Loc/Mtc da Arquidiocese de Braga

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Recorte do Diário do Minho de 22 de abril de 2026 - Semana Temática da LOC/MTC da Arquidiocese de Braga.
22/04/2026

Recorte do Diário do Minho de 22 de abril de 2026 - Semana Temática da LOC/MTC da Arquidiocese de Braga.

21/04/2026

Sob o lema "Migrações, Trabalho e Dignidade", o Movimento de Trabalhadores Cristãos (LOC/MTC) da arquidiocese de Braga reuniu, entre os dias 13 e 18 de abril, representantes de vários arciprestados para refletir sobre os desafios que os trabalhadores migrantes enfrentam em Portugal.

Oração pelas Migrações, Trabalho e DignidadeSenhor Jesus, somos todos migrantes na terra que nos confiaste Nela vivemos,...
19/04/2026

Oração pelas Migrações, Trabalho e Dignidade

Senhor Jesus, somos todos migrantes na terra que nos confiaste
Nela vivemos, escutamos, agimos e vencemos cada dor
Hoje reunidos partilhamos a vida que em Ti nos mostraste
Enquanto no trabalho em comum fortalecemos a fé e o amor
Refrão: Senhor Jesus queremos ser alegres fortes e audazes

Somos trabalhadores cristãos em busca da verdade que ilumina
E molda em nossas mãos sinais de esperança e de paz
Caminhas connosco na fé que transforma e nos anima
E faz de nós comunidades vivas nesta terra que refaz
Refrão: Senhor Jesus queremos ser alegres fortes e audazes

O migrante que chega traz consigo esperança e também dor
Deixa para trás memórias, sonhos e laços que o fazem crescer
Mas encontra em Ti, Senhor, o amparo, a justiça e o amor
E em cada gesto humano um novo caminho para viver
Refrão: Senhor Jesus queremos ser alegres fortes e audazes

No trabalho dignificamos a vida que em nós floresce
Mesmo quando o cansaço pesa e o futuro parece incerto
É na partilha fraterna que a esperança nunca esmorece
E na Tua luz encontramos sempre um rumo mais certo
Refrão: Senhor Jesus queremos ser alegres fortes e audazes

Faz de nós construtores de pontes e não de divisão
Que saibamos acolher quem chega com coração aberto
Que o outro seja sempre sinal de encontro e comunhão
E nunca alguém distante, estranho ou encoberto
Refrão: Senhor Jesus queremos ser alegres fortes e audazes

Ensina-nos a lutar por justiça, verdade e dignidade
A defender cada vida com coragem e compaixão
Que o trabalho seja fonte de paz e não de desigualdade
E que floresça em todos o dom da participação
Refrão: Senhor Jesus queremos ser alegres fortes e audazes

E assim, reunidos hoje, damos graças pelo caminho feito
Pelas mãos que trabalharam e pelos sonhos partilhados
Seguiremos firmes, Senhor, com fé viva no peito
Como irmãos comprometidos e sempre renovados
Refrão: Senhor Jesus queremos ser alegres fortes e audazes

LOC/MTC - 18 de abril de 2026

"Migrações, Trabalho e Dignidade" estiveram em reflexão e debate durante o dia de 18 de abril de 2026, no Centro Cultura...
18/04/2026

"Migrações, Trabalho e Dignidade" estiveram em reflexão e debate durante o dia de 18 de abril de 2026, no Centro Cultural e Pastoral da Arquidiocese de Braga, no encontro diocesano que congregou representantes dos grupos da LOC/MTC da Arquidiocese de Braga.
Neste encontro, cada represente dos grupos de base e da equipa diocesana, apresentou as conclusões da 15ª Semana Temática que decorreu nas diferentes paróquias entre 13 e 18 de abril.
Os grupos responderam em forma de "revisão de vida" sobre duas questões pertinentes:
1. O que representa para nós as migrações, o trabalho e a dignidade?
2. O que queremos dizer quando falamos de sociedade justa?
Ajudaram a aprofundar esta temática a jurista Lígia Ferreira e diácono Joaquim Ferreira, dos Serviços Arquidiocesanos para a Mobilidade Humana e para o Diálogo Inter-religioso e Ecuménico, que projetaram a reflexão e debate para novos contextos que a realidade complexa origina na vida dos migrantes.
Participou no encontro a coordenadora nacional da LOC/MTC, Fátima Pinto, que deixou palavras de apreço e incentivo para todos os presentes. No final houve um momento de convívio e partilha na sede da LOC/MTC diocesana.
As conclusões finais serão divulgadas mais tarde.

Convite!Comparece!
17/04/2026

Convite!
Comparece!

17/04/2026

Trabalhar e continuar pobre: a nova norma
Se a concentração de riqueza impressiona, os dados relativos aos rendimentos do trabalho revelam um país ainda mais frágil. Em 2024, cerca de 66% dos trabalhadores – aproximadamente 3,9 milhões de pessoas – recebiam até mil euros brutos por mês. Na prática, após descontos, isso traduz-se em cerca de 848 euros líquidos ou menos. Mais de um milhão de trabalhadores acumulavam dois empregos. A ideia de que o trabalho garante uma vida digna está cada vez mais distante da realidade. Trabalhar deixou de ser, para muitos, um caminho seguro para sair da pobreza e passou a ser apenas uma forma de a atenuar. A distribuição salarial reforça esta perceção: cerca de 195 mil trabalhadores recebiam até 600 euros, quase 289 mil entre 600 e 800 euros, e mais de 3,4 milhões situavam-se entre 801 e mil euros mensais. Após descontos, os valores disponíveis tornam-se insuficientes para cobrir despesas essenciais, como habitação, alimentação, transportes e energia.
JN de 17.04.26 p.25)
https://jn.pressreader.com/2103/20260417/282119233120338).

Estás convidado!
13/04/2026

Estás convidado!

Migrações, trabalho e dignidade, três palavras que marcarão a 15ª Semana Temática da LOC/MTC da Arquidiocese de Braga qu...
11/04/2026

Migrações, trabalho e dignidade, três palavras que marcarão a 15ª Semana Temática da LOC/MTC da Arquidiocese de Braga que decorre, nos diferentes grupos, entre os dias 13 e 18 de abril, para completar com a seguinte interpelação: o que estamos a dizer quando falamos de sociedade justa? Os membros da Equipa Diocesana reunidos esta manhã em Famalicão, anteciparam algumas respostas: – Uma sociedade justa só é possível com salários justos capazes de cobrir as despesas mensais dos trabalhadores e suas famílias. A sociedade deve viver em função das pessoas e não apenas da economia; – as migrações são uma nova oportunidade para Portugal. As diferenças e a convivência de várias procedências, vêm enriquecer a nossa cultura e torna o país mais rico e desenvolvido. Os migrantes trazem-nos a vivencia de novas crenças e religiões; – os migrantes são muito importantes para os vários setores de trabalho e vêm repor a taxa de natalidade no nosso país; – contribuem para equilibrar as contas da Segurança Social e do Estado. Quem os despreza não pode ser considerado cristão. Esta partilha e aquela que vier dos grupos de militantes será trabalhada no próximo sábado dia 18 de abril, em Braga num encontro diocesano de encerramento. O programa será publicado aqui brevemente.

Mensagem de Páscoa da LOC/MTC, Arquidiocese de BragaCristo Ressuscitou, Aleluia! É a hora de acordar do sono! (Rm 13, 11...
05/04/2026

Mensagem de Páscoa da LOC/MTC, Arquidiocese de Braga
Cristo Ressuscitou, Aleluia!
É a hora de acordar do sono! (Rm 13, 11)

As campainhas da Páscoa ainda tocam e multiplicam-se, nos templos e nas casas que abrem a porta aos compassos da visita pascal, para acolher a mensagem central da nossa fé: "Paz a esta casa e a todos os que nela habitam!". Este anúncio não é um mero costume; é um grito de vida que ecoa através dos séculos, desafiando a escuridão que teima em envolver a humanidade.

É tempo de acordar do sono e abrir depressa as portas. Não apenas as portas físicas das nossas casas, mas também as portas, muitas vezes fechadas, das nossas fábricas, oficinas e escritórios. É preciso deixar Cristo entrar — o grande animador da Boa Nova. Ele não vem para ser um convidado passivo, mas para animar a inteligência humana a fazer deste mundo novos espaços onde seja bom viver; onde todos repartem e convivem na alegria que brota, paradoxalmente, das dores dos pregos perfurados nas mãos e nos pés do nosso Libertador.

As campainhas da Páscoa estão à porta e elas fazem-nos lembrar que há uma urgência inadiável na mudança. Elas tocam para nos despertar do pesadelo da guerra, essa mancha de sangue que continua a desfigurar a face da criação. Não podemos aceitar como normal que, em pleno século XXI, a tecnologia seja usada para destruir e o ódio para dividir. Há urgência em acabar com as guerras, em despertar para um "ver apurado" que não se desvia do sofrimento do próximo. Precisamos deixar que as pequenas sementes de esperança contagiem e desarmem a maldade dos que, por ganância ou poder, se tornam "assassinos do Povo de Deus".

Somos trabalhadores e reformados. Vivemos do suor do nosso rosto ou do descanso merecido após uma vida de entrega. Temos direito ao trabalho digno e justo, pois o trabalho não é um castigo, mas uma participação na obra criadora de Deus. No entanto, a nossa dignidade social é inseparável da nossa vocação espiritual. Ser cristão na Páscoa é compreender que o pão que pedimos no "Pai Nosso" é o mesmo pão que falta na mesa de milhões de vítimas da fome. A fome é a negação da Ressurreição; a guerra é a nova crucificação de Cristo nos inocentes. Por isso, esta Páscoa convoca-nos a ser Luz. Mas não uma luz estática, de vitral, que apenas se admira. Somos chamados a ser uma luz que incomoda as trevas da injustiça. Ser Luz da Páscoa nas fábricas é lutar por salários justos; ser Luz nos escritórios é promover a ética sobre o lucro desmedido; ser Luz na reforma é partilhar a sabedoria com os mais novos e não desistir de sonhar com um mundo melhor.

A Luz da Páscoa deve acordar-nos para o facto de que somos todos responsáveis uns pelos outros. Quando uma bomba cai longe, a sua onda de choque deve atingir a nossa consciência aqui. Quando uma criança chora de fome, é o Cristo Ressuscitado que nos estende a mão pedindo justiça. O nosso compromisso social é a prova real da nossa fé espiritual. Se Cristo ressuscitou, então a morte e a miséria não têm a última palavra. A última palavra é a Vida, mas essa Vida precisa das nossas mãos para se manifestar.
Que as campainhas deste ano não sejam apenas um som passageiro, mas um despertador para a alma.

Que saibamos transformar a nossa indignação em ação e a nossa oração em serviço. Que cada um de nós, no seu posto de trabalho ou na sua vivência familiar, seja um foco de ressurreição, combatendo a indiferença com a proximidade e o ódio com o perdão ativo.

Cristo Ressuscitou! Que ressuscite também em nós a coragem de sermos construtores da Paz e da Justiça.
Uma Santa e Renovadora Páscoa, para todos!

Braga, abril de 2026
A Equipa Executiva Diocesana
Liga Operária Católica/Movimento de Trabalhadores Cristãos

Mensagem de Páscoa da LOC/MTC da Arquidioces de Braga
04/04/2026

Mensagem de Páscoa da LOC/MTC da Arquidioces de Braga

Movimento assinala que as campainhas da Páscoa «tocam para despertar do pesadelo da guerra»

Páscoa: «Fome é a negação da Ressurreição», alertam Trabalhadores Cristãos de BragaMovimento assinala que as campainhas ...
04/04/2026

Páscoa: «Fome é a negação da Ressurreição», alertam Trabalhadores Cristãos de Braga

Movimento assinala que as campainhas da Páscoa «tocam para despertar do pesadelo da guerra»

Braga, 04 abr 2026 (Ecclesia) – Os Trabalhadores Cristãos (LOC/MTC) da Arquidiocese de Braga afirmam que as campainhas da Páscoa lembram que “há uma urgência inadiável na mudança”, alertam para “a tecnologia usada para destruir e o ódio para dividir”, as “milhões de vítimas da fome”.

“As campainhas da Páscoa estão à porta e elas fazem-nos lembrar que há uma urgência inadiável na mudança. Elas tocam para nos despertar do pesadelo da guerra, essa mancha de sangue que continua a desfigurar a face da criação. Não podemos aceitar como normal que, em pleno século XXI, a tecnologia seja usada para destruir e o ódio para dividir”, escreve a Liga Operária Católica/Movimento de Trabalhadores Cristãos da Arquidiocese de Braga, na mensagem de Páscoa, enviada este sábado, 4 de abril, à Agência ECCLESIA.

A LOC/MTC na Arquidiocese de Braga realça que “há urgência em acabar com as guerras”, em despertar para um ‘ver apurado’ que “não se desvia do sofrimento do próximo”, e acrescenta que é preciso deixar que “as pequenas sementes de esperança contagiem e desarmem a maldade” dos que, por ganância ou poder, se tornam “assassinos do Povo de Deus”.

A mensagem, intitulada ‘Cristo Ressuscitou, Aleluia! É a hora de acordar do sono! (Rm 13, 11)’, explica que ser cristão na Páscoa é compreender que o pão que pedem na oração do ‘Pai Nosso’ “é o mesmo pão que falta na mesa de milhões de vítimas da fome”, e afirmam que “a fome é a negação da Ressurreição”, e a guerra é a nova crucificação de Cristo nos inocentes.

“Somos chamados a ser uma luz que incomoda as trevas da injustiça. Ser Luz da Páscoa nas fábricas é lutar por salários justos; ser Luz nos escritórios é promover a ética sobre o lucro desmedido; ser Luz na reforma é partilhar a sabedoria com os mais novos e não desistir de sonhar com um mundo melhor.”

Os trabalhadores e reformados da LOC/MTC da Arquidiocese de Braga explicam que vivem “do suor do rosto ou do descanso merecido após uma vida de entrega”, têm direito ao trabalho digno e justo, trabalho que “não é um castigo, mas uma participação na obra criadora de Deus”, por isso, a sua “dignidade social é inseparável da vocação espiritual”.

Os trabalhadores cristãos em Braga, na sua mensagem, salientam que a “Luz da Páscoa” deve acordar para o facto de serem “todos responsáveis uns pelos outros”, porque quando uma bomba cai longe, “a sua onda de choque deve atingir a consciência” de cada um, e quando uma criança chora de fome “é o Cristo Ressuscitado que nos estende a mão pedindo justiça”.

“O nosso compromisso social é a prova real da nossa fé espiritual. Se Cristo ressuscitou, então a morte e a miséria não têm a última palavra. A última palavra é a Vida, mas essa Vida precisa das nossas mãos para se manifestar”, acrescentam.

“É tempo de acordar do sono e abrir depressa as portas. Não apenas as portas físicas das nossas casas, mas também as portas, muitas vezes fechadas, das nossas fábricas, oficinas e escritórios. É preciso deixar Cristo entrar — o grande animador da Boa Nova. Ele não vem para ser um convidado passivo, mas para animar a inteligência humana a fazer deste mundo novos espaços onde seja bom viver.”

Na mensagem de Páscoa ‘Cristo Ressuscitou, Aleluia! É a hora de acordar do sono! (Rm 13, 11)’, a LOC/MTC espera que “ressuscite também” a coragem de serem “construtores da Paz e da Justiça”.

4 Abril, 2026 12:59
CB
https://agencia.ecclesia.pt/portal/pascoa-fome-e-a-negacao-da-ressurreicao-alertam-trabalhadores-cristaos-de-braga/

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