Taizé Braga

Taizé Braga encontros mensais de oração ecuménica.

16/12/2020

A mesa está posta na sala especial. Vinho, queijo da vizinha Amélia, biscoitos enfarta-brutos e bicas de farinha amassada com azeite. Abre-se o livro, de onde saltam histórias de Penha Garcia. Maias, adufe e festeiros, guloseimas da natureza e marou

O 5P2P (5 pães e 2 peixes) é um grupo onde se pensamos e aprofundamos as ideias da economia de Francisco.Nos últimos mes...
29/04/2020

O 5P2P (5 pães e 2 peixes) é um grupo onde se pensamos e aprofundamos as ideias da economia de Francisco.

Nos últimos meses, andámos a falar de desenvolvimento. Chegámos a mais perguntas do que respostas, e ainda bem.

Hoje, fazemos um convite para uma sessão com transmissão em directo do Youtube, onde iremos colocar algumas das perguntas a que chegámos a dois convidados. As mensagens no chat serão usadas na conversa, na parte de perguntas e respostas. Contamos com a tua participação.

Hoje, às 21h15, neste link: https://youtu.be/HX1WXugQ-WU

O 5P2P (5 Pães e 2 Peixes) é um novo grupo do CAB, inspirado na Economia de Francisco, que tem como objetivo pensar, aprofundar e rezar temas sociais e económicos. 👍

Posto isto, convidou a Margarida Alvim e o Ricardo Zózimo para uma conversa sobre o desenvolvimento.

A Margarida Alvim é engenheira florestal e lidera a Associação Casa Velha: Ecologia e Espiritualidade. O Ricardo Zózimo é professor na Nova SBE e está envolvido na Economia de Francisco.

Parece-te um programa interessante? 🙂

Então, no próximo dia 29, a partir das 21h15, clica aqui youtube.com/watch?v=HX1WXugQ-WU e assiste, em direto, a esta conversa. 🗣️

03/01/2016

A todoas aqueles/as que estejam interessados, informamos que a Oração de Taizé acontece todas as segundas quintas feiras de cada mês as 21h15, no CAB. No próximo dia 14 de Janeiro, quem quiser, pode aparecer.

30/10/2015

Olá malta de Braga!!! Quem quer vir ao encontro de Taizé Valencia 2015 como voluntário/a???

Encontro Europeu em ValênciaAo serão de 31 Dezembro, o irmão Alois anunciou aos jovens reunidos em Praga que o próximo E...
31/12/2014

Encontro Europeu em Valência

Ao serão de 31 Dezembro, o irmão Alois anunciou aos jovens reunidos em Praga que o próximo Encontro Europeu de Jovens terá lugar numa cidade que ainda não organizou um encontro destes: Valência, em Espanha.

Ao receber a notícia, o Cardeal Antonio Cañizares expressou também a sua “profunda gratidão” à comunidade ecuménica de Taizé e incentivou os jovens a participar numerosos. “Será um encontro de Igreja, um encontro de unidade e de oração pela unidade de todos os cristãos e será, também, um encontro que pressupõe uma revolução dentro da nossa Igreja valenciana, para vivermos de perto o que, a partir de Taizé, nos chega a todos”.

O Cardeal expressou a disponibilidade de toda a arquidiocese de Valência para acolher o encontro internacional de Taizé como expressão de que “somos uma Igreja que crê em Jesus Cristo, uma Igreja unida, uma Igreja que cumpre o desejo do Senhor de que todos sejamos um para que o mundo creia, porque é em crer que está realmente a esperança”.

Até dia 2 de Janeiro, mais de 30.000 pessoas participam ainda no programa intenso do Encontro Europeu em Praga. A presença de jovens, alegres e respeitadores, é frequentemente notada nos transportes públicos e no centro histórico da cidade. Nos dias 30 e 31 de Dezembro, a participação nos ateliês de reflexão ultrapassou a capacidade de acolhimento de alguns locais. A presença destes milhares de jovens em 17 igrejas do centro histórico deu um belo testemunho no coração da cidade, no meio de multidões de turistas e de habitantes de Praga. De referir também que a televisão pública checa decidiu transmitir em directo duas orações da noite, às 19h dos dias 30/12 e 1/1.

Durante o Encontro, o irmão Alois anunciou igualmente que estará em Moscovo em Abril, com outros irmãos e uma centena de jovens de diversos países, para celebrar com eles a Ressurreição de Cristo, no momento da celebração ortodoxa da Páscoa. De seguida, a viagem continuará rumo a Minsk. Com um segundo grupo de uma centena de jovens, o irmão Alois irá, então, visitar as comunidades cristãs de Kiev e de Lviv.

Foram publicados dois textos por ocasião do Encontro: as «Propostas 2015» do irmão Alois para procurar ser sal da terra e as mensagens recebidas da parte dos responsáveis de Igrejas e de organizações internacionais.

No Encontro de ontem à noite o Irmão Alois fez a seguinte reflexão:Irmão Alois, Praga, segunda-feira à noite, 29 de Deze...
30/12/2014

No Encontro de ontem à noite o Irmão Alois fez a seguinte reflexão:

Irmão Alois, Praga, segunda-feira à noite, 29 de Dezembro de 2014

É uma grande alegria estarmos reunidos na República Checa, no centro da Europa. Desde o primeiro dia, queremos agradecer a todos os que prepararam um acolhimento tão generoso.

Já houve aqui um Encontro Europeu em 1990, um ano depois da inesquecível «revolução de veludo», esse momento de liberdade em que as fronteiras caíram. Em Taizé, e julgo que estamos longe de sermos os únicos, continuamos agradecidos aos povos da Europa central e de leste por terem mostrado que o inesperado era possível.

A recordação desta grande libertação permite ter esperança de que também hoje, neste momento de tensões no mundo, seja possível um futuro de paz. O nosso Encontro mostra claramente que em cada povo há mulheres e homens que querem a paz.

Nestes dias, rezaremos pelos povos que sofrem por causa da violência e da guerra, na Ucrânia, no Médio Oriente e em outros locais. Os Libaneses que estão entre nós trazem neles as provações da sua região. O seu país acolhe milhares de refugiados do Iraque e da Síria. Gostaria de lhes dizer: saibam que todos nós aqui estamos próximos de vocês, através da oração e do coração.

No nosso Encontro de 1990, o Presidente da República, Václav Havel, disse-nos: «A "peregrinação de confiança através da terra" vem ajudar-nos a procurar as fontes da fé e os novos valores espirituais, perdidos durante as décadas de regime totalitário».

Isto continua tão actual! Para viver em paz e para contribuir para a paz mundial, a Europa deve certamente construir-se através de uma aproximação económica e política. Mas quanto à motivação, ela deve brotar de uma fonte mais profunda.

Para nós, esta fonte encontra-se na paz que Cristo nos comunica. Gostaríamos de ser fermento de paz na humanidade. Para isso, é indispensável acolher a paz de Deus nos nossos corações.

Nos próximos tempos, deixar-nos-emos guiar por esta palavra do Evangelho: «Vós sois o sal da terra». Cristo avisa-nos: cuidai que este sal não perca o seu sabor! Não nos deixemos cair no desânimo e no pessimismo.

Mas, como acolher a paz de Cristo, que Deus nos quer dar? Não podemos ter sempre o sentimento da presença de Deus. Um crente pode também conhecer a noite da fé. Com a nossa confiança em Deus, pode por vezes misturar-se a dúvida em relação a um mistério que nos ultrapassa.

Acolher a paz de Deus não será ter uma confiança muito simples numa presença? Esta confiança, uma criança pode tê-la com naturalidade. Nós, adultos, devemos escolhê-la. Esta escolha faz-se com todo o nosso ser, o espírito e a afectividade.

A nossa confiança continua frágil ao longo da nossa vida. Ela cresce quando a partilhamos com os outros. Pode então haver momentos de luz, de evidência, de alegria. Compreendemos que esta presença é a presença do Espírito Santo, do Espírito de Cristo ressuscitado, que habita nos nossos corações.

Nestes dias, renovaremos a nossa confiança no Espírito Santo, que comunica a paz de Cristo. Não podemos guardar esta paz para nós; ela torna-se bondade para com os outros, recusa das injustiças, empenho com todas as nossas forças para que a terra seja habitável para todos.

Há múltiplos caminhos que nos permitem chegar à fonte da paz de Cristo. Há a oração, mesmo que ela seja pobre. Há também a beleza, quer a da natureza, quer a que a arte nos revela.

Para sermos sal da terra, é indispensável guardar em nós o «gosto de viver». Mas como? Falarão sobre isso amanhã de manhã. Procuremos na alegria e com toda a nossa energia encontrar algumas respostas. Jesus assegura-nos: «Procurai e encontrareis».
Última actualização: 29 de Dezembro de 2014

Começou hoje o Encontro de Jovens em Praga, República Checa.Na sua intervenção o Irmão Alois desafiou-nos a ser "sal na ...
26/12/2014

Começou hoje o Encontro de Jovens em Praga, República Checa.
Na sua intervenção o Irmão Alois desafiou-nos a ser "sal na terra" e lançou Quatro propostas para atingirmos esse fim.

Quatro propostas para «ser sal da terra».
A carta «Rumo a uma nova solidariedade» (2012-2015) continua a exprimir as bases do caminho comum que nos conduz até ao dia 16 de Agosto de 2015, décimo aniversário da entrada do irmão Roger na vida eterna. Eis quatro propostas para «ser sal da terra».
Primeira proposta: Partilhar o gosto de viver com os que estão à nossa volta

«Vós sois o sal da terra. Ora, se o sal se corromper, com que se há-de salgar?»
(Mateus 5,13)

Ser sal da terra é um dom de Deus que gostaríamos de acolher com alegria. Ao sermos sal da terra, podemos transmitir o gosto de viver. E, quando tornamos bela a vida dos que nos são confiados, a nossa própria vida ganha um sentido.

Se, perante um grande número de obstáculos, nos perguntamos: «Para quê continuar a lutar?», recordemo-nos que basta um pouco de sal para dar sabor.

Pela oração, aprendemos a olhar para nós próprios como Deus nos vê. Deus vê os nossos dons e as nossas capacidades.

Não perder o sabor significa comprometer-nos de corpo e alma e confiar nos dons de Deus em nós.

Para nós próprios e para os outros, procuremos o que nos faz crescer e leva a uma realização pessoal.

Segunda proposta: Comprometer-nos pela reconciliação

«Se fores apresentar uma oferta sobre o altar e ali te recordares de que o teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa lá a tua oferta e vai primeiro reconciliar-te com o teu irmão.» (Mateus 5,23-24)

Encontramos em todos nós a vontade de viver juntos como numa só família humana. Contudo, isso não é fácil de acontecer, nem em família, nem entre amigos, nem nas nossas cidades e vilas nem entre nações.

Quando os cristãos se reconciliam, tornam-se sinal no meio de uma humanidade que procura ela própria a sua unidade.

Há situações em que é urgente a reconciliação. Para nos comprometermos nesse caminho, precisamos de compreender os medos que aprisionam o outro nos nossos preconceitos. Cabe-nos também ganhar consciência de que os outros podem ter algo contra nós.

O Evangelho chama-nos a não transmitir à nossa volta nem à próxima geração ressentimentos herdados do passado.

Ousemos encorajar encontros entre os que não partilham as mesmas ideias, o mesmo estilo de vida ou a mesma religião, ou que não vêm da mesma cultura ou do mesmo meio social. Aprendamos a conhecer-nos e a convidar-nos uns aos outros. Tenhamos a coragem de pedir perdão e de perdoar.

Terceira proposta: Trabalhar pela paz

«Felizes os pacificadores,
porque serão chamados filhos de Deus.» (Mateus 5,9)

A paz é mais do que a ausência de conflito – é felicidade; dá a todos um lugar justo; é plenitude de vida. Quando a acolhemos em nós, a paz de Deus estende-se aos que estão à nossa volta e a todas as criaturas.

O desejo de paz alarga o nosso coração e enche-o de compaixão por todos. Traduz-se numa atitude de acolhimento e de bondade nas nossas famílias, no nosso bairro, nas nossas actividades quotidianas.

A paz é também raiz de justiça, a uma escala maior. Nas sociedades onde o luxo e a pobreza existem lado a lado, ainda ficamos surpreendidos por surgirem formas de violência? A partilha das riquezas é um factor de apaziguamento e um contributo maior para o bem comum.

Algumas pessoas comprometem-se na promoção da paz assumindo responsabilidades na vida pública dos seus países, numa associação, no seu local de trabalho, ao serviço de pessoas com necessidades particulares.

Vamos ao encontro de alguém que não tenha paz. Procuremos particularmente os migrantes. Distingamos as situações de injustiça e levemos a nossa protecção aos que estão vulneráveis. Identifiquemos as formas modernas de escravatura. Com outros, rezemos pela paz. Por exemplo, façamos todos os domingos à noite meia hora de silêncio.

Quarta proposta: Cuidar da nossa terra

«Felizes os mansos,
porque possuirão a terra.» (Mateus 5,5)

Os mansos são os que não se impõem. Deixam espaço para os outros. Não monopolizam a terra. A mansidão não é resignação, mas domínio dos impulsos violentos que nos habitam.

A terra não é propriedade nossa. Foi-nos confiada; somos chamados a olhar por ela. Os recursos do nosso planeta não são ilimitados. Temos um dever de solidariedade entre pessoas e povos e para com as próximas gerações.

Na nossa maneira de consumir e de utilizar os recursos naturais, é preciso encontrar um bom equilíbrio entre as necessidades vitais e o desejo de ter sempre mais.

Para encontrar um estilo de vida que permita um desenvolvimento sustentável, precisamos de todas as nossas capacidades de imaginação e de criatividade. Devemos exercê-las no quotidiano, e também estimulando a investigação científica, a inspiração artística e a criação de novos projectos para a sociedade.

Olhemos para o nosso modo de vida e procuremos simplificar o que pode ser artificial e o que é excessivo. Simplificar a nossa vida pode ser fonte de alegria. Abramos espaços de partilha: o que podemos dar e receber? Não esqueçamos de louvar a Deus pela criação. Para isso, são essenciais tempos de descanso e de contemplação.

Está prestes a iniciar o Encontro de Jovens em Praga, na República Checa. Será de 26 de Dezembro de 2014 a 2 de Janeiro ...
23/12/2014

Está prestes a iniciar o Encontro de Jovens em Praga, na República Checa. Será de 26 de Dezembro de 2014 a 2 de Janeiro de 2015.
Vamos estar em comunhão com todos os que vão participar neste encontro e partilhar aqui alguns temas para que possamos caminhar todos em unidade.

26/01/2014
24/01/2014

SecretariadoNacionaldaPastoraldaCultura

Documento a assinar por católicos, anglicanos, metodistas, presbiterianos e ortodoxos reconhece validade mútua do baptis...
24/01/2014

Documento a assinar por católicos, anglicanos, metodistas, presbiterianos e ortodoxos reconhece validade mútua do baptismo.

Meditação do Irmão Alois, hoje dia 31 de Dezembro, no Encontro de Taizé em EstrasburgoOntem, dizia-vos que estamos à pro...
31/12/2013

Meditação do Irmão Alois, hoje dia 31 de Dezembro, no Encontro de Taizé em Estrasburgo

Ontem, dizia-vos que estamos à procura de uma reconciliação entre cristãos, mas não para sermos mais fortes. Também não é para nos fecharmos sobre nós mesmos. Não! Nós procuramos a reconciliação entre cristãos para que ela seja um sinal do Evangelho e para que se possa tornar fermento de reconciliação entre os homens e entre os povos.
Uma comunhão visível entre todos os que amam Cristo, entre todos os que confiam em Cristo, pode apenas concretizar-se se colocarmos no centro da nossa vida o perdão e a reconciliação. É preciso isso mesmo para criar a paz na família humana, por toda a terra: neste caso, também o perdão e a reconciliação são valores fundamentais.
Na família humana, as feridas da história deixam traços profundos e marcam as consciências e mentalidades ao longo de várias gerações. Contudo, as humilhações não devem necessariamente conduzir à violência. Elas podem ser curadas, não com a vitória de uns sobre os outros, mas quando os corações abrem um espaço para o respeito pela dignidade dos outros.
A história recente da África do Sul dá-nos um exemplo. Mesmo se o caminho para uma maior justiça é ainda longo, Nelson Mandela, ao oferecer o perdão, tornou possível a cura de feridas que tinham, mesmo assim, sido terríveis no passado do seu país.
E aqui, em Estrasburgo, nós recordamo-nos de que, no século passado, depois de guerras destruidoras, algumas pessoas conseguiram conduzir a França e a Alemanha, e depois toda a Europa, por um caminho de perdão e de reconciliação.
Com o nosso encontro aqui, em Estrasburgo, cidade que é símbolo da reconciliação na Europa, queremos exprimir um reconhecimento, que não podia ser maior, por estes artífices da paz.
Sem perdão não há futuro, nem na vida pessoal de cada um de nós nem nas relações entre os países. Por vezes, o perdão parece impossível. Contudo, esta impossibilidade momentânea não deve significar uma recusa definitiva. Alimentar e, se possível, expressar o desejo de perdoar é já um primeiro passo para uma cura.
Para contribuir para isso, os jovens de hoje têm sempre uma possibilidade: recusar transmitir à próxima geração os rancores e amarguras relacionados com as feridas da história, por vezes ainda vivas. Não se trata de esquecer um passado doloroso, mas de interromper a cadeia que faz perdurar os ressentimentos e, assim, curar a pouco e pouco a memória através do perdão.
Enquanto cristãos, deveríamos estar na primeira linha para viver a reconciliação, mesmo nos locais em que humanamente uma situação parece desesperada. Cristo veio perdoar tudo. Ao tomar sobre si a violência dos homens, ele libertou-nos. E promete-nos que encontraremos a alegria, se o seguirmos por este caminho do perdão.
Gostaríamos também de ter uma consciência mais viva de que o espírito de reconciliação implica uma partilha e uma repartição mais justas das riquezas da terra. Começámos todos juntos um caminho que nos levará a viver mais profundamente a solidariedade entre os homens. Procuraremos formular estas novas formas de solidariedade em Taizé, no ano de 2015.
Seria tão importante que os jovens europeus não se satisfizessem com uma Europa reconciliada, mas que construíssem uma Europa aberta e solidária: solidária entre todos os países europeus, mas também com os outros continentes, com os povos mais pobres.
Todos podemos participar numa civilização que repouse não sobre a desconfiança mas sobre a confiança. Na história, foram por vezes suficientes umas poucas pessoas para fazer pender a balança em favor da paz. De regresso a casa, nos nossos diferentes países, sejamos, por causa de Cristo e do Evangelho, estes peregrinos da paz e da confiança.

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