19/08/2015
(transcrição do texto que foi lido no palco no final da festa)
Agradecemos a todos os que nos brindaram com a sua presença em mais uma festa em honra d Nª Sra. da Saúde.
Esperamos que tenha sido tudo do V/ agrado.
Foi um ano de muito trabalho. Realizaram-se muitos eventos. Algumas ideias, nunca vistas por estas bandas ou há muito esquecidas. Destacamos as marchas Populares que nos encheram de saudades e muitos convívios saudáveis para a nossa terra, como é a Passagem de Ano, Passeio Pedestre, Castanhada, Dia da Mulher entre outros. Até enchemos algumas casas com miminhos doces por altura do Dia dos Namorados e Dia das Mães.
Homenageámos os nossos anciãos com um Calendário digno de guardar. Terminámos a angariação de fundos com o Concurso Sopas & Cª e a actuação da Marcha da Mocidade – festa que superou todas as expectativas.
Desta festa, nem tudo correu como foi idealizado, havendo sempre situações fora do n/ alcance, como foi a chuva inesperada durante a Procissão. Queremos aqui esclarecer que foi uma obrigação recolher a procissão a meio, devido aos danos que podiam ocorrer no espólio da nossa igreja, que é muito antigo e digno de todo o cuidado. As nossa desculpas a quem se encontrava a sul da igreja e não pode apreciar e participar no ponto alto desta Festa.
Apesar do tempo, o programa cumpriu-se, e a afluência foi o que se viu. O nosso agradecimento à Associação de Ciclismo de Aveiro, que promoveu uma prova esta tarde. Apesar de sermos caloiros neste tipo de eventos, foi do agrado de todos e os pequeninos apreciaram bastante.
Queremos ainda fazer alguns agradecimentos muitos especiais: à equipa fantástica que se juntou e que trabalhou arduamente, o nosso sincero agradecimento. Trabalhar em equipa não é fácil, mas chegar aqui e ver o resultado do nosso trabalho é compensador.
Desta equipa, há ainda a destacar algumas pessoas que, não sendo da zona centro, vieram ajudar e foram fundamentais para que tudo corresse bem: o Zé e a Cila, a Fátima Loureiro, o António e o Rúben e ao nosso ‘faz-tudo’ Nuno, que nos desenrascou nas horas mais apertadas. Queremos que saibam que podem contar connosco sempre que precisarem. Às nossas mulheres, que são o porto-seguro desta comissão (algumas, nem o peso da idade as pára!). E aos nossos homens – poucos, bons e resistentes… para o provar, estão aqui, a esta hora, ainda inteiros!
E para encerrar estes festejos, vamos fazer cumprir mais uma vez a tradição, para que ela não acabe, e chamar ao palco um morador da zona centro, para passar o testemunho e entregar o ramo.
Acrescentamos que o ramo não foi recebido na festa por alguém da zona responsável pela festa do próximo ano mas já houve quem o reclamasse. Bem hajam e boa sorte.