Associação de Jovens Judeus de Belmonte

Associação de Jovens Judeus de Belmonte Bem vindo à nossa página de facebook! Associação sem fins lucrativos que visa integrar os jovens na comunidade judaica e apoiar no estudo religioso.

Associação sem fins lucrativos sediada em Belmonte tem como projetos futuros:
Ações de formação;
Workshops;
Atividades culturais;
Viagens;

Pode usufruir de tudo isto e muito mais sendo sócio. Mais informações através do email : [email protected]

Contamos com a sua colaboração nesta importante iniciativa. Pode enviar a sua contribuição para:
AJJB-Associação de Jovens Judeus de Belmonte. NIB: 0045 4027 4026 1936 4677 2.

O mês de Elul é a chave para destrancar o significado interior e mais potente do coração. Como é sabido, as letras hebra...
25/08/2015

O mês de Elul é a chave para destrancar o significado interior e mais potente do coração. Como é sabido, as letras hebraicas para formar a palavra “Elul” – alef, lamed, vav e lamed, são um acrônimo para a frase (do Cântico dos Cânticos bíblico) ani l’dodi v’dodi li, que significa “Eu sou do meu amado e meu amado é para mim.”

Essa frase linda e romântica é aquela que representa nosso relacionamento com o Criador, que é frequentemente comparado ao relacionamento entre marido e mulher, uma noiva e um noivo, em nossas vidas individuais.

O Zohar explica que no início de Elul estamos achor el achor, que significa “costas com costas”, e ao final de Elul estamos panim el panim, “face a face”. Mas como é possível que estejamos de costas? Isso não implicaria que D'us tem Suas costas viradas para nós também? Como podemos dizer isso, quando este é o mês no qual – como nos ensina o mestre chassídico Shneur Zalman de Liadi – “o Rei está no campo”? Não é o mês em que D'us está mais acessível do que nunca, quando Ele está esperando por nós para saudá-Lo, quando Ele está ali no “campo” da nossa vida cotidiana?

Porém, essa racionalização é a causa de muitas discórdias mal resolvidas, sentimentos magoados, e relacionamentos desfeitos. Como naquela cena clássica, que aparece muito em filmes, na qual o casal caminha um para longe do outro. À certa altura o homem se volta, querendo chamar o nome dela, pedir mais uma chance, implorar perdão. Ele está a ponto de falar, mas percebe que ela virou as costas. Ela está se afastando. Ele diz a si mesmo que é tarde demais, que ela simplemente não se importa. Então ele se vira de volta. Segundos depois, ela se volta para olhar para ele. Ela não deseja que tudo termine. Ela quer dizer algo, mas não consegue reunir coragem, não tem a força. E por que, por que deveria ela, se ele está de costas?

Ela olha para ele com saudade, mas isso não muda nada – ela presume que ele não se importa pois continua a se afastar dela. E nós, os espectadores, sentamos na beira do assento, esperando que talvez eles se virem os dois ao mesmo tempo, para finalmente entender que o outro se importa, e embora pareçam estar de costas, eles na verdade queriam estar frente a frente. Às vezes acontece o final feliz; outras vezes eles simplesmente continuam a caminhar em direções opostas, afastando-se da vida um do outro.

É o mês de Elul que nos ensina a necessidade de estarmos dispostos a nos voltar. O Rei está no campo, nosso Criador está ali, e não importa como possamos nos sentir, Ele nunca deu as costas. Tudo que precisamos fazer é nos virar para perceber que Ele está ali e esperando por nós. O “costa a costa” que vivenciamos no início do mês é baseado em nossas percepções equivocadas, nossos temores, nossas presunções. Somente quando nos viramos entendemos a verdade, a essência interior, e então ficamos “face a face”, o que não somente significa que podemos finalmente olhar um para o outro, mas além disso, podemos olhar um no outro – pois o radical da palavra face, panim é o mesmo que pnimiyut, que significa “interiorização”.

Por Sara Esther Crispe

Yom HaZikaronNesta terça-feira à noite terá início o Dia da Lembrança dos Soldados Caídos e das Vítimas de Terrorismo. .
21/04/2015

Yom HaZikaron
Nesta terça-feira à noite terá início o Dia da Lembrança dos Soldados Caídos e das Vítimas de Terrorismo.
.

Para todos os nossos amigos.
01/03/2015

Para todos os nossos amigos.

Tu Bishvat, 15 de Shevat no calendário judaico, é o dia que assinala o início de um "Ano Novo das Árvores." Essa é a est...
03/02/2015

Tu Bishvat, 15 de Shevat no calendário judaico, é o dia que assinala o início de um "Ano Novo das Árvores." Essa é a estação na qual os primeiros brotos das árvores na Terra Santa emergem de seu sono invernal, e começam um novo ciclo de produção frutífera.
Celebramos o dia de Tu Bishvat comendo várias espécies de frutas, algumas da nova estação. Especificamente é costume comer dos frutos pelos quais a Terra de Israel é enaltecida, "Os Sete Tipos"(duas espécies de grãos e cinco de frutas) que são destacados na Torá em seu louvor à fartura da Terra Santa, conforme mencionados no versículo da Torá: "Uma terra de trigo e cevada, uva, figo e romã; uma terra de azeitona e mel (de tâmaras)."

Este dia possui um significado especial, pois o ser humano é comparado à árvore, conforme escrito na Torá: "Pois o homem é como uma árvore no campo" (Devarim 20:19), e refletimos sobre as lições que podemos extrair de nossa análoga botânica.

Uma árvore brota a partir de uma semente; cresce, atinge a maturidade, dá frutos, e de suas sementes outras árvores crescem, frutificam-se, etc. Assim também é o ciclo da vida humana.

O embrião se desenvolve, nasce, cresce e amadurece e, com o passar dos anos, o ser humano se reproduz. Os frutos do judeu são Torá e mitsvot. Assim como árvores brotam a partir de uma semente, também deve-se assegurar que mais judeus cresçam espiritualmente, gerando seus próprios frutos. Um judeu não pode se contentar apenas com sua colheita espiritual e sim, deve aproximar outros de sua herança.

Uma árvore é parte do reino vegetal. Plantas, ao contrário dos animais, morrem se forem desenraizadas do solo; sobrevivem apenas quando continuam recebendo nutrientes da fonte. Um judeu, também, subsiste e cresce espiritualmente apenas quando ligado a sua fonte: Torá e judaísmo. Não é suficiente estudar Torá ou cumprir mitsvot uma só vez; é preciso receber constantemente alimento da fonte. E da vida.

Fonte: Chabad.org

A propósito do Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, que se assinala a 27 de janeiro. A partir de aman...
26/01/2015

A propósito do Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, que se assinala a 27 de janeiro. A partir de amanhã estará disponível uma exposição no Museu Judaico de Belmonte.

22/01/2015

Hoje, na Assembleia Geral das Nações Unidas vai decorrer uma reunião contra o anti-Semitismo. Partilhe. Diga

10/01/2015
Exposição patente no museu judaico até dia 25 de Janeiro. (Fotografias de Play Belmonte em ação.)
24/12/2014

Exposição patente no museu judaico até dia 25 de Janeiro. (Fotografias de Play Belmonte em ação.)

No âmbito da Festa das Luzes, hoje inauguramos a nossa exposição "Arte Orgânica". Venha visitar-nos no museu judaico as ...
23/12/2014

No âmbito da Festa das Luzes, hoje inauguramos a nossa exposição "Arte Orgânica". Venha visitar-nos no museu judaico as 18h, e conhecer o trabalho que realizamos a partir de resíduos.
A exposição estará patente no Museu Judaico de Belmonte até dia 25 de Janeiro, esperamos pela sua visita!

Ainda Que Seja Apenas Uma Chama... Existem aqueles judeus que dizem estarem prontos a aproximar outro judeu de D’us se p...
16/12/2014

Ainda Que Seja Apenas Uma Chama...

Existem aqueles judeus que dizem estarem prontos a aproximar outro judeu de D’us se puderem ver que há uma chance de que a centelha interior do Judaísmo possa ser acesa. Porém, se eles pensam que acender a fagulha será apenas temporário, não estão interessados. Chanucá nos ensina que devemos acender aquela centelha, mesmo se nos parecer que ela arderá apenas durante um dia. A verdade é que esta pequena chama terminará por crescer e se tornará uma luz duradoura.
(Rabi Shmuel M. Butman)

O sevivon é um brinquedo associado a Hanukkà, existem até musicas para o jogar.Todo sevivon possui quatro lados com uma ...
15/12/2014

O sevivon é um brinquedo associado a Hanukkà, existem até musicas para o jogar.
Todo sevivon possui quatro lados com uma letra hebraica em cada um deles. Cada letra é a inicial de uma palavra. As quatro letras são:

Nun primeira letra da palavra nes, que significa "milagre"
Guimel primeira letra de gadol, que significa "grande"
Hei primeira letra de haya, que significa "era" ou "foi"
Shin primeira letra de sham, que significa "lá"

Juntas, estas letras formam a frase: "Um grande milagre aconteceu lá".

Em Israel, ao invés da letra shin (para designar sham, lá), o sevivon possui a letra pei de pô, aqui) para que as letras dos lados do pião forme a frase: "Um grande milagre aconteceu aqui".

Hanukkah está a chegar.
30/11/2014

Hanukkah está a chegar.

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Belmonte
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