Loc/Mtc da Arquidiocese de Braga

Loc/Mtc da Arquidiocese de Braga Informações para nos contactar, mapa e direções, formulário para nos contactar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Loc/Mtc da Arquidiocese de Braga, Igreja Católica, Rua de S. Domingos, 94 B, Braga.

A Liga Operária Católica – Movimento de Trabalhadores Cristãos – LOC/MTC, é um Movimento especializado da Ação Católica que, atua pelo seu testemunho da mensagem cristã, no mundo do trabalho e da família.

Decorreu este fim de semana de 10 e 20 de setembro na Casa Diocesana de Nossa Senhora do Socorro, em Albergaria-a-Velha,...
21/09/2026

Decorreu este fim de semana de 10 e 20 de setembro na Casa Diocesana de Nossa Senhora do Socorro, em Albergaria-a-Velha, Diocese de Aveiro, a reunião da Equipa Nacional da LOC/MTC, constituída pelos coordenadores nacionais, a equipa executiva e representantes das dioceses onde este movimento da Ação Católica existe. Desta vez a Equipa Diocesana da LOC/MTC de Braga esteve representada por Teresa Costa (secretária diocesana), Maria José Mirante, (coordenadora do Arciprestado de Guimarães) e o assistente diocesano, diácono José Maria Carneiro da Costa.
Valorizamos a parte formativa deste encontro nacional, que incidiu sobre a “Habitação e Cidadania/Associativismo” dois eixos que darão vida ao Plano de Ação, do Movimento, dentro dos compromissos para a ação: “Evangelizar, dignificando o mundo do trabalho”.
"Muitas vezes olhamos para a crise lá fora como se fôssemos meros analistas ou comentadores. Mas o método do Ver, julgar e Agir exige que partamos da realidade crua e nua, dorida e malcurada. A realidade crua e nua começa dentro de nós, na nossa própria intimidade, no despir a roupa, para tentar ver as feridas que o nosso corpo esconde, aquelas que só podem ser vistas por outras pessoas ou num quarto de espelhos. Olhemos de frente para o drama da habitação. O custo e a falta de casas são dramas terríveis para os mais pobres. As pessoas deslocam-se para os locais onde há trabalho, mas depois não conseguem uma habitação digna e a preços acessíveis".
Para todas e todos refletirmos…

Dia 25 de setembro pelas 21 horas todos a Calendário, Famalicão.
17/09/2026

Dia 25 de setembro pelas 21 horas todos a Calendário, Famalicão.

A LOC/MTC da Arquidiocese de Braga, passou a contar com mais uma militante e dirigente escritora. Trata-se de Teresa Jes...
17/09/2026

A LOC/MTC da Arquidiocese de Braga, passou a contar com mais uma militante e dirigente escritora. Trata-se de Teresa Jesus Rodrigues Costa, atual coordenadora do grupo da LOC/MTC de Antas, Famalicão e secretária da Equipa Diocesana, com a publicação recente do seu livro, “As Crianças do Pôr do Sol – Uma História para Crianças”. Esta obra, já foi apresentado em Braga, na Casa de Acolhimento da Oficina de S. José, onde a autora trabalhou como ecónoma, durante 25 anos, no passado dia 1 de junho, dia Mundial da Criança e mais recentemente na Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco de Vila Nova de Famalicão, com o auditório cheio. Queremos dar os nossos parabéns à Teresa e congratularmo-nos pelo amor que sempre dedicou às crianças. As vendas do livro, revertem a favor das atividades das crianças e jovens acolhidos naquela instituição de solidariedade da Arquidiocese de Braga.

Foi ontem na BOOK 2.0, no Centro Cultural de Belém em Lisboa, que o Cardeal Tolentino Mendonça apresentou a biblioteca c...
17/09/2026

Foi ontem na BOOK 2.0, no Centro Cultural de Belém em Lisboa, que o Cardeal Tolentino Mendonça apresentou a biblioteca como o espaço onde «uma comunidade em silêncio se une».
É uma comunidade sem uniformidade, de presenças recíprocas no respeito. A cultura deveria ser isto, um espaço em que as diferenças podem estar juntas sem medo, um laboratório de confiança recíproca, uma casa aberta a todos. A comunidade é, no fundo, a maior obra de arte que podemos criar juntos” afirmou o Cardeal português (AE).

27/08/2026

“Falta vontade política para o combate à pobreza, que não descola das medidas avulsas”
https://setemargens.com/falta-vontade-politica-para-o-combate-a-pobreza-que-nao-descola-das-medidas-avulsas-2/
Decorrida cerca de uma semana após a sua inesperada morte (12 de agosto), o 7MARGENS republica hoje a entrevista de Eugénio Fonseca ao programa 7MARGENS da Antena, 1 novembro de 2023, na qual comenta a mensagem do Papa Francisco para o Dia Mundial dos Pobres e nos fala sobre as questões da pobreza.

27/08/2026

Dois trabalhadores de origem brasileira morreram, esta manhã de quarta-feira, na sequência da queda de sete andares de uma grua de grandes dimensões na via pública na freguesia de Belas, concelho de Sintra.

27/08/2026

𝙈𝙚𝙢𝙤́𝙧𝙞𝙖 𝘼𝙜𝙧𝙖𝙙𝙚𝙘𝙞𝙙𝙖

Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque deles é o Reino dos Céus. Pessoalmente e institucionalmente a notícia (CEMH, OCPM, FORCIM) foi acolhida com surpresa, e uma tristeza partilhada envolta por uma profunda memória agradecida, pelo dom da vida do 𝙋𝙧𝙤𝙛. 𝙀𝙪𝙜𝙚́𝙣𝙞𝙤 𝙁𝙤𝙣𝙨𝙚𝙘𝙖: Gratidão pelo notável exemplo de constante dedicação às causas da justiça e da paz, enraizadas na coerência evangélica do amor a Deus e ao próximo. Gratidão pela fidelidade à missão que se tornou uma referência no setor social e no voluntariado em Portugal. Com discrição e coerência, o 𝙋𝙧𝙤𝙛. 𝙀𝙪𝙜𝙚́𝙣𝙞𝙤 𝙁𝙤𝙣𝙨𝙚𝙘𝙖 soube construir pontes, aproximar organizações e recordar-nos que o centro de qualquer ação deve ser sempre a dignidade humana, a solidariedade entre povos.

A sua vida e legado foram a concretização de algumas orientações pastorais para a interculturalidade, nomeadamente colaborar para construir e cooperar com vista a comunhão, sem fronteiras e enfrentando os preconceitos.

O 𝙋𝙧𝙤𝙛. 𝙀𝙪𝙜𝙚́𝙣𝙞𝙤 𝙁𝙤𝙣𝙨𝙚𝙘𝙖, enquanto presidente da Caritas Portuguesa foi um dos co-fundadores do FORCIM – Fórum de Organizações Católicas para Imigração e Asilo e nele imprimiu a marca dos princípios perenes e universais da DSI e também esteve na génese e preparação de muitos Encontros de Formação de agentes sóciopastorais das migrações em conjunto com a OCPM.
Os atuais membros do FORCIM juntam-se ao coro de vozes em memória agradecida e recordam de modo particular a sua participação sempre apaixonada e atenta no Encontro sobre o legado do Papa Francisco que assinalou o Dia de Justiça Social.
O 𝙋𝙧𝙤𝙛. 𝙀𝙪𝙜𝙚́𝙣𝙞𝙤 𝙁𝙤𝙣𝙨𝙚𝙘𝙖, enquanto presidente da Caritas Portuguesa foi um dos co-fundadores do FORCIM – Fórum de Organizações Católicas para Imigração e Asilo e nele imprimiu a marca dos princípios perenes e universais da DSI e também esteve na génese e preparação de muitos Encontros de Formação de agentes sóciopastorais das migrações em conjunto com a OCPM.

Os atuais membros do FORCIM juntam-se ao coro de vozes em memória agradecida e recordam de modo particular a sua participação sempre apaixonada e atenta no Encontro sobre o legado do Papa Francisco que assinalou o Dia de Justiça Social.
A sua vocação e missão de ser uma voz reconhecida e respeitada da Igreja no espaço público exigiu itinerância… e alguma ausência na vida familiar. E por isso uma palavra também de agradecimento à família por terem-no partilhado com o mundo. Rezamos convosco.



Padre Abel Varzim, primeiro assistente nacional da LOC/MTC. Preservamos o seu legado.
21/08/2026

Padre Abel Varzim, primeiro assistente nacional da LOC/MTC. Preservamos o seu legado.

Aniversário de falecimento do Padre Abel Varzim (n. 29 abril 1902 - f. 20 agosto 1964): neste dia 20 de agosto, lembramos a memória do saudoso Padre Abel Varzim, natural de Cristelo, Barcelos, figura de relevo e reconhecimento nacional no campo da intervenção social e no mundo operário.

O Padre Abel Varzim ficou conhecido como "Apóstolo da classe trabalhadora e da justiça social", e a sua influência encontra-se espalhada por vários pontos de Portugal.

O seu carácter vincado e determinação em prol dos operários a das mulheres fragilizadas viria a marcar muitas pessoas e instituições ao longo do seu percurso sacerdotal e social, sendo agraciado, a título póstumo, com o grau de Grande Oficial da Ordem da Liberdade, uma distinção que diz muito da importância da sua vida e exemplo num tempo de grandes dificuldades sociais que o país atravessou em meados do século passado.

O Padre Abel Varzim viria a falecer no dia 20 de agosto de 1964, durante uma visita ao Porto, depois de passar os últimos anos da sua vida em "exílio" na terra natal de Cristelo, onde está sepultado.

De seguida, lembramos o seu percurso de vida, sendo esta também o forma de homenagear o Padre Abel Varzim pelo seu enorme legado.

Abel Varzim / Percurso de Vida

NOTAS BIOGRÁFICAS

Abel Varzim da Cunha e Silva, nasceu em Cristelo (Barcelos), diocese de Braga no dia 29 de abril de 1902, no seio de uma família da classe média rural, sendo filho de Adelino da Costa e Silva e de Adelaide Varzim da Cunha e Silva.

Ingressou na escola onde sua mãe era professora, tendo concluído a “instrução primária”, com o exame da quarta classe, em julho de 1912, aos dez anos.

Querendo ser sacerdote, teve de ingressar no liceu da Póvoa do Varzim, por não haver seminário menor em Braga, porque este tinha sido ocupado militarmente em 1911.

Em 1916, quando terminou o liceu, esse problema estava resolvido – e Abel Varzim concluiu então os estudos preparatórios.

Em 1921, entrou para o Seminário Conciliar daquela cidade, onde se formou em Teologia, tendo celebrado “Missa Nova”, a 3 de julho de 1925, na Póvoa do Varzim.

Correspondendo a um pedido do Bispo de Beja, D. José do Patrocínio Dias, o prelado Bracarense, D. Manuel Vieira de Matos, cede o novo sacerdote à Diocese de Beja, tendo sido colocado no Seminário Menor de Serpa, como professor e prefeito, desde a sua inauguração em 21 de novembro de 1925. Ali lecionou, durante cinco anos, e aplicou o seu dinamismo, tendo apoiado, inclusivamente, a iniciativa da Equipa Educativa do Seminário, na fundação do agrupamento de escuteiros n.º 38 (Beato Nuno Álvares Pereira) do C.N.S., do qual foi nomeado Chefe.

Após esta estadia em Serpa, seguiu para a Universidade de Lovaina, na Bélgica, o que lhe rasgou novas perspetivas e abriu mais largos horizontes.

Quatro anos depois, em 23 de Abril de 1934, doutorava-se em Ciências Políticas e Sociais. Para sua tese Abel Varzim, escolheu o tema Boerenbond [Liga dos Camponeses], a que deu o título de “Le Boerenbond Belge”, e na qual procede ao estudo e avaliação daquela estrutura agrária católica belga, virada para o conjunto dos problemas do mundo rural, numa visão simultaneamente corporativa e cooperativa. Esta tese foi editada pela Casa «DESCLÉE DE BROUWER ET Cie», de Paris, em 1934, e impressa na sua casa de Bruges (Bélgica).

Aproveitou a estadia em Lovaina para complementar a sua formação, participando em inúmeros Congressos e Semanas Sociais, aprofundar o estudo das Encíclicas Sociais de Leão XIII e Pio XI, tendo também privado com entidades tão diversas, como Jacques Maritain e Joseph Cardijn, fundador da JOC (Jeunesse Ouvrière Chrétienne/Juventude Operária Católica) e com Hergé, autor do “TinTin”, etc. Desta sua estadia colheu o seu interesse pelos temas sociais, questão que marcou indelevelmente toda a sua acção futura.

De regresso a Portugal, redigiu com o Padre Manuel Rocha os Estatutos da Acção Católica Portuguesa (ACP), pugnando para que esta fosse constituída por organismos especializados, de jovens e adultos, e de agricultores, operários, universitários, etc., este documento, mau grado a oposição do Estado Português, foi aprovado pela Santa Sé.

Em 1934, é convidado pelo seu companheiro de escola primária e de seminário, Pe. Lopes da Cruz, que era já em Lisboa responsável pela redação do diário NOVIDADES, e da revista Renascença, e orientador da campanha para a criação da Rádio Renascença para, com ele, se dedicar a estas tarefas, sendo assim, um dos fundadores da rádio renascença que iniciou as suas emissões regulares em Janeiro de 1937.

Esteve também na fundação da Liga Operária Católica, Organismo Especializado da ACP, criado oficialmente em 30 de Junho de 1935, e que iniciou a sua atividade em 1936, da qual foi Assistente Geral até 1948.

Foi o grande impulsionador do jornal “O Trabalhador”, fundado em 1 de Maio de 1934, do qual o próprio Abel Varzim nos dá esta definição objetiva: «Órgão de defesa dos operários e porta-voz da doutrina social da Igreja» ao qual se dedicou depois de alma e coração; o jornal, (dos Organismos Operários da Acção Católica), viria a ser suspenso [leia-se proibido] por comunicação verbal dos «Serviços de Censura» ao Chefe da Redação, Manuel Alpiarça, em 9 de Julho de 1948, quando este, ali se deslocou, em busca do “original visado” por aquela entidade, depois de ter aguardado, longamente, pelo mesmo. Esta suspensão ocorreu, goradas as tentativas que a “autoridades” [leia-se União Nacional] empreenderam para o subornar e/ou “domesticar”.

Durante a sua passagem pela Acção Católica, desenvolveu uma intensa atividade, com destaque para a defesa e promoção da justiça social.

Quando do seu regresso a Portugal, profundamente interessado pelos problemas sociais, e consciente do atraso estrutural em que o país se encontrava, acolheu como boa a solução imposta por Salazar, de um Estado Unitário Corporativo, aceitando por isso o “Estatuto do Trabalho Nacional”. Cedo, contudo, verificou que estava equivocado, e que o regime do Estado Novo, não respondia aos problemas que afligiam os trabalhadores, e o comum dos portugueses.

A convite de Salazar, foi deputado à Assembleia Nacional, na legislatura de 1938/1942, ficando célebre um “Aviso-Prévio” que ali apresentou em 17 de Fevereiro de 1939, sobre os Sindicatos Nacionais, em que criticava certos aspetos da organização sindical Corporativa, onde mencionava a ação do Instituto Nacional do Trabalho e Previdência, e nomeadamente a sua ineficácia em muitos aspetos. Esta passagem pela Assembleia Nacional ficou também marcada pela intervenção que proferiu, no dia 6 de fevereiro de 1941, “manifestando a sua discordância” com os termos do Decreto-Lei n.º 31.107, que regulamentava as condições económicas do casamento dos militares em serviço. Os ataques e ameaças que, então enfrentou, afastaram-no definitivamente das ideias do Estado Novo.

Começou então a conhecer os caminhos amargos da perseguição política (e não só), ao mesmo tempo que realizava com forte empenho ações de formação para trabalhadores e estudantes universitários, naquilo a que hoje chamaríamos “formação para a cidadania”.

No começo de 1939, foi nomeado diretor do Secretariado Económico-Social, órgão da Acção Católica, que tinha por fim exercer atividades sociais. Deixou aquelas funções em 1948.

Foi também:

• Professor do Instituto de Serviço Social (1938-48);

• Assistente do Centro de Estudos de Acção Social para Universitários (1941-45);

• Impulsionador da primeira série das Semanas Sociais Portuguesas;

• Mentor da Cooperativa Popular de Portugal, fundada em 1935, e extinta em 1972;

• Foi ainda o responsável pela realização de importantes iniciativas, como a Peregrinação Operária a Fátima, em 1943, e o Congresso dos Homens Católicos, em 1950;

Como jornalista, foi Chefe da Redacção da revista “Lumen” [para o clero] e colaborou em vários órgãos de comunicação social, entre os quais o jornal “Novidades”, a Rádio Renascença (Revista e Rádio), o “Jornal de Notícias”, “Comércio do Porto”, “Correio do Minho”, “Jornal de Barcelos”, "Boletim da Acção Católica Portuguesa", bem como dos periódicos dos Movimentos Operários da Acção Católica.

Afastado das suas responsabilidades na Acção Católica – e já sob vigilância da polícia política – foi nomeado, em 1948, Pároco da Freguesia de Nossa Senhora da Encarnação, em Lisboa, a qual reorganizou, tendo criado a “Casa de Trabalho”, o Posto Médico, Sopa dos Pobres… Nesta paróquia realizou uma obra, também notável, na luta pelos mais desfavorecidos e pela recuperação e reintegração social das prostitutas, luta que se estendeu a outras zonas da cidade e, ainda, ao Porto, sendo o Fundador e Assistente de Centros de recuperação:

• Na Quinta do Bosque (Amadora) [Instituto de Sant’Ana];

• No Porto [Casa de Nossa Senhora - Rainha da Paz, instalada na Rua do Bonfim, n.º 390 – Porto];

• Na Liga Nacional Contra a Prostituição (1954-64).

Em 1957, voltou para a sua terra natal, onde continuou a ser alvo de vigilância da polícia política. Na sua terra, mau grado as perseguições sofridas, continuou a sua ação em prol do “desenvolvimento” e da “solidariedade”, tendo promovido a criação da Sociedade Avícola do Minho (SAMI), sociedade cooperativa, que se propunha o desenvolvimento económico da região.

Viria a falecer, no Porto, a 20 de agosto de 1964. Está sepultado no cemitério de Cristelo.

(Biografia retirada do site http://www.forumavarzim.org.pt/…/abel-varzim-percurso-de-vi…)

INFORMAÇÃO ADICIONAL:

• Dá nome à Escola EB 2,3 Abel Varzim em Vila Seca desde 1 de abril de 1997;

• Em 20 de Agosto de 1994 é feita romagem nacional à sua terra natal de Cristelo para o homenagear, efeméride da qual se pode encontrar uma placa na lateral sul da Capela de Nossa Senhora do Rosário a assinalar essa mesma romagem;

• Dá nome ao Centro Social, Cultural e Recreativo Abel Varzim em Cristelo, fundado em 28 de agosto de 1996.

• Por ser amigo de Hergé, o autor da banda desenhado das Aventuras do Tintim, o Padre Abel Varzim foi mesmo o responsável pela introdução em Portugal desses famosos livros de quadradinhos, que contam as peripécias do famoso jornalista e aventureiro belga Tintim.

18/08/2026

A homilia proferida pelo padre Constantino Alves na eucaristia a que presidiu na noite de domingo, 16 de agosto, na Sé de Setúbal, em ação de graças pela vida de Eugénio Fonseca.

Parabéns ao grupo da LOC/MTC de Antas!
18/08/2026

Parabéns ao grupo da LOC/MTC de Antas!

Endereço

Rua De S. Domingos, 94 B
Braga
4710-435BRAGA

Notificações

Seja o primeiro a receber as novidades e deixe-nos enviar-lhe um email quando Loc/Mtc da Arquidiocese de Braga publica notícias e promoções. O seu endereço de email não será utilizado para qualquer outro propósito, e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Local De Adoração

Envie uma mensagem para Loc/Mtc da Arquidiocese de Braga:

Atalhos

Compartilhar

Categoria