BREVE APONTAMENTO HISTÓRICO
A Paróquia de Nossa Senhora do Pópulo de Caldas da Rainha é uma circunscrição eclesiástica do Patriarcado de Lisboa, que coincide com as freguesias de Nossa Senhora do Pópulo e de Santo Onofre do Concelho de Caldas da Rainha, Distrito de Leiria. Actualmente integra a Vigararia de Caldas da Rainha-Peniche que agrupa um total de 25 paróquias. Em 1488, com o apoio da Rain
ha D. Leonor, foi iniciado o plano de construção de um Hospital dedicado a Nossa Senhora do Pópulo, de modo a servir todos aqueles que acorriam às caldas de Óbidos. o Papa Alexandre VI autoriza a construção da igreja anexa ao Hospital em 1495, sendo responsável o arquitecto Mateus Fernandes. Em 1496 é concedido o direito a uma capelania privativa para a Igreja do Hospital, que é finalmente concluída por volta de 1500. Com o aumento da povoação, D. Leonor faz um pedido ao Papa para a «celebração do ofício romano na sua capela das Caldas». O Papa Júlio II aprova a solicitação e a igreja passa a ser referida como Igreja Matriz de Nossa Senhora do Pópulo, e com isto, recebe a pia baptismal. XVI são construídas a Ermida de São Sebastião (1509), a Ermida do Espírito Santo (155?) e a Igreja de Nossa Senhora do Rosário (1591) que acabou por ser demolida a 1834 devido ao estado de degradação em que se encontrava, dando espaço à actual Praça da Fruta. XX, com o crescimento populacional da cidade, foi necessário construír um novo templo. O Pe. José Teodoro Marques da Silva, pároco entre 1944 e 1953, foi incumbido de realizar este projecto, recorrendo à ajuda do povo cristão. A Igreja de Nossa Senhora da Conceição foi dedicada em 21 de Outubro de 1951 pelo Cardeal D. Manuel Cerejeira, Patriarca de Lisboa, e que chega até aos dias de hoje com algumas alterações devido à Reforma Litúrgica promovida pelo Concílio Vaticano II. O Centro Paroquial de Caldas da Rainha, anexo à igreja, foi inaugurado pelo Cardeal D. António Ribeiro, Patriarca de Lisboa, em 1992, ano do seu jubileu episcopal. É constituído por várias salas, bar, salão, pequeno auditório e livraria. Fontes: http://www.cidadeimaginaria.org/