nos, diariamente, para louvarmos a Deus, por meio de Maria, Aquela que O trouxe ao mundo, meditando nos grandes mistérios da vida de Jesus e de Sua Mãe.
A missão de Maria é inseparável da de Jesus. Maria é inseparável do seu Filho, na medida em que aponta sempre para Ele, como nas bodas de Caná: “Fazei tudo o que Ele vos disser.” (Jo 2, 5)

Assim, diariamente, pelas 21:00 horas, na Igreja de Santa Maria, reunir-nos-emos, para rezarmos o Terço em louvor de Nossa Senhora.
Como comunidade, depositamos aos pés de Maria, padroeira sua e desta igreja, rezaremos pelas nossas intenções, pelas intenções do Papa Leão, pelo nosso Bispo e Pároco, pela paz e pelas intenções do mundo inteiro, para que, por meio da oração, o nosso coração se transforme e se configure à imagem do Coração Orante de Maria, para sermos no mundo instrumentos da construção do Reino.
Mas não apenas pedimos.
Também agradecemos.
Damos graças a Deus pelas maravilhas realizadas nesta mulher que, erroneamente, tantas vezes tendemos a endeusar, mas que, apesar do papel absolutamente indispensável na História da Salvação que desempenhou, sempre apontou para Jesus.
Damos graças a Deus pelas graças que Ele nos concede por intercessão da Virgem Santa Maria, nossa querida Mãe, cujos louvores, neste mês de maio, tão carinhosamente cantamos.

Maria é esta Mãe de Amor, esta Mãe da Alegria, esta Mãe da Esperança que, insistentemente, pediu que rezássemos o Terço todos os dias.
Que a oração contínua neste mês de Maria seja alavanca para esta oração diária dirigida a esta Mãe que Jesus, no alto da cruz, nos concedeu.

Esta é a Mãe da Alegria Pascal. Alegremo-nos com Ela, neste Tempo da Ressurreição, que se prolonga desde o Domingo de Páscoa até ao Domingo de Pentecostes (este ano a 24 de maio) e exultemos. O Filho que trouxe em seu ventre sagrado ressuscitou!
Maria alegra-se!
Alegra-te também!

Como vês, não faltam razões para, diariamente, te reunires e te unires à tua comunidade para, a cada conta do Terço, ofereças uma rosa do teu amor a esta amada Mãe.

NOTA: No sábado, 2 de maio, em virtude da celebração da Eucaristia vespertina do Domingo V da Páscoa, na Igreja de Santa Maria, pelas 19:00 horas, a oração do Terço far-se-á antes da Eucaristia, pelas 18:30 horas.

Santa Maria,
Rogai por nós!

OITAVA DA PÁSCOAContinuamos a celebrar o Domingo de Páscoa, solenidade maior que não pode conter-se num único dia, mas s...
11/04/2026

OITAVA DA PÁSCOA

Continuamos a celebrar o Domingo de Páscoa, solenidade maior que não pode conter-se num único dia, mas se prolonga por 50 dias, e, de modo intenso, durante 8 dias, a Oitava da Páscoa, que estamos a viver. Nesta semana, a Oitava, vivemos não 8 dias distintos, mas um único dia prolongado por 8 dias - o Dia da Ressurreição, o Dia que o Senhor fez, para exultarmos a cantarmos de alegria.

Nestes dias, a Liturgia da Palavra apresenta-nos, sempre, episódios em que Jesus ressuscitado aparece aos discípulos ou a Maria Madalena.

Vamos, dia a dia, percorrer, de forma sucinta, o que a Palavra de Deus nos foi dizendo ao longo destes dias mencionados no título, uma vez que não publicámos nestes dias.

QUARTA-FEIRA DA OITAVA DA PÁSCOA:

Como a Palavra de Deus é dirigida a ti, diretamente, lê/escuta, primeiro, o Evangelho de Quarta-feira desta Oitava da Páscoa:

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas

Dois dos discípulos de Jesus iam a caminho duma povoação chamada Emaús, que f**ava a duas léguas de Jerusalém. Conversavam entre si sobre tudo o que tinha sucedido. Enquanto falavam e discutiam, Jesus aproximou-Se deles e pôs-Se com eles a caminho. Mas os seus olhos estavam impedidos de O reconhecerem. Ele perguntou-lhes: «Que palavras são essas que trocais entre vós pelo caminho?» Pararam, com ar muito triste, e um deles, chamado Cléofas, respondeu: «Tu és o único habitante de Jerusalém a ignorar o que lá se passou nestes dias». E Ele perguntou: «Que foi?» Responderam-Lhe: «O que se refere a Jesus de Nazaré, profeta poderoso em obras e palavras diante de Deus e de todo o povo; e como os príncipes dos sacerdotes e os nossos chefes O entregaram para ser condenado à morte e crucif**ado. Nós esperávamos que fosse Ele quem havia de libertar Israel. Mas, afinal, é já o terceiro dia depois que isto aconteceu. É verdade que algumas mulheres do nosso grupo nos sobressaltaram: foram de madrugada ao sepulcro, não encontraram o corpo de Jesus e vieram dizer que lhes tinham aparecido uns Anjos a anunciar que Ele estava vivo. Alguns dos nossos foram ao sepulcro e encontraram tudo como as mulheres tinham dito. Mas a Ele não O viram». Então Jesus disse-lhes: «Homens sem inteligência e lentos de espírito para acreditar em tudo o que os profetas anunciaram! Não tinha o Messias de sofrer tudo isso para entrar na sua glória?» Depois, começando por Moisés e passando pelos Profetas, explicou-lhes em todas as Escrituras o que Lhe dizia respeito. Ao chegarem perto da povoação para onde iam, Jesus fez menção de seguir para diante. Mas eles convenceram-n’O a f**ar, dizendo: «Ficai connosco, porque o dia está a terminar e vem caindo a noite». Jesus entrou e ficou com eles. E quando Se pôs à mesa, tomou o pão, recitou a bênção, partiu-o e entregou-lho. Nesse momento abriram-se-lhes os olhos e reconheceram-n’O. Mas Ele desapareceu da sua presença. Disseram então um para o outro: «Não ardia cá dentro o nosso coração, quando Ele nos falava pelo caminho e nos explicava as Escrituras?» Partiram imediatamente de regresso a Jerusalém e encontraram reunidos os Onze e os que estavam com eles, que diziam: «Na verdade, o Senhor ressuscitou e apareceu a Simão». E eles contaram o que tinha acontecido no caminho e como O tinham reconhecido ao partir o pão.

Palavra da salvação.

Agora que leste, o que te diz esta Palavra?
Este episódio acontece na tarde do dia da Ressurreição. Dois discípulos de Jesus iam a caminho de uma povoação de nome Emaús.
Jesus põe-se com eles a caminho.
O que ressalta deste episódio?
Entre outros aspetos que poderias meditar, parece oportuno destacar a atitude dos dois discípulos após o encontro com o Senhor ressuscitado, depois de saberem que era Ele que caminhara com eles e lhes explicara o sentido das Escrituras e lhes partira o pão, à mesa.
“Partiram imediatamente de regresso a Jerusalém e encontraram reunidos os Onze e os que estavam com eles, que diziam: «Na verdade, o Senhor ressuscitou e apareceu a Simão». E eles contaram o que tinha acontecido no caminho e como O tinham reconhecido ao partir o pão.”

Partiram imediatamente.
Foram, à pressa, ter com os Onze (já não Doze, pois Judas tinha-se enforcado).
E porque foram?
O que te ocorre?
A resposta é dada, de forma absolutamente maravilhosa imediatamente antes.
Ei-la:
“Não ardia cá dentro o nosso coração, quando Ele nos falava pelo caminho e nos explicava as Escrituras”

Não ardia cá dentro o coração?
Não ardia?
Não sentia o queimor?
Não sentia este fogo?
Não havia algo a mexer cá dentro?
Que movimento interior!
E a ti?
Jesus faz-te arder o coração?
Não só quando te explica as Escrituras e te reparte o Pão da Vida, que é Ele mesmo, mas, simplesmente, quando estás com Ele na oração?
É bom que O sintas, sintas a Sua presença viva na Escritura e no Seu Corpo, mas, e na oração?
Como experimentas encontro?
Encontro com Aquele que te ama e se põe contigo a caminho?
Arde-te o coração?
O que te faz arder o coração?
Ele ateia-te esse fogo que jamais se extingue?
Pensa nisto.

QUINTA-FEIRA DA OITAVA DA PÁSCOA:

O episódio evangélico desta Quinta-feira desta Oitava festiva é a continuação do episódio anterior.
Ora vê:

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas

Naquele tempo, os discípulos de Emaús contaram o que tinha acontecido no caminho e como tinham reconhecido Jesus ao partir do pão. Enquanto diziam isto, Jesus apresentou-Se no meio deles e disse-lhes: «A paz esteja convosco». Espantados e cheios de medo, julgavam ver um espírito. Disse-lhes Jesus: «Porque estais perturbados e porque se levantam esses pensamentos nos vossos corações? Vede as minhas mãos e os meus pés: sou Eu mesmo; tocai-Me e vede: um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que Eu tenho». Dito isto, mostrou-lhes as mãos e os pés. E como eles, na sua alegria e admiração, não queriam ainda acreditar, perguntou-lhes: «Tendes aí alguma coisa para comer?» Deram-Lhe uma posta de peixe assado, que Ele tomou e começou a comer diante deles. Depois disse-lhes: «Foram estas as palavras que vos dirigi, quando ainda estava convosco: ‘Tem de se cumprir tudo o que está escrito a meu respeito na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos’». Abriu-lhes então o entendimento para compreenderem as Escrituras e disse-lhes: «Assim está escrito que o Messias havia de sofrer e de ressuscitar dos mortos ao terceiro dia, e que havia de ser pregado em seu nome o arrependimento e o perdão dos pecados a todas as nações, começando por Jerusalém. Vós sois as testemunhas de todas estas coisas».

Palavra da salvação.

“A paz esteja convosco.”
Esta é a primeira e grande saudação de Jesus ressuscitado.
“A paz esteja convosco.”
A paz que Ele mesmo deixara aos Apóstolos antes da Sua Paixão é, agora, a paz do Ressuscitado.
É a paz da Ressurreição.
Experimenta esta paz.
Faz a experiência da paz que brota, que jorra do coração do Senhor da Vida, do Senhor que inaugura o Reino de Verdade e de Vida, de Santidade e de Graça, de Justiça, de Amor e de Paz.
Inspira a paz que Jesus ressuscitado te oferece, te quer oferecer.
É Ele mesmo!
Deixa-O entrar na tua vida e dar-lhe a paz de que ela precisa.
Aquela paz que, ao inspirares, preenche o mais profundo do teu ser.

SEXTA-FEIRA DA OITAVA DA PÁSCOA:

O Evangelho de Sexta-feira, de novo segundo São João, apresenta-te a terceira aparição de Jesus depois de ter ressuscitado.

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João

Naquele tempo, Jesus manifestou-Se novamente aos discípulos junto ao Mar de Tiberíades. Manifestou-Se deste modo: Estavam juntos Simão Pedro, Tomé, chamado Dídimo, e Natanael, que era de Caná da Galileia. Também estavam presentes os filhos de Zebedeu e mais dois discípulos de Jesus. Disse-lhes Simão Pedro: «Vou pescar». Eles responderam-lhe: «Nós vamos contigo». Saíram de casa e subiram para o barco, mas naquela noite não apanharam nada. Ao romper da manhã, Jesus apresentou-Se na margem, mas os discípulos não sabiam que era Ele. Disse-lhes então Jesus: «Rapazes, tendes alguma coisa para comer?» Eles responderam: «Não». Disse-lhes Jesus: «Lançai a rede para a direita do barco e encontrareis». Eles lançaram a rede e já mal a podiam arrastar por causa da abundância de peixes. Então o discípulo predileto de Jesus disse a Pedro: «É o Senhor». Simão Pedro, quando ouviu dizer que era o Senhor, vestiu a túnica que tinha tirado e lançou-se ao mar. Os outros discípulos, que estavam distantes apenas uns duzentos côvados da margem, vieram no barco, puxando a rede com os peixes. Logo que saltaram em terra, viram brasas acesas com peixe em cima, e pão. Disse-lhes Jesus: «Trazei alguns dos peixes que apanhastes agora». Simão Pedro subiu ao barco e puxou a rede para terra, cheia de cento e cinquenta e três grandes peixes. E, apesar de serem tantos, não se rompeu a rede. Disse-lhes Jesus: «Vinde comer». Nenhum dos discípulos se atrevia a perguntar: «Quem és Tu?»: bem sabiam que era o Senhor. Então Jesus aproximou-Se, tomou o pão e deu-lho, fazendo o mesmo com o peixe. Foi esta a terceira vez que Jesus Se manifestou aos discípulos, depois de ter ressuscitado dos mortos.

Palavra da salvação.

“Bem sabiam que era o Senhor”, diz João na narração deste episódio, no qual ele mesmo toma parte, intitulando-se a si mesmo como o “discípulo predileto”, como é hábito no Evangelho que ele próprio escreveu.
“Bem sabiam que era o Senhor.”
Jesus aparece junto ao Mar de Tiberíades, onde alguns Apóstolos estavam a pescar.
Ninguém se atrevia a perguntar quem era Aquele que aparecera.
Reconheces Jesus?
Reconheces a Sua presença?
Reconhece-l’O quando Ele se manifesta na tua vida?
Estás distraído e não dás por nada?
Não O sentes próximo?
Ou, ao contrário, bem sabes que é o Senhor, não te atrevendo, sequer, a perguntar-Lhe se é Ele. Não por falta de ousadia para questioná-l’O, mas por confiança, por abandono total n’Ele.
Vale a pena pensares nisto.

SÁBADO DA OITAVA DA PÁSCOA:

Chegamos ao penúltimo dia desta Oitava festiva.
A Liturgia apresenta-te a Ressurreição segundo São Marcos.

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Marcos

Jesus ressuscitou na manhã do primeiro dia da semana e apareceu em primeiro lugar a Maria Madalena, da qual tinha expulsado sete demónios. Ela foi anunciar aos que tinham andado com Ele e estavam mergulhados em tristeza e pranto. Eles, porém, ouvindo dizer que Jesus estava vivo e fora visto por ela, não acreditaram. Depois disto, manifestou-Se com aspecto diferente a dois deles que iam a caminho do campo. E eles correram a anunciar aos outros, mas também não lhes deram crédito. Mais tarde apareceu aos Onze, quando eles estavam sentados à mesa, e censurou-os pela sua incredulidade e dureza de coração, porque não acreditaram naqueles que O tinham visto ressuscitado. E disse-lhes: «Ide por todo o mundo e proclamai o Evangelho a toda a criatura».

Palavra da salvação.

Os discípulos não deram crédito ao testemunho de Maria Madalena, nem dos discípulos de Emaús.
Esta é uma ocasião para te perguntares se dás crédito a quem tem a missão de anunciar Jesus ressuscitado.
Desde já, os teus irmãos na fé, e, depois, aqueles que, pela imposição das mãos, têm uma especial missão de pregar Jesus ressuscitado e de anunciá-l’O a todo o mundo.
Mas, “todo o mundo” soa muito vago.
Fixa-te nós cristãos que, pelo Batismo, são configurados na Morte e Ressurreição de Jesus e têm, por isso, a missão primeira, primordial de anunciar Jesus Cristo e Jesus Cristo ressuscitado.
Confias neles?
E tu?
Como é o testemunho que dás da Ressurreição?
Empenhas-te em viver segundo o modelo de vida proposto por este Jesus vitorioso?
Que estas questões de incomodem e te façam dar uma resposta.
Uma resposta.
Não a ti.
Não aos outros.
Mas a Jesus.

Vive e anuncia a vida nova que Jesus ressuscitado te oferece.

Cristo ressuscitou! Aleluia, aleluia!

TERÇA-FEIRA DA OITAVA DA PÁSCOAHoje, terça feira, 3.º dia da Oitava da Páscoa, continuamos a celebrar o Dia da Ressurrei...
07/04/2026

TERÇA-FEIRA DA OITAVA DA PÁSCOA

Hoje, terça feira, 3.º dia da Oitava da Páscoa, continuamos a celebrar o Dia da Ressurreição.
O sepulcro vazio continua a ser o grande sinal deste mistério que celebramos, com tanta intensidade, nesta semana festiva.
Mas, hoje, acrescenta-se um novo elemento.
Atenta no Evangelho do dia:

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João

Naquele tempo, Maria Madalena estava a chorar junto do sepulcro. Enquanto chorava, debruçou-se para dentro do sepulcro e viu dois Anjos vestidos de branco, sentados, um à cabeceira e outro aos pés, onde estivera deitado o corpo de Jesus. Os Anjos perguntaram a Maria: «Mulher, porque choras?» Ela respondeu- lhes: «Porque levaram o meu Senhor e não sei onde O puseram». Dito isto, voltou-se para trás e viu Jesus de pé, sem saber que era Ele. Disse-lhe Jesus: «Mulher, porque choras? A quem procuras?» Pensando que era o jardineiro, ela respondeu-Lhe: «Senhor, se foste tu que O levaste, diz-me onde O puseste, para eu O ir buscar». Disse-lhe Jesus: «Maria!» Ela voltou-se e respondeu em hebraico: «Rabuni!», que quer dizer: «Mestre!» Jesus disse-lhe: «Não Me detenhas, porque ainda não subi para o Pai. Vai ter com os meus irmãos e diz-lhes que vou subir para o meu Pai e vosso Pai, para o meu Deus e vosso Deus». Maria Madalena foi anunciar aos discípulos: «Vi o Senhor». E contou-lhes o que Ele lhe tinha dito.

Palavra da salvação.

Agora que leste esta passagem da Sagrada Escritura, coloca-se a questão: deste conta do elemento novo que, hoje, surge como revelador do Dia de Páscoa que, hoje, celebras?
Será o “jardineiro”?
Será Maria Madalena?
Os Anjos?
Hoje, tens uma marca mais da Ressurreição: a aparição do próprio Jesus.
Do Vitorioso.
Do Glorioso.
Do “disfarçado”, no Qual Madalena vê o jardineiro.

Ao chamá-la pelo nome “Maria!”, Jesus abre o entendimento de Maria.
Também a ti, vendo-te a chorar junto ao túmulo, o Senhor, ainda que “disfarçado”, chama-te pelo nome.
Qual é a tua reação?
Como Lhe respondes?
Respondes-Lhe, sequer?
Se sim, o quê?

O sepulcro está vazio e Jesus aparece em carne e osso.
Que mais é necessário para chegares à verdadeira Fé em Cristo ressuscitado?
Este encontro com Ele leva-te a tornares-te íntimo d’Ele, como o era Maria Madalena?

Pede, insistentemente, a Jesus a graça de ouvires a Sua voz, que te chama pelo nome, bem como a graça de confiares n’Ele, de te confiares a Ele mesmo.
Corres a anunciar este encontro que tiveste, que tens com o Ressuscitado?

Santas Festas de Páscoa!
Aleluia, aleluia!

SEGUNDA-FEIRA DA OITAVA DA PÁSCOANeste Dia solene de Páscoa, a liturgia convida-nos a olhar, sob o prisma de São Mateus,...
06/04/2026

SEGUNDA-FEIRA DA OITAVA DA PÁSCOA

Neste Dia solene de Páscoa, a liturgia convida-nos a olhar, sob o prisma de São Mateus, um episódio curioso.
Debruça-te nele:

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus

Naquele tempo, Maria Madalena e a outra Maria, que tinham ido ao túmulo do Senhor, afastaram-se a toda a pressa, cheias de temor e de grande alegria, e correram a levar aos discípulos a notícia da Ressurreição. Entretanto, Jesus saiu ao seu encontro e saudou-as. Elas aproximaram-se, abraçaram-Lhe os pés e prostraram-se diante d’Ele. Disse-lhes então Jesus: «Não temais. Ide avisar os meus irmãos que devem ir para a Galileia. Lá Me verão». Enquanto elas iam a caminho, alguns dos guardas foram à cidade participar aos príncipes dos sacerdotes tudo o que tinha acontecido. Estes reuniram-se com os anciãos e, depois de terem deliberado, deram aos soldados uma soma avultada de dinheiro, com esta recomendação: «Dizei: ‘Os discípulos vieram de noite roubá-l’O, enquanto nós estávamos a dormir’. Se isto chegar aos ouvidos do governador, nós o convenceremos e faremos que vos deixem em paz». Eles receberam o dinheiro e fizeram como lhes tinham ensinado. Foi este o boato que se divulgou entre os judeus, até ao dia de hoje.

Palavra da salvação.

Eis uma primeira aparição de Jesus ressuscitado.
Estes episódios vão acompanhar-te, ao longo de toda esta semana, a Oitava da Páscoa.
Jesus sai ao encontro daquelas mulheres.
Mas, antes, elas, ao saírem do sepulcro vazio, afastaram-se cheias de temor e de grande alegria!
Pudera!
Este é o dia que o Senhor fez: exultemos e cantemos de alegria, como nos convida o salmo 117.
Neste Dia de Páscoa, as mulheres, Maria Madalena e a outra Maria, são as primeiras testemunhas do maior mistério da nossa Fé.
São elas que vão ao túmulo do Senhor.
É a elas que Jesus aparece, em primeiro lugar.
Elas correm a toda a pressa e plenas de alegria.
Como vives e anuncias a Boa Nova do sepulcro vazio?
Poderias não saber o porquê, mas tens este testemunho de que o sepulcro está vazio.
Porquê?
A resposta é dada na Noite Santa, na Vigília Pascal, na primeira parte deste Evangelho.
Anuncias o vazio do sepulcro?
Mais, anuncias o porquê desse vazio?
Neste Dia de Páscoa, detém-te neste ponto: “anuncio e corro com pressa e alegria a anunciar a quem me rodeia que, no sepulcro, nada há mais do que uma pedra removida?
Estranharás dizermos “neste Dia de Páscoa”.
Mas, na verdade, como dizíamos ontem, o Domingo da Ressurreição prolonga-se por oito dias.
É a Oitava da Páscoa! Cada dia é vivido como Dia de Páscoa!
Ou melhor, esta semana é vivida como um grande dia prolongado!
Um dia em que o Sol não conhece ocaso.
É a semana da eterna Primavera.

Os chefes do povo bem tentam silenciar o evidente, o óbvio.
Mas não conseguem!
Ainda bem para nós, ainda bem para ti!
Aqui não estarias se o esquema por eles pensado fosse verdade!
O sepulcro vazio e, ademais, a aparição de Jesus ressuscitado evidenciam aquilo que Ele mesmo anunciara por três vezes.

Vive estes dias solenes com alegria.
Pede a Jesus a graça de viveres estes dias em Sua honra exultando de alegria pascal, a alegria maior que podes experimentar.
Procura anunciá-l’O.
Procura proclamar a quantos encontrares que o sepulcro nada tem lá dentro se não as ligaduras e o sudário.
Ousa fazê-lo.
Atreve-te.
Como àquelas mulheres, Jesus diz “não temas”.
Não temas.
Sai do túmulo e proclama este dia maravilhoso que o Senhor fez e exulta e alegra-te n’Ele!

Nesta segunda feira, conhecida como a Segunda-Feira do Anjo, pois foi um Anjo que anunciou às mulheres que Cristo havia ressuscitado dos mortos, f**a o desafio: com alegria, anuncia a pelo menos uma pessoa à tua volta a Ressurreição de Jesus!

Santas Festas de Páscoa!
Aleluia, aleluia!

DOMINGO DE PÁSCOA DA RESSURREIÇÃO DO SENHOR“Eis o dia que fez o Senhor: n’Ele exultemos e nos alegremos.” (Sl 117)Hoje, ...
05/04/2026

DOMINGO DE PÁSCOA DA RESSURREIÇÃO DO SENHOR

“Eis o dia que fez o Senhor: n’Ele exultemos e nos alegremos.” (Sl 117)

Hoje, atinge a sua plenitude o Sagrado Tríduo Pascal, que tínhamos iniciado na noite de Quinta-feira Santa.
Hoje, principia a Oitava da Páscoa, a semana que é vivida como um único dia - o Domingo de Páscoa.
Hoje, tem início o Tempo Pascal, que se prolonga por 50 dias, até à Solenidade de Pentecostes.
Este é, de facto, o dia que o Senhor fez!
Dia de exultação e de alegria.
Dia de júbilo e de vitória.
Dia de festa, a maior e mais solene festa, o maior e mais importante dia do calendário!
É hoje! É hoje que celebramos o mais importante e solene dia do ano!
A Ressurreição do Senhor Jesus do sepulcro ao terceiro dia inaugura o Tempo Novo, o Tempo da Nova Criação, o Tempo da presença festiva de Jesus no meio do Seu povo, porque, ressuscitado, vive, agora, para sempre.
Ó ditosa noite que conheceste o momento exato da Ressurreição do Senhor, ouvíamos ontem no Precónio Pascal, na Vigília Pascal na Noite Santa.
Ó ditoso dia em cuja manhã Maria Madalena e os discípulos encontraram o sepulcro vazio!
Que dia belo!
Que dia fantástico!
Que dia maravilhoso!
É o dia que fez o Senhor.
É o dia que o Senhor fez.
Este é o dia de inauguração da nova Páscoa.
Já não é a antiga Páscoa, a libertação do povo de Israel do Egito.
É a nova Páscoa!
É a Ressurreição de Cristo!
É a libertação plena e para toda a eternidade do pecado e da morte.
A morte, que, até então, tinha a última palavra, deixou de o ser, para, como experimentou Jesus ao descer à mansão dos mortos, ser uma passagem, como passagem foi a libertação de Israel do Egito, pelo Mar Vermelho.
Esta é a nova Páscoa!
É a Páscoa de Jesus!
O Cordeiro imolado na festa pascal judaica já não é mais um animal cujo sangue é derramado em sacrifício.
Jesus torna-se, Ele mesmo, no Cordeiro Pascal, o Cordeiro de Deus que vem para tirar o pecado do mundo.
É Ele o Cordeiro da nova Páscoa!

Que dia admirável!
Contempla, no crucif**ado, não um homem cujo fim se resume àquele madeiro, mas como Aquele que, pela cruz, conseguiu este admirável feito: depois de sepultado, onde parecia não haver mais nada, brota o rebento do grão de trigo lançado no seio da terra.
Este Trigo Novo é Jesus, o Cordeiro da Páscoa que celebramos.

Procura viver este Tempo Pascal e, de modo muito particular, a Oitava da Páscoa, isto é, esta semana, em que todos os dias são Domingo de Páscoa, com solenidade exterior e, mais ainda, festa interior!
Rejubila!
Canta!
Canta a glória de Deus manifestada no esplendor da Ressurreição do Seu Filho.
Canta “aleluias” de festa!
Cristo, no Cordeiro Pascal, foi imolado: celebremos a Festa do Senhor!
Celebra!
Enfeita o crucifixo do teu lar com um pano branco e flores.
Manifesta exteriormente a festa que vai dentro do teu coração, a festa que a Igreja, todos os discípulos de Jesus vivem nestes dias!
É festa!
A maior!
A mais importante!
Celebra!
Canta!
Exulta de alegria!
O Amor de Deus, manifestado em Jesus ressuscitado, leva-te, neste dia, a exultares e a louvares a Deus pelas maravilhas que Ele operou em teu favor!
Ó admirável culpa que nos mereceu tão grande Redentor!
O amor com que Jesus venceu a morte é o mesmo amor que deves manifestar e viver na tua vida, na relação com Deus e com os que te rodeiam.
Foi o Amor que ressuscitou Jesus.
Porque Deus é amor, assim nos diz São João, na sua Primeira Carta, então podemos dizer que foi o Amor que o ressuscitou.
Foi o Amor que O trouxe, de novo, à vida.

Jesus Ressuscitou verdadeiramente!
Aleluia, aleluia!

O Grupo Coral da Igreja de Santa Maria deseja-te uma Santa e Feliz Páscoa, na medida em que celebras, não relembras ou evocas, mas celebras a Solenidade da Ressurreição de Cristo!

Cristo ressuscitou, aleluia, aleluia!

VIGÍLIA PASCAL NA NOITE SANTA“Exulte de alegria a multidão dos Anjos, exultem as assembleias celestes, ressoem hinos de ...
05/04/2026

VIGÍLIA PASCAL NA NOITE SANTA

“Exulte de alegria a multidão dos Anjos, exultem as assembleias celestes, ressoem hinos de glória, para anunciar o triunfo de tão grande Rei. Rejubile também a terra, inundada por tão grande claridade, porque a luz de Cristo, o Rei eterno, dissipa as trevas de todo o mundo. Alegre-se a Igreja, nossa mãe, adornada com os fulgores de tão grande luz, e ressoem neste templo as aclamações do povo de Deus.

V. O Senhor esteja convosco.
R. Ele está no meio de nós].
V. Corações ao alto.
R. O nosso coração está em Deus.
V. Dêmos graças ao Senhor nosso Deus.
R. É nosso dever, é nossa salvação.

É verdadeiramente nosso dever, é nossa salvação proclamar com todo o fervor da alma e toda a nossa voz os louvores de Deus invisível, Pai omnipotente, e do seu Filho Unigénito, Jesus Cristo, nosso Senhor. Ele pagou por nós ao eterno Pai a dívida por Adão contraída e com seu Sangue precioso apagou a condenação do antigo pecado. Celebramos hoje as festas da Páscoa, em que é imolado o verdadeiro Cordeiro, cujo Sangue consagra as portas dos fiéis. Esta é a noite, em que libertastes do cativeiro do Egipto os filhos de Israel, nossos pais, e os fizestes atravessar a pé enxuto o Mar Vermelho. Esta é a noite, em que a coluna de fogo dissipou as trevas do pecado. Esta é a noite, que liberta das trevas do pecado e da corrupção do mundo aqueles que hoje por toda a terra crêem em Cristo, noite que os restitui à graça e os reúne na comunhão dos Santos. Esta é a noite, em que Cristo, quebrando as cadeias da morte, Se levanta glorioso do túmulo. Oh admirável condescendência da vossa graça! Oh incomparável predilecção do vosso amor! Para resgatar o escravo entregastes o Filho. Oh necessário pecado de Adão, que foi destruído pela morte de Cristo! Oh ditosa culpa, que nos mereceu tão grande Redentor! Esta noite santa afugenta os crimes, lava as culpas; restitui a inocência aos pecadores, dá alegria aos tristes. Oh noite ditosa, em que o céu se une à terra, em que o homem se encontra com Deus!
Nesta noite de graça, aceitai, Pai santo, este sacrifício vespertino de louvor, que, na oblação deste círio, pelas mãos dos seus ministros Vos apresenta a santa Igreja. Nós Vos pedimos, Senhor, que este círio, consagrado ao vosso nome, arda incessantemente para dissipar as trevas da noite; e, subindo para Vós como suave perfume, junte a sua claridade à das estrelas do céu. Que ele brilhe ainda quando se levantar o astro da manhã, aquele astro que não tem ocaso, Jesus Cristo vosso Filho, que, ressuscitando de entre os mortos, iluminou o género humano com a sua luz e a sua paz e vive glorioso pelos séculos dos séculos.” (Precónio Pascal)

Cristo Ressuscitou, aleluia, aleluia!

Santas Festas de Páscoa!

SÁBADO SANTODe uma antiga homilia de Sábado Santo:“A descida do Senhor ao reino dos mortosUm grande silêncio reina hoje ...
04/04/2026

SÁBADO SANTO

De uma antiga homilia de Sábado Santo:

“A descida do Senhor ao reino dos mortos
Um grande silêncio reina hoje sobre a terra; um grande
silêncio e uma grande solidão. Um grande silêncio, porque o
Rei dorme; a terra estremeceu e ficou silenciosa, porque Deus
adormeceu segundo a carne e despertou os que dormiam há
séculos. Deus morreu segundo a carne e acordou a região dos
mortos.” (Ofício de Leituras de Sábado Santo)

Hoje é o dia do silêncio.
Do silêncio que não é ausência.
Mas do silêncio do encontro, um silêncio expectante, um silêncio esperançoso.
Permanece, em silêncio, junto do sepulcro do Senhor.

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Celorico Da Beira

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