Grupo de Leitores da Paróquia de São Jerónimo De Real

Grupo de Leitores da Paróquia de São Jerónimo De Real A Palavra de Deus é uma força viva, capaz de suscitar nos homens a conversão do coração. Cf. Bento XVI, Verbum Domini, n.º 96.

📖 LEITURAS DO DOMINGO XII DO TEMPO COMUM — ANO ANeste domingo, a Palavra de Deus convida-nos a viver a fé com coragem e ...
16/06/2026

📖 LEITURAS DO DOMINGO XII DO TEMPO COMUM — ANO A

Neste domingo, a Palavra de Deus convida-nos a viver a fé com coragem e confiança. Num mundo que muitas vezes rejeita a verdade de Deus, os discípulos de Cristo são chamados a permanecer firmes, sem medo das perseguições, das críticas ou das dificuldades.

Na primeira leitura, o profeta Jeremias testemunha a dor da rejeição e da perseguição. Apesar das ameaças e das conspirações dos seus inimigos, mantém-se fiel porque sabe que o Senhor está ao seu lado como um poderoso defensor.

São Paulo recorda-nos, na segunda leitura, que o pecado entrou no mundo por um só homem, mas a salvação veio por um só Salvador: Jesus Cristo. Onde abundou o pecado, superabundou a graça de Deus. A misericórdia divina é mais forte do que a fragilidade humana.

No Evangelho, Jesus dirige aos seus discípulos palavras de grande consolação: «Não tenhais medo». Deus conhece cada um dos seus filhos, cuida deles e acompanha-os em todas as circunstâncias da vida. Por isso, quem permanece fiel a Cristo diante dos homens será reconhecido por Ele diante do Pai.

🙏 Que estas leituras ajudem cada leitor a preparar a proclamação da Palavra com fé, coragem e confiança, sabendo que o Senhor nunca abandona aqueles que O seguem com fidelidade.

📖 LEITURAS DO DOMINGO XI DO TEMPO COMUM — ANO ANeste domingo, a Palavra de Deus revela-nos um Deus que chama, reúne e en...
08/06/2026

📖 LEITURAS DO DOMINGO XI DO TEMPO COMUM — ANO A

Neste domingo, a Palavra de Deus revela-nos um Deus que chama, reúne e envia o seu povo em missão. O Senhor não abandona a humanidade cansada e ferida, mas continua a levantar homens e mulheres para anunciarem o Reino dos Céus.

Na primeira leitura, Deus recorda ao povo de Israel tudo o que fez para o libertar e conduzir até Si. O Senhor escolhe um povo para ser “uma nação santa”, não por privilégio, mas para testemunhar a sua presença no mundo.

São Paulo, na segunda leitura, mostra-nos a profundidade do amor de Deus: Cristo morreu por nós quando ainda éramos pecadores. A salvação não é fruto dos nossos méritos, mas da misericórdia infinita de Deus que nos reconcilia consigo.

No Evangelho, Jesus olha para as multidões “como ovelhas sem pastor” e enche-Se de compaixão. Depois chama os doze discípulos e envia-os em missão. A seara continua grande e Deus continua a chamar trabalhadores para anunciar o Evangelho, curar as feridas humanas e conduzir os homens à verdade e à salvação.

🙏 Que estas leituras ajudem cada leitor a preparar a proclamação da Palavra com espírito de oração, consciência da missão recebida e desejo sincero de servir Cristo e a Igreja com fidelidade.

📖 CATEQUESE DO PAPA LEÃO XIVAudiência Geral — 3 de junho de 2026Na catequese de hoje, o Santo Padre refletiu sobre o sen...
03/06/2026

📖 CATEQUESE DO PAPA LEÃO XIV
Audiência Geral — 3 de junho de 2026

Na catequese de hoje, o Santo Padre refletiu sobre o sentido profundo da liturgia, recordando que a fé cristã não se vive apenas através de ideias ou palavras, mas também através de sinais, gestos, silêncio e símbolos que conduzem ao encontro com Deus.

O Papa explicou que a liturgia não é um espetáculo nem um simples conjunto de cerimónias exteriores. Cada gesto litúrgico — ajoelhar-se, escutar em silêncio, fazer o sinal da cruz, responder em assembleia — possui um valor espiritual e pedagógico que forma o coração do cristão.

Num tempo marcado pela superficialidade e pela perda do sentido do sagrado, o Papa alertou para a necessidade de redescobrir a beleza, a reverência e a profundidade da celebração litúrgica. A liturgia educa-nos interiormente, une-nos ao mistério de Cristo e ajuda-nos a entrar numa relação verdadeira com Deus.

Foi particularmente forte o apelo deixado pelo Santo Padre:
«O homem deve voltar a ser capaz de símbolos.»

Uma catequese profundamente atual, especialmente importante para todos aqueles que servem a liturgia e proclamam a Palavra de Deus nas nossas comunidades.

CORPUS CHRISTI: A SOLENIDADE QUE NASCEU DO AMOR DA IGREJA À EUCARISTIAA Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Crist...
02/06/2026

CORPUS CHRISTI: A SOLENIDADE QUE NASCEU DO AMOR DA IGREJA À EUCARISTIA

A Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo nasceu do profundo desejo da Igreja de honrar, contemplar e proclamar publicamente o mistério da presença real de Jesus Cristo na Santíssima Eucaristia.

Embora a instituição da Eucaristia seja celebrada na Quinta-feira Santa, a Igreja sentiu, desde cedo, a necessidade de dedicar uma festa própria exclusivamente centrada neste mistério. Na liturgia do Tríduo Pascal, a Última Ceia encontra-se intimamente ligada ao início da Paixão do Senhor. O ambiente espiritual desses dias é marcado pela gravidade da entrega de Cristo, pelo sofrimento e pela proximidade da cruz. Por isso, não havia espaço para uma manifestação festiva mais ampla da alegria eucarística.

Foi neste contexto que, durante o século XIII, começou a crescer na Igreja latina uma devoção mais explícita ao Santíssimo Sacramento. Este movimento foi particularmente impulsionado pelas experiências místicas de Santa Juliana de Liège, religiosa agostiniana belga que defendia a criação de uma festa dedicada exclusivamente ao Corpo de Cristo. Segundo a tradição, Santa Juliana contemplava repetidamente uma lua cheia com uma mancha escura, interpretando essa visão como sinal de que faltava no calendário litúrgico uma solenidade própria em honra da Eucaristia.

Poucos anos depois, um acontecimento marcaria profundamente a sensibilidade eucarística da época: o chamado Milagre de Bolsena. Segundo a tradição conservada pela Igreja, um sacerdote que lutava contra dúvidas acerca da presença real de Cristo na Eucaristia viu cair gotas de sangue da hóstia consagrada durante a celebração da Missa, em Bolsena, Itália. O Papa Urbano IV, impressionado pela crescente devoção eucarística e por estes acontecimentos, instituiu oficialmente a festa para toda a Igreja em 1264, através da bula Transiturus de hoc mundo.

A escolha da quinta-feira possui um profundo significado teológico. A solenidade celebra-se tradicionalmente na quinta-feira após a Solenidade da Santíssima Trindade precisamente para manter a ligação espiritual à Quinta-feira Santa, memorial da instituição da Eucaristia e do sacerdócio ministerial. A Igreja quis conservar esta memória sem retirar à Semana Santa o seu caráter penitencial e centrado na Paixão.

Ao longo dos séculos, esta solenidade tornou-se também uma grande profissão pública de fé. As procissões eucarísticas, recomendadas pelo Ritual Romano e valorizadas pelo Magistério da Igreja, não são meras tradições culturais ou folclóricas. Elas exprimem a fé da Igreja num Deus que permanece no meio do seu povo. Cristo Eucarístico percorre as ruas como sinal da presença de Deus no coração do mundo e da história humana.

O Concílio Vaticano II reafirmou esta verdade ao ensinar que a Eucaristia é “fonte e ápice de toda a vida cristã” (Lumen Gentium, 11). A Igreja vive da Eucaristia porque nela recebe o próprio Cristo: verdadeiro Deus e verdadeiro Homem, presente de forma real, substancial e permanente sob as espécies do pão e do vinho.

Em muitos países, por razões pastorais, a solenidade é transferida para o domingo seguinte, permitindo uma maior participação dos fiéis. Contudo, a sua essência permanece inalterável: celebrar o mistério do Deus que se faz alimento, presença e comunhão para a salvação do mundo.

A Solenidade do Corpo e Sangue de Cristo recorda-nos, portanto, que a Eucaristia não é apenas um símbolo religioso. É o coração da Igreja. É Cristo vivo no meio do seu povo.

“Eu estarei sempre convosco até ao fim dos tempos.” (Mt 28,20)

📖 LEITURAS DO DOMINGO X DO TEMPO COMUM — ANO ANeste domingo, a Palavra de Deus convida-nos a redescobrir o coração da ve...
01/06/2026

📖 LEITURAS DO DOMINGO X DO TEMPO COMUM — ANO A

Neste domingo, a Palavra de Deus convida-nos a redescobrir o coração da verdadeira religião: a misericórdia, a confiança em Deus e a conversão sincera da vida.

Na primeira leitura, o profeta Oseias transmite um apelo forte do Senhor:
“Prefiro a misericórdia ao sacrifício.”
Deus não procura gestos exteriores vazios, mas um coração fiel, capaz de amar, perdoar e permanecer na verdade.

São Paulo apresenta-nos o exemplo admirável da fé de Abraão. Mesmo diante do impossível, acreditou na promessa de Deus sem vacilar. A verdadeira fé nasce da confiança total em Deus, mesmo quando tudo parece perdido.

No Evangelho, Jesus chama Mateus, um publicano desprezado pela sociedade, e senta-Se à mesa com os pecadores. Cristo mostra-nos que veio para salvar, curar e levantar aqueles que reconhecem a sua fragilidade. Deus não fecha a porta aos pecadores arrependidos; fecha-a apenas ao orgulho de quem julga não precisar de conversão.

🙏 Que estas leituras ajudem cada leitor a preparar a proclamação da Palavra com fé, humildade e consciência de que Deus continua a chamar cada um de nós à misericórdia e à santidade.

📖 Leituras da Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo — Ano ANa próxima quinta-feira, a Igreja em Portugal cel...
31/05/2026

📖 Leituras da Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo — Ano A

Na próxima quinta-feira, a Igreja em Portugal celebra a Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, um dos maiores mistérios da nossa fé: Jesus que permanece connosco na Eucaristia.

A liturgia conduz-nos desde o maná no deserto até ao discurso do Pão da Vida no Evangelho de São João. Deus alimenta o seu povo no caminho da vida e oferece-Se, em Cristo, como verdadeiro alimento que sustenta, une e salva.

A primeira leitura recorda-nos que o homem não vive só de pão, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus.
São Paulo ensina-nos que, participando do mesmo Pão, formamos um só corpo em Cristo.
No Evangelho, Jesus fala com clareza e radicalidade: “A minha carne é verdadeira comida e o meu sangue é verdadeira bebida”.

A Eucaristia não é apenas símbolo ou tradição. É presença real, comunhão profunda e escola de amor.
Quem recebe Cristo é chamado a viver unido a Ele e a tornar-se pão repartido para os irmãos.

🙏 Que estas leituras nos ajudem a preparar o coração para celebrar, adorar e viver mais profundamente o mistério do Corpo e Sangue do Senhor.

📖 LEITURAS DA SOLENIDADE DA SANTÍSSIMA TRINDADE — ANO ANeste domingo, a liturgia convida-nos a contemplar o maior mistér...
26/05/2026

📖 LEITURAS DA SOLENIDADE DA SANTÍSSIMA TRINDADE — ANO A

Neste domingo, a liturgia convida-nos a contemplar o maior mistério da fé cristã: Deus Uno e Trino — Pai, Filho e Espírito Santo. Não celebramos uma ideia abstrata, mas um Deus que é comunhão perfeita de amor e que deseja permanecer no meio do seu povo.

Na primeira leitura, Deus revela-Se a Moisés como “um Deus clemente e compassivo”, rico em misericórdia e fidelidade. O Senhor não abandona o seu povo, mesmo diante das suas fragilidades.

São Paulo recorda-nos, na segunda leitura, que a vida cristã só é autêntica quando vivida na comunhão, na paz e na caridade, sustentados pela graça de Cristo, pelo amor do Pai e pela comunhão do Espírito Santo.

No Evangelho, encontramos uma das mais belas afirmações da Sagrada Escritura:
“Deus amou tanto o mundo que entregou o seu Filho Unigénito.”
A Santíssima Trindade manifesta-se assim como um amor que se dá, salva e permanece connosco.

🙏 Que estas leituras ajudem cada leitor a preparar não apenas a proclamação da Palavra, mas também o coração, para que a Palavra seja anunciada com fé, verdade e oração.

Leituras do Domingo de Pentecostes - missa do dia - ano A
18/05/2026

Leituras do Domingo de Pentecostes - missa do dia - ano A

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