Madre Virgínia Brites da Paixão, Serva de Deus

Madre Virgínia Brites da Paixão, Serva de Deus Página oficial do Secretariado da Madre Virgínia Brites da Paixão com sede no Mosteiro das Irmãs Clarissas em Câmara de Lobos, Diocese do Funchal, Portugal.

Tem por objetivo a promoção da Causa de Beatificação e Canonização da Madre Virgínia. A Madre Virgínia, mística clarissa, nasceu a 24 de outubro de 1860 e faleceu a 17 janeiro de 1929. O processo diocesano iniciou-se a 29 de dezembro de 2006 e concluiu-se a 2 de outubro de 2021. Toda a documentação foi entregue na Congregação das Causas dos Santos onde prossegue o estudo da mesma. Para além deste

estudo histórico-místico importa o sinal de Deus ou milagre para a sua beatificação e outro tanto para a sua canonização.

16/06/2026

Para conhecer mais e melhor a Madre Virgínia compre o novo livro, acabado de chegar! Para já encontra-se disponível no Convento de São Bernardino, Mosteiro da Caldeira e de Santo António (Irmãs Clarissas) e Paróquia da Sagrada Família (Funchal), ao lado do posto dos CTT na rotunda da Cruz de Carvalho. Favor partilhar! Obrigado!

Hoje celebra-se em Portugal a festa litúrgica do Imaculado Coração de Maria (sábado celebrou-se Santo António de Lisboa)...
15/06/2026

Hoje celebra-se em Portugal a festa litúrgica do Imaculado Coração de Maria (sábado celebrou-se Santo António de Lisboa). Acaba de chegar, precisamente neste dia, o novo livro da Madre Virgínia, escrito a partir da documentação que seguiu para Roma (Dicastério da Causa dos Santos). Para já o livro está disponível para venda na paróquia da Sagrada Família, revertendo a venda do mesmo para apoio das despesas do processo de beatificação. Favor dirigir-se à Sacristia ou à Loja Solidária na rotunda da Cruz de Carvalho, Funchal (ao lado dos CTT), de Segunda a Sexta das 9h00 às 18h30 e Sábados de manhã. Mais informações em breve sobre outros lugares de distribuição. Em Lisboa encontra-se à venda na portaria do Seminário da Luz, Largo da Luz, 11. Também podemos enviar para todo o país através dos CTT. Email do Secretariado da Madre Virgínia: [email protected] Favor partilhar! Obrigado!

13/05/2026
Novo livro sobre a Madre Virgínia da Paixão, com apresentação prevista para o mês de Maio. Da autoria de Fr. José Correi...
23/04/2026

Novo livro sobre a Madre Virgínia da Paixão, com apresentação prevista para o mês de Maio. Da autoria de Fr. José Correia Pereira, tendo por base o trabalho da Comissão Histórica, presidida por D. António Montes (bispo emérito de Bragança). Aceitam-se reservas. Favor enviar mensagem privada. A venda deste livro reverte a favor das despesas da Causa de Beatificação. Seja por caridade!

23/04/2026
23/04/2026

Viver a devoção reparadora dos Primeiros Sábados. Em 1925 a irmã Lúcia recebeu a missão de divulgar os 5 Primeiros Sábados em reparação às ofensas cometidas contra o Imaculado Coração de Maria.

Nossa Senhora prometia muitas graças na hora da morte para aqueles que vivessem esta devoção ao longo de cinco primeiros sábados.

29/01/2025

No próximo dia 1 de fevereiro, a Igreja de Santo António será palco de uma palestra especial sobre a vida e obra de Madre Virgínia Brites da Paixão, r...

FOTOS e HOMILIA do 96º aniversário da morte da Madre Virgínia.
20/01/2025

FOTOS e HOMILIA do 96º aniversário da morte da Madre Virgínia.

IgrejaBispo do Funchal Madre Virgínia: D. Nuno pede aos cristãos que continuem a tornar presente o apelo do Imaculado Coração de Maria Por Luisa Gonçalves - 19 Janeiro, 2025 FacebookTwitterPinterestWhatsApp Foto: Duarte Gomes O bispo do Funchal pediu aos cristãos que sejam “capazes de acolhe...

18/01/2025

🙏😊17 de janeiro Serva de Deus - Virgínia Brites da Paixão

Virgínia da Silva nasceu no dia 24 de outubro de 1860, no Lombo dos Aguiares, lugar próximo da cidade do Funchal, na ilha da Madeira, em Portugal, sendo a última de nove irmãos. Seus pais, pessoas altamente respeitadas e com profundo sentido espiritual, deram à sua filha uma esmerada educação social e religiosa.
No dia 6 de janeiro de 1861, na celebração da Epifania, Virgínia foi baptizada na Igreja Paroquial de Santo António.
Quando tinha a idade de cinco anos, Virgínia começou a frequentar a escola dominical e, com sete anos, iniciou-se na escola primária que, por estar localizada num anexo da igreja paroquial cedo lhe permitiu participar diariamente da Santa Missa e receber a Sagrada Comunhão. De acordo com as suas memórias, quando Virgínia teve sua primeira comunhão sentiu logo, de forma indizível, a presença do Senhor, o qual lhe pediu, intimamente, a entrega do seu coração.
Por volta dos doze anos de idade, Virgínia começou a sentir um profundo desejo de consagrar-se a Deus. Por isso, ela orou, pediu que fosse iluminada pelo Espírito Santo e apelou também à ajuda da Virgem Santíssima. Aos quinze anos de idade, ela confiou em sua orientação espiritual ao Padre Ernesto João Schmitz e começou sua caminhada de discernimento vocacional. Quando completou dezasseis anos, ingressou no Mosteiro de Nossa Senhora das Mercês, na freguesia de São Pedro, no Funchal, onde encontrou o ambiente de recolhimento que desejava. A vida comunitária na clausura monástica era, sem dúvidas, austera e cheia de demandas, mas a Irmã Virgínia em tudo respondeu às ânsias de seu coração, oferecendo-lhe a possibilidade de viver intimamente com o Senhor, de rezar, de sacrificar-se por toda a humanidade, porque uma fervorosa jovem como ela isso valia mais do que todo o bem-estar, mais do que todos os prazeres do mundo.

Vida religiosa
No final do século XIX, o ambiente ideológico e político que existia em Portugal não era favorável à existência de vida religiosa. As ordens religiosas foram extintas anos antes, mas o mosteiro de Nossa Senhora das Mercês, no Funchal, manteve-se ativo até 1910, pela santidade das freiras e pela tolerância das autoridades locais. Não é de admirar, portanto, que a comunidade de monjas residente exigisse a uma enorme convicção vocacional e profundidade espiritual às noviças. Virgínia da Silva teve que esperar até aos vinte e um anos de idade para receber o hábito religioso, o que ocorreu no dia 26 de fevereiro de 1881. Dois anos mais tarde, a 1 de novembro de 1883, a Irmã Virgínia Brites da Paixão poderia exercer sua profissão religiosa, a qual foi presidida por D. Manuel Agostinho Barreto, bispo do Funchal.

Tendo sido verdadeiramente uma alma eucarística, a Madre Virgínia Brites da Paixão sentiu-se irresistivelmente compelida a permanecer muito tempo na companhia de Jesus no seu tabernáculo de amor (ou seja, junto ao sacrário do convento). Nesses momentos de intimidade amorosa que passava com Nosso Senhor, ela ter-Lhe-lá manifestado o desejo profundo de participar dos sofrimentos de Sua Paixão, de consolá-Lo e repará-Lo pela ingratidão e esquecimento que recebia dos homens. A partir da contemplação da Paixão de Cristo, nasceu nela um grande desejo de se sacrificar e de entregar-se a Deus sem reservas. Ao lado do Senhor da Paciência, uma escultura muito expressiva que representava Jesus nos passos dolorosos de Sua Paixão, a Madre Virgínia passou longas horas e com Ele se comunicou familiarmente. A tradição refere que este magnífico Cristo chegou a falar com ela para dar vazão às suas dores e pedir a inteira disponibilidade do seu coração. Jesus tinha sobre ela intenções muito íntimas e particulares, e uma mensagem importante para transmitir-lhe: incrementar no mundo o culto público ao Imaculado Coração de Maria.

Após a expulsão da comunidade religiosa do Mosteiro de Nossa Senhora das Mercês, em 1910, aquando da implantação da República Portuguesa, a Madre Virgínia regressou à casa dos seus pais, em Lombo dos Aguiares, que era, então, um meio semi-rural habitado por gente pobre e humilde. Na altura não existia ali o actual mosteiro de Clarissas nem tão pouco, nas redondezas, a Igreja da Visitação. O único templo religioso existente continuava a ser a Igreja de Santo António e, impelida pelo forte desejo de estar mais próxima de Jesus e de Maria, a Madre Virgínia descia, todos os dias, a íngreme e penosa ladeira para ir assistir à Santa Missa, para confessar-se ou para prestar adoração ao Santíssimo Sacramento.

Dotada de insondáveis dons místicos, algumas das páginas mais belas da vida de Madre Virgínia Brites da Paixão ocorreram no interior da referida Igreja de Santo António, segundo nos relatam os seus próprios (e agora valiosíssimos) manuscritos. Constou que muitas vezes, ao estar diante da Sagrada Eucaristia, a humilde freira clarissa foi favorecida com belíssimas aparições e visões celestiais. No que concerne a esta riqueza da sua vida íntima com Jesus e Maria, tais ocorrências eram do conhecimento do seu confessor, o Padre João Prudêncio da Costa, pároco daquele templo à época. Foi, aliás, na igreja paroquial de Santo António que, a 16 de abril de 1913, a Madre Virgínia renovou os seus votos religiosos, e foi precisamente nesse dia que ela recebeu do Filho de Deus a missão da sua vida, a de implementar e divulgar a devoção universal ao Imaculado Coração de Maria.

Revelações do Sagrado Coração de Jesus
Devoção ao Coração de Maria
De acordo com os escritos que se encontram no livro Apontamento Biográfico, da autoria do Padre João Prudêncio da Costa, confessor da religiosa, a grande missão que fora destinada pelo Céu à Madre Virgínia Brites da Paixão foi inicialmente revelada numa aparição por ela recebida no dia 16 de abril de 1913, data na qual renovara os seus votos religiosos na Igreja de Santo António. Eis um excerto dessa primeira revelação de Jesus:

«Minha filha, o Meu Divino Coração tem um ardente desejo que o Coração da Minha puríssima Mãe seja conhecido, amado e desagravado com um culto público, assim como é honrado e reparado o Meu Divino Coração. Desejo, com uma sede ardente, que se espalhe e estabeleça esta terna devoção entre os homens, para que, por este único meio, eles alcancem misericórdia de Deus, Meu Pai, de tantos crimes e atentados que nos últimos tempos se têm cometido contra Maria Imaculada.»

Esta e outras comunicações do Filho de Deus foram registadas posteriormente pelo punho da Madre Virgínia e entregues ao seu confessor, o Padre João Prudêncio da Costa, e ao Bispo de então, D. António Manuel Pereira Ribeiro.

Adoração, Amor, Reparação

Em 1918, quando ainda decorria a Primeira Guerra Mundial, a Madre Virgínia recebeu e anotou este desejo de Cristo:

«O Divino Coração de Jesus pede aos Seus filhos três cultos solenes, três homenagens profundas […]: Meus filhos, quereis bonança e paz? Prestai-me estas três homenagens: Adoração, Amor, Reparação».

No dia da festa litúrgica do Corpo de Deus, a 31 de maio de 1918, no decorrer da Santa Missa, a Madre Virgínia Brites da Paixão teve uma nova visão do Sagrado Coração de Jesus que se manifestou, segundo ela, "de uma forma arrebatadora!". A Madre Virgínia descreveu-a deste modo:

"Vi Jesus grande como no dia anterior: as divinas mãos manifestam os buracos dos cravos, o peito a ferida que abriu a cruel lança. O Divino Salvador lançava destas três chagas três raios claríssimos que penetravam as mãos e o coração do celebrante, mas o que fez mais impressionar a minha alma até chegar a perder a liberdade do meu espírito foi, no Pater Noster, quando Jesus ternamente amável, cheio de beleza, abre os braços mas um pouco caídos para baixo e os três raios, das mãos e lado, tomaram uma luz mais claríssima que antes e penetraram as mãos sagradas do celebrante, e o do lado do peito; cada um destes três raios traziam escritas com letras vermelhas estas palavras: na mão direita, Adoração. No lado, Amor. Na mão esquerda, Reparação".

Esta manifestação de Jesus repetiu-se por várias vezes e no fim de uma delas, o próprio Filho de Deus pediu-lhe que desenhasse o seu retrato, tal como o havia visto. A Madre Virgínia afligiu-se porque considerou difícil desenhá-lo, mas obedeceu. E foi com base nesse esboço, que se perdeu no tempo, que o pintor Luís António Bernes se baseou, em 1921, para realizar uma pintura magnífica que hoje pode ser observada na Igreja de Santo António, da freguesia com o mesmo nome, no Funchal.

Mensageira do Imaculado Coração de Maria

«Eu te elejo hoje por discípula caríssima do meu Imaculado Coração como o foi Margarida Maria do Coração do meu Divino Jesus, a fim de desagravares com o teu amor este meu Imaculado Coração dos ultrajes e seres o canal por onde chegue, até aos representantes do meu Filho Santíssimo na Terra, os desejos ardentíssimos do Seu e meu Puríssimo Coração com que continuamente me ofendem os meus filhos pecadores, me faças deles bem conhecido e amado, revelando-lhes os tesouros de graças com que esta Mãe bondosa os deseja enriquecer.»

24 de outubro de 1860 em Lombo dos Aguiares, ilha da Madeira, Portugal
Morte 17 de janeiro de 1929 (68 anos) em Lombo dos Aguiares, ilha da Madeira, Portugal

https://pt.wikipedia.org/

ESTA SEXTA FEIRA NA IGREJA DO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA
16/01/2025

ESTA SEXTA FEIRA NA IGREJA DO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA

Iniciativa insere-se nas celebrações do 96.º aniversário da morte da Madre Virgínia

Endereço

Secretariado Madre Virgínia, Mosteiro Nª. Sra. Piedade
Câmara De Lobos
9300-402

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Segunda-feira 09:00 - 17:00
Terça-feira 09:00 - 17:00
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