Catequese de Abade de Neiva -Barcelos

Catequese de Abade de Neiva -Barcelos SOMOS UM
O teu lugar seguro, lugar de descoberta, de aprendizagem e vivência de valores

Como discípulos de Jesus, o amor de Deus convida-nos a levar a Boa Nova, fazendo da própria vida um dom para Ele e para ...
12/06/2026

Como discípulos de Jesus, o amor de Deus convida-nos a levar a Boa Nova, fazendo da própria vida um dom para Ele e para o mundo. Mas, rapidamente nos apercebemos que “a messe é grande, mas os trabalhadores são poucos” e, diante de tal desafio, facilmente buscamos a comodidade dos dias e, sem nos apercebermos, entramos na lógica do consumismo.

Hoje e sempre somos convidados a seguir a “loucura” do nosso Deus, que nos ensina a encontrá-l’O no faminto, no sedento, no maltrapilho, no doente, no amigo em “maus lençóis”, no encarcerado, no refugiado e migrante, no vizinho que vive só, nos povos em guerra. É preciso rezar pelos trabalhadores da messe, para que sejam arautos da paz no meio das pessoas.

“Sede alegres, trabalhai pela vossa perfeição, animai-vos uns aos outros, tende os mesmos sentimentos, vivei em paz” é o...
29/05/2026

“Sede alegres, trabalhai pela vossa perfeição, animai-vos uns aos outros, tende os mesmos sentimentos, vivei em paz” é o desafio lançado por Paulo à comunidade cristã de Corinto. A alegria cristã não é um mero sentimento de felicidade e júbilo; é uma alegria que brota do interior de um coração que se sabe amado por este Deus que “amou tanto o mundo que entregou o seu Filho Unigénito, para que todo o homem que acredita n’Ele não pereça, mas tenha a vida eterna”. Esta é a nossa esperança, esta é a fonte da nossa alegria: somos amados por Deus em todas as circunstâncias da vida.

Mas precisamos também de fazer com que todos entrem nesta lógica, animando-nos reciprocamente e trabalhando todos juntos por este propósito. Só assim podemos viver em paz e ser sinal de paz no meio do mundo. Sejamos capazes de o demonstrar, em gestos concretos de fraternidade, como apela S. Paulo.

O Evangelho do Domingo de Pentecostes convida-nos a refletir sobre a presença transformadora de Jesus Ressuscitado no me...
22/05/2026

O Evangelho do Domingo de Pentecostes convida-nos a refletir sobre a presença transformadora de Jesus Ressuscitado no meio da comunidade dos seus discípulos e sobre o dom do Espírito Santo, que os envia em missão. Na tarde daquele primeiro dia da semana, Jesus aparece aos discípulos reunidos a portas fechadas, cheios de medo, e oferece-lhes uma mensagem que ecoa profundamente na vida da Igreja e de cada um de nós: "a paz esteja convosco". Este anúncio de paz é o ponto de partida para uma nova missão: assim como o Pai enviou Jesus, agora também nós somos enviados a caminhar juntos no mundo, como comunidade que vive e testemunha a paz e o perdão.

Este Evangelho interpela-nos a acolher a paz de Cristo nas nossas vidas e a partilhá-la com os outros, especialmente na vida concreta da Igreja. Somos chamados a ser comunidade, a ultrapassar os nossos próprios "medos" e "portas fechadas", e a responder ao desafio de caminhar juntos, movidos pelo Espírito Santo. O sopro de Jesus sobre os discípulos recorda-nos que é o Espírito que nos dá força, coragem e discernimento para sermos testemunhas de perdão e reconciliação, pilares essenciais para a construção de comunidades vivas e solidárias.

Na prática, esta Palavra desafia cada um de nós a perguntar: como podemos viver, no nosso dia a dia, este envio em comunhão com os outros? Como podemos ser instrumentos de paz e reconciliação nas nossas famílias, paróquias, lugares de trabalho e na sociedade? Caminhar juntos na Igreja exige que reconheçamos o Espírito Santo a agir em cada pessoa, respeitando e acolhendo os dons de todos, trabalhando pela unidade e pela missão comum de anunciar o Evangelho. Este Pentecostes é, assim, um convite a abrir o nosso coração ao Espírito de Deus, para que Ele nos transforme e nos envie como verdadeiros discípulos missionários, comprometidos com a paz e a fraternidade no mundo.

A Ascensão ao Céu, segunda fase da Páscoa de Cristo, é um mistério que diz respeito diretamente à Igreja Peregrina na te...
14/05/2026

A Ascensão ao Céu, segunda fase da Páscoa de Cristo, é um mistério que diz respeito diretamente à Igreja Peregrina na terra: o Evangelho segundo são Mateus, assim como a carta de são Paulo aos Efésios, proclamam-no abertamente. O paradoxo é apenas aparente.

Ao concluir-se a missão de Jesus na terra, começa a missão da Igreja. Esta durará até ao retorno glorioso do Senhor e à instauração do Reino no fim dos tempos. O dia e a hora em que isto sucederá dependem da liberdade soberana do Pai.

Qualquer que seja o prazo, o tempo urge porque toda a vida é curta para enfrentar a responsabilidade que o Senhor nos confiou. Não podemos permanecer inativos, com o olhar e a mente nas nuvens.

No VI Domingo do Tempo Pascal (Ano A), a Palavra de Deus, especialmente no Evangelho segundo São João, recorda-nos que o...
08/05/2026

No VI Domingo do Tempo Pascal (Ano A), a Palavra de Deus, especialmente no Evangelho segundo São João, recorda-nos que o amor a Cristo se concretiza na vivência dos seus mandamentos e na abertura ao Espírito Santo. Jesus promete o Paráclito, o Espírito da verdade, que não nos deixa sós, mas nos guia e une como comunidade.

Esta mensagem desafia cada pessoa a sair de uma fé individualista e a viver uma fé em relação, onde o amor se traduz em gestos concretos de acolhimento, escuta e serviço. O Espírito Santo atua em todos e, por isso, caminhar juntos implica reconhecer o valor de cada membro e aprender a escutar o outro com humildade.

Neste sentido, somos chamados a ser uma comunidade viva, onde todos participam e contribuem para o bem comum. A Palavra de Deus convida-nos, assim, a construir unidade na diversidade, deixando-nos guiar pelo Espírito para viver como verdadeiros discípulos em comunhão.

Jesus prepara-nos um lugar! E é um lugar aconchegado de amor e reluzente de ternura, pois na casa do Pai existem muitas ...
02/05/2026

Jesus prepara-nos um lugar! E é um lugar aconchegado de amor e reluzente de ternura, pois na casa do Pai existem muitas moradas. Cada um de nós é essa morada onde Deus habita com a sua presença. Por isso, todos os Domingos voltamos à Igreja. Sim, porque para casa não se vai, volta-se, porque é o lugar de onde saímos. Para a Igreja não vamos, mas volta-se! Domingo após Domingo. A casa, esta, a do Pai, salva-nos! A casa salva-nos das tentações quotidianas e dos pesadelos noturnos. A casa salva-nos do desânimo quotidiano e da incapacidade de sonharmos. A casa salva-nos, porque no regresso, depois de um dia longo, podemos encontrar as pessoas que nos amam. Aquele que mora na casa do Pai e que se deixa habitar por Ele como lugar está a salvo.

Deus semeia no coração de cada um de nós uma vocação. É o Santo Espírito quem a desperta. É o Pão Eucarístico quem a ali...
25/04/2026

Deus semeia no coração de cada um de nós uma vocação. É o Santo Espírito quem a desperta. É o Pão Eucarístico quem a alimenta. Mas somos nós, com as nossas fragilidades e virtudes humanas, que permitimos que a vocação ganhe corpo e faça a Igreja crescer. Ser Igreja é viver como um rebanho dócil que escuta a Palavra do Pai e a coloca em prática. Ser vocação, ser missão na terra, implica muitas vezes aceitar o sofrimento, como Cristo o fez, e seguir o Bom Pastor sem hesitações, mesmo com anseios e dúvidas.

Hoje, é urgente passar pela porta do nosso Batismo e recordar que Jesus guiará terna e eternamente os nossos passos. É Ele quem cuida de cada um de nós e nos protege dos salteadores que roubam a paz e serenidade do prado verdejante que Deus Pai, carinhosamente, criou. Peçamos hoje, a Jesus, Bom Pastor, que nos renove a capacidade de permitir que o pároco da nossa comunidade seja um amigo presente nas nossas vidas, alguém que nos ajuda a encontrar a alegria de ser uma ovelha que confia, plenamente, na voz que o chama.

Todos conhecemos bem o relato da mais célebre aparição de Cristo ressuscitado em Emaús. Esta ação do texto também nos to...
17/04/2026

Todos conhecemos bem o relato da mais célebre aparição de Cristo ressuscitado em Emaús. Esta ação do texto também nos toca o coração e torna-o ardente como o dos dois discípulos: «não ardia cá dentro o nosso coração, quando Ele nos falava pelo caminho e nos explicava as Escrituras?».

Como cristãos, ficamos com o coração a arder quando arriscamos escutar a palavra de Jesus! É uma felicidade, um sentimento vivo da Sua presença. Identificarmo-nos com o coração de Jesus implica ser como Ele, a falar, a agir e a amar. Se abandonarmos o orgulho, a indolência, o desejo de ser maus, não pensaremos mais em nós, mas n’Ele: quero ser como tu! O grande milagre da Ressurreição é precisamente a mudança dos nossos corações: os receosos tornam-se audazes, os insensíveis tornam-se apaixonados como verdadeiros discípulos a percorrer o caminho de Páscoa.

“Lázaro, sai para fora”! Jesus não se resigna com os sepulcros que constróis. Não se resigna com os teus clamores lamuri...
20/03/2026

“Lázaro, sai para fora”! Jesus não se resigna com os sepulcros que constróis. Não se resigna com os teus clamores lamurientos e desesperançados, não se resigna com as tuas escolhas de mortandade. Ele não se resigna com a morte.

“Sai para fora” também tu! É um brado dirigido a toda a humanidade que se fecha nos sepulcros de guerra e hostilidade, um brado para a liberdade e o abraço ternurento. Ele chama-te pelo teu próprio nome, insistentemente, a sair da escuridão que habita a tua vida. Livra-te das ligaduras que te amarram à superficialidade do teu egoísmo e caminha rumo à luz. Uma parte da tua ressurreição acontece aqui e agora, quando decides dar um passo até ao rosto reluzente do Senhor.

Jesus, amor perene, não se cansa de abeirar-se de ti para levantar a pedra do teu desamor. Tu, sai para fora. Sim, para fora de ti e abraça a voz d’Aquele que te chama à vida, apesar do esforço que possa implicar da tua parte.

Jesus encontra um cego de nascença e cura-o. A transformação acontecida neste homem foi de tal maneira profunda que nem ...
14/03/2026

Jesus encontra um cego de nascença e cura-o. A transformação acontecida neste homem foi de tal maneira profunda que nem os vizinhos são capazes de o reconhecer. Ora, o seu aspeto não mudou. Então, de que transformação se trata? A quem devo levar a felicidade? Eu sou para esta pessoa, eu sou para esta vocação, eu sou para este objetivo! A quem devo transformar, curar?

Endereço

Abade De Neiva
Barcelos
4750

Horário de Funcionamento

17:30 - 19:45

Notificações

Seja o primeiro a receber as novidades e deixe-nos enviar-lhe um email quando Catequese de Abade de Neiva -Barcelos publica notícias e promoções. O seu endereço de email não será utilizado para qualquer outro propósito, e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Local De Adoração

Envie uma mensagem para Catequese de Abade de Neiva -Barcelos:

Compartilhar

Categoria